ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

sexta-feira, 14 de novembro de 2025

“Injustiça histórica” cometida por Romeu Zema é imperdoável e incompreensível

JCO

Em recente entrevista, o governador Romeu Zema afirmou que Eduardo Bolsonaro, atualmente em autoexílio nos Estados Unidos, estaria defendendo interesses pessoais acima dos interesses do país. A declaração, além de injusta, ignora por completo o contexto de perseguição política que o país vive e o preço que muitos têm pago por ousar pensar diferente da extrema-esquerda lulofascista.

Como um deputado federal que teve uma das maiores votações da história do Brasil, com carreira consolidada na Polícia Federal, família, amigos e raízes firmes no país, poderia simplesmente “abandonar tudo” por conveniência pessoal? É evidente que não. Eduardo Bolsonaro não buscou conforto no exterior, buscou segurança e liberdade.

O autoexílio de Eduardo foi uma medida de autopreservação diante de uma ameaça real. A máquina de perseguição instalada dentro do Judiciário e alimentada pelo governo federal transformou adversários políticos em inimigos do Estado. O que Zema chama de “interesse pessoal” foi, na verdade, um sacrifício em nome da própria integridade e da luta por um Brasil livre.

Separar a esposa e seus filhos dos avós, dos tios, dos primos, dos amigos e de sua terra natal não é escolha leve e nem vantajosa. É um ato de renúncia. Um preço altíssimo pago por quem se recusa a ajoelhar diante de um sistema que prende opositores e cala vozes conservadoras.

A prisão arbitrária de Jair Bolsonaro há mais de 100 dias é a prova cabal de que Eduardo fez a escolha certa ao deixar o país. Se tivesse permanecido no Brasil, o destino do deputado poderia ter sido o mesmo, ou até pior.

O trabalho de mostrar ao mundo as violações que ocorrem no Brasil não é simples, demanda muito sacrifício,  inclusive pessoal.

Por isso, ao contrário do que afirmou Zema, Eduardo Bolsonaro não está em busca de interesses pessoais, mas de justiça e liberdade. Ele representa milhares de brasileiros que se sentem perseguidos, traídos e silenciados por um Estado que já não respeita os limites democráticos.

A luta de Eduardo não é inglória. É a luta de todos que ainda acreditam num Brasil livre, soberano e justo.

Zema, você pode discordar de Eduardo Bolsonaro e ate não gostar dele. Mas acusá-lo de agir por interesse pessoal é, no mínimo, uma injustiça histórica.

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

CONVITE PARA MISSA - 2 ANOS DE FALECIMENTO

 A família do Senhor Antonio Carlos de Lima convida parentes, amigos e todos aqueles que com ele conviveram para a Missa em memória dos seus 2 anos de falecimento.

A celebração será um momento de fé, saudade e gratidão pela vida deste homem querido, que deixou exemplos de humildade, honestidade e amor ao próximo.

Unidos em oração, vamos pedir a Deus que o acolha em Sua luz eterna e conceda conforto aos nossos corações.

Data: 14.11
Horário: 17h30min.
Local: Paróquia de Fátima - Avenida Cel. Lucas

A sua presença será muito importante para nós.

Tarcísio impõe apenas uma condição a Jair Bolsonaro

JCO

Interlocutores de Tarcísio de Freitas (Republicanos) afirmam que o governador de São Paulo estabeleceu uma exigência para concorrer à Presidência da República em 2026: obter aprovação não apenas de Jair Bolsonaro, mas também de todos os membros da família do ex-presidente. A informação foi revelada nesta quinta-feira (13) por pessoas próximas ao governador paulista.

Segundo um político que mantém contato com ambos, Tarcísio se dispõe a concorrer ao Planalto "caso essa seja a vontade" do ex-presidente. O atual governador, no entanto, considera inviável uma candidatura presidencial sob críticas de Eduardo Bolsonaro, pois isso comprometeria sua capacidade de atrair o eleitorado conservador.

Uma pesquisa divulgada mostra empate técnico entre Tarcísio, com 20% das intenções de voto, e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, que aparece com 18%. Os números indicam possível divisão do eleitorado de direita se os dois disputarem a presidência simultaneamente.

A oficialização da candidatura do governador paulista pode depender de uma reconciliação com Eduardo, que intensificou críticas recentes a Tarcísio, ou de uma intervenção direta de Jair Bolsonaro para moderar as manifestações do filho, que atualmente mora nos Estados Unidos.

Enquanto as definições não ocorrem, fontes próximas afirmam que Tarcísio manterá publicamente seu discurso de candidatura à reeleição para o governo de São Paulo. A estratégia busca evitar ataques antecipados tanto de adversários quanto de figuras do próprio campo conservador que possam disputar o mesmo espaço político.

Urgente: Trump ordena operação militar na América do Sul

JCO

Em anúncio feito nesta quinta-feira (13/11), o governo dos Estados Unidos, a mando do presidente Donald Trump, lançou a denominada Operação Lança do Sul, uma ação militar que envolverá terreno na América do Sul e Caribe, sob coordenação do United States Southern Command (SOUTHCOM).  

De acordo com o comunicado do secretário de Guerra norte-americano, Pete Hegseth, “o presidente Trump ordenou a ação … esta missão defende nossa pátria, remove narcoterroristas do nosso hemisfério e protege nossa pátria das drogas que estão matando nosso povo”.  

OBJETIVOS E CONTEXTO

- A Operação Lança do Sul será comandada pelo SOUTHCOM, que integra a Força-Tarefa Conjunta “Southern Spear”.  
- O foco declarado é combater “narcoterroristas” na América Latina, proteger o hemisfério ocidental e combater o tráfego de drogas.  
- Relatos indicam que, nos últimos meses, navios de guerra dos EUA, jatos F-35 e até o porta-aviões USS Gerald R. Ford foram posicionados no Caribe, sugerindo ampliação da presença militar norte-americana na região.  
- A administração Trump vinha sinalizando que operações no mar poderiam migrar para operações terrestres em países da América Latina.  
- Os presidentes Nicolás Maduro (Venezuela) e Gustavo Petro (Colômbia) são citados como parte do cenário: Maduro, por ter sido alegadamente apontado como chefe de cartel, e Petro, por declarações que o associam ao tráfico — o que Bogotá considerou como ameaça à soberania.  

REPERCUSSÕES E IMPLICAÇÕES PARA O BRASIL E AMÉRICA DO SUL

Para países da América do Sul — incluindo o Brasil — o anúncio representa uma mudança significativa no cenário de segurança regional:

- Pode demandar acompanhamento diplomático intenso, já que uma operação comandada pelos EUA em solo ou águas sul-americanas levanta questões de soberania nacional, cooperação internacional e direito internacional humanitário.
- Dependendo de onde a operação se desdobre, pode haver impacto sobre fluxos de drogas, contrabando, segurança de fronteiras e a atuação de organizações criminosas ou terroristas.
- O Brasil poderá ser diretamente afetado se regiões de fronteira ou faixas de atuação de grupos transnacionais estiverem envolvidas, o que demanda prontidão por parte das Forças Armadas brasileiras e articulação diplomática.
- A comunicação oficial brasileira deverá acompanhar de perto para esclarecer posição, avaliar convênios existentes com os EUA e garantir a observância da legalidade.

O QUE AINDA NÃO ESTÁ CLARO

- O alcance geográfico da operação: quais países serão formalmente envolvidos ou autorizados não foi divulgado pelo momento.
- As regras de engajamento, se haverá operações terrestres em solo estrangeiro, sob qual mando ou em cooperação com governos locais.
- O impacto direto sobre cidadãos, sejam militares ou civis dos países da região, ainda não foi detalhado.
- A legalidade e o mandato internacional para atuação em outros países seguem como pontos de atenção.

Enquanto a Operação Lança do Sul se move da retórica para a prática, permanece a necessidade de monitoramento ativo, por parte de governos latino-americanos e da sociedade civil, para assegurar que direitos, soberania e transparência sejam observados.

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Jornalista e escritor
Autor do livro “Por trás das grades - O diário de Anne Brasil”.

COP 30: fracasso, hipocrisia e vergonha nacional

JCO

A COP 30 terminou como começou, em meio a promessas grandiosas, caos logístico e um constrangimento global. O evento que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou como “a COP da implementação” terminou como a COP do fracasso, um retrato perfeito da distância entre discurso e realidade.

O fiasco foi visível desde o início. Dos quase 200 países convidados, apenas cerca de 30 chefes de Estado e de governo estrangeiros compareceram presencialmente, somando aproximadamente 31 líderes com Lula incluído. Foi o menor número em seis anos, desde a COP 25, em Madri, quando apenas 50 líderes se dignaram a aparecer.  Isso representa uma queda catastrófica em relação às edições anteriores: COP 26 (Glasgow, 2021) teve mais de 120; COP 27 (Sharm El-Sheikh, 2022), mais de 100; e COP 28 (Dubai, 2023), o recorde de mais de 150. O resultado? Nenhum acordo vinculante sobre financiamento climático, NDCs (contribuições nacionais) ou a meta de US$ 100 bilhões anuais para nações vulneráveis. A “Cúpula de Líderes”, nos dias 6 e 7 de novembro, virou um palanque vazio, com discursos ecoando para plateias de ONGs e jornalistas, enquanto os grandes emissores viravam as costas.

Os grandes ausentes, Estados Unidos, China, Índia e Argentina, deixaram a conferência esvaziada e sem força política. A “Cúpula de Líderes”, que deveria ser o ápice diplomático do evento, virou um auditório de discursos ecoando para cadeiras vazias.

As ausências não foram meras coincidências. Representaram o colapso do multilateralismo climático. O boicote dos líderes mundiais à COP 30, em Belém, representou um terremoto geopolítico que enterrou qualquer ilusão de “unidade global” contra o aquecimento no mundo. O epicentro do boicote veio dos gigantes poluidores como declarações de guerra ao multilateralismo climático.

Segundo os Estados Unidos (Donald Trump), “Nenhum representante de alto nível foi enviado”, confirmando o que o porta-voz da Casa Branca anunciou dias antes. Trump, que retirou os EUA do Acordo de Paris pela segunda vez em janeiro de 2025, chamou as mudanças climáticas de “hoax” (farsa) e priorizou “fronteiras fortes e energias tradicionais” em discursos na ONU.

Em vez de diplomatas, mais de 100 líderes estaduais e locais americanos (como a governadora de Novo México, Michelle Lujan Grisham) compareceram por conta própria, promovendo ações subnacionais para “representar” os EUA ausentes. Ativistas como Jean Su, do Center for Biological Diversity, usaram a COP 30 para gritar: “Trump não nos representa”, mas o dano estava feito, com o governo Trump pressionando parceiros comerciais a diluir compromissos climáticos, inclusive na IMO (Organização Marítima Internacional).

Quanto à China (Xi Jinping), o maior emissor anual de CO₂ optou por uma presença “de baixo perfil”, sem o presidente em pessoa. Xi discursou por vídeo em reuniões preparatórias e na Assembleia da ONU em setembro, mostrando “fervor inesperado”, mas evitou Belém. Isso contrasta com sua postura mais engajada em edições passadas, e reflete uma estratégia de “diplomacia seletiva”: avanços em renováveis na China, como liderança em solar e eólica, mas resistência a metas mais ambiciosas sem contrapartidas financeiras do Norte Global. O chefe da COP 30, André Corrêa do Lago, elogiou a China como modelo, dizendo que “países ricos deveriam seguir em vez de reclamar de competição”, mas a ausência de Xi enfraqueceu qualquer chance de aliança UE-China para “salvar o planeta na ausência dos EUA”.

Sem chefe de Estado, a delegação da Índia (Narendra Modi) foi reduzida a níveis técnicos. Como terceiro maior emissor, a Índia priorizou soberania energética e agricultura, resistindo a prazos para NDCs, que, de qualquer forma, cortariam apenas 10% das emissões até 2035, longe dos 60% necessários para 1.5°C. A ausência reflete frustrações com o “fardo desigual”: Modi defendeu o “direito ao desenvolvimento” em fóruns prévios, mas boicotar a COP30 sinaliza ceticismo com o sistema da ONU, paralisado por guerras e instabilidade.

Na véspera da conferência, o bilionário e filantropo Bill Gates publicou um artigo explosivo em seu blog GatesNotes, questionando o próprio modelo econômico e moral que sustenta as cúpulas climáticas. “A mudança climática é um problema sério — mas não é o fim do mundo. O dinheiro gasto está sendo bem usado? Eu acho que não”, escreveu. O artigo viralizou no exato momento em que Lula tentava vender ao mundo o Tropical Forests Forever Facility (TFFF), um fundo de US$ 125 bilhões prometido para financiar a preservação das florestas tropicais, embora até agora, zero tenha sido desembolsado.Mais uma promessa vazia enquanto a floresta queima.

Para Gates, pobreza e doenças matam mais que o aquecimento global, e a prosperidade é a melhor defesa contra qualquer crise ambiental. Com uma única publicação, ele destruiu o marketing climático que o governo brasileiro havia montado durante meses. Sua crítica expôs o abismo entre as promessas de financiamento e a realidade da ineficiência. Em outras palavras, o maior filantropo do planeta alertou que o rei estava nu, e o mundo aplaudiu o gesto.

Belém virou caos, luxo e desmatamento.Sessenta mil delegados, zero acordo vinculante. 18 mil leitos disponíveis, barcos luxuosos e jatos privados explodiram as emissões. Belém não aguentou. A COP30 afundou. O Fundo Amazônia parce ser puro marketing, ao invés de exercer seu papel de apoio à conservação e ao desenvolvimento sustentável da maior floresta tropical do planeta.

Enquanto isso, na Amazônia real, o desmatamento disparou 17% em 2025, segundo dados recentes do INPE. A rodovia BR-319 (Manaus–Porto Velho) concentra 94% do desmatamento ilegal em seu entorno. E em Belém, 100 mil árvores foram cortadas para abrir a “Avenida da COP”, uma obra de R$ 4,7 bilhões que gerou enchentes, trânsito e críticas internacionais. O governo do Pará defende que a via reduz emissões em 17,7 mil toneladas de CO₂ por ano. A Fox News retrucou: “É a estrada do cinismo”.

O barco-hotel de Lula é o símbolo máximo da vergonha. Alugado pelo governo para contornar a falta de leitos, o luxuoso Iana III consumiu 4.000 litros de diesel só na viagem Manaus–Belém, com custo diário de R$ 2.647 por pessoa. A Marinha ofereceu uma embarcação própria, que foi rejeitada por “falta de conforto”. As emissões de CO₂ equivalem a  cerca de 300 voos São Paulo–Rio. Mesmo assim, Lula discursou contra as “elites poluidoras”, enquanto sua comitiva sinalizava um exemplo contrário. O vídeo de Lula no deque virou meme global com a legenda: “Poluir para salvar o planeta”.

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.

Operação contra o CV tem nova fase e ganha inesperado componente político com prisão de parlamentar

JCO

Uma nova etapa da Operação Contenção foi deflagrada nesta sexta-feira (14) no Rio de Janeiro e  ganhou um inesperado componente político em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.

O vereador Marcos Aquino (Republicanos) foi detido por policiais civis e militares após ser encontrado com uma pistola registrada em nome de terceiros. A operação tinha como alvo principal um irmão do parlamentar, suspeito de manter vínculos com o Comando Vermelho (CV) na Baixada Fluminense.

A detenção ocorreu quando o parlamentar compareceu espontaneamente ao local onde as equipes cumpriam mandados judiciais em São João de Meriti. Durante a abordagem, os agentes identificaram a irregularidade da arma, o que motivou sua condução à delegacia.

O irmão do vereador, que não foi localizado, é alvo de mandados de prisão temporária e busca e apreensão. As investigações apontam que ele manteria ligações com o núcleo do CV que atua nos bairros Bacia do Éden e Castelinho, além de áreas próximas no município.

A Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Capital (DRE-CAP) assumirá a análise do caso envolvendo Marcos Aquino. A verificação da situação irregular da arma encontrada em sua posse configurou o possível ilícito que resultou em sua detenção.

A ação policial desta sexta-feira é resultado de investigações que duraram 11 meses, conduzidas pela DRE-CAP com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope). Sete pessoas foram detidas no total, incluindo um homem responsável pelos geradores que abastecem pontos estratégicos controlados pela facção.

Os agentes apreenderam uma segunda arma de fogo e entorpecentes durante as diligências. Documentos e aparelhos celulares também foram recolhidos e poderão fornecer informações sobre a estrutura do grupo criminoso na região.

As equipes desmontaram barricadas instaladas pelo tráfico em diversos pontos da comunidade e realizaram mapeamento de bens suspeitos que poderão ser bloqueados judicialmente em fases futuras da investigação.

A Operação Contenção busca impedir a expansão territorial do Comando Vermelho na Baixada Fluminense e desarticular a infraestrutura logística que sustenta as atividades da facção na região.

Esquema corrupto que envolve ex-nora de Lula resulta em apreensão de Porsche de R$ 945 mil e outros bens

JCO

A Justiça Federal bloqueou veículos avaliados em cerca de R$ 2 milhões pertencentes ao empresário André Mariano, dono da Life Tecnologia Educacional. A decisão ocorreu nesta quarta-feira (12), durante a deflagração da operação Coffee Break, que investiga irregularidades em contratos com prefeituras do interior de São Paulo.

Entre os automóveis bloqueados está um Porsche 911 Carrera S, avaliado em R$ 945 mil, registrado em nome do próprio empresário. Também foram bloqueados dois Hyundai HB20, uma BMW X4 xDrive 30i de R$ 412 mil e uma BMW X3 xDrive 30e de R$ 397 mil, todos em nome da empresa Life Tecnologia Educacional.

A juíza Raquel Coelho Dal Rio Silveira, da 1ª Vara Federal de Campinas, autorizou as medidas judiciais. As investigações apontam que a empresa de Mariano aumentou seu capital social em mais de 113 vezes em menos de dois anos, entre maio de 2022 e meados de 2024.

A Polícia Federal identificou ainda uma terceira BMW, modelo 540i, que teria sido transferida por Mariano a Kalil Bittar.

"Além dos pagamentos a Kalil, há fortes indícios de que Mariano teria 'doado' o mesmo veículo BMW 540i (…) adquirido em nome da Life. Após manter a posse do veículo desde 2023, os interlocutores buscaram transferi-lo para a empresa de Kalil, a Harmony BR Desenvolvimento de Sistemas", afirma a investigação.

Atualmente, este veículo está registrado em nome de uma empresa baiana não mencionada no processo. Kalil Bittar foi sócio de Luís Cláudio Lula da Silva, filho de Lula.

A operação também cumpriu mandados de busca e apreensão nas residências de Carla Ariane Trindade, ex-esposa de Marcos Cláudio Lula da Silva, outro filho do presidente. Na decisão judicial, tanto Carla quanto Kalil são descritos como pessoas "com alegada influência no governo federal".

De acordo com as investigações, a Life Tecnologia Educacional faturou R$ 111 milhões com fornecimento de materiais escolares e livros didáticos para municípios paulistas, mesmo sem estrutura adequada ou funcionários suficientes para atender às demandas contratadas.

As autoridades apuram indícios de superfaturamento e tráfico de influência no Ministério da Educação e no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, considerando que parte dos recursos utilizados nos contratos provém de repasses federais.

A operação Coffee Break resultou no cumprimento de 50 mandados de busca e apreensão e na prisão de cinco pessoas, incluindo o vice-prefeito de Hortolândia, Cafu César (PSB).

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar a vida da querida Sara Fernandes !!! Uma pessoa iluminada, de coração generoso e presença marcante por onde passa. S...