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segunda-feira, 8 de dezembro de 2025

AO VIVO: Flavio Bolsonaro se prepara para a maior missão de todas (veja o vídeo)

JCO

Para desespero do Centrão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou que foi escolhido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro para ser o candidato do PL à Presidência da República em 2026 – uma decisão que já começa a movimentar o campo da direita para as próximas eleições.

Na esfera internacional, o general venezuelano Hugo Carvajal, ex-chefe da inteligência de Chávez e Maduro e atualmente preso nos Estados Unidos, enviou carta a Donald Trump denunciando o regime de Nicolás Maduro como um narcoestado, com acusações de manipulação eleitoral e vínculos com grupos como Farc e Hezbollah. 

E acaba de ser lançado o primeiro teaser de “Dark Horse”, filme sobre a trajetória política de Jair Bolsonaro. Estrelado por Jim Caviezel (“A Paixão de Cristo”), o longa foi rodado inteiramente em inglês, com três meses de filmagens no Brasil e total sigilo durante a produção.

Para analisar esses temas, o Jornal do JCO recebe a advogada Carol Siebra, o jornalista Diogo Forjaz e o analista político Mario Robert. Assista, compartilhe, apoie o Jornal da Cidade Online! 

Veja o vídeo:

DEPUTADA ESTADUAL GRACINHA MÃO SANTA, A UNIÃO NOS FAZ FORTE.

A Deputada Estadual Gracinha Mão Santa, ao lado de seus familiares, reafirma uma verdade que atravessa gerações: quando estamos unidos, somos mais fortes.

É no amor, no respeito e na fé que a família encontra suas maiores vitórias. Juntos, celebram conquistas, superam desafios e seguem deixando um legado de trabalho, esperança e dedicação ao povo.

A união da família Mão Santa inspira, motiva e fortalece, mostrando que parceria, companheirismo e apoio mútuo são pilares que sustentam uma caminhada de sucesso.

Porque quando a família está unida, nada pode abalar.

UNIÃO NOS FAZ FORTE!!!

FAMÍLIA UNGIDA POR DEUS.

A fé é um dom precioso, e a família da Deputada Estadual Gracinha Mão Santa vive este dom com intensidade, amor e profundo respeito. Sempre unidos, demonstram, com alegria e devoção, sua confiança na Imaculada Nossa Senhora da Conceição, que para eles é fonte de proteção, inspiração e força espiritual.

Em cada celebração, novena ou momento de oração, a presença da família é marcante. Com simplicidade e fervor, mostram que caminhar guiados pela fé é a certeza de seguir o melhor caminho, mantendo viva a tradição e a espiritualidade que atravessa gerações.

A devoção à Imaculada Conceição fortalece os laços familiares, renova a esperança e traduz o compromisso de viver com amor ao próximo, humildade e gratidão a DEUS.

Que Nossa Senhora continue abençoando esta família, derramando luz, sabedoria e paz, para que sigam firmes na missão de servir ao povo, sempre com fé no coração.

Farsa do STF como “defensor da democracia” vem à tona em editorial do principal jornal do país

 =JCO

Pronto, aí está. O editorial de um dos principais jornais do país afirmou que o País está sob uma ditadura do Supremo. Ok, tendo cuidado com as palavras e pisando em ovos, mas está aí para quem quiser ler. Tem rabo de porco, nariz de porco, pé de porco, só não chamou de porco.

Os ministros dirão que isso é uma rematada bobagem, dado que o próprio editorial é prova de que não há ditadura alguma, a crítica é livre. Verdade, para as vozes não identificadas com a “extrema-direita”. Para estes, a ditadura já mostrou seus instrumentos.

Decorridos os primeiros anos da ditadura militar, apoiada pelos grandes jornais quando se mostrava travestida de “resgate da democracia”, a crítica também era livre. O regime foi se fechando, sempre em nome da proteção dos “ideais da Revolução”, até que a perseguição extrapolou a “extrema-esquerda” e atingiu toda a cidadania brasileira, incluindo os grandes jornais.

Kato Marx afirmou que a história se repete como farsa. E a farsa do Supremo “defensor da democracia” está aí para quem tem olhos de ver.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

Leia o texto:

“O SUPREMO ESTÁ COM MEDO
A liminar do ministro Gilmar Mendes que reescreveu o rito de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal marca um divisor de águas. Não se trata de interpretação, mas de mutação, ou melhor, de mutilação constitucional por canetada. Um único ministro eliminou o direito do cidadão de apresentar denúncia, entregou ao procurador-geral da República um monopólio acusatório inexistente na Constituição, elevou o quórum do Senado a patamar impraticável e aboliu o afastamento cautelar do acusado. É difícil imaginar gesto mais despudorado de autoblindagem – e mais contrário ao espírito republicano que o constituinte pretendeu instaurar.
O ministro se justificou dizendo que a Lei do Impeachment, de 1950, está ‘caduca’. Ora, leis não ‘caducam’, a não ser que o legislador resolva mudá-las. A Lei do Impeachment, aliás, atravessou regimes, resistiu a crises e nunca foi considerada incompatível com o Estado de Direito. Tampouco há histórico de perseguição: nunca houve impeachment de ministro na história republicana moderna. Sugerir ‘risco sistêmico’ ou ‘ataque ao Estado de Direito’ é transformar divergência política em ameaça existencial – expediente típico de quem deseja blindar-se contra toda forma de controle. Alterar a Constituição por decisão monocrática não é defendê-la; é contorná-la segundo conveniências momentâneas ao sabor dos humores de quem ocupa a cadeira.
A motivação real não é o temor de um golpe imaginário. É o calendário eleitoral. Em 2026, dois terços do Senado serão renovados. A liminar nasce desse medo. É a primeira vez que uma Suprema Corte afirma, em essência, que precisa se proteger do resultado de uma eleição. Isso não é proteção institucional; é blindagem contra a democracia que implode os freios e contrapesos que impedem que qualquer poder se torne absoluto.
Ao criar um monopólio acusatório do procurador-geral da República – figura escolhida em processo politicamente condicionado e, hoje, dependente do beneplácito dos próprios ministros –, a decisão retira do Senado sua competência privativa e esvazia o princípio republicano da responsabilidade difusa. A Constituição define quem julga, mas não restringe quem acusa. O silêncio é proposital: o impeachment é instrumento político, cuja porta de entrada não pode ser trancafiada por um único ator estatal. Concentrar esse poder num só agente é transformar o controle externo do Judiciário em ficção e reduzir o Senado a um anexo consultivo.
A manobra integra um padrão: decisões monocráticas convertidas em “miniemendas”, inquéritos sem fim, censuras cautelares sigilosas, permissões éticas autoconcedidas, interferências diretas no Congresso. O abuso deixou de ser exceção e virou método. Nenhuma democracia pode sobreviver quando um dos Poderes assume simultaneamente o papel de juiz, parte e guardião de sua própria responsabilização. O País assiste, estarrecido, à construção de um Poder que opera por fora das regras que exige que todos os demais cumpram. Um movimento que ecoa – se não nos métodos, na lógica – o apetite tutelar das Forças Armadas no século 20: uma corporação não eleita (outrora com farda ‘positivista’, agora com toga ‘iluminista’) que se impõe como árbitro supremo da política, altera as regras do jogo e intervém nele à sua conveniência.
A Corte que se comporta descaradamente como corporação política: com narrativa, estratégia e mecanismos de autopreservação. A independência judicial exige garantias; o despotismo judicial exige blindagens. A liminar disfarça o último com a primeira e o apresenta como virtude. Mas não há democracia possível se um Poder se declara imune a toda forma de escrutínio. A mensagem é clara: ninguém nos controla, e qualquer tentativa de fazê-lo será punida como ‘ataque às instituições’.
O Brasil precisa de um Supremo forte, não de um Supremo absoluto. Sem autocontenção, sem limites externos e agora sem canais de responsabilização, a Corte se coloca acima da República. O que está em jogo não é o destino de um ou outro ministro, mas o princípio que sustenta governos livres: o poder que não pode ser controlado não é poder independente, é poder arbitrário.
A liminar não protege o Estado de Direito. Protege o Estado contra o Direito. Não salva a democracia. Desfere-lhe um golpe letal.”

Lulinha o “sócio oculto” do Careca do INSS, revelações são escabrosas e diálogos são cabulosos

JCO

A Polícia Federal já tem em mãos um vasto material apreendido no celular do Careca do INSS.

Inúmeras conversas com o perverso Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula, já foram encontradas.

Os diálogos entre essas duas figuras, segundo informações, são verdadeiramente cabulosos.

Boa parte desse conteúdo foi entregue por um ex-funcionário do Careca do INSS, Edson Medeiros Claro, que teria sido ameaçado de morte pelo ex-patrão.

O mensalão do INSS dava para Lulinha mensalmente a bagatela de R$ 300 mil reais.

Edson já prestou mais de 70 horas de depoimento para a Polícia Federal e garante que Lulinha seria sócio oculto do Careca do INSS numa empresa com sede em Portugal.

Impõe-se a imediata prisão de Lulinha, que encontra-se “foragido” na Espanha.

Fachin arruma choque direto com Gilmar

JCO

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), colocou em discussão interna na Corte a criação de um "código de conduta" para ministros do Supremo e de outros tribunais superiores do Brasil. A proposta apresentada tem como referência o modelo adotado pelo Tribunal Constitucional Federal da Alemanha.

Entre os principais aspectos contemplados no projeto está a definição de limites para a participação dos magistrados em eventos privados, tema que tem gerado críticas frequentes aos integrantes das cortes superiores brasileiras.

A iniciativa encontrou resistência entre alguns ministros do STF, principalmente aqueles com perfil mais garantista, que costumam participar ou organizar eventos externos com maior regularidade, conforme apurado junto a fontes do tribunal, notadamente o decano da corte, Gilmar Mendes.

Atualmente, o Código de Ética da Magistratura, elaborado pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), não se aplica ao STF nem aos demais tribunais superiores brasileiros. A proposta de Fachin busca preencher esta lacuna normativa existente no sistema judicial do país.

O debate sobre o novo código ocorre em um contexto de questionamentos sobre os limites da atuação dos ministros do Supremo e suas atividades extrajudiciais, destacando a importância da medida para o funcionamento institucional da mais alta corte brasileira.

O “gol contra” de Dino, desmascarando Gilmar

JCO

Uma análise do ex-procurador da República Deltan Dallagnol elucida a questão da decisão do ministro Gilmar Mendes, no caso do impeachment dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Para tanto, Deltan se utiliza de declarações que foram dadas pelo ministro Flávio Dino, que claramente marcou um verdadeiro “gol contra” os interesses defendidos pelo colega. Leia o artigo, publicado originalmente no jornal Gazeta do Povo. Confira:

“Se alguém me dissesse que um dia eu veria o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), desmascarando seu colega, o também ministro Gilmar Mendes, eu não acreditaria ou acharia que era alguma fake news. Mas foi exatamente isso o que aconteceu: Flávio Dino, mais conhecido como o homem que destruía livros, atacou, sem dó nem piedade, o voto de Gilmar que mudou a lei de impeachment.

A cena é esta: depois de Gilmar decidir reescrever a lei para determinar que apenas o Procurador-Geral da República (PGR) tenha legitimidade para pedir o impeachment de ministros do Supremo, Dino correu, na maior afobação, para tentar defender a decisão corporativista do coleguinha. Vale lembrar que há hoje 81 pedidos de impeachment pendentes contra ministros do STF, e que esse número mostraria um ‘exagero’ que Gilmar, altruisticamente, estaria tentando reparar.

Sim, é isso mesmo que você leu: 81 pedidos de impeachment contra ministros do STF. E foi isso que, numa declaração pública, Dino enfatizou, dizendo que não existe isso em nenhum lugar do mundo civilizado, querendo argumentar que há um ‘exagero artificial’. Contudo, Dino acabou confirmando justamente o oposto; afinal, o número sem precedentes de denúncias decorre de um número sem precedentes de abusos cometidos pelo STF.

De fato, nunca houve 81 pedidos porque nunca houve tamanho acúmulo de arbitrariedades. Dino, querendo desqualificar as acusações, na verdade, jogou luz sobre o tamanho do problema. É como um zagueiro que quer defender o seu time, mas se torna campeão em marcar gols contra: ele tenta tirar a bola da área e lança um petardo direto na própria rede. Dino virou, sem querer, o camisa 10 da direita.

E é exatamente aqui que vem a parte mais impressionante. No dia anterior, Gilmar Mendes havia tentado negar que sua liminar tivesse sido criada para blindar ministros do STF. Segundo ele, nada disso: bastaria ‘interpretar a Constituição’. Usou a velha retórica de que decisões que beneficiam o próprio Supremo são, na verdade, apenas ‘defesa da institucionalidade e da Constituição’.

E então Dino, na ânsia de defender Gilmar, simplesmente abandonou o script. Disse, com todas as letras — e está gravado — que a lei do impeachment precisa ser mudada porque há dezenas de pedidos de impeachment contra ministros e que isso gera ‘instabilidade’. Ou seja: é blindagem, sim. É autoproteção, sim. É o STF legislando em causa própria, sim.

Essa declaração tem o valor de um documento histórico. Ela revela, pela boca de um ministro recém-chegado à Corte, que o Supremo está construindo mecanismos para impedir que seus integrantes sejam responsabilizados. E isso não é interpretação minha — é a frase do próprio Dino, fora dos autos, diante das câmeras. É um raio de sinceridade acidental que desmonta toda a narrativa de Gilmar.

Mas Dino não parou por aí. Em outra parte da declaração, ele sugere que o julgamento serve para ‘estimular o Congresso’ a mudar a lei do impeachment. Ora, se isso não é antecipação de posição, o que seria? Ele não apenas opinou sobre um processo pendente de julgamento — o que é proibido pela Lei Orgânica da Magistratura — como também alinhou seu discurso exatamente ao que o STF pretende fazer: declarar inconstitucional a lei atual, abrindo o caminho para uma blindagem ainda mais ampla de ministros e autoridades.

E aqui está o problema jurídico central: o artigo 36, inciso III, da LOMAN é claro ao proibir que magistrados manifestem opinião pública sobre processos pendentes. A vedação existe justamente para preservar a imparcialidade. Isso, sozinho, já seria motivo para afastamento do ministro do caso, por prejulgamento, por opinar sobre processo alheio e por quebra de imparcialidade.

Ao tentar defender Gilmar, Dino expôs exatamente o que Gilmar tentou esconder. O voto do decano não é uma defesa da Constituição. É uma defesa de si mesmo e de seus iguais. É a tentativa de impedir o Congresso de exercer um dos poucos instrumentos constitucionais de controle sobre a Suprema Corte. É a mensagem de que ministros podem tudo, mas jamais podem ser responsabilizados.

Dino, sem querer, rasgou o véu. Mostrou a lógica interna do Supremo. Confirmou a blindagem. Expos o medo. E ainda violou a lei ao fazê-lo, comprometendo sua própria participação no caso. É difícil dizer se foi ingenuidade, soberba ou aquela velha sensação de impunidade que dá coragem a certos atores de falar o que não deveriam.

Seja como for, o fato está posto: Flávio Dino revelou, diante do país inteiro, que a decisão de Gilmar é, sim, uma fortaleza criada para impedir a responsabilização de ministros. E, mais do que isso: mostrou que o STF não quer ser controlado por ninguém. Nem pela Constituição. Nem pelo Senado. Nem pela sociedade.

Para quem acompanha a erosão institucional dos últimos anos, a pergunta que fica é simples: se até os ministros admitem, ainda que sem querer, que existe blindagem… o que mais falta acontecer para o Congresso reagir?”

Cadeirante persegue, ataca e causa desespero em mulheres (veja o vídeo)

JCO 18/01/2026 às 15:47 Eles conseguiram. As campanhas para não reagir a assaltos e proibir a população de possuir armas para autodefesa, po...