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sábado, 13 de dezembro de 2025

EXCLUSIVO: A verdade por trás da retirada da aplicação da Lei Magnitsky contra Moraes (veja o vídeo)

JCO

A decisão de não levar adiante a aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes não foi um recuo isolado, tampouco resultado de uma reavaliação moral ou jurídica sobre sua conduta. Nos bastidores da diplomacia internacional, o movimento está diretamente ligado a interesses estratégicos mais amplos envolvendo o Brasil, os Estados Unidos e o cenário político interno brasileiro.

Segundo interlocutores do governo americano, a Lei Magnitsky — instrumento severo usado para punir autoridades estrangeiras acusadas de violações graves de direitos humanos — passou a ser tratada como moeda de negociação política, e não como um mecanismo automático de sanção.

O fator decisivo foi o avanço, no Congresso Nacional, do PL da Dosimetria, visto por setores do governo norte-americano como um possível “freio institucional” aos excessos do Judiciário brasileiro. A leitura em Washington é pragmática: se o próprio sistema político brasileiro sinaliza disposição para corrigir distorções por meio do Legislativo, a imposição de sanções externas poderia ser interpretada como interferência direta nos assuntos internos do país.

Além disso, diplomatas avaliam que sancionar um ministro do STF teria efeitos colaterais graves: aprofundaria a crise institucional no Brasil, fortaleceria o discurso de soberania contra ingerência estrangeira e poderia gerar instabilidade econômica e jurídica em um país considerado estratégico na América Latina.

Outro ponto central é o interesse geopolítico dos Estados Unidos. O Brasil ocupa posição-chave em temas sensíveis como segurança regional, comércio, meio ambiente e influência chinesa no continente. Uma crise diplomática aberta com o Supremo brasileiro poderia empurrar o país ainda mais para alianças alternativas, algo que Washington tenta evitar, principalmente no atual momento de tensão entre EUA e Venezuela, em que a posição do Brasil interessa no cenário do conflito aos americanos.

Nos bastidores, o entendimento é claro: a Lei Magnitsky permanece como ameaça latente, mas sua aplicação foi temporariamente retirada da mesa para dar espaço a uma solução política interna. Isso não significa absolvição, tampouco mudança de avaliação sobre os atos do ministro, mas sim uma escolha estratégica de momento.

Em síntese, a não aplicação da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes não decorre de falta de fundamentos, mas de cálculo político. O recado enviado é direto: se o Brasil demonstrar capacidade de autocorreção institucional, a pressão internacional diminui. Caso contrário, a sanção pode voltar ao radar a qualquer momento.

Trata-se menos de justiça internacional e mais de pragmatismo politico — onde princípios, interesses e conveniência caminham lado a lado.

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Jornalista e escritor
Autor do livro “Por trás das grades - O diário de Anne Brasil”.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2025

'Eduardo foi grande! Sem respaldo e atacado por aqueles que defendia, sai desse episódio como um gigante'


JCO

O deputado José Medeiros lançou uma importante e reflexiva nota em suas redes sociais.

Leia na íntegra:

"O encerramento do episódio envolvendo a Lei Global Magnitsky marca um momento importante para o Brasil e merece ser registrado com o justo reconhecimento a atuação firme de Eduardo Bolsonaro, que conduziu esse processo com seriedade, diálogo internacional e compromisso com os fatos, defendendo a liberdade e os direitos civis dos brasileiros.
Ao longo desse período, Eduardo Bolsonaro trabalhou para que a lei não fosse ser instrumento para sobrepujar adversários. 
O desfecho demonstra não uma derrota do Eduardo, mas que entre países os interesses comerciais vem em primeiro lugar. A atuação do Eduardo teve impacto imensurável nas relações Brasil X EUA, ele sozinho influenciou de forma importante na geopolítica da América do Sul. 
Eduardo foi grande, sob grande perseguição e prejuízo para sua família, deu ao Brasil um protagonismo junto aos EUA que esse governo jamais conseguiria. Não foi pouco o que um homem sozinho conseguiu. Colocou por quase um ano um tirano nas cordas e nocauteou outro. 
Sem respaldo, atacado por aqueles que defendia sai desse episódio como um gigante. É preciso destacar também que sua atuação abriu espaço para maior escrutínio internacional sobre a situação dos direitos humanos no Brasil. 
Obrigado Eduardo Bolsonaro."

URGENTE: Moraes se manifesta

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), acaba de se manifestar sobre a retirada das sanções da Lei Magnitsky pelos Estados Unidos.

Segundo Moraes, foi uma “vitória do Judiciário brasileiro”.

“A verdade venceu”, disse.

Moraes ainda agradeceu ao petista Lula pelo empenho nas negociações com os EUA, e lembrou que nunca pediu que o presidente tomasse medidas contra as sanções impostas pelo presidente Donald Trump porque tinha confiança de que “a verdade prevaleceria”.

"Nós podemos dizer com satisfação, com humildade, mas com satisfação, que foi uma tripla vitória. A vitória do Judiciário Brasileiro. Judiciário Brasileiro que não se vergou a ameaças, e coações, e não se vergará e continuou com imparcialidade, seriedade e coragem. A vitória da soberania nacional. O presidente Lula, desde o primeiro momento, disse que o país não iria admitir qualquer invasão da soberania brasileira. Mas, mais do que tudo isso, a vitória da democracia", falou.
"O Brasil chega hoje, quase final de ano, dando exemplo de democracia e força institucional a todos os países do mundo."
"Eu não poderia deixar fazer um breve comentário, agradecendo o empenho que teve, em nome da minha esposa, agradecer o empenho do presidente Lula. O presidente se recorda que logo em julho, começo de agosto, quando o Supremo se reuniu na presidência para tratar dessas sanções contra o Poder Judiciário, eu pedi ao presidente que não ingressasse com nenhuma ação, que não tomasse nenhuma medida contra isso, porque eu acreditava, como continuei acreditando, e hoje isso ficou muito claro, que a verdade, no momento que chegasse às autoridades norte-americanas, a verdade prevaleceria. A verdade, o empenho do presidente Lula e de toda a sua equipe, a verdade prevaleceu", afirmou.

Advogado de Trump traz nova informação inesperada sobre "recuo" do presidente americano

JCO

O advogado Martin De Luca, que representa empresas de Donald Trump, afirmou que a retirada das sanções impostas ao ministro Alexandre de Moraes com base na Lei Magnitsky não deve ser interpretada como um recuo definitivo do governo norte-americano. 

Segundo ele, a decisão está condicionada à expectativa de que o Brasil cumpra compromissos relacionados à reversão de medidas classificadas como censura.

De Luca explicou que o foco das autoridades americanas permanece “na reversão das medidas de censura que despertaram ampla preocupação nos Estados Unidos. Esperamos e acreditamos que as autoridades brasileiras cumpram os compromissos que assumiram”.

O advogado reforçou que sanções internacionais funcionam como instrumento de pressão política, e não como objetivo final.

“Sanções não são um fim em si mesmas. Elas são uma forma de pressão para produzir mudanças. As autoridades brasileiras vêm tentando negociar com seus interlocutores nos Estados Unidos e sinalizando disposição para recuar em práticas de censura e de lawfare. 
A recente votação na Câmara e outras medidas foram passos visíveis, mas não os únicos. O que vem a seguir dependerá de saber se essa correção de rumo será real”, afirmou.

Uma reviravolta na perspectiva negativa inicial... Só o tempo dirá o que vai acontecer!

Eis a primeira manifestação do Governo Lula com recuo de Trump sobre Moraes

JCO

O governo dos Estados Unidos retirou punições ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e a esposa dele pela Lei Magnitsky.

A empresa da família do magistrado também foi livrada de punições.

Principal assessor de Lula para assuntos internacionais, Celso Amorim elogiou a decisão do governo Trump.

Amorim afirmouque a decisão do presidente dos Estados Unidos representa um “passo na direção certa”.

“Um passo importante”, acrescentou.

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Veja a capa:

da Redação

Surge o documento dos EUA que revogou sanções contra Moraes e sua esposa

 JCO

Depois de seis meses, o governo dos Estados Unidos retirou punições ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e a esposa dele pela Lei Magnitsky.

A empresa da família do magistrado também foi livrada de punições.

Confira o documento que confirma a retirada do nome de Moraes da lista da Lei Magnitsky: 

Quer saber do que realmente é capaz o ministro? No polêmico livro "Supremo Silêncio"toda a perseguição contra parlamentares, jornalistas e outros absurdos que começaram no famigerado Inquérito das Fakes News foram expostos! Nessa obra estão todos os relatos de censura, prisões e estranhas ações do judiciário que o "sistema" quer esconder à todo custo. Mas, como ter esse livro na mão? Clique no link abaixo:

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Veja a capa:

da Redação

Pleno.News - 12/12/2025 09h02 | atualizado em 12/12/2025 09h09

Sessão da Assembleia Legislativa de Santa Catarina Foto: Jeferson Baldo/Agência AL

A Assembleia Legislativa de Santa Catarina aprovou, na última quarta-feira (10), um projeto de lei que extingue o uso de cotas raciais em universidades públicas do estado e em instituições de ensino superior que recebem recursos estaduais. Caso o governador sancione a proposta, Santa Catarina será o primeiro estado do país a proibir explicitamente cotas raciais em instituições de ensino vinculadas ao poder público estadual.

O PL 753/2025 é de autoria do deputado Alex Brasil (PL) e segue agora para análise e possível sanção do governador Jorginho Mello (PL). O texto determina que processos seletivos financiados com verbas estaduais não poderão reservar vagas com base em critérios raciais. No entanto, as políticas afirmativas direcionadas a estudantes de baixa renda, alunos da rede pública e pessoas com deficiência seguem válidas.

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Caso o projeto seja sancionado pelo governador, instituições que reservarem vagas a pretos, pardos ou indígenas poderão ser multadas em até R$ 100 mil por edital, além da suspensão de repasses públicos.

A medida deve atingir instituições como a Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), faculdades do sistema da Associação Catarinense das Fundações Educacionais (ACAFE) e entidades privadas contempladas pelos programas Universidade Gratuita e Fundo de Apoio à Manutenção e ao Desenvolvimento da Educação Superior Catarinense (FUMDESC).

Universidades federais, como a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Instituto Federal de Santa Catarina (IFSC), não são afetadas, pois seguem legislação federal específica. A tramitação do projeto gerou debate entre os parlamentares. O primeiro relator, deputado Fabiano da Luz (PT), considerou a proposta inconstitucional e emitiu parecer contrário.

Após mudança de relatoria, o texto foi retomado e aprovado em Plenário, com sete votos contrários. Na justificativa do projeto de lei, Alex Brasil argumentou que ações afirmativas devem priorizar critérios econômicos. Para ele, políticas baseadas em recorte racial geram questionamentos jurídicos e podem contrariar princípios de isonomia e impessoalidade.

*AE

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