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domingo, 14 de dezembro de 2025

Globo se insurge contra Moraes, cobra explicações, mas agora é tarde

JVO

Nada justifica esse contrato milionário entre a esposa do ministro Alexandre de Moraes e o Banco Master. Porém, o magistrado faz de conta que o caso não é com ele e não toca no assunto. A advogada Viviane Barci de Moraes também não se pronuncia. A velha mídia, claramente responsável por esse estado de coisa a que chegamos, finalmente começa a demonstrar alguma impaciência, afinal já conseguiu o que queria, tirar do cenário aquele reduziu os seus ganhos, cortando verbas milionárias e acabando com a velha promiscuidade que sempre existiu entre a grande mídia e os governos corruptos.

Abaixo, o texto publicado por O Globo, claramente chorando o leite derramado. A autoria é da jornalista militante Thaís Oyama, que demonstra indignação, mas caso construa novos textos e incomode muito o magistrado certamente será reprimida com a dureza do regime. Leia o texto:

“Foi com um silêncio olímpico que o ministro do STF Alexandre de Moraes reagiu a três recentes revelações da imprensa envolvendo seu nome. A primeira, feita pelo colunista do GLOBO Lauro Jardim, mostrava que, entre os documentos recolhidos pela polícia na operação que prendeu o banqueiro Daniel Vorcaro, estava um contrato firmado entre o agora liquidado e suspeito de transações fraudulentas Banco Master e o escritório comandado pela mulher do magistrado, a advogada Viviane Barci de Moraes, em sociedade com filhos do casal. A segunda revelação, esta feita pela colunista Malu Gaspar, também do GLOBO, foi que o contrato em questão atingia uma cifra astronômica, em torno de R$ 130 milhões — número nunca antes visto, nem mesmo no firmamento dos escritórios mais estrelados do país (um dos maiores valores conhecidos até hoje era o contrato estimado em R$ 60 milhões entre o falecido Márcio Thomaz Bastos e as empreiteiras Odebrecht e Camargo Corrêa na Lava-Jato). A terceira notícia, também dada por Malu Gaspar, é sobre o tipo de serviço que o escritório Barci de Moraes se dispôs a prestar ao Master.
Segundo o texto do contrato, reproduzido pela colunista, o escritório da mulher e dos filhos do ministro Moraes prometia representar o Master perante Banco Central, Receita Federal, Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e Cade, além de acompanhar projetos de interesse do banco no Legislativo e de fazer a coordenação ‘estratégica, consultiva e contenciosa’ de seus assuntos perante Judiciário, Ministério Público e Polícia Judiciária.
Em outras palavras, o escritório de Viviane de Moraes se prontificou a defender os interesses do Master — por R$ 3,6 milhões mensais ao longo de três anos — em todos os vértices do poder. No Executivo, a área de cobertura do contrato incluía órgãos reguladores e de fiscalização cujas decisões, cruciais para um banco de alta exposição como o Master, muitas vezes acabam chegando ao Supremo — assim como desembocam na Corte que Moraes integra assuntos de ordem constitucional questionados no Legislativo. No Judiciário, o contrato cita a Polícia Judiciária, função exercida no âmbito da União pela Polícia Federal — que, em certos casos, faz investigações, ou deixa de fazê-las, sob ordens de juízes do STF como Moraes.
Nenhuma dessas revelações feitas pela imprensa, por si só, configura ilícito por parte do ministro, nem gera de forma automática seu impedimento. O artigo que impedia juízes de decidir sobre ações envolvendo clientes de escritórios de parentes ou cônjuges foi derrubado pelo STF em 2023 (para alegria de muitos parentes, cônjuges e juízes, diga-se). Assim, nas hipóteses relativas a familiares, o Código de Processo Civil prevê impedimento apenas quando o parente ou cônjuge do juiz, ou ainda o escritório a que pertencem, atuam no processo específico que ele julga. Em tese, Moraes poderia relatar uma ação em que Vorcaro seja parte desde que, naquele processo, não atue advogado do Barci de Moraes.
O ministro, portanto, não precisa se defender, já que, do ponto de vista legal, nenhum ilícito cometeu até aqui. Do ponto de vista ético, contudo, a situação revelada pelos colunistas do GLOBO abre amplo espaço para discussão. Uma manifestação sua sobre o caso — solicitada por jornalistas e até o momento ignorada — faria mais do que provar que ele não se considera acima dos homens nem despreza o fato de, como servidor e autoridade institucional, estar sujeito ao escrutínio público e à prestação de contas à sociedade. Uma manifestação, neste momento, serviria sobretudo para prevenir o risco de que uma percepção pública compreensível — a de um banqueiro suspeito de operação fraudulenta ter pagado um ‘seguro institucional’ à família de um juiz do STF — ameace a credibilidade da Corte. Por atos recentes, Moraes foi por muitos saudado como guardião da democracia. Não deve querer agora ser o fator de desequilíbrio de um dos seus pilares.”

Outdoor em defesa de Bolsonaro rouba a cena em Brasília

JCO

Movimento de Advogados de Direita Brasil instalou um outdoor no Jardim Botânico, área nobre de Brasília. O painel exibe a imagem do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado por suposta tentativa de golpe de Estado.

Entre a imagem de Bolsonaro e a de uma pessoa chorando, aparecem as mensagens:

“O futuro do Brasil passa pela nossa liberdade” e “Libertem os presos políticos”.

A ação ocorreu no contexto da aprovação do Projeto de Lei da Dosimetria, que prevê a redução de penas aplicadas a Bolsonaro e a manifestantes envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

Não é a primeira iniciativa do movimento nesse formato. Em setembro, o grupo também financiou a instalação de outdoors em Goiânia (GO) com conteúdo semelhante.

No último fim de semana, o movimento divulgou uma carta solicitando a prisão domiciliar humanitária para Bolsonaro. No documento, os advogados alegam que o estado de saúde do ex-presidente demandaria medidas imediatas para a preservação de sua integridade física.

Ainda segundo o grupo, a permanência de Bolsonaro sob custódia da Polícia Federal representaria risco à vida e à dignidade humana.

Um livro chocante foi lançado poucos dias antes do julgamento de Jair Bolsonaro. A obra “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”, mostrou exatamente o cenário lamentável e absurdo que se concretizou hoje com a prisão do ex-presidente.

O livro trouxe denúncias diretas: Jair Bolsonaro foi alvo de um verdadeiro aparelho de perseguição política, que uniu instituições, mídia e setores progressistas em uma tentativa coordenada de enfraquecer seu governo e silenciar o movimento conservador que ganhou força no país. Além disso, a obra prevê o desfecho final dessa história... É impactante! Neste momento, a obra acaba de se tornar um ARQUIVO HISTÓRICO, um manifesto contra a censura e o "sistema". Para ter esse documento na palma da sua mão, clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destr...

Vale a pena o investimento. Veja a capa: 

da Redação

Trump abriu uma "janela histórica" para o Brasil...

JCO

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante, reagiu publicamente à retirada das sanções previstas na Lei Magnitsky que haviam sido aplicadas contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane Barci.

Em publicação no X (antigo Twitter), o parlamentar avaliou que a aplicação da norma internacional havia representado um momento inédito para o país, ao expor, segundo ele, excessos praticados por autoridades que concentram poder além dos limites constitucionais. Para Sóstenes, a medida não configuraria interferência externa, mas uma reação diante de falhas internas.

“A aplicação da Lei Magnitsky pelo presidente Donald Trump abriu uma janela histórica para o Brasil. Pela primeira vez, o mundo reage de forma concreta aos abusos de quem hoje concentra poder além dos limites constitucionais.
Isso não é ingerência externa. É consequência. Quando as instituições internas falham em conter excessos, o sistema internacional reage.
Agora, resta a nós, brasileiros, fazer a nossa parte: restaurar o equilíbrio entre os Poderes e resgatar uma democracia corroída por decisões unilaterais e sem freios.
Não se trata de vingança, nem de nomes. Trata-se de Constituição, limites institucionais e Estado de Direito. Ou o Brasil reage agora, ou normaliza o autoritarismo togado.
‘Ai dos que decretam leis injustas e dos escrivães que prescrevem opressão.’ (Isaías 10:1)”

Na avaliação do deputado, o episódio deveria servir como alerta para a necessidade de reequilibrar as relações entre os Poderes da República. Ele defendeu que a discussão vá além de figuras individuais e se concentre, sobretudo, na preservação da Constituição e no fortalecimento do Estado de Direito.

O Armazém Paraíba apresenta a “Missão Presentão de Natal”

O Armazém Paraíba apresenta a “Missão Presentão de Natal”, uma campanha especial preparada para tornar o Natal ainda mais mágico e inesquecível. É tempo de celebrar, compartilhar alegria e surpreender quem você ama com presentes incríveis, cheios de carinho e significado.

Com ofertas imperdíveis, condições facilitadas e uma variedade de produtos que agradam toda a família, o Armazém Paraíba cumpre sua missão de levar felicidade para cada lar neste Natal. Afinal, presentear bem é espalhar amor, esperança e bons momentos.

Neste fim de ano, escolha o lugar certo para realizar seus sonhos e viver a magia natalina. Armazém Paraíba – Missão Presentão de Natal: porque seu Natal merece ser grandioso.

 
 

Silas Malafaia solta o verbo sobre atitude de Trump (veja o vídeo)

 JCO

A retirada das sanções impostas com base na Lei Magnitsky ao ministro do STF Alexandre de Moraes e à sua esposa, Viviane Barci, continua rendendo.

O pastor Silas Malafaia publicou há pouco no X:

"LIBERDADE PARA INOCENTES OU MAGNITSKY PARA ALEXANDRE DE MORAES?
Imperdível! Só verdades nesse vídeo."

Assista o vídeo:

ATENÇÃO! Temos uma dica importante para você, leitor do JCO. Quer saber a verdade por trás da prisão de Bolsonaro, conteúdos inéditos sobre 2022, encontrar o único motivo para seguir acreditando em um futuro melhor e apoiar a nossa batalha? Conheça o livro “A Máquina Contra o Homem: Como o sistema tentou destruir um presidente — e despertou uma nação”. Clique no link abaixo:

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Contamos com você nessa batalha!

da Redação

Ex-apresentador brasileiro entra na lista dos criminosos mais procurados do país

JCO

Um antigo rosto da televisão regional passou a figurar entre os foragidos mais perigosos do Brasil. O influenciador e cantor Francisco Gleiton Martins de Oliveira, de 44 anos, conhecido como Cleytton Rasec, é procurado pelos crimes de estupro de vulnerável e produção e armazenamento de pornografia infantil. 

Ele integra a chamada “lista vermelha” do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Antes de se tornar alvo das autoridades, Cleytton Rasec chegou a apresentar um programa policial em uma emissora local de Boa Vista, em Roraima. Atualmente, porém, é considerado um dos criminosos de maior prioridade para captura no país, em razão da gravidade das acusações e da condenação já imposta pela Justiça.

Francisco Gleiton Martins de Oliveira foi condenado a 32 anos e 11 meses de prisão. A sentença inclui agravantes, como o fato de ele ser pessoa próxima da vítima, um adolescente de 14 anos, além de ter envolvido outra pessoa na prática do crime. O mandado de prisão contra ele foi expedido em 8 de outubro deste ano, mas, até agora, ele nunca chegou a ser preso durante o andamento do processo.

O nome de Cleytton Rasec integra o Projeto Captura, iniciativa que divulga fotos e informações de 216 procurados em todo o território nacional — entre eles, apenas três mulheres. 

A seleção dos alvos leva em conta critérios específicos, como a gravidade dos crimes cometidos e a relevância da prisão para enfraquecer estruturas criminosas.

Presidente do STJ sobe o tom e faz alerta sobre corrosão da credibilidade do Judiciário

JCO

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Herman Benjamin, fez um alerta contundente sobre o desgaste institucional provocado pela exposição excessiva de magistrados.

Em entrevista, ele afirmou que a imagem do Judiciário se deteriora quando juízes passam a agir como figuras públicas e transformam temas sensíveis em pauta de entrevistas e comentários constantes.

Benjamin avaliou que esse comportamento cria ruídos, afeta a confiança da população e compromete a seriedade do trabalho técnico realizado pelas Cortes.

Nas palavras do ministro, "quem fala demais perde parte da autoridade que deveria preservar”, razão pela qual, disse, um presidente de tribunal deve aparecer “em ocasiões raras e necessárias”.

Técnicos de enfermagem do DF assassinaram pacientes com substância que não deixa rastros

 JCO 9/01/2026 às 11:42 Barbárie em Brasília. Técnicos de enfermagem aplicavam em suas vítimas uma substância considerada letal e de difícil...