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terça-feira, 30 de dezembro de 2025

URGENTE: PGR é acionada novamente para apurar o caso "Moraes e Banco Master"

JCO

A Procuradoria-Geral da República (PGR) recebeu um novo pedido para investigar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suposta atuação indevida em favor do Banco Master. 

A solicitação foi protocolada pelo vereador de Curitiba Guilherme Kilter (Novo-PR), que sustenta que o magistrado teria utilizado sua posição institucional para pressionar o Banco Central em defesa de interesses privados ligados à instituição financeira.

A iniciativa do vereador se apoia em reportagens recentes da imprensa. Segundo a jornalista Malu Gaspar, de O Globo, Alexandre de Moraes teria feito ao menos quatro contatos com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, para tratar de questões relacionadas ao banco controlado por Daniel Vorcaro.

“Ao menos três dos contatos foram por telefone, mas pelo menos uma vez Moraes se encontrou presencialmente com Galípolo para conversar sobre os problemas do banco de Daniel Vorcaro”, afirmou a jornalista em texto publicado no último dia 22.

O jornal O Estado de S. Paulo também noticiou que Moraes teria ligado seis vezes para Galípolo em um único dia para discutir a tentativa de venda do Banco Master ao Banco de Brasília (BRB), operação que acabou sendo barrada pelo Banco Central em setembro deste ano. De acordo com o veículo, esses contatos não constam nas agendas oficiais nem do presidente do BC nem do ministro do STF, que não costuma divulgar compromissos ou registrar audiências em seu gabinete.

Paralelamente à iniciativa de Kilter, parlamentares da oposição intensificaram ações no Congresso. Deputados liderados por Marcel van Hattem (Novo-RS) e Cabo Gilberto (PL-PB) protocolaram, nesta segunda-feira, 29, um novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes no Senado. Além disso, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) afirmou estar coletando assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) para apurar o caso Banco Master. Segundo ele, cerca de 150 deputados e senadores já teriam aderido ao requerimento.

Moraes nunca esteve tão pressionado... Está chegando a hora!

Vale ressaltar que, recentemente, a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.

Atualmente, muitos outros livros devem estar na mira da censura. Existem dois exemplos claros: os livros "Perdeu, Mané" e "Supremo Silêncio", que falam justamente sobre a censura e os estranhos acontecimentos entro do STF.

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da Redação

URGENTE: Bolsonaro volta para a mesa de cirurgia

JCO

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro informou nesta terça-feira, 30, que o ex-presidente Jair Bolsonaro precisou retornar ao centro cirúrgico após apresentar um novo e persistente quadro de soluços. 

A informação foi divulgada por meio das redes sociais, horas depois de familiares relatarem a retomada do problema de saúde.

Mais cedo, Carlos Bolsonaro já havia comunicado que o pai voltou a sofrer com os episódios de soluço mesmo após ter sido submetido a procedimentos cirúrgicos recentes. Segundo ele, as intervenções realizadas nos últimos dias não impediram o reaparecimento do quadro.

“Meu amor apresentou quadro de soluços às 10h, que não cessaram até o momento”, escreveu Michelle por volta das 14h40 desta terça-feira.

Diante da persistência dos sintomas, a equipe médica decidiu por uma nova intervenção.

De acordo com a ex-primeira-dama, os médicos optaram por realizar um reforço no bloqueio do nervo frênico, estrutura associada aos episódios recorrentes.

“Ele acaba de ser encaminhado ao centro cirúrgico. Seguimos enfrentando dias difíceis e contamos com as orações de todos”, acrescentou Michelle.

15 mil demissões e 1.000 unidades fechadas! Gigante brasileira está em colapso

JCO

Os Correios divulgaram nesta segunda-feira (29) um amplo plano de recuperação financeira que prevê a demissão de 15.000 funcionários e o fechamento de 1.000 unidades de atendimento em todo o país. 

A estatal estima um ganho anual de R$ 7,4 bilhões, sendo R$ 4,2 bilhões obtidos com cortes de despesas e outros R$ 3,2 bilhões por meio do aumento de receitas.

Batizado de “Plano de Reestruturação para a Sustentabilidade e Soberania Logística dos Correios”, o programa terá vigência entre 2025 e 2027. Parte relevante das medidas, contudo, só deve produzir efeitos mais expressivos a partir de 2027, como o Programa de Demissão Voluntária (PDV) direcionado aos empregados.

O anúncio ocorre em meio a um cenário financeiro delicado. A estatal acumulou prejuízo de R$ 6,1 bilhões entre janeiro e setembro de 2025, quase três vezes superior ao resultado negativo registrado no mesmo período de 2024.

Situação é caótica! Pode ser o fim de uma gigante brasileira...

Porchat faz "papelão" sobre as Havaianas e usa Embaixada do Brasil como palco

JCO

O humorista Fábio Porchat decidiu debochar da indignação popular contra a campanha das Havaianas ao gravar um vídeo “interpretando” o gestor de crise da atriz Fernanda Torres — protagonista do comercial que gerou revolta entre eleitores conservadores. Mas a brincadeira foi além: o vídeo foi gravado dentro da Embaixada do Brasil em Roma, o que acabou gerando forte reação e acusações de uso político de espaço público.

Nas redes sociais, Porchat aparece sugerindo ações para “salvar” a imagem da marca e conter o boicote. A encenação, porém, levantou questionamentos sobre o motivo de instalações diplomáticas estarem sendo usadas para esse tipo de conteúdo.

O senador Rogério Marinho (PL-RN) reagiu:

“Instalações governamentais não servem para militância, nem para proteger aliados”.

Veja o vídeo: 

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da Redação

Imprensa abandona Moraes: “Aqueles que ajudaram a criar o monstro, agora querem se livrar dele” (veja o vídeo)

JCO

Durante participação no Jornal do JCO, o professor Marcos Pizzolatto fez uma importante análise sobre as súbitas críticas que grandes veículos de comunicação estão disparando contra o ministro Alexandre Moraes:

“Curioso é ver esses jornalistas, tão afeitos à vassalagem... Daniela Lima andou falando que tem medo de falar o que pensa, porque poderia ser cobrada no tribunal. É a famosa ditadura Frankstein: aqueles que ajudaram a criar o monstro, agora se envergonham do mostro, querem se livrar do monstro... 
O Direito se tornou positivo para que a gente não ficasse à mercê dos poderosos. Estamos passando por um processo, se a gente fosse elencar... o suposto golpe, a monocracia evidente, o paradoxo do STF: toda vez que se tenta julgar o STF, é o STF que se julga, chegamos a um ponto de normalizar a excepcionalidade, para eles isso é normal. 
Temo que a gente não encontre uma saída, não através do Senado”, lamentou o professor. 

Veja o vídeo: 

A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) se revoltou com a censura de Alexandre de Moraes ao livro “Diário da cadeia”. Apesar do ministro afirmar que a obra induz o público ao erro ao criar a falsa impressão de que Eduardo Cunha, o ex-parlamentar, seria o verdadeiro autor da obra, não se sabe ao certo o que tanto querem esconder - já que a censura persiste por quase UM ANO.

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segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

O STF põe a prova os seus limites e coloca em risco a última instituição que sobrou em Brasília

JCO

O Supremo Tribunal Federal (STF) estabeleceu parâmetros para sua atuação em diferentes esferas durante 2025. A Corte delimitou fronteiras tanto para a aplicação de leis estrangeiras em território nacional quanto para sua interferência em políticas econômicas. Essas definições ocorreram em meio a debates sobre os limites constitucionais das decisões do tribunal.

O ministro Flávio Dino chegou até mesmo a utilizar um processo sobre mineração para estabelecer limites à aplicação de legislação estrangeira no Brasil. A manifestação aconteceu após sanções impostas pela Lei Magnitsky ao ministro Alexandre de Moraes e sua esposa, posteriormente revogadas pela administração Trump.

Dino declarou que "leis estrangeiras, atos administrativos, ordens executivas e diplomas similares não produzem efeitos em relação a pessoas naturais por atos em território brasileiro".

As sanções aplicadas a Moraes tinham efeito apenas em território americano, fora da jurisdição do Supremo. O posicionamento de Dino buscou estabelecer um precedente sobre a aplicabilidade de normas internacionais em casos envolvendo cidadãos brasileiros.

No primeiro trimestre deste ano, o STF chegou a demonstrar autocontenção ao decidir não interferir nas decisões do Banco Central relacionadas à política monetária. O presidente da Corte, Edson Fachin, rejeitou em janeiro uma ação do PDT que questionava a política de juros. Na ocasião, afirmou que "não é papel do Poder Judiciário valorar juridicamente execução de políticas macroeconômicas".

Fachin tem trabalhado na implementação de um código de conduta para o Supremo, adotando posicionamento diferente de outros ministros do tribunal. Sua atuação ocorre em um contexto onde o STF expandiu gradualmente sua influência para áreas tradicionalmente reservadas aos poderes Legislativo e Executivo.

A evolução da atuação do Supremo, que inicialmente concentrava-se em julgamentos criminais desde o caso do mensalão, levanta questões sobre os mecanismos de controle externo sobre as decisões da Corte, considerando sua crescente influência em diversas esferas da vida pública brasileira.

Diante do voluntarismo dos ministros e da falta de interesse ou coragem dos potenciais reguladores do STF para atuar, resta apenas ao Brasil torcer para que o Supremo não descubra seus limites da pior forma possível, interferindo no Banco Central, a última instituição que sobrou em Brasília.

Tainara, entre narrativas e omissão a violência contra a mulher cresce assustadoramente no governo Lula

JCO

O governo Lula não possui políticas públicas de segurança em seu "terceiro reich".

Tainara não é um caso isolado, é consequência. Seu assassinato cometido pelo ex-companheiro arrastada presa ao carro pelas ruas de São Paulo é o retrato do governo federal.

O caso Tainara expõe o fracasso da política de segurança do governo Lula. Em seu terceiro mandato, o governo segue sem um plano concreto para enfrentar a violência. O Ministério da Justiça virou espaço de acomodação política, Flávio Dino saiu sem resultados e foi “promovido” ao STF,  Ricardo Lewandowski assumiu sem apresentar qualquer mudança efetiva de rumo. A política pública simplesmente não existe.

Os números desmentem o discurso oficial. Basta uma rápida consulta aos dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública para confirmar. A violência segue alta, a impunidade avança e o governo insiste em relativizar o crime. O roubo vira “problema social”, o traficante é tratado como "vítima" do usuário e o cidadão comum fica refém do medo. Nesse cenário, a indignação seletiva contra o feminicídio soa vazia. Sob o próprio governo, os casos aumentaram, assim como os estupros contra mulheres.

É a extrema-esquerda lulofascista (e seu desgoverno) que, por exemplo, defende a saidinha de criminosos, que votou contra o aumento da pena de crimes hediondos, que não criou o cadastro nacional de pedófilos,  mesmo depois de aprovado por lei, ainda assim tentam criar narrativas de preocupação com os índices de violência.

Sem punição, sem políticas de prevenção eficiente e sem prioridade real para a segurança pública, tragédias deixam de ser exceção. Tainara não é um ponto fora da curva, é o retrato de um Estado omisso que prefere narrativa a resultados.

Henrique Alves da Rocha

Coronel da Polícia Militar do Estado de Sergipe.

Surpresa! O rombo bilionário dos Correios é ainda maior do que foi alardeado

JCO 20/01/2026 às 09:20 Nessa história dos Correios, cada enxadada é uma minhoca. Agora ficamos sabendo que, no contrato do empréstimo de R$...