ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

DEPUTADA ESTADUAL GRACINHA MÃO SANTA É OUTRO PATAMAR.

Ficar entre as 100 pessoas que mais se destacam entre os 3.375 habitantes do Estado do Piauí é, sem dúvida, para poucos. É uma conquista que exige trabalho, dedicação, compromisso e amor pelo povo.

Nesse seleto grupo de destaques, aparece a Deputada Estadual Gracinha Mão Santa, o que nos deixa ainda mais orgulhosos e honrados. Sua atuação firme, presente e comprometida reflete o respeito e o reconhecimento conquistados ao longo do tempo.

A honra é ainda maior por se tratar de alguém cem por cento parnaibana, que leva o nome de Parnaíba com dignidade, trabalho e responsabilidade, representando o Piauí com altivez e seriedade.

Parabéns pelo merecido reconhecimento. É Parnaíba bem representada e o Piauí reconhecendo quem realmente faz a diferença.

MINHA QUERIDA E LINDA AMIGA ANTONIA É ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é dia de celebrar minha querida e linda amiga Antônia, esposa do meu grande amigo Juvenal, que é a aniversariante do dia.

Que Deus lhe conceda muita saúde, paz, sabedoria e muitos anos de vida. Que este novo ano venha repleto de alegrias, conquistas e bênçãos, sempre cercada pelo carinho da família e dos amigos.

Parabéns, Antônia!!! Que seu dia seja tão especial quanto você. 

Jornalismo ao revés

JCO

Lenda ou fato? Frank Sinatra, que a ninguém prestava vassalagem, em uma coletiva de imprensa na Austrália, chamou os jornalistas de "prostitutas e gigolôs". O sindicato dos ofendidos exigiu (como se pudesse exigir) uma retratação do cantor. E ele se retratou! Durante um show, ele usou o microfone para pedir desculpas... às prostitutas! Estaria ele percebendo o que vemos nós hoje: mais "narrativas" que verdades nos editoriais?

O jornal Zero Hora (ZH), em editorial intitulado "Alexandre de Moraes deve explicações à sociedade brasileira", simulando uma posição crítica, investe na imunização cognitiva do leitor. A isso vamos.

ZH, Estadão, Folha de S. Paulo e O Globo já não têm como fechar os olhos para certos "exageros do STF" (eufemismo). Só que, quando ousam esboçar alguma crítica a alguém do STF, antes fazem um agradinho, satanizando aqueles que sofrem "persecução penal" em nome do salvamento do "estado democrático de direito" - óbvio, os acusados do 8 de janeiro.

Mas nenhum degenerou o jornalismo como ZH. O Globo, Estadão e Folha, o que é indigno, têm um discurso que assim se pode traduzir: "concordamos até aqui que os senhores ministros decidissem, como verbalizou a Min. Carmen Lúcia, fora da Constituição, mas agora será melhor que o STF se contenha um pouco e volte à ordem constitucional". Assim está posto em vários editoriais. Os três admitem que, em especial, a regra processual foi rasgada. E revelam, nas entrelinhas, a sua própria conivência.

Apenas ZH teve o peito de, ao satanizar os de sempre, afirmar que foram "respeitados todos os ritos processuais, incluindo o amplo direito de defesa." Mentira! Para começar, julgamentos que deveriam dar-se na 1ª instância tramitaram na 3ª e última instância, afrontando o princípio do juiz natural: é óbvio, não havendo instância superior à última, não há a quem recorrer das decisões. Onde está o direito a "ampla defesa" (que a Constituição prevê)? Tamanha vassalagem parece exclusividade de ZH.

É a posição da RBS que o editorial expressa. Quando, em 10/09/25, o Min. Luiz Fux (STF) lia seu voto no julgamento do ex-presidente Bolsonaro, a rádio Gaúcha (do grupo RBS, como ZH) estava ao vivo. Fux defendeu seu voto com farta citação da jurisprudência, da doutrina e da legislação: votou pela nulidade do processo. Alguém viu algum jurista sério defender o contrário? Mas os jornalistas Matheus Schuch e Kelly Matos, na rádio, faziam comentários que beiravam o deboche: não admitiam que ele pudesse contrariar as narrativas da imprensa. Acaso têm eles cacife para refutar a análise abalizada de um JUIZ a quem, aliás, eles não davam ouvidos e a quem tratavam como mero transgressor?

Em GZH, portal da RBS, Matheus Schuch e Kelly Matos repetiram a dose.

Escreveram: "'In Fux we trust': ministro reproduz discurso de aliados de Bolsonaro em voto no STF". Ah, Fux não tem luz própria e só repetiu um discurso político? A jurisprudência, a doutrina e a profunda análise da legislação, em um voto solidamente elaborado, eles não viram? O panfleto dos jornalistas serve a que os simples imaginem que Fux (dos 11 membros do STF, o que tem a mais consistente carreira como magistrado) nada mais fez que o papelão de tomar o partido do réu. Aí está! Fomentar crenças, em vez de informar, serve ao fenômeno da "imunização cognitiva".

Eles não sabem que "organização criminosa", "crime organizado", "devido processo legal" e "juiz natural", entre outros, são categorias jurídicas examinadas com grande vagar na doutrina e na jurisprudência, à parte de estarem previstas em lei. Não é coisa que se resolva numa conversa de bar. E foi o que Fux mostrou em seu voto. Mas quem quer saber disso?

E vem o editorial... Agora, para o grupo RBS, que fala através de ZH,  Alexandre de Moraes "deve explicações à sociedade brasileira". O assunto foi levantado pela jornalista Malu Gaspar, de O Globo, que, protegida pelo art. 5º XIV, da Constituição, escancara dois fatos com potencial para um terremoto. Um é que Alexandre de Moraes procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo menos quatro vezes para fazer pressão em favor do Banco Master ou, se preferirem, em favor de Daniel Vorcaro (dono do banco), investigado pelo que se afigura como o maior golpe financeiro do país. O outro é um contrato milionário do escritório da esposa de Moraes com o mesmo banco encrencado.

A imprensa já não pode mais fingir que não está vendo. E o editorial do grupo RBS, gastando mais tinta na apologia ao ministro do que no assunto em pauta, cobra explicações de Alexandre de Moraes para os fatos que a experiente Malu Gaspar publicou em O Globo. Porém, o máximo a que a RBS avança é dizer: "Configuraria, aí, um gritante conflito de interesses."

O jornalismo da RBS não conhece a lei. Não sabe que, em se confirmando os fatos, o que há é "advocacia administrativa". Está no Código Penal, art. 321. Mas os fatos não serão confirmados. Não haverá terremoto. Os ativistas da imprensa hão de enfatizar esse pormenor no futuro.

Está óbvio. A valentia suave dos editoriais é oportunismo, não coragem.

Se houvesse um propósito honesto, as cobranças teriam aparecido quando a primeira norma constitucional foi rasgada, o "devido processo legal" foi deletado, a separação dos poderes passou a ser ignorada e o casuísmo se tornou um método.

Renato Sant'Ana

Advogado e psicólogo. E-mail do autor: sentinela.rs@uol.com.br

47 segundos - A porta de aço do Maduro e a porta surpresa do Banco Master

JCO

Donald Trump, na coletiva de ontem (3), entre vários detalhes que deu a respeito da prisão do narcoterrorista e ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, me chamou a atenção a perspectiva de tempo que os militares americanos têm para arrombar uma porta de aço, independentemente de seu material e espessura - 47 segundos.

Maduro, que teria tentado se refugiar atrás desta porta, não conseguiu fechá-la, e assim, virou presa fácil. A bem da verdade, deve se dizer, que antes, não houve facilidades para chegar até aquele ponto, com confrontos à bala no meio do caminho.

A ação toda para a captura, a partir da ordem dada por Trump até a rendição de Maduro, não chegou a duas horas e meia. 

Mas aí, me veio à mente a porta do Banco Master. Nessa analogia, é bala pra todo lado, e cuidado com as balas perdidas, mas ainda não se chegou sequer até a porta do Master.

A cronologia:

. Entre a aprovação da compra do Master pelo BRB, pelo CADE (17 de junho), a aprovação pela   Câmara Legislativa do DF (19 de agosto) e a reprovação da compra pelo Banco Central (3 de setembro), 78 dias. 

. Entre o anúncio da compra do Master pela Fictor e a prisão de Vorcaro (no mesmo dia - 17 de novembro) e a liquidação do banco pelo BC (18 de novembro), 1 dia. 

. Entre o pedido da defesa de Vorcaro para o caso subir para o STF (28 de novembro), a viagem do ministro Dias Toffoli em jatinho de um diretor da Master, em companhia do seu advogado (29 de novembro e a soltura de Vorcaro pelo TRF1, 1 dia. 

. Entre a decisão de Toffoli para sigilo máximo do caso Master (2 de dezembro) e a ordem para que as investigações sejam feitas somente pelo STF (3 de dezembro), 1 dia.

Todo este processo, como uma operação de captura de um criminoso, levando-se em conta as características dos casos, foram 81 dias. Comparativamente, é como se os protagonistas do caso Master tivessem levado um longo tempo para chegar até o bunker do acusado. 

Hoje, 4 de janeiro de 2026, lá se foram mais 32 dias, e nada de arrombar as portas do Banco Master.

O que se sabe até aqui, é que atrás da porta, que ainda não foi fechada por dentro, mas também não foi aberta para a entrada de ninguém, estão lá o Banco Master, o Daniel Vorcaro e seus diretores, o BRB, a Fictor, investidores, políticos, autoridades, e sabe-se lá mais quem (que ainda estão de máscaras). Há indícios, inclusive, que facções do crime organizado, e o filho do pai dos podres, também estão por lá.     

Só a justiça que a gente não sabe ainda se está esperneando do lado de fora ou sequestrada pelo lado de dentro.

Alexandre Siqueira

Jornalista independente - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite:
  http://livrariafactus.com.br

EXCLUSIVO: Maduro vai delatar Lula? (veja o vídeo)

JCO

A pergunta não surge do nada — e tampouco pode ser respondida com leviandade. O nome de Nicolás Maduro aparece há anos associado a investigações internacionais sobre o narcotráfico venezuelano e ao Cartel de los Soles. O que muda agora é o ambiente jurídico e político: colaboradores do regime já falaram, processos avançaram fora da Venezuela e o cerco internacional se estreitou.

Entre os delatores está Hugo Carvajal, o El Pollo, ex-chefe da inteligência chavista. Em depoimentos prestados no exterior, ele afirmou que recursos do narcotráfico venezuelano teriam sido usados para financiar projetos políticos fora do país — inclusive no Brasil, com menções a Lula e ao PT. São acusações graves. Ainda não julgadas. Mas documentadas em autos internacionais.

A questão central é simples: se Maduro falar, o que acontece?

Em sistemas como o norte-americano, cooperação premiada existe — ainda que com outro nome. Benefícios são concedidos apenas quando há provas verificáveis: rastreamento de dinheiro, intermediários, datas, contratos, offshores. Sem isso, delação vira discurso político; com isso, vira terremoto institucional.

No Brasil, o impacto seria imediato. A Constituição proíbe financiamento estrangeiro de campanhas. Caso surjam provas robustas, o caminho passa por TSE, Ministério Público e cooperação jurídica internacional. Não há atalhos: contraditório, ampla defesa e devido processo legal são inegociáveis. Também não existe “punição coletiva”: responsabilidades são individuais.

Então, seria “o fim do PT”?

Politicamente, denúncias comprovadas cobrariam um preço alto de qualquer partido. Juridicamente, somente sentenças encerram histórias. Antecipar veredictos é erro; ignorar indícios, também.

O ponto opinativo — e incômodo — é este: o silêncio custa caro. Quando delatores falam e processos avançam lá fora, o Brasil não pode fingir que nada acontece. Se não houver provas, que se diga. Se houver, que se investigue. Democracia não teme a verdade — teme a omissão.

A pergunta permanece no ar: Maduro vai delatar Lula?

A resposta não virá de manchetes, mas de provas.

Emílio Kerber Filho

Jornalista e escritor
Autor do livro “Por trás das grades - O diário de Anne Brasil”.

O dado concreto e humano que a imprensa caolha e canhota não reconhece e omite

JCO

A operação conduzida pelos Estados Unidos que resultou na prisão de Nicolás Maduro e sua mulher na Venezuela provocou reações por setores da imprensa e da esquerda radical brasileira que se manifestaram com mais indignação à ação americana do que à própria existência de uma ditadura escandalosa e brutal instalada naquele país.

O episódio expõe, de forma cristalina, o esgotamento prático do chamado "Direito Internacional" quando confrontado com regimes autoritários consolidados. 

A questão central segue sem resposta: qual instrumento real o "Direito Internacional" oferece para remover do poder um ditador que prende opositores, censura a imprensa, tortura dissidentes e mantém relações estruturais com o narcotráfico? 

A resposta, por mais desconfortável que seja, é objetiva: nenhum.

A Venezuela tornou-se o exemplo mais acabado desse fracasso. 

Um país riquíssimo em petróleo, com enorme potencial econômico e social, foi deliberadamente destruído em pouco tempo por um regime autoritário. 

O resultado é uma tragédia humanitária de proporções históricas: entre 8 e 10 milhões de venezuelanos foram forçados a abandonar seu próprio país, sobrevivendo em condições precárias em nações vizinhas, inclusive no Brasil. 

Isso não é narrativa política — é dado concreto, verificável e humano que a esquerda e a imprensa caolha e canhota  não reconhecem e omitem. 

A autodeterminação dos povos não pode ser usada como abrigo moral para tiranos. 

Quando esse princípio é invocado para proteger governos que se sustentam pela repressão, pela violência e pelo medo, ele deixa de servir aos povos e passa a servir aos regimes. 

Ditaduras não caem por resoluções diplomáticas, notas protocolares ou apelos formais a uma legalidade que nunca se mostrou eficaz para deter a barbárie.

Nesse cenário, a diplomacia brasileira também se equivoca de forma patética ao insistir em um alinhamento geopolítico complacente com regimes autoritários. 

Não apenas com a Venezuela, mas também com Cuba, China e Rússia entre outros. 

Trata-se de uma política externa que relativiza violações sistemáticas de direitos humanos em nome de afinidades puramente ideológicas e conveniências estratégicas que ignoram a realidade concreta das populações oprimidas.

Ou alguém esqueceu que Lula fez campanha para o ditador, claudicou em rejeitar a fraude eleitoral montada para buscar legitimar o regime e recebeu Maduro com honras de "chefe de Estado" fazendo o Brasil passar vergonha histórica ante o mundo civilizado? 

Causa perplexidade ver setores da esquerda brasileira criticarem Donald Trump não por eventuais excessos formais (e até por buscar interesses estratégicos e econômicos para os EUA), mas em defesa implícita de uma ideologia que se tornou indefensável na prática: a da ditadura sanguinária de Caracas. 

Já não se trata de divergência política legítima, mas de relativização consciente da prisão política, da miséria em massa e da repressão violenta, inflexível e sistemática.

Nicolás Maduro não é um governante em disputa democrática. 

É o sanguinário de Caracas, símbolo de um regime que transformou um país viável em território de fuga, fome e medo.

E com uma estrutura corrupta e criminosa complexa e enraizada no âmbito inferno e internacionalmente. 

Ou alguém de boa-fé dúvida disso?

Em certos momentos históricos, a omissão travestida de legalismo não é neutralidade.

É cumplicidade explícita!

Luiz Carlos Nemetz

Advogado membro do Conselho Gestor da Nemetz, Kuhnen, Dalmarco & Pamplona Novaes, professor, autor de obras na área do direito e literárias e conferencista. @LCNemetz

domingo, 4 de janeiro de 2026

Novo e inesperado 'reforço' de Bolsonaro lança forte carta aberta ao presidente do STF

JCO

A equipe jurídica de Jair Bolsonaro (PL) pediu ao STF que o ex-ministro de Minas e Energia e ex-secretário de política econômica Adolfo Sachsida passe a integrar a defesa do ex-presidente. Um forte e inesperado reforço.

No X, Adolfo Sachsida lançou uma "CARTA ABERTA AO PRESIDENTE DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL".

Veja a carta na íntegra:

Excelentíssimo Senhor Presidente do Supremo Tribunal Federal,
Na condição de cidadão comprometido com a preservação do Estado Democrático de Direito, tenho manifestado preocupação com reiteradas situações que, a meu ver, suscitam debate relevante sobre o respeito às garantias constitucionais.
Tenho, inclusive, cobrado da Ordem dos Advogados do Brasil postura mais ativa nesse tema. Contudo, para além da crítica, apresento esta proposta de manifestação institucional, na convicção de que a OAB — guardiã da Constituição e da cidadania — pode contribuir para o diálogo republicano e para o fortalecimento das instituições.
Com o devido respeito a essa Suprema Corte, permito-me recordar dispositivos basilares da Constituição Federal:
a) Art. 5º, XLV — “nenhuma pena passará da pessoa do condenado”;
b) Art. 5º, IX — “é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”;
c) Art. 5º, LV — assegura o contraditório e a ampla defesa, com os meios e recursos a ela inerentes;
d) Dos princípios constitucionais, decorre o dever de imparcialidade do julgador, pedra angular do juiz natural.
Quando tais pilares são tensionados ou relativizados, toda a sociedade é impactada. Por essa razão, venho solicitar, respeitosamente, que:
1) não se imponham penas a pessoas por atos praticados por terceiros;
2) veículos de comunicação não sejam submetidos a formas diretas ou indiretas de censura, nem a medidas que inviabilizem o exercício de sua função social; e
3) assegure-se a todo jurisdicionado o julgamento por juiz imparcial, livre de interesses ou envolvimento prévio no processo.
Ressalto, ademais, que o Art. 1º, III estabelece a dignidade da pessoa humana como fundamento da República. Trata-se de parâmetro constitucional que orienta a atuação de todos os Poderes. Qualquer medida que exponha desnecessariamente pessoas — inclusive condenadas — a riscos à sua integridade representa afronta a esse princípio estruturante.
Formulo estas considerações em espírito construtivo, movido pela preocupação de que recentes atos do ministro Alexandre de Moraes possam colocar em risco a ordem democrática e conduzir o país a um processo de ruptura institucional.

Jurista avalia caso Master e conclui: “Estamos diante de um surubão institucional” (veja o vídeo)

JCO 21/01/2026 às 16:32 O Resort Tayayá, erguido em Ribeirão Claro (PR) pela família do ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (...