Lula vetou integralmente nesta quinta-feira (8), o Projeto de Lei (PL) da Dosimetria, que reduz as penas dos condenados pelo 8 de Janeiro.
O veto que já era dado como certo desde a aprovação do texto no Congresso, foi anunciado por Lula justamente no evento que marcou os três anos dos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.
O PL da Dosimetria, que beneficia o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), foi aprovado no Congresso no final de dezembro, no apagar das luzes do Legislativo antes do recesso.
O gesto do petista é avaliado como um novo flanco de desgaste entre o Planalto e o Congresso em um momento no qual o governo buscava fortalecer a relação com os parlamentares. Alguns aliados, inclusive, chegaram a aconselhar Lula a deixar o veto para outro momento, mantendo uma “agenda positiva” nesta quinta-feira.
Nem Hugo Motta (Republicanos-PB), presidente da Câmara, nem Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), presidente do Senado, compareceram ao evento. O presidente do STF, Edson Fachin, também não compareceu.
A oposição agora se movimenta para articular a derrubada do veto quando as atividades do Congresso voltarem do recesso, no início de fevereiro.
Durante o evento oficial em memória dos atos de 8 de Janeiro, realizado nesta quinta-feira e conduzido pelo presidente Lula, uma cena discreta, mas politicamente sensível, ocorreu diante do palco principal. O advogado Marco Aurélio de Carvalho, responsável pela defesa de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, manteve uma conversa ao pé do ouvido com o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues.
Segundo informações, O advogado pediu que Andrei instaure um procedimento para apurar vazamentos, por parte de integrantes da PF, de informações sobre apurações que envolvam o filho do presidente Lula.
O pedido do advogado é para que a origem do vazamento seja apurada internamente.
Um absurdo... Nem escondem mais!
Veja:
Hoje, dia 8 de janeiro, será um dia de reflexão. Tudo o que aconteceu após esse fatídico dia - há exatos três anos - mudou completamente a história do país. No ano passado, Alexandre de Moraes chegou a ameaçar de prisão quem ousar comemorar esse dia.
Justamente por esse motivo, a Editora Conteúdo Conservador desafiou o "sistema" e lançou uma promoção relâmpago com valor quase simbólico e imperdível sobre o livro "08 DE JANEIRO - SEGREDOS E BASTIDORES". Apenas R$ 9,90.
A obra mostra detalhes e segredos que não foram revelados ao público. Expõe como tudo teve início culminando nos três dias mais importantes de todo o imbróglio: 07, 08 e 09 de janeiro. No documento estão dados e relatos sobre o polêmico ginásio para onde os presos foram levados, a prisão de Anderson Torres, a “minuta do golpe”, o "alvo" nas costas do ex-presidente Jair Bolsonaro, a Operação Lesa Pátria e ainda mostra as estranhas ações do General G.Dias antes, durante e depois dos atos. Você não pode perder! A promoção vai durar pouco tempo! Clique no link abaixo:
O ministro Ricardo Lewandowski entregou nesta quinta-feira (8) ao petista Lula a carta que formaliza sua demissão do comando do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A decisão encerra um período de quase dois anos à frente da pasta.
Lewandowski havia assumido o ministério em fevereiro de 2024, logo após sua aposentadoria do Supremo Tribunal Federal (STF). A expectativa é que sua exoneração seja publicada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (9), embora ele já deva deixar oficialmente o cargo ainda nesta quinta.
Nos bastidores, a saída vinha sendo preparada há algum tempo. Informações divulgadas por diferentes veículos indicam que o ministro comunicou a auxiliares, ainda em dezembro, a intenção de antecipar sua saída do governo. Desde o início desta semana, ele já vinha esvaziando o gabinete no Palácio da Justiça e retirando objetos pessoais.
Mesmo com a formalização da demissão, o governo ainda não havia anunciado, até o início da tarde, quem será o substituto definitivo. A alternativa mais provável é que o secretário-executivo do ministério, Manoel Almeida, assuma o comando da pasta de forma interina.
A passagem de Lewandowski pelo Ministério da Justiça termina sem que a principal aposta do governo Lula para a área de segurança pública tenha avançado no Congresso. A chamada PEC da Segurança Pública, que previa ampliar a atuação da União no combate ao crime organizado, enfrentou resistência parlamentar e acabou perdendo força ao longo da tramitação.
Hoje é dia de celebrar a vida do meu grande amigo Beto Tatoo, uma pessoa especial, querida por todos e dona de um coração gigante. Que esta nova primavera venha carregada de saúde, paz, muitas conquistas e alegrias sem fim.
Que Deus continue iluminando seus caminhos, protegendo seus passos e abençoando sua vida e de toda sua família. Amizade como a sua é coisa rara, daquelas que a gente leva para sempre.
A morte do escritor Michael J. Schumacher gerou um episódio de grande confusão nas redes sociais e em veículos de comunicação internacionais no início de 2026. A coincidência de nome com o ex-piloto de Fórmula 1 Michael Schumacher fez com que muitas pessoas acreditassem, de forma equivocada, que o heptacampeão mundial havia falecido. Em poucos minutos, mensagens de luto passaram a circular como se o ídolo do automobilismo tivesse sido a vítima da notícia.
Como foi a morte de Michael J. Schumacher?
O escritor e biógrafo Michael J. Schumacher morreu aos 75 anos, em 29 de dezembro de 2025, nos Estados Unidos. A confirmação foi feita por familiares, e a notícia ganhou repercussão internacional no início de janeiro de 2026, quando manchetes pouco específicas começaram a circular.
Em muitos veículos, os títulos mencionavam apenas “morte de Michael Schumacher”, sem destacar que se tratava de um autor americano. Essa falta de clareza favoreceu o mal-entendido, especialmente entre o público que não conhecia a carreira do escritor.
Michael J. Schumacher – Foto: Emily Joy Schumacher/Divulgação
Quem foi Michael J. Schumacher, o escritor confundido com o ex-piloto?
Michael J. Schumacher era um escritor e biógrafo norte-americano, conhecido por obras dedicadas a personalidades influentes da cultura e da história contemporânea. Sua produção consolidou seu nome no mercado editorial, sobretudo no campo das biografias e da não ficção.
Entre seus trabalhos, destacam-se biografias de figuras como o cineasta Francis Ford Coppola e o músico Eric Clapton, além de livros sobre personagens marcantes do século XX. Ainda assim, parte do público global não estava familiarizada com sua trajetória, o que ajudou a alimentar a confusão.
Por que houve tanta confusão com a morte do ex-piloto?
A expressão “morte de Michael Schumacher” rapidamente se tornou um dos termos mais buscados em ferramentas de pesquisa. A associação automática do nome ao heptacampeão de Fórmula 1, somada à falta de checagem, levou muitos a acreditarem que o ex-piloto havia morrido.
Alguns fatores ajudaram a ampliar esse equívoco e explicam como a desinformação não intencional se espalhou com rapidez em diferentes países e idiomas:
Coincidência de nomes: escritor e ex-piloto compartilham praticamente a mesma identificação pública.
Sigilo sobre o estado de saúde do ex-piloto: desde 2013, poucas informações oficiais são divulgadas.
Velocidade das redes sociais: mensagens de luto foram replicadas sem leitura completa das notícias.
Títulos pouco específicos: manchetes sem o “J.” ou sem citar que se tratava de um escritor induziram à interpretação errada.
O que se sabe hoje sobre a saúde de Michael Schumacher?
O ex-piloto Michael Schumacher, heptacampeão mundial de Fórmula 1, continua vivo e com o estado de saúde mantido sob estrito sigilo pela família. Em dezembro de 2013, ele sofreu um grave acidente de esqui nos Alpes franceses, que resultou em lesões sérias e longa recuperação.
Atualmente, com 56 anos, Schumacher permanece longe dos holofotes, e as poucas declarações públicas são genéricas, reforçando apenas o desejo de cuidado e privacidade. Esse silêncio prolongado faz com que qualquer menção à possível morte do ex-piloto ganhe grande repercussão e gere buscas e especulações.
Michael Schumacher – Foto: Creative Commons
Quais os impactos do caso nas redes sociais?
A repercussão da suposta morte de Michael Schumacher, o ex-piloto, a partir do falecimento de Michael J. Schumacher, expõe fragilidades no consumo de notícias digitais. Manchetes curtas, leitura apressada e compartilhamento impulsivo criam um ambiente ideal para mal-entendidos.
Algumas práticas simples ajudam a reduzir esse tipo de confusão, reforçando o papel do leitor na checagem e dos veículos na clareza da comunicação:
Ler além do título e verificar quem é a pessoa mencionada na notícia.
Confirmar a informação em mais de um veículo jornalístico reconhecido.
Checar data, local, contexto e detalhes como profissão, idade e nacionalidade.
Valorizar textos que identifiquem claramente o personagem, como “escritor Michael J. Schumacher”.