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sábado, 10 de janeiro de 2026

As demoras no atendimento clínico podem levar Bolsonaro a morte

JCO

Projeções médicas apontam que o estresse extremo e a pressão política têm agravado a saúde do ex-presidente e podem levá-lo a óbito.

O episódio envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro, que sofreu uma queda dentro da Superintendência da Polícia Federal na noite de segunda-feira (6), reacendeu debates sobre os limites da política e seus impactos na saúde de figuras públicas.

Médicos independentes classificaram a situação como uma “crueldade sem limites”, destacando que o contexto jurídico e político ao qual Bolsonaro está submetido estaria provocando estresse extremo e consequências graves para sua condição clínica.

O ACIDENTE E O ESTRESSE

Segundo especialistas, o acidente que resultou em trauma na cabeça não pode ser visto apenas como um evento isolado. Para eles, trata-se de reflexo direto da pressão contínua e daquilo que o próprio ex-presidente descreve como “perseguição implacável”.

O estresse extremo, apontam, seria um fator determinante para o episódio.

HISTÓRICO MÉDICO E AGRAVANTES

Bolsonaro carrega um histórico clínico marcado por complicações desde o atentado sofrido durante a campanha eleitoral de 2018. Ao longo dos anos, passou por múltiplas cirurgias e recentemente foi submetido a novos procedimentos para correção de hérnias, sequelas diretas do ataque com faca.

Além disso, é portador de apnéia do sono — condição que aumenta o risco cardíaco e pode levar à morte súbita. Esse quadro exige acompanhamento médico constante e cuidados rigorosos, o que torna ainda mais delicada a situação diante de pressões externas.

A CRUELDADE DENUNCIADA

Para os especialistas, a saúde do ex-presidente ultrapassa os limites do embate político.

Em suas palavras:

“O que estão fazendo com Jair Bolsonaro é uma crueldade sem limites. O Brasil assiste a uma perseguição implacável e a um julgamento injusto, um intenso abalo psicológico em um homem com histórico clínico grave.”

O caso levanta uma reflexão inevitável: até que ponto a disputa política pode comprometer a dignidade humana?

Independentemente de posições partidárias, a situação expõe a necessidade de separar o embate político da preservação da saúde. O episódio vivido por Bolsonaro mostra que, quando a política ultrapassa os limites, o resultado pode ser devastador não apenas para o indivíduo, mas para a própria credibilidade das instituições.

Jayme Rizolli

Jornalista.

Rony Gabriel expõe na Globo proposta indecorosa do Master: "Tentaram comprar a opinião de um parlamentar" (veja o vídeo)

JCO

Rony Gabriel, vereador do PL em Erechim (RS), denunciou ter recebido proposta para produzir conteúdos defendendo o Banco Master e criticando o Banco Central. Em entrevista ao Estúdio i, da GloboNews, o parlamentar afirmou que Daniel Vorcaro foi mencionado como interessado na contratação do serviço.

"Era o caso do Banco Master, era interesse do Daniel Vorcaro", disse Gabriel durante a entrevista.

Quando questionado se o intermediário havia informado claramente que Vorcaro era o contratante, o vereador respondeu:

"Sim, claramente".

O político, que acumula 1,7 milhão de seguidores nas redes sociais e se apresenta como pré-candidato a deputado federal, relatou que a proposta incluía uma cláusula de confidencialidade no valor de R$ 800 mil em caso de quebra do acordo.

"Tratava-se do caso do Banco Master, de interesse de Daniel Vorcaro", reiterou o vereador. 

Ele garantiu possuir documentação comprobatória das acusações:

"Eu tenho, inclusive, as conversas em ata notarial em cartório e o contrato, assinado digitalmente. Eu registrei absolutamente tudo porque tudo que eu falei eu posso comprovar".

O primeiro contato ocorreu em 20 de dezembro de 2025, quando uma agência de marketing digital procurou o assessor do vereador alegando realizar "gerenciamento de reputação para um grande executivo". A abordagem inicial foi pelas redes sociais, seguida de conversas por WhatsApp e uma reunião por videoconferência.

"Fizemos uma reunião via aplicativo de vídeo e, nessa reunião, ele [representante da empresa] trouxe que se tratava de um reposicionamento de imagem e que se tratava de Daniel Vorcaro, se tratava do Banco Master", declarou Gabriel.

O parlamentar afirmou que os contratantes buscavam questionar as ações do BC relacionadas à liquidação da instituição financeira.

"Eles queriam que fizessem vídeo no sentido de descredibilizar o Banco Central para dar a entender que foi feita a liquidação do Banco Master com certa celeridade. Me mandaram, inclusive, alguns modelos de vídeos que já tinham sido feitos por outros influenciadores no sentido de que era aquele o discurso, aquele o roteiro", explicou.

A defesa de Daniel Vorcaro apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um documento negando envolvimento em práticas de disseminação de desinformação contra o Banco Central. Os advogados pediram investigação para apurar o que classificaram como fake news e crimes contra a honra.

Gabriel interpretou a abordagem como tentativa de influenciar sua posição como representante público. "Tentaram comprar a opinião de um parlamentar", afirmou o vereador, que divulgou a denúncia em seu perfil no Instagram.

A Polícia Federal informou que abrirá inquérito para investigar possível contratação de influenciadores para produzir conteúdos favoráveis ao Banco Master e contrários ao BC, que decretou a liquidação da instituição financeira no final de 2025.

Veja o vídeo:

da Redação

Depois de Lewandowski, mais 3 ministros devem cair fora do governo nos próximos dias

JCO

Sacramentada a saída de Ricardo Lewandowski da pasta da Justiça e Segurança Pública, mais 3 ministros devem deixar o governo nos próximos dias.

Uma saída crucial para Lula: Fernando Haddad. Setores do PT querem que ele se candidate ao governo de São Paulo, para enfrentar o atual governador, Tarcísio de Freitas (Republicanos), repetindo o duelo de 2022.

A candidatura de Haddad enfrenta dois grandes obstáculos: a boa avaliação do republicano em São Paulo e o fato de ele já ter vencido o petista em 2022. Há, ainda, outro possível caminho para Haddad, que é coordenar a campanha de Lula à sua segunda reeleição presidencial — esta é, aliás, a preferência do hoje ministro da Fazenda.

Outra saída importante será a da ministra Gleisi Hoffmann, que deve disputar a reeleição ao cargo de deputada pelo Paraná. No estado do senador Sergio Moro (União Brasil-PR), que pode tentar o governo do Estado, o PT vivenciou um racha interno bastante significativo no ano passado. Nas eleições do diretório estadual, o grupo de Gleisi, no qual está Adilson Chiorato, presidente estadual, conseguiu vencer o de Zeca Dirceu (filho do ex-ministro José Dirceu, que também deve voltar às urnas neste ano).

Outro ministro importante que irá deixar o cargo é Rui Costa (Casa Civil), considerado o “gerente” do Palácio do Planalto e o articulador dos ministérios. Filiado ao PT, ele será candidato ao Senado pela Bahia.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Chamar general de “covarde” agora é crime e vai direto para o STF

JCO

Em artigo publicado no JCO, o coronel Henrique Alves da Rocha esclarece o seguinte:

“Na guerra nem tudo é permitido. Mesmo nos cenários mais extremos de conflito armado, a civilização impôs limites à barbárie. É à luz desse conceito que o dia ‘8 de janeiro de 2023’ deve ser registrado na história brasileira como o ‘Dia da Perfídia’.
Na noite do dia 8, pessoas acampadas em frente ao QG do Exército, muitos que sequer participaram das manifestações, foram cercadas e na manhã seguinte orientadas por militares a entrar em ônibus sob a promessa de proteção e segurança. Tais fatos configuram exatamente aquilo que o direito da guerra condena como perfídia: a traição da confiança, o uso da boa-fé como armadilha.
O que se seguiu foi ainda mais grave: prisões preventivas indefinidas, acusações genéricas de tentativa de golpe sem individualização de condutas, o episódio grotesco do ‘batom na estátua’ elevado à condição de crime contra a democracia, e a morte de ‘Clezão’, símbolo trágico de um sistema que perdeu a medida da justiça. Soma-se a isso a prisão injusta de Jair Bolsonaro e de tantos outros brasileiros, transformados em, de fato, presos políticos."

Com base nos fatos descritos acima, o pastor Silas Malafaia chamou alguns militares de “covardes”. Por isso, foi notificado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a partir de uma denúncia instaurada pela PGR.

O jornalista Fernando Schüler questiona se críticas genéricas a autoridades públicas, por parte de cidadãos sem foro privilegiado, devem ser julgadas diretamente pelo Supremo Tribunal Federal. “Queremos mesmo estender indefinidamente nossa lógica de exceção?”

O ministro do STF Alexandre de Moraes notificou o pastor, na quarta-feira, dia 7, para apresentar resposta prévia, no prazo de até 15 dias, à denúncia oferecida pela PGR pelos crimes de injúria e calúnia contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva.

O detalhe é que Malafaia sequer citou o nome do general. A crítica foi genérica. Esse é o mais novo exemplo dos momentos de exceção que a sociedade brasileira tem vivido ao longo dos últimos anos

Schüler salienta:

“No limite, qualquer crítica a autoridades no Brasil vai direto para o Supremo Tribunal Federal. É o fim das estruturas do Estado de Direito, no sentido do devido processo, das definições de foro, da instância devida, do juiz natural, coisas básicas do Estado de Direito”.

Veja o vídeo:

A única saída para Nicolás Maduro

JCO

Nicolás Maduro enfrenta processo judicial em um tribunal no sul de Nova York após ser capturado por forças americanas. O ex-governante da Venezuela, de 63 anos, responde a graves acusações relacionadas ao narcotráfico em território norte-americano.

A defesa do ex-líder venezuelano será realizada pelos advogados Barry Pollack e Bruce Fein, integrantes de uma equipe jurídica especializada. O processo contra Maduro deve durar aproximadamente um ano, período em que seus defensores trabalharão para contestar as acusações apresentadas pela promotoria americana.

Segundo a acusação, Maduro teria acobertado operações aéreas financiadas com recursos do narcotráfico e participado diretamente do planejamento de operações de transporte de entorpecentes. Os promotores também o acusam de ter ordenado agressões físicas e assassinatos contra pessoas que representavam obstáculos às atividades ilícitas.

As acusações podem resultar em condenação à prisão perpétua ou a uma pena de reclusão extensa. Existe ainda a possibilidade de Maduro enfrentar processos adicionais nos tribunais americanos. Diante da gravidade das acusações e potenciais penas, especialistas em direito internacional apontam que a única saída para Maduro é a delação premiada, que poderia oferecer alguma redução em sua eventual sentença.

"O fato de Maduro estar nos EUA permite que pessoas que residam no país possam ajuizar ações contra ele com base na lei antitortura. Essa legislação protege vítimas de tortura desde 1991. Familiares de pessoas que foram vítimas de homicídios e execuções podem buscar responsabilização", explica Luís Fernando Baracho, professor de direito internacional na Universidade São Judas Tadeu.

A lei americana oferece proteção às vítimas de tortura há mais de três décadas. Esta legislação abre caminho para que sobreviventes e familiares de pessoas executadas durante o regime de Maduro busquem reparação judicial nos tribunais norte-americanos.

Diante deste cenário judicial, existe a possibilidade de que o ex-líder venezuelano considere cooperar com as autoridades americanas através de uma delação premiada. Esta estratégia poderia representar uma tentativa de obter redução em sua eventual pena.

Revolta de médicos contra o STF se espalha por todo o país (veja o vídeo)

JCO

De fato é inaceitável e totalmente absurda a interferência do Supremo Tribunal Federal no Conselho Federal de Medicina (CFM). Algo jamais visto no país. A revolta da classe médica é generalizada, mas inúmeros conselhos regionais permanecem calados, com medo de represália. A situação do país é complicada, tenebrosa.

Corajoso, o médico Marcelo Matias, presidente do Sindicato dos Médicos do Rio Grande do Sul – o maior sindicato médico da América Latina - reagiu publicamente condenando a esdrúxula intervenção.

Veja o vídeo:

 

AO VIVO: O cerco se fecha contra Lulinha / Moraes de volta na Lei Magnitsky? (veja o vídeo)

JCO

O cenário político brasileiro pega fogo em duas frentes explosivas! De um lado, em Washington, o jornalista Paulo Figueiredo e o ex-deputado Eduardo Bolsonaro se reúnem para tentar retomar as sanções da Lei Magnitsky contra o ministro do STF Alexandre de Moraes. O foco? Novos fatos, incluindo as denúncias de tratamento dado ao ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão, que Figueiredo classifica como "tortura".

Do outro lado, o escândalo no INSS não para de crescer: Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, diz desconhecer a misteriosa encomenda enviada pelo Careca do INSS (Antonio Carlos Camilo Antunes) diretamente para seu apartamento de luxo em Moema, São Paulo. A Polícia Federal investiga citações ao filho de Lula como possível sócio oculto no esquema de fraudes bilionárias...

Para destrinchar tudo isso com análise afiada e sem papas na língua, o Jornal do JCO recebe hoje uma bancada imbatível: a advogada Carolina Siebra, o jornalista José Carlos Bernardi e o economista Paulo Kogos! Não perca! Comente, compartilhe e apoie o Jornal da Cidade Online!

Veja o vídeo:

No réveillon Toffoli fechou o Tayayá para festa com samba e um convidado de fama internacional

JCO 22/01/2026 às 11:41 No fim do ano passado, Toffoli fechou o resort para uma festa destinada a familiares e convidados. Na ocasião, o est...