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terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Recurso de Bolsonaro que alega “erro judiciário” tem decisão relâmpago

JCO

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) entrou com um novo recurso no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta segunda-feira (12).

Numa rapidez impressionante o caso já foi analisado. Moraes 'analisou'...

Ele considerou o pedido juridicamente incabível, alegando que a pena de Bolsonaro já está em execução e não cabe mais qualquer tipo de recurso no âmbito da ação penal

“Julgo prejudicado o agravo regimental, pois absolutamente incabível juridicamente a interposição desse recurso após o trânsito em julgado do Acórdão condenatório e o início do cumprimento da pena de reclusão, em regime fechado, em relação ao réu Jair Messias Bolsonaro”, escreveu Moraes.

Carlos publica emocionante carta aberta ao próprio pai

JCO

O ex-vereador Carlos Bolsonaro (PL) divulgou uma carta aberta direcionada ao pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em um texto carregado de emoção e tom de resistência. 

Ao tornar públicas palavras inicialmente escritas no âmbito familiar, Carlos afirma que falou não apenas como filho, mas como testemunha direta da trajetória de um líder conservador que, segundo ele, se manteve firme mesmo diante de adversidades extremas.

LEIA A CARTA COMPLETA A SEGUIR:

Segunda-feira, 12 de janeiro de 2026Jair Messias BolsonaroSuperintendência da Polícia Federal de Brasília

Pai,

Escrevo não apenas como filho, mas como alguém que te viu resistir quando tudo parecia perdido. Vi seu corpo ferido, tua alma testada, tua honra atacada de formas que poucos homens suportariam sem cair. E, ainda assim, você permaneceu de pé – mesmo quando tentaram te dobrar pela dor, pela injustiça, pela humilhação calculada e pelo silêncio imposto.

O que estão fazendo agora não é justiça. É perseguição, é tortura, é imoralidade. É a tentativa metódica de te esgotar por dentro, de te afastar de quem você ama, de te fazer acreditar que está sozinho. Mas você não está. Nunca esteve.

Cada dia que passa, pai, confirma aquilo que sempre soubemos: não é sobre erros, não é sobre leis – é sobre te quebrar moralmente. E é justamente por isso que resistir se tornou um ato de amor. Amor por nós, teus filhos. Amor por quem acredita em você. Amor pela verdade.

Quero que saiba que estamos aqui. Firmes. Atentos. Fortes por você, quando o cansaço aperta. Precisamos de você em pé, pai. Precisamos da tua lucidez, da tua presença, da tua voz – mesmo que agora tentem calá-la entre paredes frias, barulhentas, molhadas e decisões arbitrárias.

Você nos ensinou que dignidade não se negocia.Que caráter não se curva.Que a verdade pode até ser perseguida, mas nunca enterrada.É isso que nos sustenta agora.É isso que deve te sustentar.

Levante-se todos os dias com a certeza de que sua história não termina aqui.Que seus filhos precisam de você vivo, forte e de cabeça erguida.Que ainda há muito o que atravessar – e nós atravessaremos juntos.

A injustiça não vence homens íntegros.E você, pai, segue íntegro.

Com amor, lealdade e esperança,

Carlos.

Mais um país governado por ditador amigo de Lula recua diante da pressão de Trump

JCO

O governo da Nicarágua informou que irá libertar dezenas de detentos do sistema penitenciário nacional, em um movimento que ocorre enquanto os Estados Unidos intensificam a pressão diplomática contra o regime de Daniel Ortega, amigo de Lula. 

O anúncio acontece cerca de uma semana após a prisão do ditador venezuelano Nicolás Maduro, episódio que elevou a tensão política na região.

Em comunicado oficial, o Ministério do Interior nicaraguense afirmou que “dezenas de pessoas que estavam no Sistema Penitenciário Nacional estão retornando para suas casas e famílias”, sem detalhar nomes, critérios ou prazos para as liberações.

A embaixada dos Estados Unidos na Nicarágua elogiou a decisão da Venezuela de libertar o que classificou como “prisioneiros políticos”, considerando o gesto um avanço em direção à pacificação. No entanto, a representação diplomática criticou duramente a situação nicaraguense, ressaltando que “mais de 60 pessoas permanecem injustamente detidas ou desaparecidas, incluindo pastores, trabalhadores religiosos, doentes e idosos”.

Organizações independentes de direitos humanos também acompanham o caso. Uma ONG que monitora abusos no país afirmou que ao menos 61 pessoas foram presas recentemente após celebrarem ou demonstrarem apoio, nas redes sociais, à captura de Nicolás Maduro. Segundo a entidade, as detenções ocorreram em pelo menos nove estados da Nicarágua.

A repressão promovida pelo regime de Ortega não é recente. Desde os protestos em massa de 2018, duramente reprimidos pelas forças de segurança, o governo tem intensificado ações contra opositores políticos, líderes religiosos, jornalistas e integrantes da sociedade civil considerados críticos ao poder.

Nos últimos oito anos, mais de 5 mil organizações foram fechadas no país, a maioria delas de caráter religioso ou social. Além disso, milhares de nicaraguenses foram forçados a deixar o território nacional, em meio ao avanço da perseguição política e à deterioração das liberdades civis.

Trump manda mensagem ao povo iraniano: “A ajuda está a caminho”

JCO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a suspensão de todos os diálogos com autoridades iranianas e incentivou manifestantes a assumirem o controle das instituições do país. A declaração foi feita nesta terça-feira (13) em meio a uma das maiores ondas de protestos enfrentadas pela República Islâmica desde a Revolução de 1979.

Em mensagem publicada na rede social Truth Social, Trump escreveu:

"Patriotas iranianos, CONTINUEM A PROTESTAR — TOMEM SUAS INSTITUIÇÕES!!! Guarde os nomes dos assassinos e abusadores. Eles pagarão um grande preço. Eu cancelei todas as reuniões com autoridades iranianas até que essa matança sem sentido de manifestantes ACABE. AJUDA ESTÁ A CAMINHO. MIGA!!! [Make Iran Great Again]".

A posição do presidente americano representa um endurecimento na retórica contra o regime de Teerã. O Qatar emitiu alerta sobre possíveis consequências de um confronto militar entre EUA e Irã para toda a região.

A declaração de Trump contradiz a postura expressa pelo governo iraniano na segunda-feira (12), quando autoridades persas afirmaram manter canais de comunicação abertos com os Estados Unidos. No domingo (11), o republicano havia indicado que seu país poderia se reunir com representantes iranianos e mencionou contatos com grupos de oposição.

A conta oficial do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, compartilhou nas redes sociais uma imagem mostrando Trump como um sarcófago destroçado, com a mensagem: "Ele também será derrubado".

Aproximadamente 2.000 manifestantes morreram no Irã desde 28 de dezembro, quando começaram os protestos atuais, segundo informações fornecidas por um membro do próprio regime. As autoridades iranianas atribuem a violência a grupos que classificam como terroristas.

O Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Turk, manifestou preocupação com o aumento da repressão.

"Esse ciclo de violência não pode continuar. O povo iraniano e suas demandas por justiça, igualdade e equidade precisam ser ouvidos", declarou em comunicado oficial.

Os protestos se intensificaram em diversas cidades iranianas, impulsionados pela deterioração econômica e desvalorização do rial. Comerciantes do Bazar de Teerã e outros importantes mercados do país, que historicamente apoiaram a Revolução Iraniana, agora se opõem ao regime.

Teerã acusa Israel e os Estados Unidos de instigarem os protestos. Organizações de direitos humanos informam que a repressão continua intensa, com milhares de prisões e estimativas de que as mortes já ultrapassam 6.000 pessoas.

O bloqueio da internet imposto pelas autoridades iranianas já dura mais de 108 horas, segundo a ONG Netblocks.

Ex-piloto brasileiro de Fórmula 1 arruma briga nos EUA e acaba preso

JCO

Um ex-piloto brasileiro de Fórmula 1 – Antonio Pizzonia - foi preso no Condado de Montgomery, Texas, no sábado (10). O incidente aconteceu durante a abertura do Superkarts! USA Winter Series no Speedsportz Racing Park, onde ele acompanhava seu filho, Antonio Pizzonia Neto, que estreava na categoria X30 Junior.

O piloto amazonense de 45 anos, conhecido pelo apelido de "Jungle Boy", envolveu-se em um confronto físico ao tentar intervir em uma discussão entre seu filho e o pai de outro competidor. Segundo registros policiais, Pizzonia teria agredido o outro adulto com um soco e uma "voadora".

As autoridades texanas classificaram o caso como agressão com lesão corporal (Classe A), infração que pode resultar em até um ano de prisão e multa de 4.000 dólares conforme a legislação local. Após os procedimentos de identificação na Montgomery County Jail, o brasileiro pagou fiança e foi liberado, devendo responder ao processo em liberdade.

Pizzonia construiu uma carreira notável no automobilismo antes de chegar à Fórmula 1. Ele venceu a Formula Renault Inglesa em 1999 e a Formula 3 Britânica em 2000, conquistas que abriram caminho para sua entrada na principal categoria do esporte a motor.

Na F1, o brasileiro estreou como titular pela Jaguar em 2003, mas foi substituído no meio da temporada. Posteriormente, correu pela Williams em 2004 e 2005, substituindo pilotos lesionados como Ralf Schumacher e Nick Heidfeld.

Ao longo de sua passagem pela categoria máxima do automobilismo, Pizzonia disputou 20 Grandes Prêmios e somou oito pontos. Um dos momentos marcantes de sua carreira ocorreu no GP da Itália de 2004, quando atingiu 369,9 km/h, estabelecendo na época o recorde de velocidade máxima em uma corrida de F1.

Após deixar a Fórmula 1, o piloto seguiu competindo em diversas categorias como Stock Car Brasil, Champ Car e Superleague Formula. Recentemente, Pizzonia tem obtido sucesso na BOSS GP, onde conquistou o título da classe Open em 2023 e 2024.

Irã desafia o mundo e amanhã começa a executar manifestantes

JCO

Erfan Soltani, manifestante de 26 anos preso na última quinta-feira durante protestos no Irã, será executado nesta quarta-feira (14), conforme confirmação da Organização Hengaw para os Direitos Humanos. A família do jovem foi notificada sobre a execução, mas não recebeu informações sobre quando ocorreu o julgamento ou quais acusações foram apresentadas contra ele.

Esta é a primeira execução oficial relacionada aos protestos que tomaram o país desde 28 de dezembro. As manifestações já se espalharam por mais de 100 cidades em todas as 31 províncias iranianas, resultando em centenas de mortes.

"Nunca testemunhamos um caso avançar tão rapidamente", declarou Awyar Shekhi, representante da Hengaw.
"O governo está usando todas as táticas que conhece para suprimir as pessoas e espalhar medo."

O governo iraniano implementou um bloqueio quase total da internet na quinta-feira passada, o que dificulta a comunicação e a verificação independente de informações. Mesmo com essas restrições, iranianos conseguiram contatar parentes no exterior e relatar a situação em diversas localidades.

Um morador de Rasht, cidade na costa do Mar Cáspio, disse à BBC:

"Tudo está queimado pelo fogo".

Segundo ele, a cidade ficou irreconhecível após confrontos entre manifestantes e forças de segurança.

Os dados sobre vítimas apresentam grande variação. Contagens mais conservadoras apontam cerca de 650 mortos durante os protestos. Uma fonte do governo iraniano, que falou anonimamente à Reuters nesta terça-feira (12), mencionou um total de 2 mil mortes.

A Iran Human Rights, organização sediada na Noruega, divulgou ontem estimativas mais graves. Segundo a entidade, o número de mortos pode alcançar 6 mil pessoas, com aproximadamente 10 mil manifestantes detidos. A organização trabalha para confirmar casos individuais, apesar das severas restrições de comunicação.

Imagens e vídeos que circulam nas redes sociais, apesar do bloqueio, mostram multidões nas ruas, prédios públicos em chamas e corpos em sacos mortuários do lado de fora de hospitais em diversas cidades.

As manifestações, que começaram como protestos contra problemas econômicos no final de 2025, transformaram-se em um movimento amplo de contestação ao regime teocrático estabelecido após a Revolução Islâmica de 1979. Analistas consideram esta onda de protestos um dos maiores desafios enfrentados pelo governo iraniano nas últimas décadas.

Surgem novas informações sobre o contrato milionário de Viviane Barci com o Banco Master

JCO

Um novo texto da jornalista Malu Gaspar publicado nesta terça-feira (13) no jornal O Globo, dá a entender que a advogada Viviane Barci recebia R$ 3,6 milhões por mês do Banco Master, mas não trabalhava para justificar honorários tão vultuosos.

A linha traçada reforça a desconfiança da atuação de Moraes em favor do banco.

“Apesar da previsão expressa no contrato milionário firmado pela advogada Viviane Barci de Moraes com o Banco Master, o trabalho da mulher do ministro Alexandre de Moraes é desconhecido em pelo menos três dos quatro órgãos do Executivo onde ela supostamente deveria atuar: o Banco Central, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e agora também a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN).”

E prossegue:

“Em resposta a um pedido apresentado pela equipe da coluna via Lei de Acesso à Informação, a PGFN informou que ‘não foi identificado registro de ingresso’ da advogada em suas instalações em Brasília entre janeiro de 2024 (quando o contrato dela com o Master entrou em vigor) e dezembro de 2025.
As Procuradorias Regionais da Fazenda Nacional também foram consultadas e informaram que, após consulta às suas unidades regionais, inclusive seccionais e escritórios de representações, não foi detectada nenhuma reunião, audiência e ou entrada física da Sra. Viviane Barci de Moraes, no período de 16 de janeiro de 2024 até a presente data, respondeu o órgão ao pedido da equipe do blog.”

Na sequência, a jornalista aponta a atuação direta do ministro:

“Conforme revelou o blog, Alexandre de Moraes procurou o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, pelo menos quatro vezes para fazer pressão em favor do Banco Master. Ao menos três dos contatos foram por telefone, mas pelo menos uma vez Moraes se encontrou presencialmente com Galípolo para conversar sobre os problemas do banco de Daniel Vorcaro.”

Presidente do STF se manifesta pela primeira vez sobre o “Toffolão” e comete um erro imperdoável

JCO 22/01/2026 às 21:10 O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, se manifestou sobre o caso envolvendo o minis...