ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

“O ministro é o dono do Resort”, dizem funcionários (veja o vídeo)

JCO

Diziam que o Resort Tayayá era dos irmãos do ministros Dias Toffoli, mas os funcionários do empreendimento afirmam que o dono é o próprio ministro. A revelação é de um excelente trabalho de reportagem realizado pelo site Metrópoles.

Agora tudo faz sentido: a blindagem no Banco Master, a tentativa de manter as provas lacradas no STF.

Toffoli subiu de patamar. Deixou de ser parte interessada, para ser parte envolvida no caso.

A situação do ministro Dias Tofolli, até então considerada insustentável, mudou. Agora é “inaceitável, inconcebível, absurda" para o olhar do cidadão comum, pessoa de bem, que cumpre com suas obrigações.

Veja o vídeo:

Globo reconhece que o STF está “acuado” e dá os nomes dos responsáveis (veja o vídeo)

JCO

Até a Rede Globo já reconhece a situação complicada em que se encontra o Supremo Tribunal Federal (STF). Um comentarista da emissora atribui aos ministros Alexandre de Moraes e Dias Toffoli a responsabilidade pela deterioração do tribunal, que estaria “acuado”.

“Esses dois ministros e por extensão o Supremo estão decidindo que conflito de interesses é coisa que só os outros tem. Ministro do Supremo não pode ter nunca.
Estão decidindo também que transparência é uma exigência que se faz aos outros. Não a ministros do Supremo.
No fundo eles estão dizendo que tem duas classes de cidadãos no Brasil. Os ministros do Supremo e os demais.”

Veja o vídeo:

Confesso, Lula não se emenda… (veja os vídeos)

JCO

É típico de mentiroso contumaz...

Para quem pensa que o Lula mente apenas sobre números de crianças de rua, aborto ou fome, confessadamente em vídeo, está enganado. (vídeo 1, abaixo)

O cara mente sobre tudo. Agora, sobre a história e o tempo também!

A República Dominicana não foi descoberta em 1498 como mentiu o ex-presidiário, e sim em 1492, no dia 5 de dezembro. Aliás, o primeiro assentamento europeu nas Américas, em Santo Domingo.

A Universidade a que ele se refere, na verdade era um Seminário Dominicano de 1518, e não foi fundada em 1530, e sim, em 1538 (28 de outubro), por Bula Papal - In Apostolatus Culmine (Papa Paulo III), que a elevou à condição de Universidade, e com os mesmos direitos e poderes da Universidade Espanhola de Alcalá de Henares, e posteriormente, por Decreto Real Espanhol, em 1558.

Sobre "Universidade", que é apenas um conceito acadêmico (união de várias faculdades), ela começou a ser utilizada entre 1909/1913 no Brasil, quando foi aberta a Universidade do Amazonas - antiga Escola Universitária Livre de Manaus. Em 1912, foi inaugurada a Universidade do Paraná e em seguida a Universidade do RJ em 1920.

Mas, o ensino superior no Brasil teve início entre 1553 e 1759 com o Colégio dos Jesuítas da Bahia, onde era ministrado o curso Superior de Teologia e Ciências Sagradas para formação de sacerdotes.

Em dezembro de 1792, foi instalada no Brasil a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho (Faculdade de Engenharia), primeira instituição de ensino superior técnico-científico fundada nas Américas. Instalada com a cooperação da faculdade do mesmo nome, fundada dois anos antes em Lisboa.

Após a chegada de D. João VI ao Brasil, em 22 de janeiro de 1808, foi criada a Escola de Cirurgia da Bahia, em 18 de fevereiro do mesmo ano, em Salvador, e logo em seguida, no dia 2 de abril, outro decreto criou a Escola Anatômica, Cirúrgica e Médica do Rio de Janeiro, localizada nas dependências do Hospital da Misericórdia.

Num contexto em que na mesma semana o ENAMED - Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica, 30% dos cursos de Medicina foram reprovadas no país, a retórica malandra do Lula, que sabe diferenciar Universidade de Faculdade, traduz sua pretensiosa enganação à tiracolo, trazendo o ensino como uma narrativa e pêndulo para a equidade social - neste mesmo discurso, num evento no auditório da Casa da Moeda, em 16 de janeiro último, ele diz que para a “elite”, o pobre não precisa estudar, que pobre é feito para trabalhar. Esquece o falastrão, que o que interessa é que o ensino é a base e finalidade em qualquer das duas instituições (vez que uma é o conjunto da outra).

Mas como bem disse o radialista Márcio Motta, o brasileiro, brasileiro mesmo, só passou a existir após a independência do Brasil em 1822. Antes, eram portugueses da América.

Mais a respeito, nas palavras do Márcio Motta (vídeo 2, abaixo).

Vai mentir assim lá na casa do chapéu!

Vídeo 1 -

Vídeo 2 -

Alexandre Siqueira

Jornalista independente - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite:
  http://livrariafactus.com.br

Defesa de Vorcaro racha e cresce a possibilidade de delação

JCO

O advogado Walfrido Warde informou nesta quinta-feira (21) que deixará a equipe de defesa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

A decisão de Warde ocorre em meio à possibilidade de acordo de colaboração premiada envolvendo Vorcaro, proposta à qual o advogado se declara contrário.

Na semana passada, Vorcaro foi alvo da segunda fase da Operação Complicance Zero, que investiga um suposto esquema de fraudes financeiras ligadas ao Banco Master, e afirmou ter “interesse no esclarecimento completo dos fatos e no encerramento célere do inquérito”.

Cunhado de Vorcaro deu apartamento de luxo, avaliado em R$ 2,6 milhões, para nutricionista

JCO

Um apartamento avaliado em R$ 2,6 milhões, localizado em uma das áreas mais nobres de São Paulo, foi doado pelo pastor e empresário Fabiano Zettel, cunhado do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, à nutricionista Gabriela Amaral Rocha, sob a justificativa de que o imóvel faria parte de um investimento empresarial.

A operação, revelada nesta quarta (21) pela Folha de S. Paulo, ocorreu em novembro de 2024 e ocorreu apenas dias antes de uma outra doação imobiliária ligada à família, quando a empresa Super Empreendimentos repassou um apartamento de R$ 4,4 milhões a Karolina Trainotti, nome citado em investigação policial sobre tráfico internacional de drogas em 2022.

Gabriela afirmou que a transferência do apartamento foi parte de um investimento de Zettel em sua empresa de marmitas saudáveis, a Feed Me Up. Segundo ela, o imóvel teria sido utilizado como forma de aporte financeiro no negócio. A planta tem 94 metros quadrados de área privativa e fica na alameda Franca, no bairro dos Jardins, região de alto padrão da capital paulista.

De acordo com a apuração da Folha de S. Paulo, dados da Receita Federal e da Junta Comercial do estado não apontam a realização desse investimento como descrito por Gabriela. A Feed Me Up foi criada em abril de 2023 com capital social de R$ 10 mil, e a nutricionista aparece formalmente na sociedade apenas a partir de dezembro de 2024, com uma participação de apenas R$ 2 mil.

O registro definitivo da entrada dela como sócia na Jucesp ocorreu apenas em março de 2025, meses depois da doação do apartamento. Ainda assim, em nota, Gabriela declarou ser “nutricionista, empreendedora e sócia da Feed Me Up”, afirmando que a empresa atua de forma “lícita e transparente”.

Em declaração anterior à reportagem, feita por videochamada, ela disse que a empresa teria decretado falência em novembro de 2025. Dados oficiais da Receita Federal, porém, indicam que a empresa segue em atividade.

“Em 2024, houve investimento na Feed Me Up por parte do sr. Fabiano Zettel, realizado de maneira formal e regular”, disse Gabriela em uma nova nota citando que o aporte de Zettel teria ocorrido por meio da aquisição de 20% das cotas sociais via um fundo de investimento, com a transferência do apartamento como parte do acordo.

A nota também sustenta que “os fatos ocorreram antes de qualquer notícia pública ou investigação conhecida envolvendo o referido investidor”.

Na mesma nota, Gabriela declara que “não é investigada, não possui vínculo com o Banco Master e não teve qualquer participação ou conhecimento acerca dos fatos atualmente apurados”.

STF: “Aos amigos e parentes, tudo; aos inimigos, a força da perseguição por meio da interpretação da lei”

JCO

“Aos amigos, tudo; aos inimigos, a força da lei.” Esta frase, de conhecimento geral — atribuída por alguns a Nicolau Maquiavel e, por outros, a Getúlio Vargas — parece ter reverberado, com especial eficácia, nos meandros do Supremo Tribunal Federal.

Determinadas decisões do egrégio STF parecem ter transformado a célebre frase em um verdadeiro mantra para alguns de seus membros, com o adendo de que utilizam a força da lei, por meio de interpretações heterodoxas, não para a correta aplicação da almejada justiça, mas para perseguir seus desafetos.

A imparcialidade do magistrado, princípio fundamental do Estado Democrático de Direito, garante aos cidadãos que o julgador atue com neutralidade e isenção, mantendo a necessária equidistância das partes, exercendo seu mister sem favorecer ou prejudicar qualquer dos litigantes.

No mesmo diapasão, visando assegurar essa imparcialidade, a legislação prevê hipóteses de impedimento e suspeição do magistrado, como, por exemplo, quando o julgador, seu cônjuge ou parentes figuram como parte no processo, ou quando possui interesse no deslinde da causa.

Ao que parece, a legislação posta não alcança os ministros da nossa Suprema Corte, como se suas normas tivessem eficácia apenas para os magistrados das instâncias inferiores.

Recentemente, verdadeiro ou não, um ex-assessor do ministro Moraes, Eduardo Tagliaferro, denunciou supostos abusos cometidos pelo magistrado quando à frente do Tribunal Superior Eleitoral. Em razão dessas denúncias, a PGR quedou-se silente e, pasmem, o delator acabou denunciado, entre outros crimes, por “abolição violenta do Estado Democrático de Direito”.

Como se não bastasse, o ministro alvo das acusações — verdadeiras ou não — tornou-se relator da ação penal contra seu ex-assessor, o que, a meu ver, compromete, ao menos aos olhos dos jurisdicionados e da legislação vigente, a imparcialidade do julgador, que figura, frise-se, como alvo direto das denúncias do réu.

O advogado de Tagliaferro, Dr. Paulo Faria, ao requerer a suspeição do relator, ministro Moraes, afirmou expressamente:

“O fato de ser denunciado, vítima e juiz, simultaneamente, já é mais que suficiente para se ter o mínimo de vergonha e se declarar suspeito, transferindo o acervo a outro ministro.”

Paralelamente, com o escândalo envolvendo o Banco Master (Daniel Vorcaro), surgiram novos questionamentos a respeito da imparcialidade e do impedimento de ministros do STF.

Segundo noticiado pela imprensa, o escritório da esposa do ministro Alexandre de Moraes teria firmado contrato de honorários advocatícios — jamais visto — no estratosférico valor de 129 milhões de reais com o Banco Master, apesar de apurada atuação ínfima nos processos judiciais.

Ao tomar conhecimento de supostos vazamentos do COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) e da Receita Federal envolvendo sigilos fiscais de integrantes do STF, o ministro Moraes, de ofício — ou seja, sem autorização ou provocação da autoridade competente (Polícia Federal ou Ministério Público) — instaurou inquérito criminal, passando, inclusive, a figurar como seu relator, lançando uma pá de cal sobre o devido processo legal.

Tal atitude, por si só, coloca em xeque sua imparcialidade para conduzir o caso, sobretudo porque o STF não seria o foro competente para a tramitação de tal inquérito, tampouco poderia este ser instaurado de ofício.

Segundo o professor de Direito Penal da USP, Dr. Gustavo Badaró, “há um problema de aparência de imparcialidade”, prosseguindo:

“A determinação de instauração de inquérito policial, de ofício, é incompatível com o sistema acusatório. Nesse sistema, para preservar a imparcialidade, cabe ao juiz julgar, e somente julgar. Não cabe ao juiz requisitar a instauração de inquérito policial, assim como não lhe cabe oferecer denúncia.”

Surgem, na mesma toada, questionamentos quanto à imparcialidade e ao impedimento do relator do inquérito envolvendo o Banco Master, ministro Dias Toffoli.

Inicialmente, por ter avocado o processo que tramitava em primeira instância, a pedido da defesa do proprietário do banco, determinando, de forma estranha, a imposição de sigilo absoluto sobre o inquérito e seu trâmite processual. Posteriormente, por determinar, logo no início da colheita probatória, a realização de acareações entre o diretor do Banco Central e investigados, além de selecionar peritos da Polícia Federal para atuarem no caso.

Agora surge novo fato, que veio a público, mas que, ao que tudo indica, já era de conhecimento do ministro Toffoli: o envolvimento de parentes seus que mantiveram vínculo comercial com fundo de investimento ligado ao Banco Master, o qual adquiriu o Resort Tayayá, de propriedade de seus irmãos e primos.

E mais: segundo noticiado pela CNN Brasil, “o ministro Dias Toffoli passou o réveillon no Resort Tayayá, justamente quando conduziu, por telefone, uma acareação e depoimentos de Daniel Vorcaro e outros envolvidos no caso, no dia 30 de dezembro”.

Ao que tudo indica, o mantra de alguns membros do STF passou a ser:

“Aos amigos e parentes, tudo; aos inimigos, a força da perseguição por meio da interpretação da lei.”

Tenho dito!

Bady Elias Curi . Advogado fundador do Esc. Bady Curi Advocacia Empresarial, Prof. Mestre de Direito, ex-juiz do TRE/MG, escritor.

O CONVITE DA DEPUTADA ESTADUAL GRACINHA MÃO SANTA.



A deputada estadual Gracinha Mão Santa convida você, sua família e amigos para o Festival de Verão de Parnaíba 2026, nos dias 23 e 24 de janeiro, na Arena Aeroporto. Agora reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Piauí, o festival fortalece o turismo, movimenta a economia e gera emprego e renda para a região. Não fique de fora! Esperamos você. Parnaíba cresce, o Piauí ganha!

GRACINHA É GRACINHA

  Lei nº 8.741/25, de autoria da Deputada Estadual Gracinha Mão Santa, torna o Festival de Verão Patrimônio Cultural Imaterial do Estado do ...