ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

Moraes manda prender mais um

JCO


O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quarta-feira, 4, a prisão novamente do cacique Serere. A decisão foi tomada após a constatação de um suposto descumprimento das medidas cautelares impostas ao indígena, que atualmente está localizado no Estado de Mato Grosso.

Segundo informações oficiais, Serere deixou de manter contato com a Central de Monitoramento Eletrônico por um período superior a 48 horas. Além disso, ele não teria atendido às convocações para inspeção ou eventual substituição do equipamento de monitoramento, conforme apontou a Secretaria de Administração Penitenciária estadual.

O órgão responsável informou que diversas tentativas de contato foram realizadas sem êxito. De acordo com o gabinete do ministro, “a secretaria acrescentou que foram realizadas diversas tentativas de contato telefônico e, considerando que o dispositivo permaneceu sem comunicação desde 11/11/2025, não havia possibilidade de assegurar que o equipamento eletrônico permanecia instalado no tornozelo do monitorado”.

O histórico do caso mostra que esta não é a primeira vez que o cacique é alvo de ordem de prisão. Em dezembro de 2022, ele foi detido em Brasília, após suposta participação em atos de violência registrados no dia 12 daquele mês. Já em dezembro de 2024, voltou a ser preso, dessa vez em território argentino.

O novo pesadelo para Lula em pleno ano eleitoral (veja o vídeo)

JCO

A articulação para a abertura da CPMI do Banco Master ganhou um novo patamar ontem no Congresso Nacional. O que antes era tratado como uma movimentação de bastidores passou a se transformar em fato político concreto: 280 parlamentares assinaram o requerimento, número suficiente para demonstrar que o tema deixou de ser restrito à oposição e passou a envolver diferentes correntes dentro da própria base.

Esse volume de assinaturas não é apenas um dado regimental. É um termômetro político.

Quando deputados e senadores de diversos espectros aderem a uma CPMI, o recado é claro: o assunto tem potencial de desgaste institucional e repercussão pública relevante. E é exatamente isso que começa a se desenhar em Brasília.

A eventual instalação da comissão coloca o governo de Lula diante de um cenário delicado em pleno ano eleitoral.

CPMIs não são apenas instrumentos de investigação. Elas funcionam como palcos permanentes de exposição política, com depoimentos televisionados, convocações, vazamentos, disputas narrativas e cobertura diária da imprensa. Mesmo quando não produzem consequências jurídicas imediatas, produzem algo igualmente sensível: desgaste de imagem contínuo.

E esse desgaste acontece no pior momento possível para qualquer governo: quando o debate público já começa a se deslocar para o ambiente eleitoral.

A cada sessão, a cada requerimento aprovado, a cada depoimento, o tema sai das páginas técnicas e vai para o centro da opinião pública. O foco deixa de ser apenas a investigação e passa a ser a associação política que se constrói ao longo das semanas.

Historicamente, CPMIs em anos pré-eleitorais têm um efeito previsível: contaminam o debate político e forçam o governo a dividir energia entre governar, se defender e administrar a narrativa.

Isso altera prioridades, trava agendas e muda o clima dentro do Congresso.

Com 280 assinaturas consolidadas, a leitura em Brasília é direta: há massa crítica suficiente para que a comissão não seja apenas protocolar, mas sim ativa, barulhenta e permanente no noticiário.

E é justamente isso que amplia o potencial de desgaste para o Planalto.

Em ano eleitoral, tempo de exposição negativa vale mais do que qualquer resultado formal da investigação. O simples fato de o tema permanecer em pauta por semanas ou meses já cria um ambiente adverso para o governo.

A CPMI do Banco Master, portanto, deixa de ser apenas uma iniciativa parlamentar e passa a ser um fator político relevante no cenário eleitoral de 2026.

Veja o vídeo:

da Redação

Governador é agora formalmente investigado pelo caso Master

JCO

Já está no Superior Tribunal de Justiça (STJ) um procedimento citando o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, em diferentes negócios nebulosos, como atos do mandatário no Banco Regional de Brasília e indícios de seu envolvimento com o Banco Master.

O caso foi distribuído por sorteio para a ministra Isabel Gallotti. O material foi enviado para análise da PGR, que deve indicar diligências.

O governador do Distrito Federal está no centro do escândalo que envolve o uso de prestígio político por parte do banqueiro Daniel Vorcaro para consumar uma operação com prejuízos bilionários aos cofres do BRB.

Ibaneis nega relações com o caso Master, mas foi citado em depoimento pelo próprio Vorcaro como interlocutor no negócio.

Finalmente, o Congresso fez a sua parte, agora é esperar por Alcolumbre

JCO

O pedido de CPMI do Banco Master foi protocolado com um feito inédito: 42 senadores e 238 deputados federais assinaram o requerimento. São 280 parlamentares exigindo investigação.

Um recorde que mostra a força do Parlamento e a indignação da sociedade diante de mais um escândalo que não pode ser varrido para debaixo do tapete.

O deputado Carlos Jordy, autor do requerimento, celebrou:

“Alcançamos um recorde histórico de assinaturas para a instalação de uma CPMI. Isso mostra que o Parlamento brasileiro está atento e comprometido em investigar esse escândalo que causa indignação na população. Não podemos permitir que fatos dessa dimensão fiquem sem resposta. A sociedade exige transparência e nós vamos entregá-la.”

O PESO DA DECISÃO

Agora, o destino da CPMI está nas mãos do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. E é aqui que mora o perigo.

Alcolumbre tem histórico de sentar em cima de pedidos — inclusive de impeachment — deixando-os mofar em gavetas enquanto o país clama por respostas.

A pergunta que ecoa é simples: será que este pedido, mesmo com recorde de apoio, vai virar mais um papel esquecido sob o peso da inércia?

A INEFICIÊNCIA QUE CORRÓI

O Congresso fez sua parte. Deputados e senadores mostraram que estão atentos e dispostos a investigar. Mas de nada adianta se o Senado se transforma em um cemitério de requerimentos.

A ineficiência de Alcolumbre não é apenas burocrática — é política, é institucional, é um ataque silencioso à democracia.

Cada pedido ignorado é um tapa na cara da sociedade. Cada protocolo engavetado é uma negação da transparência. Cada silêncio é cúmplice da impunidade.

A HORA DA VERDADE

O Brasil não pode ser refém da paralisia de um homem. O Senado não é propriedade privada de seu presidente. O recorde de assinaturas não pode virar estatística inútil.

Se Alcolumbre repetir o roteiro da omissão, estará rasgando o compromisso com a democracia e mostrando que, no Brasil, até recordes históricos podem ser enterrados pela inércia de quem deveria servir ao povo.

O Congresso fez a sua parte. Agora é esperar para ver se Alcolumbre vai honrar o cargo ou se vai, mais uma vez, sentar em cima da vontade popular. Se repetir a omissão, será cúmplice da impunidade.

O Brasil não precisa de gavetas cheias, precisa de respostas.

Jayme Rizolli

Jornalista.

PARNAÍBA, O PIAUÍ PERDEM UMA GRANDE MULHER. FALECEU A PROFESSORA VÂNGELA MARQUES LIBERATO

Parnaíba e todo o Piauí amanheceram mais tristes com a notícia do falecimento da professora Vângela Marques Liberato, uma mulher de coração generoso, dedicada à educação e ao cuidado com o próximo. Sua trajetória foi marcada pelo compromisso, pela sabedoria e pelo amor em ensinar, deixando marcas eternas na vida de inúmeros alunos, colegas e amigos.

Professora Vângela foi mais que educadora, foi exemplo de força, caráter e humanidade. Sua partida deixa uma imensa saudade, mas também um legado de respeito, conhecimento e dedicação que jamais será esquecido.

Que Deus a receba em seus braços e conforte o coração de todos os familiares e amigos neste momento de dor.

Vá com Deus, grande mulher. Sua luz continuará viva em nossas memórias.

O corpo da professora será velado na Rua Oeiras, 760 - Nova Parnaíba. O sepultamento será amanhã - hrs

Magistrados descobrem que presidente de TJ transferiu R$ 3 bilhões do BB para banco na mira da PF e o clima esquenta

JCO

Os desembargadores do Tribunal de Justiça do Maranhão descobriram que o presidente da Corte, Froz Sobrinho, transferiu R$ 2,8 bilhões em depósitos judiciais para o Banco de Brasília (BRB). Os recursos estavam anteriormente aplicados no Banco do Brasil e a movimentação foi realizada sem consulta prévia ao colegiado de magistrados.

Segundo informações apresentadas pelo próprio presidente do TJ, a transferência elevou o rendimento mensal dos valores de aproximadamente R$ 3 milhões, quando estavam no Banco do Brasil, para R$ 15 milhões após a migração para o BRB.

A situação gerou preocupação entre os desembargadores, principalmente porque o BRB está sendo investigado pela Polícia Federal após realizar investimentos no Banco Master e tentar adquirir a instituição. O Banco Central liquidou o Master posteriormente devido a fraudes bancárias identificadas em suas operações.

No dia 28 de janeiro, o presidente do TJ organizou uma reunião com os demais desembargadores para explicar a aplicação financeira e compartilhar a responsabilidade pela mudança. O encontro resultou em debate entre os magistrados.

Durante a sessão, o desembargador Paulo Sérgio Velten Pereira interrompeu a apresentação e questionou a legitimidade da convocação.

"Com todo respeito, considero indevida essa convocação no tribunal para tratar desse tema agora, porque a decisão dessa migração foi exclusiva de Vossa Excelência. Ela não foi submetida ao colegiado. Não me sinto responsável por essa decisão. Foi uma decisão gravíssima e agora vamos dividir a responsabilidade?", declarou Pereira.

O presidente do TJ respondeu:

"Não é gravíssima, não. Estou convidando, não convocando". Pereira então afirmou: "Eu estou fora, já aviso que estou fora".

Froz Sobrinho reafirmou que assumiu pessoalmente a responsabilidade pela aplicação financeira. Ele justificou a decisão mencionando a necessidade de maior rentabilidade para cumprir obrigações financeiras da instituição, incluindo o pagamento de indenizações a juízes, desembargadores e servidores do tribunal.

O presidente do TJ-MA mencionou que outros tribunais que transferiram recursos para o BRB estariam satisfeitos com os resultados. "O risco foi meu e sou eu quem vai prestar contas", afirmou.

A reportagem tentou obter esclarecimentos do presidente do TJ sobre a possibilidade de os recursos terem sido direcionados para fundos do Banco Master, mas não obteve resposta quanto a este questionamento específico.

Veja o vídeo:

Mais um petista inventa "desculpa esfarrapada" e anuncia que vai deixar o ministério de Lula

JCO

A debandada continua no decadente governo Lula. Nesta terça-feira (3) foi a vez do ministro da educação, Camilo Santana, anunciar que vai deixar o governo em abril.

Para tanto, alegou que pretende se dedicar integralmente na campanha de reeleição do governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT).

"Eu não serei candidato a governador, essa é a minha decisão. Trabalharei muito para que o projeto no Ceará não sofra descontinuidade e para garantirmos a reeleição do governador Elmano. Voltarei ao Senado para ajudar o presidente Lula e estarei mais presente no meu estado e na região Nordeste, onde tenho uma relação muito boa com os governadores".

O candidato petista no Ceará está atrás na corrida eleitoral. Quem lidera é Ciro Gomes.

Fluminense goleia Parnahyba e garante vaga nas semis; Tubarão é rebaixado

Cidade Verde Por Iamercia Rocha 18/02/2026 17h50        Imprimir 1 2 Previous Next Fluminense-PI x Parnahyba - 7ª rodada Piauiense 2026 Rena...