ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Fachin corre o sério risco de cometer mais uma atroz ilegalidade e afundar ainda mais o STF

 JCO

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) está considerando abrir um inquérito para apurar a suposta gravação clandestina da reunião entre os ministros do STF na quinta-feira (12), que decidiu pelo afastamento de Dias Toffoli da relatoria do caso Master na Corte.

Ele considera que se trata de ameaça à segurança do tribunal. Assim Fachin pensa em usar o mesmo artifício usado por Toffoli para abrir o inquérito das fake news, ou seja, de ofício, por iniciativa própria.

Fica a questão: Fachin pode abrir inquérito para apurar a gravação clandestina da reunião com os ministros?

A juíza exilada Ludmila Lins Grilo, profunda conhecedora do direito, fez uma breve análise da questão. Confira:

“O artigo 43 do Regimento Interno do STF, usado por Toffoli pra abrir o inquérito do fim do mundo, diz que ‘ocorrendo infração à lei penal na sede ou dependência do Tribunal, o
Presidente instaurará inquérito, se envolver autoridade ou pessoa sujeita à sua jurisdição, ou delegará esta atribuição a outro Ministro’.
Toffoli nunca poderia ter aberto inquérito com base nesse artigo, porque os atos que ele queria perseguir não foram praticados nas dependências do tribunal. Já a tal da gravação clandestina, sim, pode ter ocorrido lá dentro (digo “pode” porque havia participantes online).
Agora, temos que partir para uma segunda análise: para haver inquérito, o ato tem que ser criminoso. Qual seria o delito cometido por quem gravou e vazou a reunião?
No Brasil, não é crime gravar conversa da qual se participa, seja presencial ou remotamente. A jurisprudência admite esse tipo de gravação, inclusive, para fazer prova em processos judiciais.
Então, se a gravação, em si, não é um crime, temos agora que analisar se a divulgação seria. Se houver um dever de sigilo funcional, o agente incorre no artigo 325 do Código Penal (aquele mesmo que estão imputando ao Tagliaferro).
Entretanto, esse também não é o caso. O fato de os ministros desejarem o segredinho de uma reunião não significa sigilo funcional no sentido jurídico do termo.
E vou além: mesmo se estivéssemos tratando de algo realmente sigiloso, acaso a conversa fosse gravada para registrar crimes (que podem mesmo ter sido cometidos ali), quem gravou estará acobertado por uma excludente de ilicitude, ocupando a posição de whistleblower (denunciante).
Portanto, não há crime a justificar a aplicação do artigo 43 do Regimento Interno, além do fato de que, datando este de 1980, não foi recepcionado pela atual CF/88, que prevê a titularidade do MP. O atual CPP, em seu art. 3°-A (incluído em 2019), menciona expressamente o sistema acusatório, o que é mais um argumento para não se reconhecer a possibilidade de instauração de inquéritos pelo STF.
É claro que seria engraçado pra caramba ver ministro do STF sendo investigado em inquérito instaurado de ofício com base no mesmo fundamento, mas Fachin, tecnicamente, incorreria em abuso de autoridade, como Toffoli e Moraes.”

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

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A República precisa ser reconstruída e o 1º passo não é o impeachment de Toffoli

JCO

Com as revelações das últimas horas, ficou IMPOSSÍVEL negar que tudo que foi feito pelo Supremo nos últimos anos, especialmente a partir da abertura do Ato Institucional chamado "Inquérito das Fake News", foi uma operação para BLINDAR os próprios ministros, censurando e perseguindo qualquer opositor.

Logo, o primeiro passo para buscarmos a reconstrução da República é a ANULAÇÃO de todos esses atos inconstitucionais e a LIBERTAÇÃO dos presos políticos.

Leandro Ruschel.

CPI do Crime Organizado agora mira Toffoli e Moraes após revelações sobre transações com o Banco Master

JCO

A Comissão Parlamentar de Inquérito do Crime Organizado no Senado redirecionou suas investigações para incluir os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após o surgimento de mensagens que indicam possíveis transferências financeiras entre Daniel Vorcaro, ex-CEO do Banco Master e os ministros. Na quinta-feira (12), o colegiado incluiu na pauta uma série de requerimentos voltados à investigação de pessoas ligadas aos dois magistrados.

A agenda prevista para 25 de fevereiro contempla a análise de 47 pedidos diferentes. Entre as solicitações estão convites para que Alexandre de Moraes preste depoimento, além de requerimentos envolvendo Dias Toffoli e familiares. A comissão planeja ouvir os irmãos do ministro Toffoli, José Eugênio e José Carlos Dias Toffoli.

Os parlamentares também pretendem convidar ou convocar Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Moraes. Um dos pontos de interesse da investigação é o contrato de R$ 129 milhões que Viviane firmou com o Banco Master, transação que agora está sob análise da CPI.

A alteração no foco investigativo aconteceu logo após a divulgação das mensagens. Até o dia anterior, o senador Fabiano Contarato (PT/ES), que preside a CPI, não havia comentado com outros membros sobre a possibilidade de convocar ministros do STF, nem sinalizado que adotaria tal direcionamento.

A nova linha de investigação também alcança pessoas ligadas ao governo federal. Os requerimentos incluem pedidos para convocar Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master, apontado como próximo do ministro Rui Costa, da Casa Civil, e do senador Jaques Wagner, líder do governo no Senado. Há ainda solicitação específica para convidar o próprio ministro Rui Costa a prestar esclarecimentos à comissão.

O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega, que trabalhou como consultor do Banco Master, também poderá ser chamado a depor. A CPI deve ainda avaliar a convocação do próprio Daniel Vorcaro e de seu cunhado, Fabiano Zettel, mencionado nas mensagens discutindo pagamentos relacionados ao caso sob investigação.

Toffoli é indefensável — mas o alvo é o tribunal que julgou o golpe

Brasil247
Toffoli é indefensável — mas o alvo é o tribunal que julgou o golpe

O pedido formal da Polícia Federal para que o ministro Dias Toffoli seja considerado suspeito no caso Master marca um ponto de inflexão na crise que envolve o Supremo Tribunal Federal. Não se trata mais de rumor de bastidor, especulação jornalística ou pressão política difusa. Trata-se de um movimento institucional concreto: a própria PF levantando dúvidas sobre a imparcialidade de um integrante da mais alta Corte do país. 

Quando isso acontece, a crise deixa de ser apenas individual e passa a ser institucional. O problema já não é apenas o ministro, mas a credibilidade do tribunal como um todo. E é nesse ponto que a situação de Toffoli se torna, do ponto de vista político-institucional, indefensável. ..

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Transparência Internacional volta a 2023 e faz contundente relato sobre a conduta de Toffoli

JCO

A Transparência Internacional acaba de publicar o seguinte relato sobre a execrável conduta do ministro Dias Toffoli. Confira:

Em 2023, Toffoli anulou, sozinho, todas as provas do acordo de leniência da Odebrecht. Ele incluiu na fundamentação de sua decisão um parecer do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Internacional, à época subordinado a Augusto de Arruda Botelho, então secretário nacional de justiça.
O parecer dizia que não havia registro do pedido de cooperação do MPF à Suíça, requisito legal para uso das provas. ANPR e PGR, contudo, comprovaram, em seus recursos, que havia sim o pedido formal. O DRCI admitiu a existência e finalmente encontrou o registro.
Apesar disso, os recursos jamais foram sequer analisados, permitindo que centenas de corruptos, inclusive confessos, fossem beneficiados no Brasil e em vários outros países. Botelho havia sido advogado da Odebrecht e, recentemente, já como advogado do diretor de compliance do Master (alvo da Operação Compliance Zero), viajou em jato particular com o min. Toffoli, relator do caso.
Em outubro de 2023, a Transparência Internacional (TI) denunciou a decisão infundada de Toffoli ao Grupo de Trabalho da OCDE (WGB/OECD). O órgão inseriu o caso no topo da lista de verificações sobre o Brasil, na revisão que estava realizando sobre o cumprimento de sua Convenção contra o Suborno Transnacional. Em março, o Brasil terá que apresentar explicações e atualizações à OCDE sobre a anulação das provas da Odebrecht, que configura violação gravíssima às obrigações assumidas pelo país junto à convenção da OCDE.
Apenas três meses depois, publicamos, junto com o Índice de Percepção da Corrupção (IPC) de 2023, um relatório que destacava criticamente a atuação de Toffoli no caso da Odebrecht. Dois dias depois, o ministro determinou abertura de investigação contra a TI.
Apesar da PGR ter promovido o arquivamento do inquérito por total falta de provas e de competência de Toffoli, o ministro ignorou a posição da PGR e mantém aberto o inquérito até hoje. O caso já foi citado duas vezes pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da OEA como tentativa de criminalização da Transparência Internacional.
Agora, junto ao IPC 2025 recém-lançado, reiteramos nossas denúncias e recomendamos que Toffoli seja afastado e investigado.
O Brasil e a comunidade internacional precisam acompanhar com máxima atenção este caso. A corrupção do Judiciário impede o desenvolvimento socialmente justo e é devastadora para os direitos humanos, a segurança pública e a democracia.
A luta contra a corrupção não é um fim em si mesma, é uma luta por direitos.

“Showzinho” de Moraes no STF é finalmente esclarecido

JCO

Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes sustentou no Supremo Tribunal Federal (STF) que ministros da Corte podem ser sócios de empresas. Para o advogado Jeffrey Chiquini tudo não passou de um “showzinho”, pois ele já sabia o que estava prestes a ser revelado. Confira:

“Entenderam por que Moraes deu um showzinho semana passada no STF, dizendo que ministros podem ser sócios de empresas?
Já estavam preparando terreno para justificar a ‘sociedade’ de Toffoli com o investigado do caso do qual ele é relator. Tudo calculado.
E pensar que essa gente condenou inocentes como golpistas. Quanta podridão.”

Vaza a reação dentro do Planalto com o rebaixamento da escola que homenageou Lula

JCO 19/02/2026 às 20:17 O rebaixamento da Acadêmicos de Niterói no carnaval do Rio acabou repercutindo também dentro do governo federal. Nos...