ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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segunda-feira, 2 de março de 2026

Mais um tirano varrido da face da Terra

JCO

Ali Khamenei, foi um religioso fanático, cruel, monstruoso que regeu a ditadura teocrática (talvez o pior tipo de ditadura, depois da ditadura judicial!) do Irã, com um propósito prioritário: varrer da face da Terra o Estado de Israel.

A eliminação do Estado de Israel (“From the river to the sea”) é considerado pelos fanáticos muçulmanos, como passo inicial para eliminação dos judeus do mundo.

Mas não só dos Judeus! Segundo sentença feita por Mohamad (Maomé), já no leito de morte:

“Não poderá existir no mundo outra religião além do Islã”.

E este obsceno e monstruoso criador do islamismo, Mohamad, segundo diferentes fontes, teve entre 13 e 19 esposas, quase todas, menos a primeira, objeto de contratos de paz e submissão que impunha às várias comunidades conquistadas sob golpe de espada. Uma dessas esposas negociadas após vitória em batalha, foi Aisha bint Abi Bakr, conhecida simplesmente como Aixa. Aixa casou-se com Muhammad aos 6 ou 7 anos e consumou o matrimônio aos 9 anos!

Nove anos! Uma criança levada compulsoriamente à cama de um lascivo monstro que, na época, já ultrapassara os cinquenta anos! Foi este ser cruel  que, no leito de morte, lançou uma maldição aos judeus e cristãos e exigiu que fossem todos eliminados da face da Terra.

Nem todo o islâmico é violento, é verdade. Mas, Islã quer dizer obediência total, cega, absoluta e inquestionável. Um fiel muçulmano é proibido de questionar os ensinamentos que recebem dos clérigos, porque estes são a boca de Allah (Deus). Questioná-los é crime enquadrado na Sharia, a lei penal muçulmana.

Sim, o Islã não é apenas uma doutrina de fé, mas um sistema de vida completo e imutável no tempo: inclusive a lei penal Sharia.

Mesmo não sendo violento, é dever inquestionável de todo muçulmano trabalhar para a realização do comando de Muhammad: a destruição de todas as demais religiões. E isto eles cumprem cegamente de a partir de dentro dos países ocidentais que os recebem. Jamais se integram aos valores da sociedade que os recebeu.

Aliás, segundo Muhammad (ou Mohamed), os não muçulmanos são Kafirs, um termo árabe que significa incrédulo, ou infiel ou ainda "aquele que esconde/nega a verdade" no contexto islâmico. Dizem ser o termo mais pejorativo da língua árabe. Kafirs são, para os islâmicos radicais, pessoas dispensáveis de viver.

A taxa de natalidade dos muçulmanos em países ocidentais é da ordem de sete filhos por família, enquanto que, para os ocidentais esta taxa média é de apenas 1.5 filhos por família. O objetivo é a islamização das sociedades ocidentais pelo número. Mas não só pelo número!

Os muçulmanos, vivendo em países ocidentais, criam instituições que procuram alterar a vida da nação que os hospedou. Executam uma espécie de ‘gramscismo’ muçulmano. Em alguns bairros de Londres a lei penal vigente, de forma irregular, ao lado a lei britânica, já é a Sharia.

Os islâmicos no Reino Unido são tão ousados que criaram uma tal ‘República do Islã’, que já tem até membros no Parlamento. Uma República dentro de uma Monarquia: haja atrevimento! Uma das campanhas que fazem, no Parlamento britânico, é para que a Sharia seja a única lei penal aplicável a muçulmanos. Haja atrevimento, de novo!

Realmente, a imigração muçulmana, por não se integrar a sociedade que a recebe e pelos objetivos que persegue ao seguirem as ordens de Muhammad, é absolutamente inconveniente e deve ser reprimida. Trata-se, aqui, não de preconceito, mas de autopreservação da cultura e dos valores democráticos ocidentais.

Ali Khamenei era um fiel representante de Muhammad. Fanático, cruel, assassino, perseguidor dos objetivos de destruição dos judeus e dos valores democráticos ocidentais. Em boa hora foi eliminado pelo bombardeio de Israel. Mas a infraestrutura do monstruoso sistema da ditadura teocrática dos Aiatolás (Aiatolá, significa, imaginem: “Sinal de Deus”) permanece intocável. Espero que as potências ocidentais (Estados Unidos, Israel, ...) não descansem enquanto a infraestrutura do mal, que submete o povo do Irã, não for desmontada para sempre.

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado

A Democracia Relativa do PT e a CPI do INSS

JCO

Ao defender a eleição — fraudada ou, ao menos, desprovida de transparência — de Nicolás Maduro na Venezuela, o Presidente Lula, maior líder do Partido dos Trabalhadores, afirmou, naquela ocasião, em entrevista à Rádio Gaúcha, que as acusações de que a Venezuela seria uma ditadura constituíam uma “narrativa” e que “o conceito de democracia é relativo”.

Ao que tudo indica, as palavras do líder do PT parecem ter se tornado um mantra para seus asseclas.

Não é preciso relembrar todos os escândalos de corrupção e desvios de verbas públicas que assolaram o país durante os governos anteriores do Presidente Lula, até porque os escândalos atuais já são mais do que suficientes para provocar a indignação da população em geral.

Recentemente, o Congresso Nacional instituiu uma CPMI, presidida pelo Senador Carlos Viana e tendo como relator o Deputado Alfredo Gaspar, que, com altivez, independência e lhaneza, apura o denominado escândalo do INSS.

Segundo as investigações da Polícia Federal e, agora, da CPMI, havia um esquema de fraudes no Instituto Nacional do Seguro Social, por meio do qual eram descontados de aposentados e pensionistas valores de seus parcos vencimentos, como se tivessem se tornado membros de associações das quais não faziam parte e às quais jamais autorizaram filiação.

Os descontos indevidos (fraudulentos), promovidos por essa organização criminosa à revelia de pensionistas e aposentados, alcançam a estratosférica quantia de mais de 6 bilhões de reais.

Importante destacar que, pelo que se tem noticiado, a fraude já está comprovada; agora, a CPI e o inquérito judicial pretendem desvendar quem são as pessoas nela envolvidas.

Ocorre que, todas as vezes em que as investigações alcançam pessoas ligadas ao Governo Lula, a base governista na CPMI impede a convocação desses indivíduos, o que deixa transparecer uma investigação seletiva.

Isso ocorreu com a rejeição da convocação do irmão do Presidente Lula, conhecido como “Frei Chico”, que ocupava o cargo de vice-presidente do Sindicato Nacional dos Aposentados, Pensionistas e Idosos da Força Sindical (Sindnapi), entidade envolvida na fraude, tendo sido expedida ordem de bloqueio de 390 milhões de reais pelo Ministro André Mendonça.

Com o avanço das investigações, surgiu suspeita de que o filho de Lula, Lulinha, fosse sócio oculto do chamado “careca do INSS” e tivesse recebido repasses na ordem de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) mensais oriundos do esquema criminoso.

Em razão disso, houve requerimento de quebra do sigilo bancário e fiscal de Lulinha, aprovado pela maioria da CPMI.

Ao proclamar o resultado da votação e a consequente quebra do sigilo do filho do Presidente Lula, deputados da base aliada do Governo, descontentes com a aprovação do requerimento e inconformados com o resultado, partiram para tentativa de agressão ao Presidente da CPMI, com bate-bocas e vias de fato.

A sessão precisou ser suspensa em razão da confusão promovida por deputados petistas, aliados do Presidente Lula, em verdadeiro espetáculo de baixaria, incivilidade e desrespeito à Casa do Povo.

Ao que tudo indica, o conceito de “democracia relativa” mencionado por Lula, como exposto no início deste artigo, passou a ser um mantra a ser seguido por deputados petistas que, além de almejarem uma investigação seletiva, não demonstram respeito pelo resultado de votação na qual foram democraticamente derrotados.

Tenho dito!!!

Bady Elias Curi

Advogado fundador do Esc. Bady Curi Advocacia Empresarial, Prof. Mestre de Direito, ex-juiz do TRE/MG, escritor.

O Brasil continua vivo: “Acorda Brasil!”

JCO

Não importa quem nos representa. Estamos acordados.

Neste domingo, 1º de março de 2026, famílias de norte a sul do país tomaram as ruas em um grito coletivo: “Acorda, Brasil”. A Avenida Paulista reuniu cerca de 20 mil pessoas (ou mais), enquanto em Copacabana mais de 4,7 mil manifestantes se concentraram.

Atos também aconteceram em Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia e diversas outras capitais.

O movimento, convocado por lideranças como Nikolas Ferreira e Silas Malafaia, teve como alvo o presidente Lula e ministros do STF, especialmente Alexandre de Moraes e Dias Toffoli.

Entre os presentes, nomes de peso da política nacional como Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado reforçaram a mensagem de que o Brasil não está adormecido.

As ruas pulsaram com indignação e esperança.

Famílias inteiras, jovens e idosos, todos unidos pela convicção de que não aceitaremos a impunidade e que a verdade precisa prevalecer.

Em cada estado, o que se viu foi a reafirmação de que o povo brasileiro continua disposto a lutar por justiça, liberdade e transparência.

O Brasil continua vivo. Não importa quem tente nos calar ou nos manipular. Hoje, mostramos que estamos acordados — e que não voltaremos a dormir. 

Jayme Rizolli

Jornalista.

Questão de fé: Parabéns Brasil!

JCO

Os verdadeiros brasileiros voltaram às ruas hoje. Milhões, por todo o Brasil.

Para os tiranos, é sempre uma questão de força. De baioneta.

Para os que amam seu país, uma questão de fé.

Fé que não está num homem, que os tiranos podem prender. Fé que está numa ideia. Juntos pelo Brasil.

A lição está sendo dada pelo povo.  Que vai acordando.

Que o Congresso a escute, é hora.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

A hora do pesadelo: STF parte para o vale tudo...

JCO

Numa decisão 'jurídica' claramente patética e sem lastro algum, gilmar mendes anulou a quebra de sigilo de uma empresa corrupta - Maridt Participações - ligada ao 'cumpanhero' dias toffoli, já atolado até o pescoço em maracutaias sem fim.

O ilustre guardião da democracia relativa não protegeu o brother apenas porque quis. Protegeu descaradamente porque foi forçado, no desespero para manter, ainda, o palco do teatrinho em pé.

Palco onde atua uma instituição, o STF, que desmorona diante do país e do mundo, sem credibilidade alguma.

Uma manobra jurídica colocou na mão de gilmar a caneta: a defesa da empresa protocolou o pedido 'ressuscitando' uma ação arquivada em 2023, da qual gilmar foi relator, para evitar sorteio no STF e o caso caísse em suas mãos. E caiu. E gilmar fez o esperado, no desespero.

Alegou 'desvio de finalidade', 'abuso de poder', proibiu qualquer entidade de fornecer dados à CPI sobre o caso, além de ordenar que tudo o que já havia sido fornecido fosse destruído.

A ação é extrema, expõe mais ainda um STF em escombros, e gilmar sabe bem disso. Mas não tem mais para onde correr. Parodiando a filósofa miriam leitão, vejam como isso é bom: Quando um ministro parte para esse vale-tudo, metendo o louco e chutando o saco do bom senso e do próprio significado da instituição que representa, a água bateu no pescoço. E eles sabem que já não há nada a perder. Nem mesmo a credibilidade, deixada pra trás há muito.

Quem ainda acredita na papagaiada de 'honoráveis defensores do estado democrático de direito'?

Talvez, ainda, a digníssima mãe de algum deles - e apenas ela - caso não veja notícia alguma, isolada em algum lugar.

O resumo do imbroglio é um impasse: Moralizar REALMENTE o STF significaria - sem saída - acabar com o STF que conhecemos hoje e que vem sendo aparelhado pela esquerda desde o primeiro mandato de lula.

Isso, no Brasil de hoje, mesmo com os ventos mudando lentamente de direção, parece ser uma impossibilidade absoluta.

Se, no passado, o poder de aparelhamento de lula tivesse sido cerceado pelo Congresso, hoje não viveríamos esse impasse. Agora é tarde. Só restam os remendos.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação

Presidente iraniano reaparece vivo e promete vingança

JCO

Cambaleante, o Irã iniciou o processo de sucessão do líder supremo Ali Khamenei, que morreu no sábado (28) em ataque conjunto de Estados Unidos e Israel. O presidente Masoud Pezeshkian reapareceu neste domingo (1º) e anunciou a formação de um Conselho de Liderança Interina.

Pezeshkian havia sido alvo do mesmo ataque. A cúpula militar do país foi dizimada durante uma reunião presencial em Teerã para avaliar o bombardeio.

O Conselho de Liderança Interina assumiu as funções de Khamenei. O órgão governará até a escolha de um sucessor pela Assembleia dos Peritos, que possui 88 membros.

Além de Pezeshkian, compõem o conselho o aiatolá Alireza Arafi e o chefe do Judiciário, Gholam-Hossein Mohseni-Ejei. Arafi integra o Conselho dos Guardiões. O presidente confirmou que o órgão já iniciou os trabalhos.

Não existe prazo definido para o processo de escolha do novo líder supremo.

A sucessão de Khamenei tornou-se mais complexa após a morte do presidente Ebrahim Raisi. Ele morreu em queda de helicóptero em 2024. Raisi era considerado sucessor natural do líder supremo.

Após sua morte, especulações apontavam Mojtaba como possível escolhido. Ele é filho de Khamenei e tem 56 anos. O cargo de líder supremo não possui caráter hereditário. Outros nomes do estamento religioso surgiram como candidatos.

O processo de escolha do novo líder supremo ocorre de forma opaca. Não há transparência sobre os critérios e negociações entre os membros da Assembleia dos Peritos.

Pezeshkian divulgou comunicado classificando o ataque como "uma declaração de guerra contra os muçulmanos". O presidente afirmou que a vingança é "um direito legítimo e um dever".

Em vídeo transmitido pela TV estatal, declarou que as Forças Armadas "deixarão os inimigos sem esperança". A teocracia iraniana busca demonstrar continuidade institucional após a perda de sua principal liderança.

A mídia estatal iraniana confirmou que a cúpula militar foi morta durante reunião presencial em Teerã. Entre os mortos estão o chefe da Guarda Revolucionária, Mohammad Pakpour, e o conselheiro de Defesa Ali Shamkhani. O ministro Aziz Nasirzadeh e o chefe do Estado-Maior, Abdolrahim Mousavi, também morreram. Outros oficiais foram mortos no bombardeio.

Trump declarou à Fox News que foram 48 mortos no total. O número não possui confirmação oficial.

A Guarda Revolucionária nomeou novo comandante após a morte de seu líder no ataque. O general Ahmed Vahidi assumiu o posto.

Vahidi possui mandado de prisão emitido pela Interpol. Ele é suspeito de organizar a explosão de uma entidade judaica em Buenos Aires que matou 85 pessoas em 1994. O atentado é considerado o maior da história da América do Sul.

Donald Trump afirmou que "tinha um nome em mente" para liderar o Irã. A declaração sugere que o presidente norte-americano conta com a queda do regime antes de qualquer sucessão.

O regime iraniano tenta demonstrar unidade interna. O país reprimiu violentamente protestos recentes contra a teocracia islâmica instalada em 1979.

O Irã decretou luto oficial de 40 dias pela morte de Khamenei. Mesquitas passaram a exibir a bandeira vermelha. O símbolo representa vingança no xiismo devido ao derramamento de sangue.

O país persa é o centro deste ramo minoritário do Islã. O xiismo possui forte presença também no Iraque. A campanha de retaliação ampliada iniciada neste domingo enfrenta o desafio de um conflito prolongado sob pressão de EUA e Israel.

domingo, 1 de março de 2026

COMO A DEPUTADA ESTADUAL GRACINHA MÃO SANTA, NÃO TEM IGUAL!!!

Comprometida com o povo, dedicada ao trabalho e sempre presente nas causas que realmente importam, a Deputada Estadual Gracinha Mão Santa é um exemplo de força, seriedade e amor por Parnaíba e por todo o Piauí. Sua atuação firme, responsável e humana mostra que a política pode e deve ser feita com respeito, compromisso e resultados.

Gracinha trabalha incansavelmente, ouvindo a população, buscando melhorias e lutando por mais qualidade de vida para todos. Sua determinação, coragem e vontade de fazer o bem a tornam uma líder admirada e respeitada em todo o Piauí.

Quem acompanha o seu trabalho sabe: é presença, é ação, é compromisso de verdade!!!

Gracinha Mão Santa não tem igual!!! Que Deus continue abençoando sua caminhada e fortalecendo sua missão de cuidar do povo.

Cocal também AMA a Deputada Estadual Gracinha Mão Santa!!!

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é um dia muito especial, pois celebramos mais um ano de vida do gerente do Armazém Paraíba, o senhor D. Paula. Desejamos que DEUS lhe a...