ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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segunda-feira, 6 de abril de 2026

Mendonça diz que não vai poupar Moraes e Toffoli

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O ministro André Mendonça tem afirmado a pessoas próximas que a investigação do Caso Master não pode se prestar a pré-julgamentos ou perseguições, mas que se as provas do processo demonstraraem o envolvimento real de colegas do Supremo Tribunal Federal (STF) nessa teia de relações de Daniel Vorcaro, vai trabalhar com seriedade e seguir em frente. Isso de acordo com reportagem realizada pelo jornal Folha de S.Paulo.

Interlocutores do magistrado dizem que ele leva em conta que a opinião pública exige resposta sobre as fraudes financeiras do Master e havendo evidências concretas de irregularidades, ele não vai aceitar que Toffoli e Moraes se livrem das consequências por um ‘coleguismo’.

URGENTE: Policial militar é assassinada fardada dentro de casa

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A subtenente da Polícia Militar Marlene de Brito Rodrigues, de 59 anos, foi encontrada morta a tiros no fim da manhã desta segunda-feira (6), no bairro Estrela Dalva, em Campo Grande. A Polícia Civil investiga possível feminicídio.

Marlene era subtenente da Polícia Militar e trabalhava no Comando-Geral, no setor de Ajudância Geral. Equipes da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Batalhão de Choque foram acionados.

Relacionamento conturbado e marcado por brigas. É assim que vizinhos da subtenente Marlene de Brito Rodrigues, definem o relacionamento dela com o companheiro, preso em flagrante, por feminicídio.

Marlene era considerada uma mulher calma, alegre e extrovertida. No entanto, a vizinhança garante que as brigas entre ela e o companheiro eram constantes.

“Era estranho o dia que não tinha briga”, diz um vizinho — que prefere não se identificar. A informação foi confirmada por outro morador que também conhecia o casal. “Eles já passavam na rua brigando”, afirma. “Só via ele brigando, xingando e saindo falando alto; e ela, quieta”, diz outro vizinho.

Apesar das brigas constantes, o femicídio surpreendeu os moradores da região. Marlene é a primeira vítima de feminicídio em 2026 em Campo Grande. Ela foi morta com um tiro no pescoço.

O escandaloso sumiço de um documento no STF: Adivinha quem está sendo beneficiado...

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Um levantamento baseado em registros de cartório indica que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, ampliaram significativamente seu patrimônio imobiliário nos últimos anos.

De acordo com os dados, o casal passou de R$ 8,6 milhões em bens imóveis, distribuídos em 12 propriedades em 2017, para um total de R$ 31,5 milhões atualmente, o que representa um crescimento de 266%. Hoje, eles possuem 17 imóveis entre casas, apartamentos, terrenos e salas comerciais.

Nos últimos cinco anos, os investimentos somaram R$ 23,4 milhões, todos pagos à vista, conforme apontam escrituras e matrículas analisadas. As aquisições ocorreram principalmente em Brasília e São Paulo.

No X, o jornalista americano Glenn Greenwald soltou o verbo:

"Parabéns à família Moraes pela imensa fortuna que acumularam em um período de tempo tão curto!
Quando se tem o maior advogado do mundo (cuja grandeza as pessoas só descobriram depois que o Xandão chegou ao STF), isso é muito merecido e nem um pouco corrupto."

O escandaloso sumiço de um documento no STF: Adivinha quem está sendo beneficiado...

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O Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul não conseguiu localizar o acordo de não persecução penal que encerrou a investigação sobre desvio de recursos no gabinete de Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado. O documento foi firmado entre a Procuradoria Geral da República e Paulo Boudens, ex-assessor do senador. A busca pelo acordo ocorre desde 2024.

O caso começou em outubro de 2021. A revista Veja publicou reportagem revelando que mulheres da periferia de Brasília foram contratadas para trabalhar no gabinete de Alcolumbre. As funcionárias eram obrigadas a devolver parte dos salários ao gabinete.

Os vencimentos das assessoras variavam entre 4.000 e 14.000 reais. As devoluções representavam entre 80 e 90% dos valores recebidos. O esquema funcionou durante cinco anos. O desvio total alcançou 2 milhões de reais dos cofres públicos.

O senador Alessandro Vieira (MDB-SE) apresentou representação no Supremo Tribunal Federal contra Alcolumbre após a divulgação da reportagem. A subprocuradora-Geral da República Lindora Araújo conduziu a apuração. Ela celebrou acordo de não persecução penal com Paulo Boudens, identificado como braço direito do presidente do Senado.

Boudens assumiu a responsabilidade pelo esquema de desvio de recursos. O acordo de não persecução penal permite que o investigado evite responder a processo criminal mediante reparação dos danos causados e devolução dos valores desviados. A investigação foi encerrada com a assinatura do documento.

Na sequência, o advogado Rafael Gama ingressou com ação popular contra Alcolumbre na Justiça Federal do Rio Grande do Sul, em 2022. Autoridades não possuem foro privilegiado em processos de improbidade administrativa. Alcolumbre tornou-se réu na ação, mas o processo não avançou.

O juiz federal Fabio Mattiello, responsável pela condução da ação no Rio Grande do Sul, não conseguiu obter cópia do acordo de não persecução penal. Em novembro de 2024, o magistrado enviou ofício à Procuradoria Geral da República solicitando confirmação da existência do documento.

A PGR confirmou a existência do acordo, mas o órgão não encaminhou as cópias solicitadas. A PGR informou que os documentos deveriam ser requisitados diretamente ao Supremo Tribunal Federal. O juiz notificou o STF em abril de 2025.

A resposta do Supremo Tribunal Federal contrariou a informação da Procuradoria Geral da República. O ofício da Corte declarou:

"Informo que após pesquisas realizadas nos sistemas informatizados desta corte, não foram identificados processos públicos ou em segredo de justiça em trâmite neste tribunal em nome de Paulo Augusto de Araújo Boudens".

O juiz determinou a citação do presidente do Senado para apresentar defesa diante da impossibilidade de acessar o acordo. Os advogados de Alcolumbre afirmaram na contestação:

"Pela simples análise dos autos e por tudo que fora exposto, nota-se a ausência de demonstração da lesão ao erário e de dano à Administração Pública por suposto desvio de salários de funcionários considerados 'fantasmas'".

O acordo de não persecução penal conteria informações sobre os fatos apurados e as condições estabelecidas para o encerramento da investigação. O documento permanece sem localização definida. Não há informação sobre se os valores desviados foram efetivamente devolvidos aos cofres públicos, conforme previsto neste tipo de acordo.

Os gastos bilionários e absurdos de Lula com propaganda tem uma “surpresa” no destino das verbas

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Um levantamento realizado pela Folha de S.Paulo revela que o governo Lula elevou os gastos com publicidade a R$ 1,5 bilhão em 2025 — o maior valor desde 2017.

O detalhe que chama atenção é a incoerência da gestão na questão da destinação dos recursos. O mesmo Lula que diz que se as big techs "não quiserem regulação, que saiam do Brasil" — gastou mais de R$ 120 milhões com Google e Meta no ano.

O orçamento priorizou comunicação institucional — R$ 924 milhões para promover bandeiras como "Brasil Soberano" e "Gás do Povo" — contra R$ 613 milhões para campanhas de utilidade pública como vacinação. Google e Meta ocupam pela primeira vez o topo do ranking, atrás apenas de Globo e Record.

Apenas o X de Elon Musk foi excluído dos planos — após as críticas de Musk ao STF e a Lula. O governo que processa o X por não cumprir ordens de censura — pagou generosamente a todas as outras plataformas. A conclusão é simples: Lula não é contra as big techs. É contra as big techs que não obedecem.

Vazam números assustadores sobre o crescimento financeiro de Moraes nos últimos anos

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Um levantamento baseado em registros de cartório indica que o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, ampliaram significativamente seu patrimônio imobiliário nos últimos anos.

De acordo com os dados, o casal passou de R$ 8,6 milhões em bens imóveis, distribuídos em 12 propriedades em 2017, para um total de R$ 31,5 milhões atualmente, o que representa um crescimento de 266%. Hoje, eles possuem 17 imóveis entre casas, apartamentos, terrenos e salas comerciais.

Nos últimos cinco anos, os investimentos somaram R$ 23,4 milhões, todos pagos à vista, conforme apontam escrituras e matrículas analisadas. As aquisições ocorreram principalmente em Brasília e São Paulo.

O casal foi procurado por meio de suas assessorias desde o dia 27 de março, mas não apresentou manifestação até o momento da publicação das informações.

Antes de assumir uma cadeira no STF, em março de 2017, após indicação do então presidente Michel Temer, Moraes recebia cerca de R$ 33 mil mensais. Atualmente, seu salário gira em torno de R$ 46 mil, representando aumento de aproximadamente 39%. Ao longo da carreira, ele também ocupou cargos como ministro de Estado e secretário em diferentes níveis de governo, além de ter atuado no Ministério Público.

Viviane Barci de Moraes é sócia-administradora do escritório Barci de Moraes Advogados, que mantém com os filhos do casal. Segundo levantamento, a atuação da advogada em tribunais superiores aumentou de forma expressiva após a nomeação do marido ao STF, passando de 27 para 152 processos no Supremo Tribunal Federal e no Superior Tribunal de Justiça.

Os dados mostram ainda que, ao longo de 29 anos, o casal adquiriu 27 imóveis, com investimento total de R$ 34,8 milhões. Parte desses bens foi posteriormente vendida, o que explica o valor atual da carteira imobiliária.

A fase de maior expansão ocorreu a partir de 2021, período em que mais de 67% dos investimentos totais foram realizados. Parte das operações foi conduzida por meio do Lex Instituto de Estudos Jurídicos, empresa utilizada para administração patrimonial da família, que tem como sócios Viviane e os filhos.

Entre as aquisições recentes, destaca-se um apartamento no bairro Jardim Paulista, em São Paulo, comprado por R$ 1,05 milhão, com parte paga como sinal e o restante quitado via transferência bancária. Também consta a compra de uma residência de alto padrão no Lago Sul, em Brasília, por R$ 12 milhões, além de dois apartamentos em Campos do Jordão que, juntos, somam 727 metros quadrados e foram avaliados em R$ 8 milhões.

Além disso, a família possui imóveis em áreas valorizadas da capital paulista, incluindo unidades no Jardim América, adquiridas por cerca de R$ 3 milhões cada, e terrenos em São Roque.

A ampliação patrimonial coincide com a expansão das atividades do escritório de advocacia da esposa. Em 2025, a banca adquiriu uma sala comercial em Brasília por R$ 350 mil para reforçar sua atuação na capital federal.

O escritório também firmou contrato com o Banco Master no valor de R$ 129 milhões por três anos. Segundo nota divulgada, os serviços prestados envolveram áreas como compliance e direito criminal, com pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025.

Especialistas ouvidos avaliaram que os valores pagos estariam acima da média praticada por grandes escritórios do setor. Ao longo de 21 meses, o faturamento com a instituição financeira alcançou pelo menos R$ 75,6 milhões.

Parte das transações imobiliárias também envolveu profissionais do direito com atuação em tribunais superiores. Em um dos casos, um imóvel foi vendido por R$ 1,4 milhão a um advogado com processos no STF. O comprador afirmou não possuir relação pessoal com o ministro e declarou que a negociação foi realizada com uma pessoa jurídica.

Os dados levantados se baseiam exclusivamente em documentos oficiais registrados em cartório e refletem os valores nominais pagos nas aquisições ao longo dos anos.

Moraes cobra explicações sobre o irmão de Michelle

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinou que a equipe de defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro forneça informações detalhadas sobre a qualificação profissional de Carlos Eduardo Antunes Torres, apontado como possível cuidador durante o período de prisão domiciliar.

A medida foi adotada depois que os advogados solicitaram a inclusão de Carlos Eduardo na lista de pessoas autorizadas a acessar a residência de Bolsonaro, localizada no bairro Jardim Botânico, em Brasília, sem a necessidade de autorização prévia do STF para cada visita — o que, na prática, ampliaria a flexibilidade de acesso ao local.

Na decisão, o magistrado ressaltou a ausência de comprovação técnica que valide a atuação do indicado na função pretendida. Conforme registrado, Carlos Eduardo foi apresentado apenas como “pessoa de confiança da família” e irmão de criação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, sem evidências de formação como enfermeiro ou técnico de enfermagem, requisito considerado essencial no contexto.

A concessão da prisão domiciliar ocorreu no final de março, com prazo estipulado de 90 dias, após Bolsonaro ter sido hospitalizado com diagnóstico de broncopneumonia bilateral. A decisão judicial estabelece que o convívio no imóvel fique restrito à equipe médica e aos familiares residentes: Michelle Bolsonaro, a filha Laura e a enteada Letícia Firmino — limitação que visa preservar tanto a saúde quanto o cumprimento rigoroso das condições impostas.

Segundo a defesa, as integrantes da família possuem compromissos profissionais e acadêmicos, o que dificultaria a permanência contínua ao lado do ex-presidente. Diante disso, os advogados argumentaram que Carlos Eduardo já desempenhou funções de acompanhamento em outras ocasiões e, por isso, teria a confiança necessária para exercer o papel.

AJUDE!!! É DE UMA URGÊNTE MUITO GRANDE. POR FAVOR!!!

ATENÇÃO, AMIGOS!!! O tenente da briosa Polícia Militar do Piauí, Raimundo Nonato dos Santos Silva, está necessitando URGENTEMENTE de doação ...