ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Venda de sentenças: um negócio lucrativo

JCO

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ), quase sempre, tenta combater a corrupção no Poder Judiciário, principalmente em relação à venda de sentenças. Mesmo não conseguindo extirpar a praga, pelo menos demonstra para a mídia que está atento. Muitos dos nossos magistrados (em todas as instâncias) estão ganhando bastante dinheiro com esse lucrativo negócio. A venda de sentença se tornou uma espécie de instituição jurídica, com tabela de preços e organização para a distribuição do dinheiro entre os magistrados e servidores envolvidos. Mesmo assim, o CNJ vem atuando, como no Mato Grosso (MT) e em outros estados.

Numa investigação intensificada após o assassinato do Advogado Roberto Zampieri, em 2023, o CNJ afastou os desembargadores Sebastião Moraes Filho e João Ferreira Filho. No Mato Grosso do Sul, Bahia e Maranhão as investigações focaram na violação dos deveres funcionais, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A punição dos corruptos, quando efetivada, se resume, infelizmente numa polpuda aposentaria, com todos os direitos e vantagens. Na corrupção generalizada, à margem da lei, predomina o culto ao bandido bem sucedido e a garantia da impunidade.

Na Bahia, a Operação Faroeste terminou punindo alguns desembargadores envolvidos no esquema de grilagem de terras na região de Barreiras. No Maranhão foram seis desembargadores e dois juízes envolvidos. As investigações, geralmente, começam pela análise de movimentações financeiras incompatíveis e a quebra de sigilo telefônico.

Mesmo sendo um atentado contra o Estado Democrático de Direito e a integridade do Judiciário, a venda de sentenças se tornou um negócio comum, feito abertamente, sem a necessária prudência dos profissionais do crime. Até códigos de saques e tabela de propinas foram descobertos no Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo a Policia Federal (PF), que descobriu a existência de uma cobrança de sentenças com valores que variavam entre R$ 50 mil a 20 milhões, além do uso de uma empresa para a distribuição do dinheiro em espécie.

O esquema abrangia assessores do STJ e tinha uma estrutura de organização internacional, com o fluxo financeiro seguindo um padrão organizado através de uma empresa denominada FLORAIS TRANSPORTES, ligada ao lobista Andreson Gonçalves, conforme amplamente divulgado pela imprensa. Essa empresa distribuía o dinheiro para servidores, operadores financeiros e intermediários.

A PF identificou diversos valores pagos e movimentações ilegais, incluindo a menção a “dinheiro do STJ”, feita por um dos investigados ao se referir a uma quantia de R$ 500 mil. A apuração também apontou uma transferência comprovada de R$ 50 mil relacionada a uma decisão judicial específica, além de um repasse de R$ 400 mil vinculado à negociação de sentença. Há ainda registro do pagamento de ao menos R$ 50 mil em um processo do tipo Agravo em Recurso Especial (AREsp). A PF também identificou repasse de R$ 6,8 milhões ao advogado Zampieri em um processo, com pagamentos feitos em momentos estratégicos dos julgamentos.

Entre 2021 e 2023 um operador financeiro recebeu mais de R$ 6,5 milhões da empresa distribuidora do dinheiro da propina, cobrando uma comissão de 3% para sacar e entregar a grana a quem de direito. Houve casos em que se discutiu a necessidade de “preparar uns 20 milhões para investir lá em cima”, indicando possível compra de decisões de maior valor, segundo a PF. Entre 2019 e 2023, Zampieri teria transferido R$ 7,18 milhões para a FLORAIS, núcleo financeiro do esquema. Zampieri também recebera R$ 7,5 milhões do fundo de investimento ligado ao grupo. Segundo as investigações, as mensagens obtidas nos celulares dos investigados mostram que o pagamento era condicionado ao que fosse decidido: “Na decisão ele paga”, indicando que havia cobranças de valores pendentes após decisões favoráveis, e que a palavra “orçamento” era usada como código para o preço da propina dentro da tabela, cujos valores eram: Decisões menores - R$ 50 mil; Decisões médias, entre R$ 400 mil a R$ 1 milhão; Decisões grandes - R$ 6 milhões a R$ 7 milhões, e de Grandes interesses até R$ 20 milhões.

No relatório parcial enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), a PF concluiu que “o dinheiro seguia um fluxo estruturado e repetido, uma espécie de organização criminosa para a divisão, e que um dos investigados encontrava-se lotado no gabinete da ministra Nancy Andrighi. Segundo a PF, o envolvido “se aproveitou dessa condição, criou, editou e extraiu minutas de decisões”, e que, “no entanto, até o momento, não foram encontrados elementos que comprovem a participação direta de ministros do Superior Tribunal de Justiça, embora servidores ligados a gabinetes sejam investigados por envolvimento no esquema”.

Lula e o fiasco geriátrico da paca

JCO

As pessoas se perguntam o que lula, o delirante, quis mostrar com o vídeo da paca.

Se a intenção era se aproximar do povo -sem a picanha prometida e suando todo dia pra colocar comida na mesa dos filhos- falhou miseravelmente.

Se o intuito era marketeiro, em ano eleitoral, mostrando o 'estadista' de araque relaxando na laje, convivendo em harmonia com sua cuidadora e comendo bicho proibido, piorou.

sidônio deve estar usando droga ou remédio vencido.

Se foi só delírio mesmo, deveria pedir o endereço do asilo onde repousa joe biden.

O Brasil, de cima para baixo, é uma vergonha.

Atônitos, nos perguntamos: Como esse cara virou presidente de novo?

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

Lula passa a perna nos petistas gaúchos e impõe neta de Brizola como candidata

JCO

Lideranças do PT no Rio Grande do Sul seguem resistindo à aliança com o PDT, em torno da ex-deputada estadual Juliana Brizola como nome para o governo, mesmo após pedido de Lula (PT) e determinação do diretório nacional.

Petistas históricos do PT-RS seguem lutando por candidatura própria. O grupo, liderado pelos ex-governadores e ex-ministros Olívio Dutra e Tarso Genro, briga para que Edegar Pretto, ex-presidente da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento), mantenha a pré-candidatura, apoiada por unanimidade pelo diretório gaúcho.

O diretório nacional do PT enviou uma carta aos petistas gaúchos reforçando o compromisso com Juliana Brizola. Edegar Pretto resolveu dobrar a aposta. Em nota, convocou o diretório estadual para uma nova reunião.

Nos bastidores, o recado é claro: o PT do Rio Grande do Sul não quer entregar a cabeça de chapa ao PDT. E Pretto, ao bancar esse movimento, abre uma queda de braço direta com Lula e com a linha defendida pela direção nacional.

O que era para ser uma construção de unidade virou disputa por comando. De um lado, Brasília tentando enquadrar. Do outro, o PT gaúcho mostrando que não pretende baixar a cabeça com facilidade.

A novela segue sem desfecho. E, pelo visto, ainda está longe do último capítulo.

Ex-ministro de Lula acusado de assédio quebra o silêncio e desanda a dizer bobagens

JCO

O ex-ministro dos Direitos Humanos, Silvio Almeida, quebrou o silêncio na última terça-feira (31/03), e afirmou ser inocente das acusações de importunação sexual que resultaram em sua demissão do governo. Em vídeo publicado nas redes sociais, ele declarou “eu sou um homem inocente” e criticou a rapidez com que foi afastado, sem que pudesse se defender adequadamente na época. Até aí, tudo bem. Porém, a sequência é trágica.

Silvio Almeida sustenta que as denúncias, incluindo a da ministra Anielle Franco, fazem parte de um processo marcado por estereótipos raciais contra homens negros e que pretende provar sua inocência na Justiça, onde o caso tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) após denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Segundo o ex-ministro, há uma tentativa de descredibilizar sua trajetória pessoal e profissional.

terça-feira, 7 de abril de 2026

URGENTE: Trump diz que "civilização inteira morrerá" em poucas horas

JCO

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, adotou um discurso ainda mais incisivo nesta terça-feira (7) ao tratar da crise envolvendo o Irã. Em declaração pública, afirmou que “uma civilização inteira morrerá esta noite, para nunca mais ser trazida de volta”, em meio ao prazo final estabelecido por Washington para um entendimento relacionado à reabertura do Estreito de Ormuz.

A fala foi divulgada por meio da rede Truth Social, onde o mandatário indicou não desejar tal desfecho, embora considere que ele “provavelmente” possa ocorrer. Na mesma publicação, Trump mencionou a possibilidade de uma “mudança completa e total de regime” no Irã, sugerindo que o país poderia passar por transformações profundas, que, segundo ele, abririam caminho para que “algo revolucionariamente maravilhoso possa acontecer”.

Em outro trecho, o presidente destacou a relevância do momento atual, classificando-o como decisivo no cenário internacional.

"Vamos descobrir esta noite, um dos momentos mais importantes da longa e complexa história do mundo. 47 anos de extorsão, corrupção e morte finalmente chegarão ao fim", escreveu.

O posicionamento ocorre poucas horas antes do limite estipulado pelo próprio Trump — 21h (horário de Brasília) desta terça-feira — para que o governo iraniano avance nas negociações ou permita a reabertura do Estreito de Ormuz. Nos últimos dias, o líder norte-americano vinha sinalizando que não pretendia conceder novos prazos, após uma série de adiamentos registrados desde março.

O aumento da pressão diplomática acontece após o governo de Teerã rejeitar a proposta mais recente de cessar-fogo, conforme noticiado pela agência estatal IRNA. Paralelamente, a Organização das Nações Unidas tem emitido alertas sobre a ilegalidade de possíveis ataques direcionados à infraestrutura civil, reforçando a preocupação internacional com a escalada do conflito.

URGENTE: Ação de Bolsonaro contra "inimigo mortal" cai no colo de Mendonça

JCO

O ministro André Mendonça foi definido, por sorteio realizado nesta terça-feira, 7, como relator do processo movido pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) contra o deputado federal André Janones (Rede-MG) no Supremo Tribunal Federal (STF).

A iniciativa judicial partiu da defesa de Bolsonaro após a divulgação de um vídeo nas redes sociais em que o parlamentar utiliza expressões como “vagabundo” e “ladrão” ao se referir ao ex-chefe do Executivo. As declarações foram feitas no contexto de comentários sobre a concessão de prisão domiciliar ao ex-presidente.

Na ação apresentada ao STF, os advogados de Bolsonaro sustentam que Janones teria cometido os crimes de injúria e difamação. Além disso, solicitam o pagamento de indenização no valor de R$ 50 mil em razão dos danos alegados.

As publicações que motivaram a queixa ocorreram entre os dias 25 e 28 de março deste ano, em perfis do deputado nas redes sociais.

Em uma das postagens, Janones afirma:

“Esse vagabundo ladrão que mandou matar o Lula, mandou matar o Alckmin, esse safado está indo para casa para articular contra o fim da escala 6×1”.

Na mesma fala, ele acrescenta que Bolsonaro, mesmo em prisão domiciliar, iria “articular com o Trump” questões relacionadas às eleições.

A defesa do ex-presidente argumenta que as declarações ocorreram fora do período eleitoral, o que, segundo os advogados, afasta eventual enquadramento como manifestação política protegida pela legislação eleitoral.

O documento também contesta as acusações feitas pelo deputado, afirmando que Bolsonaro não é responsável por crimes de homicídio e lembrando que o próprio ex-presidente foi vítima de uma tentativa de assassinato em 2018.

Ainda segundo a petição, as falas de Janones configuram imputações falsas e ofensivas à reputação de Bolsonaro.

“Tais afirmações constituem imputação de fatos ofensivos à reputação do querelante [Bolsonaro]“, diz o texto. 
“Na medida em que insinuam a prática de atos politicamente desonestos e contrariedade ao interesse público, sem qualquer respaldo factual.”

Famosa advogada e apresentadora esquerdista é processada por plágio

JCO

A advogada e escritora Maytê Carvalho ajuizou ação contra a apresentadora Gabriela Prioli. O processo corre na 2ª Vara Empresarial e de Conflitos de São Paulo. Maytê quer investigação sobre possível reprodução não autorizada de suas obras no curso digital da advogada.

A autora argumenta que compartilhou materiais de sua produção literária com Gabriela durante negociações para desenvolvimento conjunto de projeto educacional. Após o encerramento das tratativas, Maytê identificou semelhanças entre o curso lançado pela apresentadora e os conteúdos que havia disponibilizado anteriormente. A escritora sustenta que o livro "Persuasão – Como utilizar a retórica e a comunicação persuasiva na sua vida pessoal e profissional" foi reproduzido sem autorização no curso "Comunicação com Gabriela Prioli".

Por meio de assessoria de imprensa, Prioli declarou que todo o material do seu curso "é autoral, com todas as fontes devidamente indicadas, e qualquer alegação em contrário não corresponde à realidade". A apresentadora acrescentou: "Vale dizer que, até o momento, não dispomos de qualquer informação oficial acerca de eventual processo judicial, tendo tomado conhecimento do tema exclusivamente por meio da imprensa".

Conforme relatado na ação judicial, as duas profissionais mantinham amizade próxima. Gabriela assinou o prefácio da obra de Maytê. Em março de 2020, elas teriam planejado conjuntamente um curso digital de oratória chamado "Como falar bem em público". O projeto não chegou a ser comercializado.

Ainda em 2020, o DJ Thiago Mansur, marido de Gabriela, teria estabelecido contato com Maytê para que ela elaborasse projeto editorial de outro curso de oratória. A autora afirma ter encaminhado documento detalhado contendo cronograma de trabalho, métodos de ensino e projeções de faturamento. Durante esse período, a escritora teria compartilhado seus livros e trabalhos com a apresentadora.

As negociações teriam avançado até novembro de 2021. Naquele momento, Maytê afirma ter sido surpreendida com a informação de que o projeto não seria mais desenvolvido em parceria. Gabriela teria sugerido que a autora atuasse como "ghostwriter" sem aparecer como autora. Também teria sido proposta uma forma de remuneração pela prestação desse serviço específico.

A escritora declara ter negado a proposta por não corresponder aos seus interesses profissionais. Em 2025, quando Gabriela lançou seu curso, Maytê afirma ter identificado "estranhas similaridades" entre o material oferecido e os livros que havia compartilhado anteriormente com a advogada. As obras mencionadas na ação incluem "Persuasão – Como utilizar a retórica e a comunicação persuasiva na sua vida pessoal e profissional" e "Ouse Argumentar: Comunicação assertiva para sua voz ser ouvida".

De acordo com o processo judicial, "chama a atenção a reprodução de figuras de linguagem e expressões com variações mínimas, o que sugere que o conteúdo foi extraído diretamente do material compartilhado anteriormente com Gabriela Prioli, incluindo as obras literárias já mencionadas". A ação apresenta exemplos comparativos entre os materiais para fundamentar as alegações de possível reprodução indevida de conteúdo.

Um dos exemplos apresentados na ação compara títulos utilizados nos materiais. No ebook de Gabriela, há um título chamado "As principais falácias lógicas e como escapar delas". Na obra de Maytê, existe capítulo nomeado "Isso é uma falácia! Como identificá-las (e como evitar cair em uma)". A ação aponta essa semelhança como um dos indícios que justificariam a investigação solicitada.

O processo judicial argumenta:

"A aparente similitude não se restringe à mera coincidência terminológica, mas sugere uma transposição do encadeamento lógico e da proposta didática desenvolvida originalmente por Maytê. Ao espelhar a estrutura de 'identificação' e 'fuga' das falácias, os pilares centrais do capítulo de Maytê, o material da requerida [Gabriela] apresenta indícios de que pode ter se valido de uma reprodução disfarçada da obra que a própria Gabriela Prioli, em momento anterior, prefaciou e teve acesso integral".

A ação destaca outro ponto de convergência entre os materiais. Em "Persuasão", Maytê recomenda que oradores evitem encerrar raciocínios com a expressão "É isso". A orientação é que a pessoa finalize em alta, evitando esse tipo de desfecho genérico. A mesma orientação teria sido reproduzida no curso de Gabriela.

Conforme o documento, Gabriela utiliza dica idêntica em seu curso.

"O que a gente evita no encerramento: frases genéricas e vazias como o comum 'bom, era isso, acho que terminei'."

A similaridade na abordagem pedagógica é apresentada como evidência de possível cópia de conteúdo.

A ação de produção antecipada de provas visa reunir elementos que possam comprovar ou refutar as alegações de plágio. Esse tipo de ação judicial permite que sejam coletadas evidências antes de eventual processo principal. A escritora busca documentar as semelhanças entre os materiais e estabelecer se houve utilização indevida de seu trabalho intelectual no curso oferecido pela apresentadora.

O processo também requer apuração de eventual lucro obtido por Gabriela com o projeto que teria utilizado conteúdo das publicações de Maytê. A investigação solicitada deverá analisar o conteúdo dos materiais para determinar se há reprodução indevida de obra protegida.

O processo é assinado pelos advogados Mayra Jardins Martins Cardozo, Hugo Nakashoji, Gabriela Fernandes Cazalli e Beatriz Regina Múrias Melo. A ação aguarda tramitação na 2ª Vara Empresarial e de Conflitos de São Paulo.

AJUDE!!! É DE UMA URGÊNTE MUITO GRANDE. POR FAVOR!!!

ATENÇÃO, AMIGOS!!! O tenente da briosa Polícia Militar do Piauí, Raimundo Nonato dos Santos Silva, está necessitando URGENTEMENTE de doação ...