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sexta-feira, 17 de abril de 2026

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A homenagem petista ao advogado preso no esquema bilionário de corrupção do Master

JCO

O advogado preso nesta quinta-feira (16) por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF), na nova fase da operação Compliance Zero, foi homenageado pelo PT da Bahia.

Daniel Monteiro recebeu em dezembro de 2024 o título de cidadão baiano, concedido pelo deputado petista Rosemberg Pinto.

Na cerimônia de entrega do título de cidadania, o parlamentar destacou a atuação do advogado na aquisição da Empresa Baiana de Alimentos, responsável pela rede Cesta do Povo. A companhia foi comprada por Augusto Lima, sócio de Daniel Vorcaro, e deu origem ao CredCesta.

Festejado pelo PT, na ocasião Daniel Monteiro ouviu também um entusiasmado discurso de Eduardo Sodré, secretário de estado de Meio Ambiente e ‘filho adotivo’ do senador Jaques Wagner.

Dá pra imaginar o tipo de serviço que Daniel Monteiro prestou ao PT.

Começam a aparecer “vítimas” da página Choquei: Patrícia Poeta é uma delas...

JCO

A página Choquei, além de todo o envolvimento com terríveis práticas criminosas, também fazia uma espécie de chantagem com determinadas vítimas que escolhia.

Uma delas teria sido Patrícia Poeta, afirma Fábia Oliveira no site Metrópoles.

A página Choquei teria cobrado cerca de R$ 50 mil da apresentadora para fazer postagens a favor dela. Caso contrário, fariam posts para “destruir” sua carreira. Poeta, por sua vez, não aceitou a oferta e, de fato, chegou a ter conteúdos que a detonavam publicados nos perfis comandados por Raphael Sousa Oliveira, dono da página, preso nesta quinta-feira (16) pela Polícia Federal.

Isso é o PT...

Senador recebe Messias, diz “não” na cara e faz um alerta sobre o novo "adversário" que ele acaba de ganhar

JCO

Messias iniciou conversas com senadores desde o final de 2025. O objetivo é buscar apoio para sua aprovação na Casa.

Nesse sentido, o senador Carlos Portinho, líder do PL no Senado, reuniu-se com ele na quarta-feira (15). Messias precisa ter 41 votos favoráveis. O PL já manifestou posição contrária à nomeação do indicado de Lula para o Supremo.

Portinho confirmou que o encontro seguiu a formalidade protocolar do cargo, mas a reunião não alterou sua decisão sobre o voto.

"Eu não tenho como dar meu voto a ele, meu voto é não", declarou o parlamentar.

Porém, o líder do PL alertou Messias sobre as dificuldades que enfrentará. O cenário atual apresenta tensão entre o Congresso Nacional e o STF.

A tensão tem origem na CPI do Crime Organizado. A comissão votou pelo indiciamento de ministros do Supremo. O parecer não foi aprovado. A votação gerou reações públicas dos magistrados.

O ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, solicitou à Procuradoria-Geral da República investigação contra o senador Alessandro Vieira, que foi relator da Comissão. A solicitação aponta suposto abuso de poder.

"Ele tem esse outro adversário. O momento é inoportuno para indicação de qualquer membro do STF, em que há ameaça a senadores, o Senado Federal, isso gera um clima de defesa e, até de corporativismo, em defesa do senador Alessandro Vieira. Nós [PL] fechamos questão contra a indicação e ele precisa ter os votos da base do governo. Nós somos 32, dentre 81 senadores. A oposição será oposição", afirmou Portinho.

A sabatina de Jorge Messias está agendada para o dia 28 de abril no Senado Federal. O PL conta com 32 senadores entre os 81 membros da Casa. A aprovação do indicado dependerá dos votos da base governista.

A luta de Oscar pela vida durante 15 anos

JCP

O ídolo do basquete brasileiro Oscar Schmidt morreu nesta sexta-feira (17) aos 68 anos. Ele foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA), em Santana do Parnaíba, depois de um mal-estar.

O ex-atleta enfrentava problemas de saúde havia anos. O primeiro deles foi o diagnóstico, ainda em 2011, um tipo de câncer chamado glioma, localizado na parte frontal esquerda do cérebro. Na época, Schmidt realizou uma cirurgia para a retirada do tumor de grau 2, considerado baixo.

Em 2013, o ex-jogador iniciou uma nova luta contra a doença. Foi identificado a progressão do tumor para grau 3, exigindo uma nova operação e sessões de radioterapia.

Depois da nova cirurgia, ele iniciou um tratamento com quimioterapia, para controlar a doença e impedir o retorno dela.

Em 2022, 11 anos após o diagnóstico, Oscar afirmou estar curado e disse ter interrompido as sessões de quimioterapia.

Em uma entrevista, nesse mesmo ano, ele declarou ter parado o tratamento por conta própria.

"Eu fiz quimioterapia, que eu parei esse ano. Eu mesmo decidi parar. O doutor falou, há três anos, que estava pensando em parar com a quimioterapia. [...] Aí, continuamos mais dois anos e meio e eu parei no começo desse ano porque, se ele falou dois anos e meio atrás, significa que eu estou curado", disse na época.

Segundo sua assessoria, o atleta era acompanhado por uma equipe médica e pelo mesmo oncologista desde 2013. Ele estava bem de saúde e era considerado curado da doença.

Depois da interrupção do tratamento, Oscar realizava um acompanhamento de rotina para monitorar seu estado de saúde.

Durante jogo de futebol homem tem parada cardíaca e morre

JCO

Um homem morreu após sofrer uma parada cardiorrespiratória, na noite desta quinta-feira (16), no Clube Vizinhança, na 108 Sul, em Brasília. De acordo com as informações iniciais, ele jogava uma partida de futebol quando sofreu o mal súbito. O homem tinha 59 anos de idade.

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) foi acionado às 19h21. De imediato, os militares do CBMDF e a equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que também atuou na ocorrência, iniciaram de forma conjunta os protocolos de Suporte Avançado de Vida.

Foram realizados procedimentos de Reanimação Cardiopulmonar (RCP) de forma ininterrupta por aproximadamente 53 minutos. Apesar do esforço integrado das equipes e do emprego de todos os recursos técnicos disponíveis, o quadro não foi revertido, e o óbito declarado ainda no local pelo médico do CBMDF.

O xadrez de 2026: há caminho real para vitória no 1º turno? (veja o vídeo)

JCO

O cenário eleitoral de 2026 começa a ganhar contornos mais claros — e, para além das narrativas tradicionais, algumas tendências merecem atenção mais objetiva.

A primeira delas é o desgaste contínuo do presidente Lula. Não se trata apenas de oposição política, mas de um fenômeno recorrente em governos que enfrentam dificuldades na entrega de resultados concretos. A percepção de perda de poder de compra, a pressão sobre o custo de vida e a dificuldade de avançar com pautas estruturais têm impactado diretamente a avaliação do governo.

Esse ponto se conecta com a segunda tendência: a limitação de execução da agenda proposta. Medidas com apelo popular — frequentemente chamadas de “pacote de bondades” — enfrentam barreiras políticas, fiscais e institucionais. O caso do debate sobre mudanças na escala de trabalho é um exemplo de como propostas de alto impacto comunicacional nem sempre se traduzem em viabilidade prática.

O resultado é um governo que comunica mais do que entrega — e isso, em política, tem prazo de validade.

Do outro lado do tabuleiro, surge uma terceira movimentação relevante: o crescimento de Flávio Bolsonaro dentro de um posicionamento mais moderado.

Diferentemente de ciclos anteriores, o discurso tem sido calibrado para reduzir rejeição e ampliar alcance. A estratégia parece clara: manter a base consolidada da direita, mas abrir espaço para um eleitor menos ideológico — aquele que oscila entre polos conforme o contexto órica e passa a depender de condições específicas:

        •      manutenção do desgaste do governo atual

        •      incapacidade de reação da base governista

        •      consolidação de um nome competitivo com baixa rejeição

        •      fragmentação consistente do adversário

Sem esses elementos alinhados, o segundo turno continua sendo o cenário mais provável.

Mas se convergirem… o tabuleiro muda.

Veja o vídeo:econômico e a percepção de estabilidade.

Esse movimento, se bem executado, altera o jogo.

Porque eleição presidencial não se vence apenas com base fiel — vence-se com expansão.

A quarta variável é talvez a mais sensível: a fragmentação do campo adversário.

Caso Lula chegue ao primeiro turno como principal nome da esquerda, mas sem capacidade de ampliar sua base, ele pode se tornar um alvo comum. Em um cenário com múltiplos candidatos competitivos à direita, o desgaste tende a se concentrar em quem está no poder.

Isso cria um efeito conhecido: o isolamento político.

E isolamento, em eleição majoritária, costuma ser fatal.

Por fim, há o fator composição de chapa, que pode redefinir o equilíbrio eleitoral. A eventual entrada de Ronaldo Caiado como vice traz um elemento de governabilidade e conexão com o eleitor mais tradicional, especialmente no Centro-Oeste.

Paralelamente, a movimentação de Romeu Zema em direção a uma candidatura proporcional por Minas Gerais — fortalecendo o Partido Novo — indica uma estratégia de longo prazo: consolidar base parlamentar e garantir sobrevivência institucional via cláusula de desempenho.

Ou seja, não é apenas uma eleição presidencial em jogo — é uma reorganização de forças.

Diante desse conjunto de fatores, a hipótese de uma vitória em primeiro turno deixa de ser apenas ret

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Autor do livro: 20 Dias para a Vitória: Os bastidores de uma campanha surpreendente e as estratégias que levaram à vitória eleitoral

Quem diria, Fachin surpreende e “corta as asas” de Moraes

JCO 17/04/2026 às 17:02 O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, não incluiu na pauta de julgamentos uma ação do PT que...