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sábado, 18 de abril de 2026

Eduardo faz alerta sobre “ação ilegal” de Moraes em instituições americanas

JCO

O ministro Alexandre de Moraes teria tentado acessar dados pessoais do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, com ele já residindo nos Estados Unidos. Essa ação ilegal teria sido detectada pelo Comitê Judiciário da Câmara dos EUA. Eduardo tratou alertar as autoridades sobre esse tipo de ilegalidade e violação da soberania americana. Moraes parece enveredar cada vez mais por um caminho tortuoso e sem limites. Abaixo o alerta de Eduardo:

“O Comitê do Judiciário da Câmara dos EUA revelou que Alexandre de Moraes tentou acessar meus dados pessoais enquanto eu já residia nos Estados Unidos.
Pergunto: qual era a intenção? Criar condições para uma eventual prisão minha em solo americano, caso meu status migratório permitisse alguma manobra? Algo semelhante ao que se tentou agora, envolvendo o uso indevido de mecanismos como o ICE para prender Alexandre Ramagem?
Isso é grave! Autoridades brasileiras não podem tentar instrumentalizar instituições americanas para usá-las como ferramenta de perseguição política.
É fundamental que as autoridades dos EUA estejam atentas para que as autoridades brasileiras não tentem fazê-las de bobas.”

O Comitê do Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA —mencionado pelo ex-deputado— publicou um relatório intitulado “O ataque à liberdade de expressão no exterior: o caso do Brasil”.

O documento afirma que o ministro do STF prejudica a soberania dos EUA ao tentar censurar a liberdade de expressão de cidadãos norte-americanos. Diz ainda que Eduardo Bolsonaro é um “importante defensor da imposição de sanções norte-americanas contra Moraes” e que sofre “censura extraterritorial”

O grito dos desesperados e o silêncio dos algozes: Quando a crise é ignorada por tempo demais, o desfecho é a morte

JCO

A imagem de Jair Bolsonaro, ainda deputado, falando quase sozinho no plenário da Câmara dos Deputados e alertando para o risco de o Brasil se “venezuelizar” parecia, para muitos, apenas mais um exagero político. Hoje, porém, o país assiste a uma realidade em que o alerta mudou de forma, mas não perdeu a gravidade.

Nicolás Maduro foi preso. Bolsonaro também está preso. E, no meio desse abismo político e institucional, multiplicam-se os brasileiros que se declaram perseguidos, silenciados, punidos ou banidos da vida pública. O que antes era discurso virou clamor.

Os desdobramentos dos Ataques de 8 de janeiro de 2023 produziram centenas de condenações, penas severas, exílios, foragidos, famílias dilaceradas e mortos que passaram a simbolizar o sofrimento de um país rachado. Entre eles, o nome de Cleriston Pereira da Cunha permanece como ferida aberta — não apenas para os seus, mas para todos os que enxergam nesse episódio o retrato de um Estado que pune sem jamais pacificar.

Todos os dias surgem novos pedidos de socorro. Vozes como a de Débora, idosos em desespero, famílias destruídas pela espera, pela distância, pelo medo e pela sensação de abandono — relatos de maus-tratos e abusos. Há quem tenha trocado os anos de aposentadoria por uma rotina de angústia, incerteza e sofrimento. Para muitos, a pena já não é apenas jurídica: tornou-se existencial.

A condenação, quando deixa de ser compreendida como justiça e passa a ser sentida como vingança, corrói por dentro a própria ideia de Estado de Direito. A morte lenta — emocional, moral, social — avança em etapas, como um cruel jogo de terror, diante de uma nação que assiste, se acostuma e silencia.

Estamos no quarto ano desde a ruptura que tantos denunciam como tomada de poder. O que era um grito isolado tornou-se uma multidão pedindo socorro. E o mais grave: o número dos que se sentem perseguidos cresce na mesma medida em que diminui a capacidade nacional de se indignar.

A caixa de marimbondos foi cutucada. E os insetos já não atacam um grupo apenas: espalham medo, desordem e destruição por toda a nação. Quem deterá essa fúria?

A crise brasileira já não é apenas política. É ética, moral, social e espiritual. E toda crise que se prolonga além do limite do socorro deixa de ser crise: transforma-se em sentença. Sentença de morte!

O Brasil dos patriotas pede socorro.

A pergunta que resta é esta: quem ainda terá coragem de responder?

Estamos diante de uma escravidão coletiva?

Eleições à vista.

E todas as estratégias — e estratagemas — usadas nas eleições passadas parecem permanecer em pleno vigor.

Tudo pronto para repetir 2022.

Só copiar. E colar.

O Brasil aguenta mais quatro anos de crise, polarização e vingança declarada?

Não.

Então, reaja, Brasil!

Bernadete Freire Campos

Cidadã brasileira, especialista em neurociência, estudiosa do comportamento humano no contexto político.

Em meio ao caos na Segurança, Lula descumpre compromisso e delegados da PF formalizam insatisfação

jco

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal enviou na terça-feira (15) um ofício a Lula formalizando a insatisfação da categoria. O documento registra o descumprimento de compromisso assumido no fim de 2025 pelo então ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Ele havia prometido propor ao Congresso a criação do Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas.

O Funcoc era a principal reivindicação das categorias de segurança pública federal nos últimos meses. O fundo seria financiado por recursos de origem criminosa. Bens apreendidos e confiscados, valores de acordos judiciais e receitas de apostas alimentariam o mecanismo. O objetivo era fortalecer financeiramente o combate ao crime organizado.

O governo federal editou há dez dias uma medida provisória em resposta à mobilização policial. A MP destina parte dos recursos do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades fim da Polícia Federal ao custeio de saúde dos policiais federais. A iniciativa não foi bem recebida pelos delegados.

A medida provisória provocou "extrema frustração" entre os delegados. Segundo o ofício, os profissionais "enxergam cada vez mais o rebaixamento da carreira e se preocupam com as reais condições futuras de enfrentamento ao crime organizado".

O documento foi assinado pelo presidente da ADPF, Edvandir Paiva. O texto informa que a categoria foi consultada formalmente sobre a medida provisória. Entre os delegados votantes, 92% entenderam que a iniciativa não atendeu às reivindicações da classe.

A consulta revelou outro dado expressivo. Do total de votantes, 97% acreditam que o governo federal deve reabrir as discussões com a carreira. Os números demonstram o alto grau de insatisfação com o encaminhamento dado pelo Executivo.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal apresentou uma solicitação específica. A entidade pediu a abertura imediata de mesa de negociação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ADPF requer também a participação do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos nas tratativas.

Papa Leão XIV envia mensagem aos bispos do Brasil; saiba o que ele disse

 Estadão

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Papa Leão XIV enviou uma mensagem nesta semana para os bispos reunidos na 62ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O evento, que teve início na quarta-feira, 15, acontece em Aparecida (SP) até a próxima sexta-feira, 24.

A assembleia acontece no contexto das comemorações dos 200 anos das relações diplomáticas entre o Brasil e a Santa Sé.

Na carta, o Papa saúda os bispos, faz referência a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, e expressa proximidade, esperança e paz diante dos conflitos armados.


O papa Leão XIV Foto: Reprodução/Vatican Media

“Num mundo marcado por violentos conflitos armados, devemos com urgente insistência suplicar ao Príncipe da Paz que ilumine os corações e as mentes dos líderes das nações envolvidas nas guerras atuais”, diz o pontífice no documento divulgado pela CNBB.

Em seguida, ele afirma que a verdadeira paz não significa ausência de conflitos. “A convivência pacífica nasce do reconhecimento do valor do outro, da consciência de que somos todos irmãos, criados por Deus à sua imagem e semelhança”.

Ainda na carta, lida na conferência pelo padre Leandro Megeto, o pontífice também recorda o ensinamento da Encíclica Fratelli Tutti, do Papa Francisco, ao afirmar que todos são “iguais nos direitos, nos deveres e na dignidade”.

Por fim, o papa agradece o empenho pastoral dos bispos em manter canais abertos de diálogo com as autoridades civis, tornando concreta e efetiva essa “longeva relação institucional nos vários recantos do vosso amado País”.

Conforme a CNBB, os bispos do Brasil se encontram na conferência para “refletir os desafios e as oportunidades do tempo presente, à luz do Evangelho e das Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora”.

Nesta mesma semana, durante pregação em Camarões, Leão criticou um “punhado de tiranos”, que, segundo ele, estão devastando o mundo com guerras e exploração. O discurso ocorreu após uma série de provocações do presidente Donald Trump, iniciadas no último domingo, 12, quando afirmou que o papa deveria “parar de ceder à esquerda radical” e o chamou de fraco no combate ao crime e péssimo em política externa.

ANTES TARDE DO QUE NUNCA!!! Dia do Pastor na Igreja El Shaday

No último domingo, foi realizado um grandioso culto em homenagem ao Dia do Pastor na Igreja El Shaday, localizada na Rua Anhanguera. Foi uma...