ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

quarta-feira, 29 de abril de 2026

A indescritível reação de Soraya após a derrota (veja o vídeo)

JCO

Soraya Thronicke trabalhou ardorosamente para que Jorge Messias fosse aprovado pelo Senado Federal e fez o discurso mais ridículo do dia.

Soltou uma frase medonha, indecente:

“E, quando vestir a toga, não se esqueça dos amigos.”

Perdeu. Messias não vai vestir a toga. E Soraya, doravante vai colecionar derrotas. Até ser definitivamente expurgada da Casa Alta nas eleições de outubro.

Todavia, sua reação após o anúncio do resultado é algo indescritível, que vale a pena conferir.

O choro é livre!

Veja o vídeo:

 

Enfim, o Senado rejeita um indicado para ocupar vaga no STF após 132 anos. Messias reprovado por 42 votos a 34. E agora?

JCO

Depois de ter seu nome aprovado na Comissão de Constituição e Justiça do Senado por 16 votos a favor e 11 contrários, Jorge Messias, certamente, foi cheio de certeza que seria o mais novo ministro do STF.

Mas a reviravolta aconteceu, e no plenário do Senado, seu nome foi reprovado, de forma até surpreendente.

Perguntas ficarão no ar desde já.

A vitória da oposição se deve a Davi Alcolumbre, que desde o início trabalhou para ter Rodrigo Pacheco como indicado?

Alcolumbre vai ter credibilidade com o governo para tentar impor o nome de Pacheco?

Qual será a reação do presidente que indicou o Messias, o Lula, e em plena temporada de pré-campanha à presidência?

 Lula indicará um novo nome ou o trauma da derrota o forçará a não indicar?

Quais serão os reflexos diretos da derrota do governo nas eleições deste ano?

Mas, o brasileiro tem pelo menos uma certeza hoje: ele vai dormir com o espírito em paz!

Alexandre Siqueira

Vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Independente e Afiliados - AJOIA Brasil - Colunista Jornal da Cidade Online - Autor dos livros Perdeu, Mané! e Jornalismo: a um passo do abismo..., da série Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa! Visite:  http://livrariafactus.com.br

Moraes terá que se explicar à Polícia Federal...

JCO

A Polícia Federal vai investigar a qual apartamento Martha Graeff, ex-namorada do banqueiro Daniel Vorcaro, se referiu ao conversar com o dono do Banco Master. Na ocasião, Vorcaro havia dito que estava com o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a Band, em mensagens por aplicativo, Martha perguntou ao banqueiro se Moraes “gostou do apartamento”.

"A reportagem apurou que os investigadores questionam por que o ministro teria que gostar do imóvel e o motivo de a ex-namorada de Vorcaro perguntar sobre isso com tamanha naturalidade.
A avaliação da PF é que não é comum que um convidado precise aprovar o local onde determinada pessoa mora; por isso, a fala de Martha foi recebida com estranheza desde o início.
Além disso, informações de que Paulo Henrique Costa, ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), recebeu imóveis em troca de facilitar fraudes acenderam um alerta na PF.
Os investigadores, que antes buscavam pistas em paraísos fiscais, dinheiro em espécie e transferências bancárias, agora mudam o cenário de análise. Os agentes estão em alerta para apurar se Alexandre de Moraes também teria sido favorecido por Vorcaro com imóveis de luxo."

Veja: 

A hora da verdade para Jorge Messias: Sabatina na CCJ pode expor o que até agora ficou nos bastidores (veja o vídeo)

JCO

Não é mais bastidor. É confronto direto. A sabatina de Jorge Messias na Comissão de Constituição e Justiça deixou de ser um rito protocolar para se transformar em algo muito maior: um teste público de força, coerência e limite político.

E quem ainda trata isso como formalidade… não entendeu o que está em jogo.

Nos últimos dias, o ambiente em Brasília mudou.

O que antes era conduzido com controle e previsibilidade agora carrega tensão, expectativa e disputa aberta de narrativa.

Porque, na prática, a sabatina expõe um ponto sensível: até onde vai a atuação institucional… e onde começam as decisões com impacto político direto.

E é justamente aí que mora o risco. Sabatina não é só responder perguntas. É sustentar posicionamentos sob pressão, lidar com questionamentos incômodos e, principalmente, evitar contradições que possam ser exploradas em tempo real.

Em um cenário polarizado, qualquer hesitação vira manchete. Qualquer frase mal colocada vira combustível.

Outro ponto que poucos estão destacando: o timing.

Essa sabatina acontece em um momento em que o ambiente político já está sensível.

Ou seja: não é apenas sobre o que será dito — mas sobre como isso será interpretado e utilizado.

E aqui entra o elemento central: não existe mais espaço para zona neutra.

Ou a performance reforça autoridade… ou abre brecha.

E brecha, em Brasília, nunca fica vazia por muito tempo.

Por isso, amanhã não será apenas uma sabatina.

Será um termômetro real de força política, capacidade de sustentação pública e controle de narrativa.

E quem acompanha política de verdade sabe: esses momentos costumam revelar muito mais do que aparentam.

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Autor do livro: 20 Dias para a Vitória: Os bastidores de uma campanha surpreendente e as estratégias que levaram à vitória eleitoral

Denúncia da PGR contra Marcel van Hattem é afronta à imunidade parlamentar

JCO
 29/04/2026 às 06:37

O deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) foi notificado nesta terça-feira (28) pela Procuradoria-Geral da República (PGR) sobre a denúncia aberta no Supremo Tribunal Federal (STF). A acusação tem como base um discurso feito pelo parlamentar gaúcho na tribuna da Câmara dos Deputados, espaço totalmente resguardado pela imunidade parlamentar.

“É um verdadeiro absurdo a decisão da PGR em me denunciar por um discurso feito na tribuna da Câmara dos Deputados. A PGR é omissa quando há crimes em potencial envolvendo ministros do STF, mas é altiva quando o assunto é afrontar a Constituição. O artigo 53 é claro ao afirmar que parlamentares possuem imunidade por opiniões, palavras e votos. Estou sendo denunciado porque ousei apontar uma ilegalidade praticada por um delegado da Polícia Federal”, apontou Marcel van Hattem.

Em tom de enfrentamento e classificando a medida como tentativa de intimidação política, o deputado reagiu.

“Há uma perseguição clara contra quem expõe a verdade. E se acham que vão me calar, estão muito enganados. Vou seguir ainda mais firme denunciando abusos de autoridade no Brasil”.

Na denúncia, a PGR sustenta que o parlamentar teria ultrapassado os limites da crítica política ao utilizar termos considerados ofensivos contra um delegado da Polícia Federal, enquadrando a conduta como crimes contra a honra. O próprio órgão reconhece a existência de ampla liberdade de manifestação parlamentar, mas afirma que, no caso, teria havido “abuso” no exercício dessa prerrogativa, interpretação que, para especialistas, introduz um grau de subjetividade capaz de esvaziar a proteção constitucional.

A defesa rebateu com veemência e sustenta que a denúncia representa uma ruptura com a tradição jurídica brasileira. O advogado do caso, Alexandre Wunderlich, afirmou que o caso inaugura um precedente perigoso.

“Os atos ocorreram no exercício do mandato, no uso da tribuna da Casa Legislativa. A garantia constitucional da imunidade parlamentar é ampla e irrestrita, historicamente. A Constituição não prevê restrição ao seu alcance quando refere que a inviolabilidade decorre de quaisquer opiniões, palavras e votos. Agora se pretende, casualmente no momento pré-eleitoral, uma variação da jurisprudência, relativizando a garantia constitucional. Ao final, não é o deputado e a garantia que estão em risco, é o funcionamento do parlamento e a própria democracia”, enfatizou Wunderlich.

O episódio projeta um cenário de crescente insegurança jurídica. Ao admitir a possibilidade de responsabilização penal por falas proferidas diretamente da tribuna, abre-se uma zona cinzenta sobre o alcance da imunidade parlamentar, um dos pilares do sistema representativo. Na prática, o risco apontado por parlamentares é o de que a crítica política, especialmente quando dirigida a autoridades, passe a ser filtrada pelo temor de sanções judiciais.

Mais do que um caso isolado, a denúncia é vista como parte de um movimento mais amplo de tensionamento entre os Poderes. Para aliados de Van Hattem, trata-se de uma tentativa de constranger e limitar a atuação de vozes críticas dentro do Parlamento.

Para o presidente do Novo, Eduardo Ribeiro, a denúncia evidencia um movimento que ultrapassa o caso individual e atinge o próprio funcionamento das instituições.

“Não estamos falando apenas de um deputado sob pressão, é o Parlamento sob risco de constrangimento permanente. A Constituição não protege discursos convenientes, protege justamente os incômodos. Quando essa fronteira começa a ser relativizada, abre-se um precedente que afeta todo o funcionamento do regime democrático”, concluiu Ribeiro.

Ultimas movimentações no STF impõem a sensação de que 2026 será ainda pior que em 2022

JCO

Eu tenho alertado...

Focar em eleições com um estado de exceção em vigência não faz sentido algum.

“Vamos eleger um Senado de direita para aprovar impeachment de ministros!”

É mesmo?

Pois só nesta terça-feira (28) dois pré-candidatos a senador, os deputados Marcel van Hattem e Gustavo Gayer, foram alvo de denúncia no Supremo por "crime" de opinião. O caso está com o 'comissário' Dino.

Alguém tem dúvida da condenação, e da inelegibilidade?

De quebra, abriram processo contra o Silas Malafaia, por uma crítica genérica contra generais.

Isso depois deles terem aberto processo contra Flávio, e terem aberto queixa contra Zema.

E a PF já deixou claro como será a liberdade de expressão para os eleitores, criminalizando críticas ao Descondenado.

Será ainda pior que em 2022.

Leandro Ruschel.

terça-feira, 28 de abril de 2026

Moraes perde o controle e "surta" em julgamento no STF (veja o vídeo)

JCO

Durante o julgamento no STF, Alexandre de Moraes perdeu o controle e saiu do tema. Em 'indireta' a Romeu Zema, Moraes afirmou:

“Políticos que não têm votos necessários para atingir candidaturas acabam ofendendo o Poder Judiciário, a honra e a dignidade dos membros, utilizando-o como escada eleitoral.”

O advogado Enio Viterbo comentou:

"Pelo amor de Deus. Se controla, Alexandre.
O ministro Alexandre de Moraes aproveitou o julgamento de um processo do deputado Gustavo Gayer contra um outro deputado e simplesmente começou a mandar indiretas para o Romeu Zema.
Um completo desvio de finalidade.
Um desrespeito com o dinheiro público.
Um desrespeito com o Direito e com o processo penal.
Um desrespeito com o STF.
Os ministros Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes têm que aprender que não é porque tem um microfone ali na mesa que eles podem falar qualquer coisa.
A sessão de julgamento dos processos é DOS PROCESSOS.
Não é pra cantar.
Não é pra recitar poesia.
Não é pra mandar recados políticos.
Se quiserem um microfone e uma bancada para dar recados políticos, candidatem-se ao Congresso."

Assista:

AO VIVO: Reprovação de Messias expõe armadilha e impõe a Lula a maior derrota política de sua vida (veja o vídeo)

JCO 30/04/2026 às 06:55 A rejeição do nome de Jorge Messias na sabatina do Senado não foi um acidente de percurso. Foi um movimento político...