ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sábado, 16 de maio de 2026

Lula afirma “aqui nesse hospital não tem dinheiro do Vorcaro” e uma “bomba” repercute em seguida (veja o vídeo)

JCO

Tentando fazer piada, Lula resolveu dizer em um discurso em Barretos (SP), durante visita ao Hospital do Câncer, o seguinte:

"Nesse hospital aqui não tem dinheiro do Vorcaro".

Mais uma vez, perdeu a oportunidade de ficar calado. Não demorou para repercutir a revelação de que a Biomm, empresa que tem o banqueiro Daniel Vorcaro como o principal acionista, fechou pelo menos R$ 303,65 milhões em contratos com o governo Lula (PT), apenas em 2025. 

Lula é a piada...

Veja o vídeo:

Nikolas vence novamente o PT em guerra judicial: “O mandante da morte de Marielle era um petista”

JCO

O PT processou Nikolas Ferreira por dizer que o mandante do homicídio da vereadora Marielle Franco, Domingos Brazão, era petista. O TJDFT entendeu que isso não extrapola os limites da liberdade de expressão e negou pedido para condenar o parlamentar.

Não satisfeito, o PT apresentou embargos de declaração no qual diz que o acórdão do TJDFT é “omisso e contraditório” porque “não levou em consideração o direito à imagem e à honra do partido”, além de conferir caráter absoluto ao direito à liberdade de expressão.

A 4ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) negou os embargos de declaração e manteve decisão favorável a Nikolas.

O relator, desembargador Fernando Habibe, afirmou que nenhuma das publicações do parlamentar sobre o caso diz textualmente que Brazão seria filiado ao PT.

“Asseverou-se apenas que ele é petista, o que pode ser entendido como pessoa simpática a esse partido ou dele eleitora, bem como que teria contado com votos de deputados estaduais do PT para elegê-lo ao cargo de conselheiro de determinada Corte de Contas estadual”, enfatizou o magistrado.

Habibe destacou que há foto do condenado com camiseta com foto da então candidata do PT ao cargo de presidente da República com o número 13, que é do partido.

“Isso sugere que ele é ou foi simpatizante e eleitor do PT, direito que lhe assiste e que independe do partido”, pontuou o magistrado.

O conturbado histórico do Procurador-Geral do Estado do RJ

JCO

Renan Miguel Saad chegou a ser preso em 2019, suspeito de ter recebido mais de R$ 1,2 milhão da Odebrecht.

Ele também é suspeito de ter sido um dos autores de uma revisão tarifária do Estado com a Naturgy, a concessionária de gás.

A revisão terminou onerando os consumidores ao não levar em conta uma decisão da Agenersa, a agência reguladora, que previa redução de 6% na margem de distribuição do gás da CEG.

Desta vez, ele atrai novamente os holofotes, como um dos alvos da operação Sem Refino, acusado dessa vez de beneficiar a Refit.

É tudo uma questão de DNA.

sexta-feira, 15 de maio de 2026

Surgem detalhes da operação da PF que atingiu Cláudio Castro

JCO

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (15/5), a Operação Sem Refino, que investiga um conglomerado do setor de combustíveis suspeito de utilizar estruturas empresariais e financeiras para esconder patrimônio, disfarçar a origem de bens e promover envio irregular de recursos ao exterior.

Ao todo, foram expedidos 17 mandados de busca e apreensão. Entre os investigados está o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro. As medidas foram autorizadas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ofensiva também tem como alvo o empresário Ricardo Magro, proprietário do Grupo Refit. Contra ele, foi determinada prisão preventiva. Como o empresário reside atualmente em Miami, nos Estados Unidos, a Polícia Federal solicitou a inclusão de seu nome na lista de Difusão Vermelha da Interpol, mecanismo internacional usado para localização e captura de foragidos.

Além de Castro e Magro, a operação alcança o desembargador Guaraci de Campos Vianna, integrante da 6ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), o ex-secretário estadual de Fazenda Juliano Pasqual e o ex-procurador do Estado Renan Saad.

As apurações apontam possíveis irregularidades fiscais, ocultação patrimonial e inconsistências envolvendo a operação de uma refinaria ligada ao grupo empresarial investigado. Segundo os investigadores, o esquema teria movimentado valores expressivos por meio de mecanismos considerados suspeitos pelas autoridades.

Os mandados de busca e apreensão, assim como sete medidas de afastamento de funções públicas, estão sendo cumpridos nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e no Distrito Federal. Também foi confirmada a determinação judicial para inclusão de investigado na lista internacional da Interpol.

A Justiça ainda ordenou o bloqueio de cerca de R$ 52 bilhões em ativos financeiros, além da suspensão das atividades econômicas das empresas investigadas. A medida é considerada uma das mais expressivas já adotadas em investigações envolvendo o setor de combustíveis no país.

As ações da PF ocorrem no contexto de investigações conduzidas no âmbito da ADPF nº 635/RJ, conhecida nacionalmente como ADPF das Favelas. A operação contou ainda com suporte técnico da Receita Federal.

URGENTE: Dino age e determina investigação de filme sobre Bolsonaro

JCO

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, decidiu nesta sexta-feira (15) instaurar uma investigação sigilosa para apurar possíveis irregularidades no direcionamento de emendas parlamentares destinadas a projetos culturais, incluindo um filme sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

A medida foi tomada após denúncias apresentadas pela deputada federal Tabata Amaral, que questiona o uso de recursos públicos por meio das chamadas “emendas pix” em operações que, segundo ela, poderiam ter finalidade de marketing eleitoral.

De acordo com o documento encaminhado ao STF, empresas com nomes distintos estariam atuando de forma integrada, compartilhando endereço, estrutura operacional e até a mesma proprietária. A parlamentar sustenta que deputados do PL teriam enviado cerca de R$ 2,6 milhões em emendas para uma dessas companhias e, posteriormente, contratado serviços eleitorais de empresas ligadas ao mesmo grupo empresarial.

Entre os nomes citados na denúncia aparecem os deputados Alexandre Ramagem, Carla Zambelli, Bia Kicis e Marcos Pollonio. O ex-secretário especial de Cultura e deputado Mário Frias também é mencionado por supostamente ter destinado recursos a outra empresa vinculada ao grupo antes de contratar serviços de campanha eleitoral relacionados às mesmas estruturas empresariais.

Segundo Tabata Amaral, a produtora responsável pelo longa sobre Jair Bolsonaro faria parte desse conjunto de empresas investigadas.

A denúncia foi inicialmente anexada ao processo já existente no STF que discute mecanismos de transparência e rastreabilidade das emendas parlamentares. Após analisar o material, Flávio Dino decidiu separar o caso e abrir um procedimento específico, que deverá correr sob sigilo judicial.

O ministro já havia solicitado esclarecimentos à Câmara dos Deputados e aos parlamentares envolvidos. Até o momento, apenas Mário Frias não apresentou manifestação formal ao Supremo. Frias, que atua como produtor do filme, integrou o governo Bolsonaro como secretário especial de Cultura.

A decisão de Dino ocorre após o site esquerdista The Intercept afirmar que Flávio Bolsonaro (PL) teria solicitado aproximadamente R$ 130 milhões ao empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, para financiar a produção cinematográfica.

Flávio já esclareceu tudo afirmando que não existe irregularidade em captar recursos privados para um filme sobre seu pai.

Tanto Flávio Bolsonaro quanto Mário Frias reforçam que o projeto audiovisual é financiado exclusivamente com capital privado. Em declaração pública, Frias afirmou: "'Dark Horse' é uma superprodução em padrão hollywoodiano, com 100% de capital privado, ator de primeira linha, além de diretor e roteirista de renome internacional".

quinta-feira, 14 de maio de 2026

URGENTE: Vazam as mensagens entre pai de Vorcaro e agente da PF

JCO

A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou a 6ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada nesta quinta-feira (14), trouxe à tona mensagens e diálogos atribuídos ao empresário Henrique Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, e ao policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva. O ex-agente é apontado pela investigação como “demandante, beneficiário e operador financeiro” do grupo denominado “A Turma”.

Segundo o despacho, as conversas recuperadas do celular de Marilson indicam que Henrique Vorcaro teria continuado solicitando serviços considerados ilícitos, além de fornecer recursos financeiros para sustentar as atividades do grupo investigado.

A decisão reproduz diversos trechos de mensagens relacionadas a movimentações financeiras sob apuração da Polícia Federal. Em um dos diálogos mencionados, Marilson pede que Henrique não o deixe “à deriva”, afirma estar “segurando uma manada de búfalo” e faz cobranças referentes a pagamentos pendentes.

Conforme registrado no documento, Henrique teria respondido que receberia recursos “na quinta ou na sexta-feira” e que, após isso, enviaria “imediatamente” “400”. Em seguida, Marilson rebate afirmando que o valor ideal seria “800k”.

Outro trecho destacado no despacho trata da divisão mensal de recursos atribuída ao grupo investigado. Segundo a decisão judicial, a mensagem foi enviada por Marilson a Henrique e detalharia a distribuição dos valores entre integrantes do núcleo.

“Ele manda o mensal e eu divido entre a turma. Mando pra eles. 400 divido entre 6. Os meninos mando 75 pra cada, o meu. O DCM e mais dois editores. É este o mensal. Ele manda 1 e, quando você manda bônus, eu divido entre os meninos e a turma”.

Em outro momento reproduzido pela decisão, Marilson cobra a regularização dos pagamentos e afirma que os envolvidos estariam “no aguardo”. Ainda segundo o despacho, Henrique respondeu dizendo que “hoje, tá ao contrário”, alegando que ele próprio necessitaria dos serviços prestados pelo grupo.

Para o ministro André Mendonça, os diálogos apresentados “evidenciam uma relação estável de troca: Henrique financiava o grupo e, em contrapartida, utilizava-se de seus serviços ilícitos”.

O documento também aponta que as conversas entre Henrique Vorcaro e Marilson Roseno teriam sido apagadas do aparelho celular do policial aposentado. A Polícia Federal identificou ainda frequentes trocas de números telefônicos e o uso de uma linha estrangeira registrada na Colômbia, segundo consta na decisão.

Outro ponto destacado pelo magistrado envolve a atuação de Marilson junto a policiais para obter informações relacionadas a investigações envolvendo Henrique Vorcaro.

De acordo com o despacho, Marilson teria informado a um agente que “um parceiro vai encontrar comigo aqui e vai trazer uma sucinta aqui”, anexando posteriormente uma imagem de intimação direcionada a Henrique.

A decisão judicial menciona ainda encontros reservados e contatos telefônicos entre os investigados. Conforme o texto, o “cotejo entre mensagens, registros telefônicos e monitoramento externo” levou a Polícia Federal à conclusão de que uma reunião realizada em março de 2026 contou com a presença de “Marilson, Felipe Mourão, Henrique Vorcaro, Sebastião Monteiro e Manoel Mendes”.

Com apenas uma frase, Flávio 'estraga o velório na GloboNews'

JCO

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) negou qualquer irregularidade em sua relação com o empresário Daniel Vorcaro e afirmou que sua participação no filme Dark Horse, produção sobre a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), se limitou à busca por investidores privados.

Ao vivo na GloboNews, frente a frente com jornalistas, Flávio destruiu as narrativas com apenas uma frase:

"Vorcaro colocou 160 milhões na Globo. É dinheiro sujo?"

Para o jornalista Claudio Dantas, Flávio Bolsonaro 'estragou o velório na GloboNews'.

Veja: 

Mãe de Deolane perde a cabeça e faz duras acusações contra delegada (veja o vídeo)

JCO 03/07/2026 às 07:16 Com a nova decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) pela manutenção da prisão da advogada e influenciadora Deol...