ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 9 de junho de 2026

O início do fim do lulismo

JCO

Se estivéssemos em 2030, eu aqui sentado escrevendo um texto ou um livro, já num país liberto de lula e sua corja - hoje apenas uma lembrança negra, que ficou no passado - esta imagem seria icônica, a primeira que eu colocaria como ilustração.

Porque simboliza perfeitamente um marco histórico: é o testemunho do fracasso daquilo que a esquerda do lulismo chama com otimismo de 'diplomacia'.

Marca o início do fim de um desgoverno impopular e duvidoso que procurava - estamos em 2030 - transformar o Brasil numa nova Cuba, atrasada e miserável, isolada do mundo, uma nação pária da civilização e da cultura.

O lulismo é uma doença que pertence ao passado -uma era de censura, de manipulação, de impunidade, de corrupção sistêmica, de velhos dinossauros pré internet que se lambuzavam no poder escorados por um populismo mentiroso.

Para o passado ser enviado, ficando por lá, apenas como uma lembrança funesta.

Não há mais lugar no mundo para maduros, petros, ortegas ou lulas, narco governantes longe do povo e íntimos do crime.

lula - à beira da senilidade, com o que lhe resta de percepção da realidade - e seu sistema apodrecido sabem disso.

Apenas adiam o fim como podem. Mas não conseguirão evitá-lo.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

O MUNDO E A AMÉRICA DO SUL NÃO QUEREM MAIS A ESQUERDA.

Candidata de direita, Keiko Fujimori vence as eleições presidenciais no Peru graças aos votos do exterior; ela obteve 80% dos votos de peruanos que moram nos EUA.


Trump deixa jornalista "desonesta e parcial" falando sozinha (veja o vídeo)

JCO

Durante anos a fio, o consórcio de imprensa mundial alugado, vendido e aparelhado pela esquerda manipulou, mentiu, distorceu e criou uma realidade paralela que convinha a seus patrões. Impunemente.

Basta lembrar a irresponsabilidade da mídia mundial ao cobrir a crise do covid-19 e quantas mortes foram causadas indiretamente pela desinformação, depois Finalmente, toparam com o presidente errado.

Donald Trump acusou a apresentadora da NBC, Kristen Welker, de desonestidade, olhando em seus olhos, furioso.

E aproveitou para estender o adjetivo à toda a emissora, à ABC, CBS e CNN.

A entrevista, gravada no dia 5 - e que foi ao ar neste domingo, 7 - numa fazenda do Wiscosin, já corria mal, debaixo duma tempestade que causava interrupções na gravação.

O caldo entornou quando Trump foi provocado sobre suas alegações de fraude eleitoral.

Furioso, acabou a entrevista, jogou o microfone no chão e acabou pisando nele, cortando o som.

Não é apenas esse repúdio que essa sub imprensa merece.

Merece ser responsabilizada pelos enormes danos sociais que causa com a desinformação.

Se Trump conseguirá ou não mudar esse estado de coisas nefasto não se sabe, mas está no caminho  correto.

O compromisso fundamental da mídia é com a verdade. Coisa que deixou de lado há muito.

Veja o vídeo:

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

Mais um tiro no pé: Trump prepara ações mais duras contra Lula e seu entorno

JCO

Astuto, esperto, oportunista - e provavelmente burro como fidel, maduro ou petro - o despresidente lula apostou em criar treta com os EUA para criar comoção, virar herói da 'soberania' dos seus zumbis e ver se consegue assim votinhos a mais para se reeleger.

Entre uma asneira e outra que expele, vai seguindo na estratégia com xingamentos e bravatas cada vez mais fortes, num exemplo perfeito da 'dipromacia' lulista.

Ao supor em suas divagações que os EUA são uma zona de meretrício político como o Brasil, onde qualquer um pode meter o louco e sair ileso, como se nada fosse, lula tem tudo para se dar mal. Muito mal.

Passarinhos norteamericanos piam que nos próximos dias Trump vai mandar mais duramente suas ações contra o Brasil, atingindo figurões no entorno de lula e sua cuidadora, inclusive. Além de mais tarifas.

A médio prazo, é prevista inclusive a expulsão da embaixadora brasileira, Maria Viotti.

Para o Brasil dos brasileiros que suam - o verdadeiro, não o de lula -, já combalido e esgotado, a notícia é péssima, e traz medidas que podem tornar o país mais inviável ainda para investimentos, criação de empregos ou desenvolvimento.

Para lula e sua corja, não importa.

O que importa é uma estratégia que traga votos para que possa ser reeleito e desgovenar sobre uma terra arrasada, mantendo seus privilégios enquanto o povaréu se lasca.

Se a mira dos americanos for precisa, a 'estratégia' de lula será um enorme tiro no pé.

Porque os alvos serão justamente os que apoiam -inclusive financeiramente- a campanha do desgovernante.

E, na verdade, a ficção delirante de lula sobre defesa de 'soberania' já não cola para ninguém.

A soberania que o povo quer é se ver livre de lula e do lulismo.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

URGENTE: Megaoperação prende infiltrados na polícia que atuavam para o PCC

JCO

Uma operação do Ministério Público de São Paulo prendeu nesta 3ª feira (9) um chefe de investigadores da Polícia Civil, um ex-policial civil e um ex-estagiário do órgão, suspeitos de atuar para o PCC

Segundo as investigações, eles estariam envolvidos em um plano para matar um promotor do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), do MP, e em um esquema de extorsão de investigados.

Além dos três mandados de prisão temporária, há dez de busca e apreensão nas cidades de Campinas e Cardoso, no interior de São Paulo.

Por envolverem suspeitos integrantes da Polícia Civil e da Polícia Penal, além do 1º BAEP, participam da operação as Corregedorias da Polícia Civil e da Polícia Penal, e a Comissão de Prerrogativas da OAB, especificamente para as buscas em escritório de advocacia.

O chefe de investigadores preso atuava na Delegacia de Investigação sobre entorpecentes (Dise) de Campinas na época de duas operações para apurar os planos de atentado contra um promotor e também um esquema de lavagem de dinheiro ligado a dois traficantes.

O ex-estagiário, que hoje é advogado, trabalhava em uma promotoria criminal do MP de Campinas e o ex-policial civil preso o teria ajudado.

A Operação Infiltrados é um desdobramento de duas operações deflagradas no ano passado:

Operação Pronta Resposta: deflagrada em agosto, apurou a atuação de organização criminosa ligada ao PCC que, dentre outros crimes, estaria planejando um atentado contra a vida do promotor de Justiça do Gaeco Amauri Silveira Filho.
Operação Off White: deflagrada em 30 de outubro de 2025 - realizada para desmantelar um esquema de lavagem de dinheiro ligado a dois dos traficantes mais procurados do Brasil. Entre eles, um dos principal chefes em liberdade do PCC: Sérgio Luiz de Freitas (Mijão ou Xixi).

STJ desbanca o “Gilmarpalooza”

JCO

O Congresso Estado de Direito e Ética Judicial, realizado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília, conseguiu esvaziar a 14ª edição do Fórum Jurídico de Lisboa, apelidado pela imprensa de "Gilmarpalooza” e organizado pelo Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Pesquisa (IDP). O ministro Gilmar Mendes até gosta do apelido, encarando o termo com leveza, pois, para ele, "falar até mal do fórum para nós é ótimo". O problema é que o apelido, além de irônico, parece indicar outro sentido. O esvaziamento político-institucional do “Gilmarpalooza” ganhou destaque  em razão do clima negativo provocado pelos escândalos do Banco Master e pela ausência de grandes empresários, políticos de oposição e a um racha no meio jurídico. Outro fator decisivo foi o uso do dinheiro público com passagens para bancar os altos custos do evento. O “Efeito Vorcaro” inibiu a presença de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Superior Tribunal de Justiça (STJ), cujo presidente, Herman Benjamin, organizou e abriu o Congresso Internacional Estado de Direito e Ética Judicial, em Brasília.

Esse evento foi desenhado como um contraponto institucional aos debates acadêmicos internacionais, e teve como objetivo fomentar o diálogo e a troca de experiências entre tribunais e jurisdições de diferentes países. O Congresso do STJ reuniu magistrados e especialistas globais para debater os principais desafios atuais do Judiciário, e contou com a presença de diversos presidentes de Supremos Tribunais e Cortes de países das Américas, Europa, Ásia e África, além de alguns ministros do STF. Enquanto Herman Benjamin e Edson Fachin recebiam em Brasília representantes de 17 Cortes Constitucionais de todo o mundo para debater o Estado de Direito e a Ética judicial, Gilmar e Alexandre de Moraes abriam o “Gilmarpalooza” na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde se realiza o IDP tropical de Portugal. O ICL Notícias, em artigo do jornalista Luís Costa Pinto, assim se pronunciou sobre esse congresso: “Chamemos o evento do IDP pelo nome que o torna célebre: Gilmarpalooza. A alcunha grudou porque descreve com precisão o que aquilo é: um festival de lobby e de encontros entre magistrados, políticos, empresários e advogados com causas nos mesmos tribunais, cujos membros estão lá, em Lisboa, bebendo vinho verde e comendo nacos de queijo da Serra da Estrela, enquanto fingem discutir soberania tecnológica em anfiteatros da universidade lisboeta enquanto o contribuinte paga a conta”.

Segundo o jornal Folha de São Paulo, foram ao menos 135 autoridades e servidores públicos que receberam autorização para viajar às expensas de seus órgãos. O Tribunal de Contas da União (TCU) mandou quatro ministros e mais nove representantes e o Tribunal de Justiça do Piauí enviou alguns dos seus membros. Ambos estimaram gastar, juntos, R$ 692 mil em diárias internacionais. Os custos dos ministros do STF não foram divulgados. A Advocacia-Geral da União, comandada por Jorge Messias, mandou ao menos 22 representantes, com viagens custeadas pelo órgão. Aproveitando a ocasião, editou, às vésperas do evento, uma norma interna sobre participação em eventos no exterior, o que facilitou o próprio deslocamento de sua cúpula. Outras instituições indicaram representantes, mas o congresso do IDP não foi como nos anos anteriores. Neste ano foi oferecido um cardápio de temas criptoativos e do agronegócio, de “deepfakes” gerados por IA e regulação de casas online, de apostas esportivas à CPLP (Comunidades dos Países de Língua Portuguesa), tudo sem o fio condutor que transforma debates em obra. Em Brasília, o cenário foi radicalmente diferente. O Congresso Internacional Estado de Direito e Ética Judicial do STJ trouxe ao Brasil os presidentes das Supremas Cortes de Portugal, Países Baixos, África do Sul, Irã, Senegal, Costa Rica, Caribe, Irlanda e da própria União Europeia, entre outros.

A Relatora Especial das Nações Unidas sobre Independência de Juízes e Advogados, professora Margaret Satterthwaite, da Universidade de Nova York, foi palestrante e membro do Comitê Consultivo do evento. O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos enviou seu presidente, ministro Mattias Guyomar, e a ministra Sarah Cleveland, da Corte Internacional de Justiça, participou por vídeo. O ministro Edson Fachin abriu o evento com uma conferência sobre “Ética judicial: a perspectiva brasileira”, enquanto a ministra Cármen Lúcia, que é relatora do novo Código de Ética do Judiciário, participou por vídeo do painel de abertura. Os dois congressos apresentaram visões distintas do Judiciário. Enquanto o evento em Portugal  focou em assuntos de interesse diversos, o congresso do STJ priorizou a ética judicial e uma postura institucional da magistratura, além de um Judiciário sóbrio, acadêmico e ético.

Luiz Holanda

Advogado e professor universitário

Pesca de voto

JCO

A isca no anzol é o benefício enganoso, que o peixe aceita sem perceber que está entregando a vida, como o eleitor que, seduzido por promessas eleitoreiras, delega o próprio destino a farsantes inescrupulosos.

O mais recente golpe no bom senso para fisgar o voto do eleitor é o fim da escala 6x1: promete-se que ninguém vai trabalhar mais de cinco dias por semana e que, apesar disso, ninguém terá redução de salário. Isso é bem menos que meia verdade. Mas, quantos estarão percebendo a treta?

Não é que seja impossível reduzir a jornada de trabalho: vários países já o fizeram. Só que, para chegar lá, há condições prévias que não estão na agenda dos que exploram a credulidade dos simples. Como fazer menos e produzir igual? É preciso aumentar a produtividade para, somente então, reduzir a jornada de trabalho. E não basta mexer na legislação. Antes, é necessário investimento para qualificar as pessoas, mudar a mentalidade e modernizar a forma de produção. Isso é um projeto de Estado que requer muito tempo, sem margem a pirotecnias populistas. Demora. Não dá para a eleição deste ano. O que o governo propõe é mera isca eleitoreira.

Países que conseguiram reduzir a jornada de trabalho produzem muito mais por hora trabalhada do que o Brasil. Dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) mostram que Alemanha, Dinamarca e França, por exemplo, produzem perto de US$ 90 por hora trabalhada. Já o Brasil, mediocremente, fica entre os US$ 17 e US$ 21. Mas a esperteza eleitoreira ignora - e, por conseguinte, não enfrenta - os entraves de nossa baixa produtividade, como infraestrutura precária, logística cara, excesso de burocracia, insegurança jurídica e baixa qualificação média da força de trabalho.

José Pastore, da Universidade de São Paulo (USP), esclarece: 

"Em todos esses países em que houve redução de jornada, primeiro houve melhoria da produtividade, depois redução de jornada." Segundo ele, a carga horária só foi reduzida nesses países após décadas de expansão industrial, de avanço tecnológico e aumento contínuo da produtividade, um processo que demora: "Não dá para fazer na canetada", adverte Pastore.

Para cortar quatro horas semanais e manter o atual nível de produção, o Brasil precisará ter um aumento de produtividade de 8,5%, o que não se dá a curto prazo, conforme Hélio Zylberstajn, também professor da USP. Como elevar esse índice, quando, segundo ele, nossa "produtividade está praticamente estagnada há anos"?

O aumento do custo do trabalho, com o fim da escala 6x1 sem melhorar a produtividade, forçará as empresas a buscarem formas de adaptação, o que inclui, segundo Zylberstajn, a substituição gradual dos trabalhadores mais antigos por outros com salários menores, o que é ruim tanto para empresas quanto para a massa trabalhadora. Isso é óbvio, mas...

Que dizer da qualificação média da força de trabalho?

Em 2025, foi aplicada a Prova Nacional Docente (PND) para verificar a situação dos professores do país. O resultado, publicado em 20/05/26, foi lamentável: dos 760,1 mil que fizeram a prova, 35% rodaram, isto é, 266 mil professores não atingiram proficiência básica no exame.

Os piores são os professores de matemática: mais da metade não atingiu desempenho considerado básico. Já os de ciências humanas vão "melhor": só 20% não alcançaram os parâmetros considerados mínimos. Que terão eles respondido? Sabemos bem a que se têm prestado as ciências humanas nas últimas décadas... Ou seja, a produtividade tende a piorar, porque, em vez de fomentar autonomia pessoal e formar gente produtiva, a educação formal cada vez mais presta-se a bovinizar a juventude.

Ora, a qualificação média da força de trabalho só tem piorado em vez de melhorar, inclusive porque a educação formal é um desastre (que só se agravou sob gestão petista); não avançamos em infraestrutura (e corremos o risco de ver setores estratégicos, como ferrovias e portos, entregue aos chineses); a logística compõe o mesmo quadro; a insegurança jurídica (desde o número excessivo de regras até o crescente ativismo judicial), assim como o excesso de burocracia, desencoraja quem quer empreender.

Num tal cenário, como aumentar a produtividade? E sem aumentar, como se poderá admitir a redução da jornada semanal?

Há empregados e empregadores para os quais, dadas as peculiaridades do setor em que atuam, a proposta do governo só traz prejuízo. No entanto, um tema tão complexo, que requer profundo estudo, aparece em hora errada (ano eleitoral) e é empurrado sem ouvir a pluralidade dos que impulsam a economia, tudo para Lula faturar votos e buscar a reeleição.

Respondendo a esse abraço de urso, a oposição apresentou uma proposta que prevê flexibilidade em vez de proibição radical, permitindo que a jornada e as escalas sejam definidas por negociação entre empregado e empregador, facultando a remuneração por horas trabalhadas e a adoção de jornadas superiores a 40 horas semanais.

É hora de entidades empresariais e, se houver, agremiações de empregados que não se deixam iludir com promessas fantasiosas apoiarem a aprovação da PEC 12/2026, que tramita no Congresso, e impedirem que a economia se afunde de vez. É agir antes que seja tarde demais!

Renato Sant'Ana

Advogado e psicólogo. E-mail do autor: sentinela.rs@uol.com.br

PRÉ-CANDIDATO Â DEPUTADO FEDERAL EMANOEL PAIVA REALIZA SUA CONVENÇÃO

Uma verdadeira demonstração de força e apoio popular marcou a Convenção do pré-candidato a deputado federal Emanoel Paiva. Uma multidão comp...