ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 9 de julho de 2026

Urgente: Jair Bolsonaro pode ter condenação anulada antes das eleições (veja o vídeo)

JCO

Presidente do PL prevê "reviravolta" no STF em 15 a 20 dias, com recurso distribuído a dois ministros indicados pelo próprio Bolsonaro. No mesmo dia, PF invade sua casa — e não encontra nada.

O dia 8 de julho de 2026 vai ser lembrado. Enquanto a Polícia Federal cumpria busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília — e saía de lá sem encontrar nada —, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, anunciava em evento público que o cenário jurídico pode virar nos próximos 15 a 20 dias.

"Falamos com o Fachin, que organizou esse negócio do sorteio. Entramos com duas revisões do processo criminal do Bolsonaro. Teremos novidades nos próximos 15 ou 20 dias", declarou Valdemar, durante evento do Movimento Brasil Competitivo, em Brasília.

O recurso protocolado pela defesa é uma revisão criminal da condenação a 27 anos e 3 meses imposta ao ex-presidente no processo sobre a suposta tentativa de golpe de Estado. O caso foi distribuído ao ministro Kassio Nunes Marques, com André Mendonça como revisor — ambos indicados ao STF pelo próprio Bolsonaro.

O simbolismo não é pequeno. Se o recurso avançar, a condenação pode ser anulada, reduzida ou ter o processo devolvido para novo julgamento — o que reabriria a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026.

Valdemar foi direto ao traçar o paralelo mais provocador da política brasileira atual:

"Quando Lula estava preso, alguém imaginou que ele pudesse ser solto e se candidatar?"

A pergunta fala por si. O "Brasil não vai ficar como está", completou o presidente do PL.

A reviravolta que a esquerda não calculou pode estar mais perto do que se imagina.

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Criador do método Arquitetura Eleitoral:
https://emiliokerber.com.br/

quarta-feira, 8 de julho de 2026

URGENTE: EUA reage a declação do Itamaraty sobre ação militar contra o Brasil

JCO

O governo dos Estados Unidos reagiu às declarações contidas em documentos do Ministério das Relações Exteriores do Brasil que mencionam a possibilidade de operações militares norte-americanas em território brasileiro após a classificação das facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

Em nota encaminhada à revista VEJA, o Departamento de Estado dos Estados Unidos rejeitou essa interpretação e classificou a avaliação do Itamaraty como sem fundamento. O órgão afirmou:

“Esse comentário é absurdo”.

A manifestação acrescenta:

“Os Estados Unidos estão adotando medidas decisivas, com base em suas próprias prerrogativas soberanas, para combater narcoterroristas. Essas facções brasileiras agora operam nos Estados Unidos, e nós defenderemos nosso povo contra elas. Alegações vagas de intervenção costumam servir de pretexto para auxiliar e dar respaldo a alguns dos grupos mais violentos do mundo.”

A posição do governo brasileiro consta em pelo menos duas respostas encaminhadas pelo Ministério das Relações Exteriores a requerimentos de informação apresentados por deputados federais. Os documentos são assinados pelo chanceler Mauro Vieira.

No texto mais recente, enviado em 1º de julho, o Itamaraty registra que “há a possibilidade do uso da força militar dos Estados Unidos em território brasileiro”.

A discussão ganhou força após o governo norte-americano enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas em maio.

URGENTE: Moraes sofre 1ª derrota nos EUA no caso Rumble e Trump Media

JCO

A Justiça dos Estados Unidos concedeu um novo prazo para que a Rumble e a Trump Media apresentem manifestação sobre o pedido do governo brasileiro para extinguir a ação movida contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão representa um revés processual para a estratégia adotada pela Advocacia-Geral da União (AGU) no caso.

A determinação foi proferida na terça-feira (7) pela juíza Mary Scriven, da Corte da Flórida. Com isso, as duas empresas terão até o dia 14 de julho para responder ao requerimento apresentado pelo Brasil, que busca o encerramento do processo.

Inicialmente, a manifestação das empresas deveria ser protocolada até esta terça-feira. Antes do vencimento do prazo, porém, a Rumble e a Trump Media solicitaram uma prorrogação, alegando a necessidade de mais tempo para elaborar a resposta.

A Advocacia-Geral da União contestou o pedido, argumentando que não havia justificativa para a extensão do prazo. Segundo o órgão, as empresas estariam tentando criar uma "urgência artificial" com o objetivo de retardar o andamento da ação, apesar de já terem tido tempo suficiente para apresentar sua defesa.

Como parte de sua argumentação, os advogados que representam o governo brasileiro citaram uma reportagem contendo declarações do advogado das empresas, Martin De Luca. Para a AGU, se a defesa teve disponibilidade para conceder entrevistas à imprensa, também teria condições de preparar a manifestação judicial dentro do prazo inicialmente estabelecido.

Na petição apresentada à Justiça norte-americana, a Advocacia-Geral da União afirmou:“Essa tentativa de manobra processual não deve ser recompensada com prazo adicional para tentar salvar uma ação fadada ao fracasso”.

Apesar da oposição do governo brasileiro, a magistrada acolheu o pedido das empresas e autorizou a ampliação do prazo para apresentação da resposta ao pedido de extinção do processo. A primera derrota do ministro nos EUA.

Quer descobrir qual o maior medo de Alexandre de Moraes? Acredite... Trata-se de um conteúdo que em breve pode ser censurado: o polêmico livro "Supremo Silêncio".

O que Moraes sempre tentou esconder sobre o Inquérito das Fakes News está nessa incrível obra. Se apresse! Clique no link abaixo:

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da Redação

Advogado de Bolsonaro mostra detalhes da ação da PF que desmoralizou Moraes

JCO

Paulo Cunha Bueno, advogado de Jair Bolsonaro, publicou no X:

"Hoje, pela manhã, foi realizada diligência de busca e apreensão na residência do Presidente Bolsonaro, a partir de determinação do Ministro Alexandre de Moraes.
A diligência buscava especificamente localizar armas, munições e acessórios de armas, não logrando êxito em encontrar qualquer item dessa natureza, justamente porque não os tinha sob sua posse.
A medida invasiva decorreu do fato de que, no despacho proferido na ultima sexta-feira, deferindo a custódia domiciliar, o Ministro determinou o recolhimento à Polícia Federal da hoploteca do Presidente, relacionando dez armas, sendo certo que, em sua maioria, encontravam-se armazenadas na reserva de armamentos do Batalhão da Polícia do Exército (BPE), em Brasília.
Das dez armas, duas já haviam sido entregues à PF ainda em 2023, por determinação do TCU, visto que haviam sido presenteadas pelo governo dos Emirados Árabes Unidos.
Uma terceira arma tratava-se da que já havia sido apreendida dias atrás, em posse de um de seus seguranças, fato que, por sinal, deflagrou toda a atual discussão.
Uma quarta arma, não localizada no BPE, tratava-se de uma espingarda que foi presenteada ao Presidente quando ainda no mandato, por uma empresa da cidade de Caxias do Sul/RS. A tramitação burocrática para registro da arma foi regularmente feita, somente após o que seria permitido sua retirada, fato que acabou por não ocorrer, de sorte que a peça estava registrada em nome do Presidente sem, contudo, jamais haver ingressado em sua posse.
Todos estes esclarecimentos já haviam sido prestados por mim antes da diligência de hoje que, ao final, prestou-se a ratificar o quanto dito pela defesa, não havendo, desta forma, nenhuma irregularidade no que toca ao acervo de armas do Presidente."

Moraes acabou completamente desmoralizado...

Após sair da casa de Bolsonaro, PF dá a pior notícia a Moraes

JCO

A Polícia Federal comunicou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que a operação de busca realizada na manhã desta quarta-feira (8) na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), em Brasília, foi concluída sem a localização de armas de fogo, munições ou acessórios.

A diligência ocorreu no imóvel onde Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária e teve como objetivo verificar a existência de armamentos que, segundo decisão judicial, poderiam ainda estar sob sua posse. De acordo com o relatório encaminhado ao STF, nenhum dos materiais procurados foi encontrado durante a ação.

A nova busca foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes após o magistrado identificar supostas divergências entre as informações apresentadas sobre o acervo de armas registrado em nome do ex-presidente e os dados constantes nos registros oficiais.

Na última segunda-feira (6), parte desse armamento havia sido entregue ao Supremo pela defesa de Bolsonaro e pelo Exército, em cumprimento a determinações judiciais. Entretanto, Moraes apontou incompatibilidades entre as armas oficialmente registradas e aquelas efetivamente apresentadas, circunstância que motivou a expedição do novo mandado de busca e apreensão.

A operação da Polícia Federal começou por volta das 7h desta quarta-feira e teve como finalidade exclusiva localizar armas de fogo, munições e acessórios que eventualmente estivessem sob posse do ex-presidente. Conforme informado pela corporação ao Supremo Tribunal Federal, a diligência foi encerrada sem qualquer apreensão de armamentos ou materiais relacionados.

Moraes saiu completamente desmoralizado...

URGENTE: Presidente de Câmara é preso

JCO

O presidente da Câmara Municipal de Ipatinga, vereador Werley Glicério Furbino de Araújo, conhecido como Ley do Trânsito, permanece detido após ser autuado pela Polícia Federal. O parlamentar foi encaminhado à Casa do Policial, em Belo Horizonte, onde aguarda a realização da audiência de custódia que decidirá pela manutenção ou não de sua prisão.

A prisão ocorreu na tarde de terça-feira (7), durante uma fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-262, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

Segundo a PRF, o vereador, de 50 anos, transportava um simulacro de arma de fogo, além de diversos medicamentos de origem paraguaia que teriam sido introduzidos irregularmente no Brasil. Entre os produtos apreendidos estavam canetas emagrecedoras, medicamentos à base de canabidiol, itens destinados a tratamentos terapêuticos e estéticos, além de outros medicamentos.

De acordo com os policiais rodoviários federais, todo o material estava escondido em uma sacola coberta por um cobertor dentro de um veículo oficial pertencente ao município. Durante a abordagem, Werley Glicério teria assumido ser o proprietário dos produtos encontrados.

Após a ocorrência, o caso foi encaminhado à Polícia Federal, em Belo Horizonte, que realizou a autuação do parlamentar pelos crimes que seguem sob investigação.

Em nota, a Polícia Federal informou que o armamento apreendido se trata de uma arma de pressão por ação de gás comprimido acompanhada de uma mira holográfica. Depois dos procedimentos de polícia judiciária, o vereador foi conduzido à Casa do Policial, unidade prisional administrada pela Polícia Civil de Minas Gerais, onde permanece custodiado até a audiência de custódia.

Procurada pela reportagem, a Câmara Municipal de Ipatinga informou, por meio de sua assessoria da Presidência, que está reunindo todas as informações sobre a ocorrência e divulgará um posicionamento oficial assim que os fatos forem devidamente confirmados.

A Polícia Civil de Minas Gerais também se manifestou sobre o episódio. Em nota encaminhada à imprensa, a instituição esclareceu que a ocorrência foi encerrada pela Polícia Federal, órgão responsável pela condução da investigação.

A corporação acrescentou que não coaduna com qualquer desvio de conduta praticado por seus servidores e informou que a Corregedoria-Geral acompanha o caso, adotando as providências administrativas que entender cabíveis.

A apuração sobre a procedência dos medicamentos apreendidos, bem como a eventual prática de crimes de competência federal, permanece sob responsabilidade da Polícia Federal.

Zé Trovão se manifesta após chamar Bolsonaro de "covarde" (veja o vídeo)

JCO

O deputado Zé Trovão acaba de se manifestar após chamar o ex-presidente Jair Bolsonaro de "covarde":

"Mais uma vez eu preciso vir aqui para reafirmar a minha lealdade ao presidente Bolsonaro.
Desta vez pegaram um trecho de um vídeo em que eu digo que o silêncio do Bolsonaro, naquele momento, foi covarde", disse.

Veja: 

URGENTE: Marco Rubio vem à público e cobra libertação imediata de presos políticos

jco 21/07/2026 às 11:59 O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, pediu a libertação imediata de mais de 700 presos políticos ...