ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sexta-feira, 10 de julho de 2026

Assassino do "massacre no cinema" em 1999 é flagrado frequentando shopping em Salvador

 JCO

Mateus da Costa Meira, autor do ataque a tiros que deixou três mortos e nove feridos em uma sala de cinema do Morumbi Shopping, em São Paulo, em 1999, voltou a chamar a atenção após ser visto com frequência no Shopping Barra, em Salvador. Atualmente com 51 anos e em liberdade desde 2024, o ex-estudante de Medicina passou a circular regularmente pelo centro comercial, onde frequenta cafés, livrarias e até salas de cinema, situação que tem provocado apreensão entre comerciantes e frequentadores.

Morador de uma quitinete localizada a poucos quarteirões do shopping, Mateus passou a ser reconhecido por clientes e lojistas, que compartilham fotografias dele em grupos de mensagens. Segundo relatos, sua presença despertou receio entre trabalhadores do local.

"Quando eu o vi pela primeira vez, fiquei em dúvida, porque ele está bem diferente. Mas logo a informação se espalhou no shopping, deixando os vendedores com medo", afirmou a comerciante Janaína Chaseliov, de 34 anos.

A trajetória judicial de Mateus teve início após o massacre ocorrido durante uma sessão do filme "Clube da luta". Na época, a defesa sustentou que ele seria inimputável por apresentar transtornos mentais que comprometeriam sua capacidade de compreender os próprios atos. A tese, porém, foi rejeitada durante o processo conduzido pela Justiça de São Paulo.

Uma junta formada pelos psiquiatras Sérgio Paulo Rigonatti, Antônio Carlos Justino Cabral e Moacyr Alexandro Rosa, além da psicóloga Maria Adelaide de Freitas Caires, concluiu que, apesar de apresentar transtornos mentais, incluindo psicopatia, Mateus possuía plena capacidade de entender a ilicitude de suas ações e de agir conforme esse entendimento.

Os especialistas destacaram que o atentado foi cuidadosamente planejado. Segundo as investigações, ele adquiriu uma submetralhadora por R$ 5 mil, providenciou munição, consumiu cocaína antes do crime, deixou o apartamento onde vivia e hospedou-se em um hotel para dificultar sua localização. Durante o inquérito, declarou:

"Poderia ser na Câmara dos Deputados. Mas lá tem detector de metais. Por isso escolhi o shopping".

Para os peritos, esse planejamento demonstrava capacidade de organização e controle sobre seus atos.

Levado a julgamento em 2003, Mateus foi condenado e encaminhado para cumprir pena na Penitenciária de Tremembé, em São Paulo. No ano seguinte, conseguiu transferência para a Penitenciária Lemos Brito, em Salvador, para permanecer mais próximo da família.

Enquanto cumpria pena na Bahia, Mateus tentou matar o detento Francisco Vidal Lopes utilizando uma tesoura. O episódio originou um novo processo criminal, no qual sua defesa voltou a alegar inimputabilidade. Diferentemente do julgamento anterior, o Ministério Público da Bahia aderiu à tese defensiva e os jurados concluíram que ele era inimputável. Com isso, foi absolvido de forma imprópria e encaminhado para internação por tempo indeterminado no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico da Bahia.

Durante o período de internação, diversos laudos apontaram que Mateus não demonstrava arrependimento genuíno nem empatia pelas vítimas. Em uma das avaliações, afirmou:

"Eu me arrependo, mas é aquele arrependimento egoísta porque, é claro, a pessoa vai pensar primeiro em si mesma. Eu me arrependo primeiro em relação a mim, depois em relação aos meus pais, porque não pensei neles quando fiz isso. Por fim, nos familiares das vítimas. Eu me arrependo do que fiz, mas quem está sentindo isso sou eu e minha família. Quer dizer, penso primeiro em mim porque quem está preso aqui, sofrendo, sou eu".

Em outro relato aos profissionais responsáveis pelas avaliações, declarou que "lamenta muito" não ter esperado mais alguns meses antes de cometer o atentado.

"Se eu tivesse esperado, teria me formado. E com curso superior, ficaria numa cela especial e não misturado com os outros", afirmou.

A Justiça da Bahia autorizou sua desinternação em 2024, condicionando a liberdade à continuidade do tratamento psiquiátrico sob supervisão dos pais, Deolindo Vanderlei Meira, de 87 anos, e Alina da Costa Meira, de 84. Entretanto, informações obtidas posteriormente indicam que Mateus reside sozinho em Salvador. Conforme declarações prestadas pelos próprios familiares durante o processo, ele já teria agredido parentes em diversas ocasiões, chegando a quebrar três costelas do pai durante uma luta corporal.

O advogado Vivaldo Amaral Adaes, que atuou em sua defesa, afirmou ter encerrado a representação logo após a soltura por receio de possíveis represálias. Segundo ele, Mateus mantinha uma lista com pessoas que pretendia matar, incluindo antigos advogados, integrantes do júri, jornalistas, médicos, psicólogos, servidores do sistema prisional e ex-companheiros de cela.

Outras pessoas que conhecem Mateus também relataram preocupação ao encontrá-lo no Shopping Barra. O médico Marco Antônio Damasceno, ex-colega de infância do autor da chacina, afirmou tê-lo visto diversas vezes nas dependências do cinema. "Também já vi o Mateus várias vezes na bilheteria do cinema. Está acima do peso e me parece bem sombrio. Me cumprimentou normalmente. Fiquei com medo porque ele carregava uma mochila", declarou.

Especialistas que participaram de avaliações psiquiátricas ao longo dos anos continuam divergindo da decisão que permitiu sua liberdade. A psiquiatra Hilda Morana afirmou que Mateus permanece perigoso e o classificou como um "psicopata perverso", defendendo que ele não deveria conviver livremente em sociedade. Na mesma linha, a psiquiatra Grace Adriana Lopes Conceição, que o acompanhou durante quase um ano no Hospital de Custódia, avaliou que o risco de novos crimes ainda existe em razão de sua personalidade antissocial, marcada pela ausência de empatia, frieza e elevado poder de planejamento.

Quando ocorreu o massacre no Morumbi Shopping, em 1999, a legislação brasileira limitava o cumprimento de pena a 30 anos de prisão. No entanto, a tentativa de homicídio praticada por Mateus já no sistema prisional poderia alterar esse cálculo caso houvesse condenação definitiva pelo novo crime. Apesar de o Ministério Público da Bahia ter apoiado sua transferência para o Hospital de Custódia, o órgão posteriormente se posicionou contra a concessão da liberdade e recorreu às instâncias superiores para tentar manter a medida de internação.


Pai que deu chute no rosto de filha de 3 anos recebe o 1º castigo

JCO


A mãe da menina de três anos agredida pelo pai em Francisco Beltrão, no sudoeste do Paraná, fez o registro do boletim de ocorrência depois de assistir às imagens da violência que passaram a circular nas redes sociais. O caso aconteceu no domingo (5) e foi flagrado por câmeras de segurança,

As gravações mostram o pai caminhando pela rua com a filha, de três anos, e outro filho, de cinco. Em determinado momento, ele desfere um chute contra a menina, que cai no chão. 

Ele havia prestado depoimento à Polícia Civil na tarde dessa quarta-feira (8/7). Durante o interrogatório, admitiu ter agredido a criança e afirmou que a reação foi provocada pelo choro da filha. O homem disse, porém, que não se recorda de todos os detalhes da agressão. O homem acaba de  receber o 1º castigo: Ele foi preso nesta quinta-feira (9). A polícia não divulgou a sua identidade. Ele vai responder pelo crime de lesão corporal.

quinta-feira, 9 de julho de 2026

Seleção argentina na Copa do Mundo é alvo de investigação do FBI; entenda o que está sendo apurado

Jetss

Claudio “Chiqui” Tapia, presidente da AFA, ao lado de Gianni Infantino durante encontro do Conselho da FIFA. (Foto: Instagram)© Foto: Instagram

O FBI e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos abriram uma investigação sobre as movimentações financeiras da Associação de Futebol Argentino (AFA) durante a Copa do Mundo, com o objetivo de apurar contratos internacionais geridos pela empresa TourProdEnter LLC, que podem ter servido a operações suspeitas de lavagem de dinheiro e fraude bancária.

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Segundo o jornal argentino La Nacion, agentes federais americanos estão reunindo depoimentos e solicitando documentos para compreender como a AFA transferiu recursos pelo sistema financeiro dos EUA. As autoridades analisam se essas transações se enquadram em crimes previstos na legislação norte-americana, como lavagem de dinheiro e fraude bancária.

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A primeira pessoa ouvida foi o empresário Guillermo Tofoni, que prestou depoimento por videoconferência durante aproximadamente três horas, detalhando sua atuação nas transações ligadas à AFA em conversas com promotores e agentes do FBI sediados em Washington e Miami.

A investigação também mira o presidente da AFA, Claudio “Chiqui” Tapia, e o dirigente Pablo Toviggino, além do produtor teatral Javier Faroni, dono da TourProdEnter LLC. A empresa teria sido responsável pela negociação e arrecadação de receitas comerciais internacionais da entidade.

Fontes ouvidas pelo La Nacion informam que a investigação preliminar foi estruturada em meados de 2025 e conta com promotores federais dos Estados Unidos. Há expectativa de que também sejam convocados ex-integrantes do governo de Javier Milei com acesso a relatórios sobre as finanças da AFA.

Os documentos obtidos indicam que a TourProdEnter LLC movimentou centenas de milhões de dólares em diferentes bancos norte-americanos — Citibank, Bank of America, JP Morgan, PNC Bank e Synovus — por meio de transferências registradas em extratos e planilhas financeiras.

A reportagem do La Nacion aponta que a empresa administrou cerca de 260 milhões de dólares (equivalente a R$ 1,3 bilhão) em receitas da AFA. Do total, aproximadamente 57 milhões de dólares teriam sido destinados a entidades e beneficiários sem justificativa econômica clara, segundo os documentos.

Até o momento, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos não se manifestou oficialmente sobre o andamento do inquérito, que ainda pode incluir pedidos formais de documentos a instituições financeiras e novas oitivas de envolvidos.

Urgente: Jair Bolsonaro pode ter condenação anulada antes das eleições (veja o vídeo)

JCO

Presidente do PL prevê "reviravolta" no STF em 15 a 20 dias, com recurso distribuído a dois ministros indicados pelo próprio Bolsonaro. No mesmo dia, PF invade sua casa — e não encontra nada.

O dia 8 de julho de 2026 vai ser lembrado. Enquanto a Polícia Federal cumpria busca e apreensão na residência do ex-presidente Jair Bolsonaro em Brasília — e saía de lá sem encontrar nada —, o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, anunciava em evento público que o cenário jurídico pode virar nos próximos 15 a 20 dias.

"Falamos com o Fachin, que organizou esse negócio do sorteio. Entramos com duas revisões do processo criminal do Bolsonaro. Teremos novidades nos próximos 15 ou 20 dias", declarou Valdemar, durante evento do Movimento Brasil Competitivo, em Brasília.

O recurso protocolado pela defesa é uma revisão criminal da condenação a 27 anos e 3 meses imposta ao ex-presidente no processo sobre a suposta tentativa de golpe de Estado. O caso foi distribuído ao ministro Kassio Nunes Marques, com André Mendonça como revisor — ambos indicados ao STF pelo próprio Bolsonaro.

O simbolismo não é pequeno. Se o recurso avançar, a condenação pode ser anulada, reduzida ou ter o processo devolvido para novo julgamento — o que reabriria a possibilidade de Bolsonaro disputar as eleições de 2026.

Valdemar foi direto ao traçar o paralelo mais provocador da política brasileira atual:

"Quando Lula estava preso, alguém imaginou que ele pudesse ser solto e se candidatar?"

A pergunta fala por si. O "Brasil não vai ficar como está", completou o presidente do PL.

A reviravolta que a esquerda não calculou pode estar mais perto do que se imagina.

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Criador do método Arquitetura Eleitoral:
https://emiliokerber.com.br/

quarta-feira, 8 de julho de 2026

URGENTE: EUA reage a declação do Itamaraty sobre ação militar contra o Brasil

JCO

O governo dos Estados Unidos reagiu às declarações contidas em documentos do Ministério das Relações Exteriores do Brasil que mencionam a possibilidade de operações militares norte-americanas em território brasileiro após a classificação das facções Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.

Em nota encaminhada à revista VEJA, o Departamento de Estado dos Estados Unidos rejeitou essa interpretação e classificou a avaliação do Itamaraty como sem fundamento. O órgão afirmou:

“Esse comentário é absurdo”.

A manifestação acrescenta:

“Os Estados Unidos estão adotando medidas decisivas, com base em suas próprias prerrogativas soberanas, para combater narcoterroristas. Essas facções brasileiras agora operam nos Estados Unidos, e nós defenderemos nosso povo contra elas. Alegações vagas de intervenção costumam servir de pretexto para auxiliar e dar respaldo a alguns dos grupos mais violentos do mundo.”

A posição do governo brasileiro consta em pelo menos duas respostas encaminhadas pelo Ministério das Relações Exteriores a requerimentos de informação apresentados por deputados federais. Os documentos são assinados pelo chanceler Mauro Vieira.

No texto mais recente, enviado em 1º de julho, o Itamaraty registra que “há a possibilidade do uso da força militar dos Estados Unidos em território brasileiro”.

A discussão ganhou força após o governo norte-americano enquadrar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas em maio.

URGENTE: Moraes sofre 1ª derrota nos EUA no caso Rumble e Trump Media

JCO

A Justiça dos Estados Unidos concedeu um novo prazo para que a Rumble e a Trump Media apresentem manifestação sobre o pedido do governo brasileiro para extinguir a ação movida contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A decisão representa um revés processual para a estratégia adotada pela Advocacia-Geral da União (AGU) no caso.

A determinação foi proferida na terça-feira (7) pela juíza Mary Scriven, da Corte da Flórida. Com isso, as duas empresas terão até o dia 14 de julho para responder ao requerimento apresentado pelo Brasil, que busca o encerramento do processo.

Inicialmente, a manifestação das empresas deveria ser protocolada até esta terça-feira. Antes do vencimento do prazo, porém, a Rumble e a Trump Media solicitaram uma prorrogação, alegando a necessidade de mais tempo para elaborar a resposta.

A Advocacia-Geral da União contestou o pedido, argumentando que não havia justificativa para a extensão do prazo. Segundo o órgão, as empresas estariam tentando criar uma "urgência artificial" com o objetivo de retardar o andamento da ação, apesar de já terem tido tempo suficiente para apresentar sua defesa.

Como parte de sua argumentação, os advogados que representam o governo brasileiro citaram uma reportagem contendo declarações do advogado das empresas, Martin De Luca. Para a AGU, se a defesa teve disponibilidade para conceder entrevistas à imprensa, também teria condições de preparar a manifestação judicial dentro do prazo inicialmente estabelecido.

Na petição apresentada à Justiça norte-americana, a Advocacia-Geral da União afirmou:“Essa tentativa de manobra processual não deve ser recompensada com prazo adicional para tentar salvar uma ação fadada ao fracasso”.

Apesar da oposição do governo brasileiro, a magistrada acolheu o pedido das empresas e autorizou a ampliação do prazo para apresentação da resposta ao pedido de extinção do processo. A primera derrota do ministro nos EUA.

Quer descobrir qual o maior medo de Alexandre de Moraes? Acredite... Trata-se de um conteúdo que em breve pode ser censurado: o polêmico livro "Supremo Silêncio".

O que Moraes sempre tentou esconder sobre o Inquérito das Fakes News está nessa incrível obra. Se apresse! Clique no link abaixo:

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da Redação

Tribunal eleitoral cassa mandato de deputada de forma absurda e a verdade vem à tona (veja o vídeo)

JCO 16/07/2024 às 06:40 Foto: Câmara Em entrevista exclusiva à TV JCO, a deputada federal Silvia Waiãpi (PL-AP) conta detalhes da perseguiçã...