A Polícia Civil de São Paulo (PCSP) está investigando o desaparecimento de uma cozinheira, identificada como Berenice Ramos de Aguiar Faria, de 60 anos, em Ubatuba, no litoral do estado de São Paulo. A vítima sumiu dia 30 de junho deste ano após pegar carona com a ex-patroa.
A patroa de Berenice, com quem ela pegou carona após deixar a pousada onde trabalhava no bairro Ubatumirim, é considerada a principal suspeita do crime e foi presa temporariamente.
De acordo com a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São Sebastião, a suspeita é dona de uma pousada onde Berenice trabalhava. A cozinheira foi dispensada do emprego no fim de junho por causa da baixa temporada e, no dia 30, pegou carona com a patroa até o trevo de acesso à Rodovia Oswaldo Cruz (SP-125). Essa foi a última vez que Berenice foi vista com vida.
O ex-vereador e advogado Cassiano José Pereira da Silva foi morto a tiros na tarde desta sexta-feira (10), em um restaurante no município de Arez, na região Agreste do Rio Grande do Norte. A Polícia Civil confirmou a ocorrência e informou que instaurou investigação para esclarecer as circunstâncias do homicídio. Cassiano era ex-vereador do município de Pedro Velho, também no interior do RN.
Segundo as informações preliminares, Cassiano estava no estabelecimento acompanhado da esposa e de um amigo quando foi surpreendido por disparos de arma de fogo. O advogado foi atingido na região da nuca e morreu ainda no local.
Após o crime, equipes da Polícia Civil responsáveis pelo atendimento ao município de Tibau do Sul realizaram os primeiros levantamentos no local e deram início às diligências. A corporação informou que trabalha para identificar a autoria e a motivação do assassinato.
A Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Rio Grande do Norte lamentou a morte de Cassiano José Pereira da Silva e informou que acompanha o caso por meio da Procuradoria de Defesa das Prerrogativas, em conjunto com a Subseção de Goianinha.
Em nota, a entidade afirmou que monitora as diligências conduzidas pelas autoridades e reforçou que acompanhará a investigação.
"A OAB/RN seguirá acompanhando as investigações, com o objetivo de contribuir para a rápida elucidação do crime e a devida responsabilização dos envolvidos", declarou.
Além da atuação na advocacia, Cassiano também era servidor da Educação no município de Pedro Velho. Em nota de pesar, a prefeitura destacou a contribuição do advogado para a cidade e prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho.
"Neste momento de dor, nos unimos em oração e solidariedade aos seus familiares, amigos, colegas de trabalho e a todos que tiveram o privilégio de conviver com ele."
Em qualquer país do mundo um presidente do Senado tem muito poder. No Brasil, além de comandar os trabalhos da Casa, define quais projetos vão a votação (a chamada "pauta" do Congresso), controla os orçamentos bilionários e conduz os processos de grande repercussão nacional. Na ausência do Presidente da República, do Vice-Presidente e do Presidente da Câmara dos Deputados é quem assume o governo. Diante de tanta responsabilidade, espera-se que ele lidere a Casa, paute as votações, atue em defesa dos interesses do país, defina o ritmo das leis e comande as sessões do Congresso Nacional. Além disso, a sociedade e os mecanismos de controle democrático exigem que ele exerça suas funções com transparência, impedindo que o processo legislativo seja usado para interesses escusos.
O que se espera de um presidente do Senado é que ele seja honesto e paute sua conduta pela ética, conforme determina o art. 37 de nossa Carta Magna ao exigir que a administração pública e seus agentes atuem com ética e honestidade no exercício de suas ações. O Código de Ética e de Decoro Parlamentar do Senado segue no mesmo caminho, exigindo que os senadores mantenham, dentro e fora do Parlamento, uma conduta compatível com o decoro, sendo a honestidade um pressuposto básico para o exercício do mandato. No caso do senador Davi Alcolumbre, as declarações do banqueiro Daniel Vorcaro na Operação Compliance Zero, - conduzida pela Polícia Federal (PF) -, deverão repercutir nas próximas eleições. O vazamento de trechos da proposta de delação premiada de Vorcaro e rejeitada pela PF e pela Procuradoria-Geral da República (PGR), revela que o banqueiro o acusou de receber US$ 30 milhões (aproximadamente R$ 155 milhões) em vantagens indevidas. O repasse milionário teria sido efetuado em uma conta secreta no exterior e intermediado por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro. Em troca, Vorcaro queria o apoio político do senador aos interesses da sua instituição financeira, conforme revelado por importantes órgãos de imprensa do país.
A acusação indica que o esquema envolveu a compra de R$ 400 milhões em títulos podres do Banco Master por um fundo de pensão de servidores públicos do estado do Amapá, base eleitoral de Alcolumbre e comandado por um ex-tesoureiro de campanha do senador. A Presidência do Senado divulgou uma nota oficial rebatendo, com veemência, o teor das denúncias. No texto, Alcolumbre classifica as acusações como absolutamente falsas, afirmando, categoricamente, que jamais recebeu qualquer modalidade de valor ou benefício de Vorcaro, seja no Brasil ou no exterior, e que ingressará com representações cíveis e criminais contra os envolvidos no vazamento para que respondam judicialmente por calúnia, difamação e danos à honra pública. As afirmações de Vorcaro foram feitas na segunda tentativa de um acordo de delação premiada, prontamente recusada pelo caráter defensivo da proposta, cujo material foi considerado “requentado” pelos agentes, uma vez que a PF já possuía amplo domínio do esquema por meio da análise pericial de oito aparelhos celulares apreendidos e das quebras de sigilo. O conteúdo dos telefones do banqueiro funciona como uma confissão completa, dispensando qualquer delação premiada.
A defesa de Vorcaro encaminhou uma manifestação ao ministro André Mendonça alegando que a PF estaria descartando denúncias consistentes contra autoridades de alto escalão por motivações políticas. Em resposta, Mendonça ressaltou que a condução técnica e não seletiva dos inquéritos garante transparência e total independência do Judiciário. No início de sua carreira Alcolumbre, então deputado federal, apareceu em gravações interceptadas pela PF nas quais o então prefeito de Macapá e um empresário atribuíam ao jovem deputado a definição de valores de emendas parlamentares destinadas a obras públicas em licitações suspeitas. A investigação não avançou. Em 2013, reapareceu em interceptações telefônicas, desta vez em conversa com o doleiro Fayed Traboulsi.
Por ocasião da publicação da denúncia de Vorcaro na delação arquivada, Alcolumbre afirmou que rejeitava, “com toda a firmeza, e com toda a indignação, o conteúdo desta matéria. Jamais recebi aqueles valores, ou outros quaisquer, no Brasil ou no exterior, por qualquer motivo que seja. São alegações inteiramente falsas, com a única e aparente intenção de arrastar para a lama meu nome, minha honra, minha reputação”. Depois de prometer processar seus acusadores, Alcolumbre indagou: "A quem interessa caluniar o presidente do Congresso Nacional?”. Se Vorcaro provar o que disse a justiça terá que ser feita; se não, a pergunta de Alcolumbre deve ser respondida, até porque perguntar não ofende.
Após repercussão de declarações da promotora Elayne Christina da Silva Rodrigues, que afirmou ser “inconstitucional” citar Deus durante abertura de evento na cidade de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, ela foi alvo de denúncia no Conselho Superior do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).
A representação foi protocolada na tarde desta quinta-feira (9) pela Associação dos Conselheiros e Ex-conselheiros Tutelares do Estado do Rio de Janeiro (Acterj) e solicita instauração de procedimento administrativo para apuração dos fatos e adoção de medidas administrativas.
O jurista André Marsíglia fez o seguinte comentário sobre o assunto:
“É o mínimo. A promotora não pode querer lacrar em nome do MP.”
A Deputada Estadual Gracinha Mão Santa é um exemplo de dedicação, compromisso e trabalho em favor da população. Com determinação e presença constante ao lado do povo, segue defendendo ações que contribuem para o desenvolvimento de Parnaíba e de todo o Piauí
Quem trabalha com seriedade e acredita em dias melhores inspira outras pessoas a seguir pelo mesmo caminho. Vai dar certo!!! Vamos pra luta, com fé, coragem e esperança no futuro!!!
A defesa do ministro afastado do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Marco Buzzi, anexou ao processo que investiga denúncias de importunação sexual uma série de laudos médicos para sustentar que o estado de saúde do magistrado seria incompatível com uma das acusações apresentadas contra ele. O procedimento também tramita no Supremo Tribunal Federal (STF).
Os documentos médicos, aos quais a reportagem teve acesso, apontam que Buzzi apresenta disfunção erétil de origem multifatorial, ausência de libido, hipogonadismo — condição caracterizada pela produção insuficiente de testosterona e/ou espermatozoides pelos testículos —, além de ausência de ejaculação anterógrada.
Segundo a defesa, exames e avaliações assinados por um médico urologista também registram que o ministro possui histórico de cirurgia na próstata, diabetes, hipertensão arterial, faz uso contínuo de medicamentos e convive com outras condições clínicas que comprometem sua função sexual.
O laudo, datado de 6 de fevereiro de 2026, conclui que o conjunto de elementos clínicos apresentados “não respalda hipótese de função sexual exacerbada”, indicando comprometimento da função sexual masculina.
Os advogados afirmam que a documentação foi juntada aos autos para contestar o relato de uma das denunciantes. De acordo com o depoimento prestado por ela às autoridades, durante um banho de mar em Balneário Camboriú (SC), o ministro teria tentado segurá-la enquanto estaria com o pênis ereto.
Em seu testemunho, a jovem declarou que conseguiu sentir a genitália do magistrado pressionando seu corpo porque ele usava apenas shorts e sunga durante o episódio. A defesa, por sua vez, sustenta que as condições médicas descritas nos exames tornariam inviável a situação narrada.
Além dos laudos, os advogados anexaram ao processo o depoimento de uma testemunha que afirmou ter presenciado os dois no mar. Segundo esse relato, ambos permaneceram separados por aproximadamente um metro e meio durante o período em que estavam na água, sem qualquer contato físico. A testemunha acrescentou apenas que, ao deixarem o mar, o ministro ofereceu a mão para auxiliar a jovem na saída.
Marco Buzzi está afastado do STJ desde fevereiro deste ano. A primeira investigação teve início após uma jovem de 18 anos, filha de amigos do magistrado, acusá-lo de importunação sexual durante uma viagem de férias em Balneário Camboriú (SC).
Conforme a denúncia, os fatos teriam ocorrido em janeiro deste ano, quando ambos entraram no mar. A jovem afirmou que o ministro tentou agarrá-la em três oportunidades. Buzzi nega as acusações.
Posteriormente, uma servidora terceirizada do Superior Tribunal de Justiça também apresentou denúncia de importunação sexual contra o magistrado. Além da apuração conduzida no âmbito do STJ, o caso é investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
No dia 11 de junho deste ano, aproximadamente 20 testemunhas foram ouvidas pelo Superior Tribunal de Justiça como parte da instrução do procedimento disciplinar relacionado às acusações.
Em entrevista exclusiva à TV JCO, a deputada federal Silvia Waiãpi (PL-AP) conta detalhes da perseguição que tem sofrido, culminando a com a perda de seu mandato.
A parlamentar foi acusada de utilizar R$ 9 mil do dinheiro da campanha eleitoral para fazer tratamento estético de harmonização facial.
O TRE já havia aprovado as contas da campanha da deputada nas eleições de 2022, mas segundo Silvia, refizeram a análise e reprovaram as contas.