ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 14 de julho de 2026

Homem baleado por policial após simular assalto em 'brincadeira' morre em São Paulo

jco

Um dos homens baleados por um policial civil de folga durante uma simulação de assalto na Zona Leste de São Paulo, no interior de uma concessionária de veículos, morreu nesta terça-feira (14), segundo apurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP).

Conforme as informações, os dois envolvidos trabalhavam em um lava-rápido responsável pela prestação de serviços à concessionária onde o episódio ocorreu. Eles chegaram ao estabelecimento em uma motocicleta e, durante a encenação, um deles simulou estar com uma arma de fogo ao anunciar o suposto roubo.

Sem ter conhecimento de que tudo se tratava de uma brincadeira, o policial civil interveio imediatamente. Diante da percepção de uma ameaça real, ele efetuou disparos que atingiram ambos os homens.

Somente após o ocorrido foi verificado que os dois baleados eram conhecidos dos funcionários da loja. Segundo informou a Polícia Civil, a simulação teria sido realizada como uma brincadeira entre pessoas que frequentavam o estabelecimento, informação que não era de conhecimento do agente no momento da intervenção.

Logo após os disparos, o policial entrou em contato com o Centro de Operações da Polícia Civil (CEPOL), solicitou o envio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e prestou os primeiros socorros às vítimas até a chegada da equipe de resgate.

A audácia dos maus

JCO

O título foi tirado da frase “A impunidade gera a audácia dos maus”, proferida pelo jornalista,  político e escritor   brasileiro Carlos Lacerda, principal voz do conservadorismo e figura de destaque na histórica União Democrática Nacional (UDN). Lacerda ficou conhecido como o "demolidor de presidentes", haja vista sua eterna oposição a todos os presidentes da República, cargo que perseguiu durante toda sua existência sem jamais alcançá-lo. Sua plataforma  política abrangia três bandeiras: o anticomunismo, a livre iniciativa e a moralidade. Em todos os seus discursos afirmava que a ausência de punição encorajava os corruptos a cometerem mais corrupção, desviando os recursos públicos impunimente, certos de que nunca seriam punidos.

A corrupção é como uma patologia crônica que se infiltra abertamente nas estruturas públicas, corrói as instituições e compromete a própria noção de República. Até o Judiciário é abrangido, com destaque para o Supremo Tribunal Federal-STF. Não é de se admirar, pois, a audácia do banqueiro Daniel Vorcaro em corromper todos os Poderes da República, convertendo o poder-dever funcional em mercadoria negociável. A impunidade converteu a corrupção em um dos princípios fundamentais de nossa administração pública, cláusula pétrea, imodificável até por emenda constitucional. Os corruptos se consideram blindados, protegidos mutuamente em uma redoma de vidro hermeticamente fechada, pois estão acima de tudo e de todos. A leniência do STF conseguiu   esvaziar a função dissuasória do direito penal, transmitindo para a sociedade a sensação de falta de confiança nas instituições responsáveis pela prevenção e combate à criminalidade do colarinho branco.

Essa sensação de conformismo com a roubalheira vem da certeza de que nada acontecerá com os corruptos. Veja-se, por exemplo, o que está acontecendo nos bastidores do STF. A avaliação é que o ministro Gilmar Mendes prepara o terreno para tentar anular as investigações envolvendo o Banco Master. Ele não perde uma oportunidade para criticar a   condução do processo pelo relator, ministro André Mendonça, chegando a acusá-lo de cometer um "erro crasso" ao participar de conversas sobre acordos de delação premiada. Em seus votos, Mendes tem traçado paralelos entre os métodos utilizados nas investigações do caso Master e os apontados na Operação Lava Jato, tese que embasaria uma futura decretação de nulidade processual. No voto em que manteve a prisão de Daniel Vorcaro, Mendes comparou o caso Master com a Lava-Jato, que ele desmontou acusando o então juiz Sergio Moro de parcialidade e de não ser o juiz competente para aquele julgamento. Acabou tirando-o da operação como um juiz suspeito, segundo definição da turma cujo relator era o próprio Mendes. O ministro diz agora que os mesmos desvios da Lava-Jato estão acontecendo no Caso Master. Em outras palavras, ele está encaminhando a tese de nulidade do processo alegando várias ilegalidades na investigação do caso. Já vetou duas vezes a quebra de sigilo das empresas da família Toffoli e do próprio Toffoli, com a alegação de desvio de finalidade da CPI. Está apenas esperando o momento para criar um movimento que favoreça a nulidade do processo. Na Lava Jato, quem confessou que devolveu dinheiro foi liberado. Outro, recebeu dinheiro de volta.

O STF apontou a existência de colaboração informal e estratégias conjuntas entre o então juiz e os procuradores do Ministério Público Federal (MPF), o que, segundo a Corte, feriu o sistema acusatório. No que se refere à violação do contraditório e da ampla defesa, o Supremo anulou condenações por entender que o direito de defesa foi prejudicado. Uma das falhas processuais mais recorrentes foi o fato de réus delatores apresentarem suas alegações finais no mesmo prazo ou depois dos demais réus, impedindo os acusados de rebaterem as acusações por último.

A decisão do ministro Edson Fachin que anulou as condenações do ex-presidente Lula na Operação Lava Jato foi proferida cinco anos após a defesa do ex-presidente apresentar a primeira denúncia alegando a incompetência da 13ª Vara Federal de Curitiba para julgar o caso. Com essa determinação, todas as decisões processuais e condenações anteriores foram anuladas, e os processos foram remetidos para a Justiça Federal do Distrito Federal, que praticamente os arquivou. A ilegalidade e a contaminação das provas derivadas de acordos de leniência, como os da empreiteira Odebrecht, foram anuladas, assim como serão as provas ou qualquer delação que venha a ser aceita perante a PF, PGR e homologada pelo STF. Os maus são audaciosos; vencem todas. Todos (de vereador a presidente da República), estão ricos. A corrupção compensa, principalmente quando institucionalizada, garantida e legalizada.

Luiz Holanda

Advogado e professor universitário

O notório erro político e jurídico de Moraes

JCO

A suspensão das visitas de Flávio para o pai configura medida desproporcional, sem previsão legal e joga luz sobre o esgotamento técnico desse modelo de controle judicial. Punir o senador e o ex-presidente com base em um documento manuscrito — ato sem vedação legal ou restrição cautelar explícita — evidencia que o rigorismo processual foi substituído por uma perseguição burocrática a poucos meses do pleito.

E esse pode ter sido o grande erro de cálculo estratégico. Ao tentar silenciar uma mensagem de apoio político de pai para filho, a decisão de Moraes acaba fornecendo prova empírica do cerceamento sofrido pela oposição, gerando indignação popular e engajando ainda mais a militância conservadora.

Longe de enfraquecer o bloco de direita, a hiperatividade jurídica agressiva unifica o eleitorado em torno das liberdades fundamentais, consolidando Flávio Bolsonaro como antítese direta aos excessos institucionais de Brasília.

Essa dissidência interna deixa claro que a tese do "vale-tudo" sob o manto da defesa institucional perde sustentação entre os próprios pares.

O uso da máquina punitiva para impor isolamento à liderança conservadora até as vésperas do primeiro turno atenta contra o equilíbrio de forças das urnas. A constatação do exagero, compartilhada nos corredores do próprio Tribunal, fortalece a urgência de uma reforma que restabeleça a isonomia e garanta que o destino político do país seja decidido pelo voto soberano do cidadão, e não pela ingerência de decisões monocráticas.

Influenciador Gato Preto, aquele que destruiu Porsche de R$ 1,5 milhão, é preso

JCO

O influenciador digital Samuel Sant'anna, conhecido como Gato Preto, foi preso na cidade de Ribeirão Preto, no interior paulista, na madrugada do último domingo (12). O caso ocorreu por volta das 5h. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, policiais militares foram acionados para atender a uma denúncia anônima em um bar da cidade. Um casal estaria brigando no local.

Ao chegarem ao estabelecimento, os policiais constataram que não havia indícios de agressão física. Gato Preto, no entanto, tinha um mandado de prisão em aberto. Ele foi levado então para a Central de Polícia Judiciária e o caso foi registrado como captura de procurado.

o advogado do influenciador informou que a prisão foi motivada por um mandado relacionado à dívida de pensão alimentícia. A defesa informou que vai adotar as providências para regularizar os débitos mas, enquanto isso, Gato Preto seguirá preso.

Em maio, a Justiça de São Paulo aceitou denúncia do Ministério Público e tornou réu Gato Preto por duas tentativas de homicídio doloso, além de ameaça e infrações ao Código de Trânsito Brasileiro. Segundo a acusação, ele dirigia sob efeito de álcool e drogas quando, em 20 de agosto de 2025, avançou um sinal vermelho em alta velocidade e colidiu contra o carro de um pai e seu filho na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo. Pela decisão da Justiça, Gato Preto teve a carteira de habilitação suspensa e está proibido de dirigir.

Segundo a denúncia, o influenciador deixou de prestar socorro às vítimas, fez ameaças após o acidente e fugiu do local com ajuda de terceiros. O promotor responsável pelo caso, Lucas de Mello Schaefer, afirma que Sant’anna assumiu o risco de matar ao conduzir o veículo com a "capacidade psicomotora alterada" e desrespeitar a sinalização. As vítimas, o pai e um filho, sobreviveram após atendimento médico.

A denúncia do Ministério Público também aponta tentativa de dificultar a investigação, com retirada de objetos do carro e evasão do local antes da chegada do socorro.

A influenciadora Anna Beatryz Ferracini Ribeiro, conhecida como Bia Miranda e então namorada de Sant’anna, também foi citada no caso pelo MP. Ela recebeu proposta de transação penal por omissão de socorro, com pagamento de R$ 150 mil a ser dividido entre as vítimas e uma entidade beneficente.

Pesquisa aponta que Lula despenca entre beneficiários do Bolsa Família

JCO

A nova pesquisa Nexus mostra que Lula perdeu espaço entre os beneficiários do Bolsa Família, enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ampliou as intenções de voto nesse segmento do eleitorado.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula caiu de 68% para 58% das intenções de voto entre os beneficiários do programa, uma queda de 10 pontos percentuais em relação ao levantamento divulgado em 29 de junho. Já Flávio Bolsonaro subiu de 13% para 25%, avanço de 12 pontos.

Na simulação de segundo turno, Lula recuou de 75% para 66% entre os eleitores que recebem ou convivem com beneficiários do Bolsa Família. Flávio Bolsonaro, por sua vez, avançou de 20% para 30%.

O levantamento BTG/Nexus ouviu 2.003 eleitores entre os dias 10 e 12 de julho, em todas as unidades da federação. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Registro no TSE: BR-07981/2026.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

No 2º turno, Lula cai e Flávio cresce, aponta nova pesquisa

JCO

Apesar de mostrar um cenário alarmante no 1º turno, um levantamento divulgado nesta segunda-feira (13) pelo instituto BTG-Nexus mostra algo surpreendente: Lula caiu de 49% para 47% e Flávio Bolsonaro subiu de 43% para 44%:

Lula x Flávio Bolsonaro

  • Lula: 47%
  • Flávio Bolsonaro: 44%
  • Nenhum, branco ou nulo: 8%
  • Não sabe ou não respondeu: 1%

Na simulação de primeiro turno, os resultados foram os seguintes:

  • Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 40% (eram 42% em 29 de junho)
  • Flávio Bolsonaro (PL): 34% (eram 34% em 29 de junho)
  • Ronaldo Caiado (PSD): 5% (eram 5% em 29 de junho)
  • Renan Santos (Missão): 4% (eram 4% em 29 de junho)
  • Romeu Zema (Novo): 4% (eram 3% em 29 de junho)
  • Joaquim Barbosa (DC): 2%
  • Augusto Cury (Avante): 2%
  • Aécio Neves (PSDB): 1%
  • Cabo Daciolo (Mobiliza): 0%
  • Nenhum, branco ou nulo: 6% (eram 5% em 29 de junho)
  • Não sabe ou não respondeu: 3% (eram 3% em 29 de junho)

Flávio Bolsonaro é uma realidade para essa eleição! E agora acabam de surgir as primeiras camisetas de apoio ao pré-candidato à Presidência da República. Não fique fora dessa! Seja um dos primeiros a estampar a luta pelo Brasil. Para conhecer e adquirir, basta clicar no link abaixo:

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da Redação

Em desespero, Lula tenta conter a revolta dos caminhoneiros

JCO

O governo do petista Lula intensificou as negociações para impedir uma possível paralisação dos caminhoneiros diante do impasse envolvendo a votação da Medida Provisória nº 1.343, conhecida como MP do Frete, no Senado Federal. A movimentação ocorre após o aumento da pressão de lideranças da categoria pela apreciação da proposta.

Integrantes do Palácio do Planalto e da Advocacia-Geral da União (AGU) foram alertados sobre o risco de mobilização nacional caso a medida provisória não seja votada. A preocupação do governo é acompanhar os desdobramentos e buscar uma solução antes que eventuais protestos ganhem força.

De acordo com informações, a AGU foi comunicada, na noite de domingo (12), sobre a possibilidade de paralisação da categoria. O objetivo é monitorar o cenário e adotar medidas caso o movimento seja intensificado a partir desta terça-feira (14).

Além da AGU, os ministros das Relações Institucionais, José Guimarães, e da Casa Civil, Miriam Belchior, também acompanham a situação. Integrantes do governo avaliam que ainda existe margem para um acordo político nesta segunda-feira (13), permitindo que a MP seja incluída na pauta de votação do Senado.

Editada em março, a Medida Provisória nº 1.343 promove mudanças nas regras do piso mínimo do frete, fortalece os mecanismos de fiscalização do transporte rodoviário de cargas e incorpora reivindicações apresentadas por representantes dos caminhoneiros. O texto também estabelece um piso salarial nacional de R$ 5 mil para trabalhadores celetistas do setor.

Outro ponto da proposta altera a forma de cálculo dos pisos mínimos do frete, determinando que sejam considerados custos operacionais da atividade, como combustível, manutenção dos veículos, seguros e outras despesas diretamente ligadas ao transporte de cargas.

No domingo (12), o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores, Wallace Landim, conhecido como Chorão, anunciou a orientação para uma paralisação nos portos a partir da meia-noite de segunda-feira. A mobilização tem como objetivo pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), a pautar a votação da medida provisória.

“Terça-feira a gente tem uma sinalização de que vai colocar para votar, mas a orientação é que você, caminhoneiro, não saia para viajar a partir da 0h, para que a gente possa acompanhar até terça-feira e ver se, de fato, a MP vai entrar na pauta”, declarou Chorão. 
“Não vamos aceitar que ela caduque. Davi Alcolumbre, você foi avisado. Agora você segura, meu irmão.”

A proposta já foi aprovada pela Câmara dos Deputados em 17 de junho. Durante a tramitação, os parlamentares incluíram um dispositivo que concede anistia às multas aplicadas a caminhoneiros e transportadores punidos pelos bloqueios de rodovias registrados após as eleições presidenciais de 2022. 

Agora, o texto aguarda análise do Senado para definição de seu futuro legislativo.

CONTAMOS COM SUA PRESENÇA.

A pré-candidata a Deputada Estadual Gracinha Mão Santa tem a honra e o prazer de convidar amigos, lideranças e toda a população para partici...