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quinta-feira, 16 de julho de 2026

Ministro de Lula "chora" ao se manifestar sobre forte recado dos EUA (veja o vídeo)

JCO

Mauro Vieira, ministro de Lula, se manifestou sobre as fortes declarações de Marco Rubio, Secretário de Estado dos EUA.

Quase 'chorando', o ministro disse que as mensagens de Rubio “são inaceitáveis e ofensivas ao povo e ao governo brasileiros” e “ataca, de forma grosseira e arrogante, o Chefe de Estado de um país amigo.”

Rubio deixou claro quem é o "culpado" pelas novas tarifas dos EUA:

Presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé.
Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. 
No último ano, Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso

Veja: 

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da Redação

Moraes interfere na eleição, Flávio muda completamente o tom e chega a hora da "batalha"

JCO

Alexandre de Moraes tomou uma drástica decisão. Ao suspender, pelo prazo de 90 dias, as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ministro interferiu diretamente no pleito eleitoral. 

Flávio ficará sem contato com o pai durante todo o 1º turno da eleição e só poderá visitá-lo a partir de 13 de outubro, faltando apenas 12 dias para o 2º turno.

Diante disso, Flávio mudou completamente o tom e, como nunca antes, detonou o ministro Alexandre de Moraes:

"Alexandre de Moraes está usando a divulgação da carta do meu pai como uma desculpa para endurecer as restrições contra ele. Essa decisão que me impede de visitá-lo por 90 dias é sem fundamento. Na minha avaliação, não é coincidência que essa restrição termine apenas após o primeiro turno das eleições."

Agora, mais do que nunca, é hora de encarar de frente essa árdua "batalha". Justamente pensando em quem valoriza o patriotismo e está se preparando para essa "guerra", o Jornal da Cidade Online acaba de lançar uma ação especial: Comprando uma Bandeira do Brasil (com valor simbólico) você ganha de presente um livro conservador com conteúdo forte às vésperas da eleição. Tudo com FRETE GRÁTIS para todo o Brasil.

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da Redação

quarta-feira, 15 de julho de 2026

Empresas pedem para Justiça dos EUA manter ação contra Moraes e dizem que AGU mudou argumento

Estadão

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As empresas Rumble e Trump Media afirmaram à Justiça dos Estados Unidos que a Advocacia-Geral da União (AGU) adotou uma posição diferente da defendida anteriormente pelo governo brasileiro para tentar encerrar a ação movida contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes na Flórida.

Em manifestação de 24 páginas apresentada nesta terça-feira, 14, último dia do prazo, as companhias pedem que a juíza Mary Stenson Scriven rejeite o pedido da AGU e permita o prosseguimento da ação contra o magistrado.

A petição cita trecho de um ofício enviado ao Departamento de Justiça dos EUA pelo Ministério da Justiça em junho de 2025, afirmando que decisões judiciais brasileiras “operam estritamente” dentro do território brasileiro, não têm “efeito extraterritorial” e devem ser encaminhadas “pelos canais convencionais apropriados”, como o Tratado de Assistência Jurídica Mútua (MLAT) e a Convenção da Haia



O ministro Alexandre de Moraes é processado por decisões sobre as plataformas digitais Foto: Antonio Augusto/STF.

Agora, afirmam Rumble e Trump Media, a AGU sustenta uma tese diferente ao defender que as decisões de Moraes constituem atos soberanos do Estado brasileiro, protegidos por imunidade e, por isso, não poderiam ser analisados pela Justiça americana.

As empresas afirmam que, semanas depois do envio do ofício do Ministério da Justiça, Moraes “contrariou as garantias prestadas pelo próprio Brasil e agiu manifestamente além de sua competência (ultra vires) ao enviar por e-mail outra ordem à Rumble, na Flórida, determinando o bloqueio global da conta de um usuário norte-americano e a remoção de conteúdo considerado lícito nos Estados Unidos”. “Juízes estrangeiros não podem fazer cumprir ordens estrangeiras em solo americano por e-mail e chamar isso de lei”, defendem.

A peça também ressalta que as companhias processaram Alexandre de Moraes em sua capacidade individual e que o reconhecimento de danos buscado é contra o juiz pessoalmente, sem pedido de pagamento vindo do Tesouro brasileiro.

O magistrado é processado por ter determinado remoções de conteúdo e perfis nessas redes sociais e acusado de violar a soberania americana e a Primeira Emenda da Constituição do país, referente à liberdade de expressão. As plataformas alegam que as determinações do ministro contrariam leis americanas relacionadas à atuação de redes e interferem nas atividades comerciais das empresas nos EUA.

Em 7 de julho, a juíza do caso prorrogou por mais uma semana o prazo para que Rumble e Trump Media respondessem ao pedido de extinção da ação apresentado pela AGU. A entrada formal do País no caso foi autorizada pela magistrada em 23 de junho. Na mesma decisão, ela suspendeu a análise do pedido para declarar Moraes à revelia, sem que ele tivesse se manifestado no processo.

Segundo a AGU, a ação é, em última análise, “uma tentativa de ofensa à soberania nacional e à independência do Poder Judiciário brasileiro”. Ao argumentar pelo fim da ação, o Brasil argumenta que ela é movida contra um juiz por decisões que ele proferiu no exercício da função, o que faz do Estado a verdadeira parte interessada no processo.

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Flávio se revolta diante de pesquisa com números estranhos

JCO

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e pré-candidato do partido à Presidência da República, manifestou apoio à proposta apresentada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques, que prevê a criação de um “selo de acurácia eleitoral” para identificar os institutos de pesquisa cujas projeções apresentem maior proximidade com os resultados oficiais das urnas.

A manifestação ocorreu após a divulgação da pesquisa Genial/Quaest, publicada nesta quarta-feira, 15 de julho de 2026. No levantamento, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva aparece com 40% das intenções de voto, enquanto Flávio Bolsonaro registra 28%.

Ao comentar o tema em publicação na rede social X, o senador elogiou a iniciativa do presidente do TSE e aproveitou para criticar o levantamento divulgado.

“Parabéns ao Presidente do TSE, Ministro Nunes Marques, pelo ‘selo de acerto’ para institutos de pesquisa que mais acertarem o resultado das eleições“, escreveu.

Em seguida, acrescentou:

“Talvez se ele já existisse, teriam vergonha de publicar essa pesquisa da Quaest de hoje.”

Na mesma publicação, Flávio também fez uma crítica ao cenário do país ao ironizar os resultados apresentados pelo instituto.

“Ela [a pesquisa] deve ser reflexo de como o povo brasileiro está feliz com Lula”, escreveu. “Preço alto da comida, ninguém preço alto da comida, ninguém mais sofre com a violência no país e nenhum brasileiro está endividado.”

A proposta defendida por Kassio Nunes Marques foi apresentada na terça-feira, 14, durante reunião realizada no Tribunal Superior Eleitoral com representantes de 16 institutos de pesquisa. Na ocasião, o presidente da Corte informou que o texto ainda está em fase de elaboração e permanecerá aberto para sugestões até a sexta-feira, 17.

De acordo com a minuta apresentada, a certificação tem como objetivo “reconhecer e valorizar empresas de pesquisa eleitoral cujas estimativas apresentem maior aderência aos resultados oficiais”. A proposta busca estimular o aperfeiçoamento contínuo das metodologias utilizadas pelos institutos, além de destacar aqueles que obtiverem melhor desempenho na comparação entre suas projeções e os resultados das eleições.

O documento também sustenta que a criação do selo poderá ampliar a transparência das pesquisas eleitorais, fortalecer a confiança nas informações divulgadas e contribuir para o desenvolvimento de estudos e indicadores voltados à avaliação da qualidade dos levantamentos realizados durante os processos eleitorais.

Os 2 riscos que corre o ministro Gilmar Mendes

JCO 21/07/2026 às 07:37 A decisão do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, de enviar a representação do ministro Gilmar Mendes contra ...