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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Pastora, pré-candidata, 'sai no soco' com entregador de móveis (veja o vídeo)

JCO

A pastora e pré-candidata a deputada estadual por Minas Gerais, Renata Vieira (PL), protagonizou uma confusão com um entregador de móveis na manhã de quinta-feira (16), no bairro Cabral, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. 

O episódio foi registrado por testemunhas e ganhou repercussão nas redes sociais após a divulgação das imagens.

Renata Vieira afirma ter sido vítima de agressões durante a entrega de um sofá em sua residência. Segundo sua versão, o entregador teria reconhecido sua atuação política e passado a fazer ofensas relacionadas às suas posições ideológicas e ao fato de ela ser mulher. De acordo com a pré-candidata, a situação evoluiu para agressões físicas.

Em relato divulgado após o episódio, ela declarou:

"Fui vítima de agressão por parte de um entregador de móveis que veio até a minha casa. Ele percebeu quem eu era e começou a me ofender com ataques de cunho político, em razão do meu gênero, por eu se mulher, e fiquei muito chateada porque a situação escalonou. Ele partiu para agressão física, jogou o carro em cima de mim, me deu chutes, socos, me machucou muito".

Os advogados da pré-candidata afirmam que ela tentou impedir que o móvel fosse levado de volta após a suposta recusa do entregador em concluir a entrega, momento em que teria ocorrido a agressão.

As imagens gravadas por testemunhas, entretanto, mostram uma sequência diferente do início da confusão. No vídeo, Renata Vieira aparece desferindo dois tapas no rosto do entregador, arremessando uma pedra em sua direção e, em seguida, segurando sua camisa enquanto tenta derrubá-lo.

Segundo uma fonte ouvida pela imprensa, que preferiu não se identificar, a versão apresentada pelo entregador é de que ele informou não conseguir descarregar sozinho um sofá de cinco lugares e que retornaria com outro funcionário para concluir o serviço. Ainda de acordo com esse relato, a cliente não teria concordado com a necessidade de aguardar apoio.

Antes do início das agressões físicas registradas nas imagens, a pré-candidata também faz críticas ao entregador, sugerindo que ele estaria descontando nela frustrações relacionadas ao trabalho e reclamando da postura adotada durante o atendimento.

Veja: 

Tribunal eleitoral aciona tropas federais para atuar nas eleições do RJ

JCO

O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) decidiu solicitar ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o envio de forças federais para atuar nas eleições deste ano no estado. Segundo a Corte, a medida é necessária diante do controle territorial exercido por organizações criminosas em parte dos municípios fluminenses.

A decisão foi tomada na quinta-feira (9) no plenário do TRE, por unanimidade. O governador interino do estado, Ricardo Couto, apoia a solicitação.

Para justificar a necessidade de colaboração de tropas federais, o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, destacou que muitos eleitores votam em territórios controlados por criminosos armados, principalmente na Região Metropolitana da Rio de Janeiro.

Claudio de Mello classificou a presença de áreas dominadas por criminosos como “fenômeno estrutural” do estado.

Ele lembrou que, desde 2012, o Rio de Janeiro faz uso do auxílio de forças federais durante eleições.

"Não se trata de risco difuso ou pontual de tumulto, mas de fenômeno estrutural: o controle territorial armado exercido de modo ostensivo e continuado por organizações criminosas", sustentou.

O chefe da Justiça Eleitoral fluminense reforçou que não é possível o direito constitucional do voto livre em determinadas regiões.

“Quando o cidadão caminha até a urna sob a vigília de criminosos que dominam a comunidade, a sua liberdade não é plena, a coação difusa ainda que silenciosa contamina a formação e manifestação da vontade pública e vulnera a lisura do pleito", disse.

Governador de acordo

A resolução do TSE 21.843/2004 determina que o deslocamento de forças federais para um estado durante eleições só é cabível quando o governador se manifesta pela insuficiência das forças estaduais.

No início da semana, o presidente do TRE-RJ havia se encontrado com o governador Ricardo Couto, para explicar questões relacionadas à segurança necessária para a organização das eleições, marcadas em todo o país para os dias 4 de outubro (primeiro turno) e 25 de outubro (eventual segundo turno).

Caso o plenário do TSE aprove a solicitação regional, haverá requisição formal ao Ministério da Defesa. Após esse trâmite, o TRE poderá entrar em contato com o comando local da força federal para alinhar os detalhes da operação.

Revelada a situação do cantor Milton Nascimento após internação

JCO

O cantor, compositor e multi-instrumentista Milton Nascimento, de 83 anos, foi internado na quinta-feira (16) para tratar um quadro de pneumonia. A informação foi divulgada na manhã desta sexta-feira por meio de uma publicação em seu perfil oficial no Instagram.

Segundo a nota divulgada pela equipe do artista, a pneumonia é uma intercorrência considerada comum diante de seu atual quadro de saúde. O comunicado informa:

"Informamos que o artista Milton Nascimento encontra-se internado desde ontem (16), para tratar uma pneumonia, intercorrência comum em seu atual quadro de saúde".

Conforme a atualização oficial, Milton permanece estável, apresenta boa evolução clínica e recebe toda a assistência necessária de uma equipe médica especializada. A expectativa é que ele tenha alta hospitalar nos próximos dias para dar continuidade ao tratamento em casa.

De acordo com informações da TV Globo, a internação aconteceu no Rio de Janeiro. A família, no entanto, optou por não informar em qual unidade hospitalar o artista está sendo atendido.

O estado de saúde de Milton Nascimento vem sendo acompanhado com atenção desde que foi confirmado, em 2025, o diagnóstico de demência por corpos de Lewy (DCL), uma das formas mais frequentes de demência.

A demência por corpos de Lewy é provocada pelo acúmulo anormal de proteínas conhecidas como alfa-sinucleínas no cérebro. Essa alteração pode comprometer funções cognitivas, motoras e comportamentais, além de provocar sintomas que evoluem gradualmente ao longo do tempo.

A confirmação do diagnóstico foi feita pelo filho e empresário do cantor, Augusto Nascimento, em entrevista concedida à revista Piauí, publicada em outubro de 2025.

Na ocasião, Augusto também compartilhou um relato nas redes sociais detalhando a evolução do quadro clínico do pai. Segundo ele, os primeiros sinais da doença surgiram no fim de 2023 e foram se intensificando ao longo de 2025, em conjunto com a progressão do Parkinson, identificado em 2022.

A 1ª condenação de Maduro

JCO

O ex-ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, e outros envolvidos terão que pagar US$314 milhões em indenizações a três cidadãos americanos que foram presos e torturados durante o período em que ficaram detidos no país. A decisão é de um tribunal de Miami e ocorreu à revelia.

A ação judicial foi movida por Jerrel Kenemore, Jason Saad e Edgar Marval, que relataram terem sido mantidos em cárcere na Venezuela e submetidos a agressões físicas e psicológicas.

Segundo a denúncia apresentada à Justiça americana, os três sofreram episódios de violência durante o período de detenção, incluindo espancamentos, choques elétricos e outras formas de abuso.

O processo apontou Maduro, o empresário Alex Saab e outras autoridades venezuelanas como responsáveis por uma estrutura que teria utilizado cidadãos americanos detidos como instrumentos de pressão em negociações internacionais.

Os três americanos foram libertados em 2023 durante uma troca de prisioneiros entre Estados Unidos e Venezuela.

O acordo envolveu a libertação de cidadãos americanos detidos no país sul-americano em troca de Alex Saab, aliado próximo de Maduro que estava preso nos Estados Unidos por acusações relacionadas a lavagem de dinheiro.

A decisão judicial também envolveu acusações relacionadas à chamada Lei Antiterrorismo dos Estados Unidos, utilizada em casos que envolvem alegações de apoio ou prática de atos considerados terrorismo internacional.

Além de Maduro e Saab, outros nomes ligados ao governo venezuelano foram incluídos no processo, assim como o grupo conhecido como Cartel de los Soles.

Apesar da decisão, a cobrança efetiva do valor pode depender da localização de bens e recursos vinculados aos condenados, já que processos desse tipo envolvendo autoridades estrangeiras podem enfrentar dificuldades para execução financeira.

O caso aumenta a pressão internacional sobre o histórico de denúncias envolvendo o governo venezuelano e autoridades próximas a Maduro, em meio a outras investigações e disputas judiciais conduzidas por órgãos estrangeiros relacionadas a direitos humanos e crimes transnacionais.

Sobrinho de prefeito envereda pelo mundo do crime aos 19 anos e morre em confronto com a PM

 JCO

Renato Mendes de Vasconcelos, de 19 anos, conhecido como "Renatinho" ou "Novato", morreu após um confronto armado com policiais militares na noite desta quinta-feira (16), em Maragogi (AL). O rapaz era sobrinho do prefeito do município, Daniel Mendes de Vasconcelos Ferreira (o Dani da Elba), o jovem era apontado por fontes da Polícia Militar como integrante da facção criminosa Comando Vermelho (CV) e suspeito de atuar no tráfico de drogas na região. Na adolescência, ele já havia sido apreendido por envolvimento no roubo de uma motocicleta.

De acordo com as informações iniciais, Renato estava sozinho em um veículo quando foi abordado por uma equipe de policiais. Durante a abordagem, houve uma troca de tiros e o jovem acabou sendo atingido, morrendo ainda no local da ocorrência. Nas redes sociais, o suspeito costumava ostentar uma rotina de luxo, publicando fotos em jet skis, passeios de bugre, bebidas importadas e até vídeos que exibiam armas, joias e grandes quantias em dinheiro.

Após o ocorrido, o prefeito Dani da Elba divulgou uma nota oficial lamentando a morte do sobrinho. No comunicado, o gestor municipal afirmou que o cumprimento das leis deve prevalecer e declarou total confiança no trabalho das autoridades para a apuração dos fatos. O caso que resultou no óbito do jovem seguirá sob investigação.

Trump revela documentos e expõe o elo da Venezuela com as máquinas de votação

JCO

Depois de ouvir o pronunciamento de Trump na noite de 16 de julho, quem acompanha de perto as investigações sobre a CIA e as manobras do Deep State não se surpreendeu com quase nada. O presidente não trouxe revelações bombásticas para quem já vinha rastreando esses temas. O que ele fez foi mais direto: liberou documentos oficiais que agora podem servir como prova nos tribunais e acelerar processos que andavam emperrados.

Os papéis desclassificados devem dar um impulso forte aos grandes júris que tramitam em Ft. Pierce. Enquanto o material continuava secreto, o andamento ficava lento demais. Agora, com tudo à vista, o ritmo tende a mudar.

Trump também falou de algo que vem sendo discutido há anos. Segundo ele, já em 2018 havia uma articulação envolvendo agências de inteligência americanas, jornalistas, grandes empresas e até sindicatos que atuavam junto com o governo chinês. O objetivo era interferir nas eleições, espalhar narrativas negativas e enfraquecer sua administração. Para o presidente, isso passa de simples política e chega perto da traição.

Ele mencionou ainda o papel de Obama nesse contexto, especialmente na destruição de documentos por meio de sacos de queima durante seu governo. Outro ponto que chamou atenção foi a defesa clara de quem esteve em Washington no 6 de janeiro. Trump deixou claro que, na visão dele, essas pessoas estavam certas ao questionar o resultado de 2020.

As agências também receberam críticas duras. FBI, DHS e CIA teriam atuado de forma coordenada para enfraquecer o governo eleito, escondendo informações importantes do próprio presidente. Essa ocultação deliberada, segundo Trump, configura traição. Ele citou casos em que o FBI teria destruído provas colocando documentos sensíveis em sacos de queima. A CIA, por sua vez, teria ficado com relatórios que confirmavam falhas nos sistemas eleitorais e preferido guardar silêncio.

A mídia também entrou na mira. Trump observou que canais como NBC e ABC optaram por não transmitir o discurso, o que ele interpreta como parte de um esforço maior para proteger uma narrativa construída ao longo dos anos.

Outro ponto prático foi a decisão de notificar os estados sobre a possibilidade de dados eleitorais comprometidos. A medida coloca governadores e responsáveis pelas urnas numa posição delicada: ou agem, ou assumem o risco de serem acusados de conduzir eleições com falhas conhecidas.

Trump ainda trouxe à tona a descoberta, segundo ele feita pelo FBI, de que a China teria fabricado cédulas para beneficiar Biden. A informação teria sido abafada. A CIA, por sua vez, não teria cumprido sua obrigação de informar o Congresso e, em vez disso, endossou a versão de que aquela foi a eleição mais segura da história americana. Além disso, o Departamento de Segurança Interna identificou centenas de milhares de não cidadãos registrados para votar.

Mas um dos trechos mais marcantes do discurso girou em torno da Venezuela e da tecnologia usada nas urnas. Trump apresentou documentos da CIA que mostram que o regime de Maduro desenvolveu métodos para alterar resultados eleitorais de forma praticamente indetectável. Ele foi direto ao dizer que isso de fato aconteceu nas eleições venezuelanas de 2020.

A ligação não é casual. A Venezuela é o país de origem da Smartmatic, empresa que forneceu sistemas de votação em várias partes do mundo. Os relatórios desclassificados reforçam a ideia de que existia conhecimento técnico sobre como manipular esses equipamentos sem deixar rastros claros. Ao trazer isso à público agora, Trump conecta a vulnerabilidade dos sistemas americanos com uma tecnologia que tem raízes diretas na experiência eleitoral venezuelana.

Quem acompanha o tema há tempo sabe que essa conexão já era discutida em círculos mais restritos. O que muda é que agora existe material oficial liberado pela própria Casa Branca.

Ainda assim, fica uma dúvida prática. As mesmas agências acusadas de ocultar informações e proteger interesses estranhos ao eleitorado americano são as que agora deveriam investigar a si mesmas. A experiência mostra que isso quase nunca dá certo.

O pronunciamento de ontem marca uma mudança de ritmo. Os documentos estão fora. As notificações aos estados já começaram. E o Congresso terá dificuldade para ficar parado diante do que foi apresentado. O que vem pela frente deve andar mais rápido.

Carlos Arouck

Policial federal. É formado em Direito e Administração de Empresas.

O “crime” do chanceler de Lula: Um fanfarrão

JCO

A Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados decidiu enviar à Procuradoria-Geral da República (PGR) uma notícia-crime contra o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, por ter faltado reunião a que estava obrigado a comparecer, nesta quarta-feira (15), para a qual havia sido convocado.

De acordo com a documentação da comissão, houve sete requerimentos para que o ministro comparecesse desde abril. Um deles foi recebido no dia 9 de julho e respondido com a negativa de comparecimento, sob a justificativa de que a "variedade de temas" demandaria mais tempo.

A pasta ignorou o teor compulsório da convocação e sugeriu que o encontro ocorra entre os dias 11 e 14 de agosto. O presidente da sessão, Marcel van Hattem (Novo-RS), lembrou que não se tratava de um convite, mas de uma convocação, e acusou o ministro de ter cometido crime de responsabilidade com a falta.

"A alegação da variedade dos temas é um pretexto absurdo para justificar o desrespeito à convocação. [...] Lamentamos profundamente e repudiamos a ausência injustificada do embaixador Mauro Vieira e o descaso com que esta Comissão foi tratada", completou.

Doença rara mata cantor gospel, menos de um mês após diagnóstico

JCO 22/07/2026 às 07:41 O cantor gospel Diogo Nascimento morreu nesta segunda-feira (20), aos 41 anos. Ele recebeu no início desse mês o dia...