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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Palocci ressurge das cinzas na Globo e diz que Lula pode perder: "Ficará na lista dos sonhos"

Areavip
Lula e Palocci (Arquivo Agência Brasil)

Economistas dos EUA procuraram Antonio Palocci para ouvir sua visão sobre a campanha de Lula contra Flávio Bolsonaro. Palocci afirmou que, embora a direita seja majoritária, ela está “totalmente dividida”, o que aumenta a chance de derrota nas eleições.

Informações de Bela Megale no O Globo. Além disso, ele considerou muito improvável que Lula vença já no primeiro turno, chamando isso de “um desejo antigo do PT. Mas ficará na lista dos sonhos“.

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Apesar de ser desafeto do PT, Palocci fez uma previsão otimista, dizendo não acreditar em descontrole fiscal e que Lula teria a oportunidade de escrever o “epílogo de sua história política” sem a pressão da reeleição.

Ele destacou que Lula transita bem no contexto de disputa entre Trump e Xi Jinping e que o Brasil pode se beneficiar desse embate, especialmente por seu agronegócio eficiente e oportunidades ligadas à transição energética, terras raras e inteligência artificial. Palocci ressaltou que o debate fiscal é crucial, afetando não só o governo, mas também famílias e empresas. Disse que Lula é intuitivo e não despreza os fatos, havendo várias formas de resolver o fiscal sem atingir os mais pobres.

Nunes Marques barra vídeo que liga Flávio Bolsonaro ao PCC, mas libera associação da facção a Lula

 Revista Fórum

Nunes Marques barra vídeo que liga Flávio Bolsonaro ao PCC, mas libera associação da facção a Lula

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, adotou entendimentos diferentes ao analisar dois vídeos que associavam os protagonistas da disputa presidencial ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Nesta segunda-feira (3), o ministro negou um pedido da Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, para retirar das redes sociais um vídeo no qual o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirma que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é “defensor do PCC e do Comando Vermelho”.

Semanas antes, diante de uma ação apresentada pelo PL, o mesmo Nunes Marques havia determinado a remoção de um vídeo que relacionava Flávio Bolsonaro à mesma facção criminosa.

Os materiais não são idênticos. O vídeo contra Flávio também atribuía ao senador crimes patrimoniais específicos. Ainda assim, as duas publicações têm um elemento central em comum: a vinculação direta de uma figura da disputa presidencial ao PCC.

Nos dois processos, os resultados favoreceram o candidato do PL.

Nunes Marques mantém ataque de Flávio contra Lula

No vídeo questionado pela federação do PT, Flávio Bolsonaro comenta uma viagem de Lula aos Estados Unidos e afirma:

“Quando o Lula foi aos Estados Unidos, ele não foi como presidente, foi como defensor do PCC e do Comando Vermelho.”

Na sequência, o senador declara que Lula “fez mais pelo crime do que pelo povo brasileiro”.

A federação argumentou que as afirmações são inverídicas e prejudiciais e pediu a retirada imediata do material. Nunes Marques, porém, entendeu que não havia demonstração suficiente de que o conteúdo fosse “sabidamente inverídico” ou ultrapassasse os limites da crítica política protegida pela Constituição.

Segundo o ministro, as declarações permanecem inseridas no “ambiente típico da pré-campanha” e não apresentam pedido explícito de voto. Com a decisão, o vídeo continuará circulando enquanto o processo tramita no TSE.

Nunes Marques afirmou ainda que a insatisfação do adversário com uma declaração não basta para justificar a intervenção da Justiça Eleitoral.

“Não basta que a parte adversa considere a narrativa injusta, exagerada ou politicamente inadequada. É indispensável que a controvérsia recaia sobre afirmação factual cuja incompatibilidade com a realidade possa ser objetivamente aferida”, escreveu.

O presidente do TSE também declarou que não cabe à Justiça Eleitoral “substituir o debate político para definir qual interpretação deve prevalecer perante a opinião pública”.

A fundamentação deixa uma questão evidente: chamar o presidente da República de “defensor do PCC e do Comando Vermelho” é apenas uma interpretação política ou representa uma imputação concreta de ligação e favorecimento a organizações criminosas?

Ao tratar a declaração como crítica política, Nunes Marques estabelece uma barreira elevada para a retirada de conteúdos graves e potencialmente prejudiciais durante a pré-campanha.

Quando o alvo era Flávio, o entendimento mudou

O critério adotado agora contrasta com uma decisão tomada pelo próprio Nunes Marques em julho.

Na ocasião, o PL pediu ao TSE a retirada de um vídeo publicado pelo canal Plantão Brasil, que relacionava Flávio Bolsonaro ao PCC e lhe atribuía crimes como lavagem de dinheiro, evasão de divisas e peculato.

O conteúdo teria alcançado aproximadamente 152 mil visualizações em cinco dias, segundo o partido.

Ao atender ao PL, Nunes Marques considerou que o material não se limitava a questionar a atuação pública do pré-candidato. Para o ministro, o vídeo apresentava como comprovadas a prática de crimes e a vinculação pessoal de Flávio a uma organização criminosa.

Na decisão, Nunes Marques destacou que não havia decisão judicial, indiciamento ou denúncia que atribuísse pessoalmente essas condutas ao senador.

O ministro também afirmou que a liberdade de expressão não é absoluta e que a divulgação de informação sabidamente inverídica com imputação de conduta criminosa ultrapassa os limites da crítica política legítima e pode induzir o eleitor ao erro.

A liminar determinou a retirada do conteúdo e proibiu sua republicação, inclusive em versões modificadas.

Diferença entre os vídeos não elimina o contraste

Há uma diferença jurídica relevante entre os materiais. O vídeo removido a pedido do PL atribuía a Flávio Bolsonaro crimes patrimoniais determinados, além da ligação com o PCC. O vídeo mantido no ar usa uma formulação mais política, ao dizer que Lula seria “defensor” de duas facções e teria feito “mais pelo crime do que pelo povo”.

Essa distinção ajuda a explicar formalmente os resultados diferentes, mas não elimina o centro da controvérsia.

Em ambos os casos, uma figura central da disputa presidencial foi diretamente associada a uma organização criminosa sem que fosse apresentada decisão judicial capaz de sustentar essa vinculação.

Quando Flávio Bolsonaro foi o alvo, Nunes Marques priorizou a proteção da honra do pré-candidato, o combate à desinformação e o risco de indução do eleitor ao erro.

Quando Flávio foi o autor da acusação contra Lula, prevaleceram a liberdade de expressão, o debate político e a mínima intervenção da Justiça Eleitoral.

Os princípios invocados são semelhantes. Os personagens trocaram de posição. O resultado, porém, voltou a favorecer o pré-candidato bolsonarista.

Decisões favoráveis ao PL na pré-campanha

A controvérsia se soma a outras decisões de Nunes Marques favoráveis ao PL ou à pré-campanha de Flávio Bolsonaro desde que o ministro assumiu a Presidência do TSE, em maio.

Em junho, ele suspendeu, a pedido do partido, a divulgação de uma pesquisa AtlasIntel/Bloomberg que mostrava uma queda de seis pontos de Flávio em uma eventual disputa de segundo turno contra Lula.

O PL alegou que perguntas sobre o Banco Master e as conversas entre Flávio e o banqueiro Daniel Vorcaro poderiam influenciar os entrevistados. Nunes Marques acolheu o argumento e exigiu informações técnicas e metodológicas do instituto.

Em julho, o ministro também determinou, a pedido do PL, que a Meta preservasse dados cadastrais e bancários de perfis acusados pelo partido de participar de uma ação coordenada contra Flávio e outros candidatos da direita.

Agora, mantém nas redes um vídeo em que Flávio associa Lula ao PCC e ao Comando Vermelho, poucas semanas depois de mandar remover uma publicação que fazia associação semelhante contra o senador.

A sucessão de resultados favoráveis ao pré-candidato do PL alimenta questionamentos legítimos sobre a coerência dos critérios adotados pelo presidente do TSE e sobre a igualdade de tratamento entre os principais personagens da eleição de 2026.

No caso dos dois vídeos, a aparente assimetria está registrada nas próprias decisões: quando a acusação atingiu Flávio Bolsonaro, foi considerada desinformação criminosa; quando partiu dele contra Lula, passou a ser tratada como crítica política.

Ex-ministra da França revela interferência feita antes da final da Copa do Mundo de 1998

Esporte News Mundo.
Onze inicial de França x Brasil na final da Copa do Mundo de 1998 - (Foto: Lutz Bongarts/Bongarts/Getty Images)

O governo da França determinou a suspensão dos testes antidoping surpresa na seleção nacional antes da Copa do Mundo de 1998. A revelação foi confirmada pela ex-ministra dos Esportes, Marie-George Buffet, após declarações de um médico que atuava junto ao ministério, reabrindo uma antiga polêmica sobre a preparação da equipe campeã do mundo.

As declarações vieram à tona em um documentário sobre Zinédine Zidane. Alain Garnier, médico responsável por realizar exames antidoping na seleção francesa, afirmou ter recebido a orientação para interromper as fiscalizações nos meses que antecederam o torneio.

Segundo Garnier, a decisão ocorreu após o técnico Aimé Jacquet e a Federação Francesa de Futebol demonstrarem insatisfação com um teste realizado durante um período de treinamentos em Tignes, em 1997. A avaliação era de que as inspeções prejudicavam a preparação da equipe.

Recebi instruções para não incomodar mais a seleção francesa até a Copa do Mundo. Em outras palavras, nada de testes surpresa“, declarou o médico durante o documentário exibido pela emissora francesa BFM TV.

Questionada sobre o caso, Marie-George Buffet afirmou não recordar todos os detalhes da decisão, mas reconheceu que os gabinetes ministeriais emitiram orientações relacionadas aos exames. A ex-ministra classificou a medida como um revés para o combate ao doping no esporte.

Se ele diz isso, então sim, deve ser verdade. Não dissemos exatamente isso, mas vai dar no mesmo. Devemos ter recebido instruções dos gabinetes ministeriais. Foi um duro revés na luta contra o doping. Depois do Mundial de 98, retomamos o combate” afirmou Marie-George.

A admissão representa uma mudança de posicionamento da ex-ministra. Em 2013, durante depoimento a uma comissão do Senado francês, Buffet negou ter determinado a suspensão dos testes antidoping, mesmo diante das especulações que cercavam a campanha da seleção.

Liderada por Zinédine Zidane, a França conquistou seu primeiro título mundial na Copa de 1998, disputada em casa. Na decisão, a equipe venceu o Brasil por 3 a 0 e entrou para a história do futebol francês.


Às vésperas do Dia dos Pais e proibido de receber visita dos filhos, Bolsonaro completa UM ANO preso

JCO

Nesta terça-feira (4), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) completa um ano sob restrição de liberdade. 

Ao longo desse período, sua situação foi marcada por uma sucessão de decisões judiciais, mudanças no regime de cumprimento da pena, episódios relacionados à sua saúde e desdobramentos que mantiveram seu nome no centro do debate político nacional. 

Mesmo afastado da atuação pública direta, Bolsonaro continua sendo apontado por aliados como a principal liderança do campo conservador no Brasil.

Tudo isso acontece às vésperas do Dia dos Pais onde Bolsonaro está proibido de receber visita dos filhos Flávio, Eduardo e Carlos por ordem do ministro Alexandre de Moraes.

Uma covardia sem igual!

Sabendo que o Dia dos Pais está chegando, nós do JCO preparamos um presente para pais que acompanham política, economia e os grandes acontecimentos do país, uma sugestão é o livro Banco Master – O caso blindado pelo STF, obra que promete revelar os bastidores de um dos maiores escândalos financeiros da história do Brasil.

A publicação reúne informações sobre o rombo de R$ 41 bilhões, que teria afetado 1,6 milhão de brasileiros, e apresenta documentos, nomes e episódios relacionados ao caso envolvendo o Banco Master.

O livro aborda personagens centrais da política e do Judiciário brasileiro, incluindo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros do Supremo Tribunal Federal, integrantes do Banco Central e parlamentares que, de acordo com a obra, tiveram participação direta ou indireta nos acontecimentos.

A promoção é válida para quem deseja aproveitar a campanha especial de Dia dos Pais e adquirir o exemplar com metade do preço, exclusivo para leitores do JCO. Basta clicar no link abaixo:

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Não perca essa oportunidade!

da Redação

A ABERTURA DA CAMPANHA DE GRACINHA MÃO SANTA FOI UM SHOW!!!

Uma multidão tomou conta de algumas ruas de Parnaíbaruas neste domingo (16) para a grande abertura da campanha de Gracinha Mão Santa para de...