O futebol de Uganda amanheceu de luto após a morte do jogador David Owori, de 27 anos. Capitão do SC Villa e um dos principais atletas do país, ele morreu na quarta-feira depois de ser atacado durante uma tentativa de assalto em Campala, capital ugandense.
De acordo com informações divulgadas pela polícia, o crime ocorreu nas proximidades da residência do jogador. Os criminosos teriam tentado roubar seu telefone celular e, diante da reação da vítima, passaram a agredi-la com pedras antes de fugir levando seus pertences.
Após o ataque, Owori recebeu os primeiros atendimentos em uma clínica da região. Em seguida, foi transferido para um hospital particular em Campala, mas não resistiu à gravidade dos ferimentos.
Em comunicado oficial, o SC Villa lamentou profundamente a morte de seu capitão e cobrou uma resposta das autoridades para identificar e prender os responsáveis pelo crime. O clube afirmou que a perda vai além do aspecto esportivo, destacando que Uganda se despede de um atleta talentoso e de uma liderança respeitada dentro e fora dos gramados.
A morte do jogador gerou forte comoção entre torcedores, dirigentes e integrantes do futebol ugandense, além de reacender o debate sobre a violência no país. Como forma de homenagem, o SC Villa anunciou que aposentará a camisa número 15, utilizada por David Owori durante sua trajetória na equipe.
Revelado nas categorias de base do futebol de Uganda, Owori chegou ao SC Villa em 2018. Posteriormente, atuou no futebol europeu, defendendo o Vélez CF, da Espanha, e o Utsiktens BK, da Suécia, antes de retornar ao clube ugandense em 2023.
Em sua segunda passagem pelo SC Villa, o atacante teve papel decisivo na conquista do Campeonato Ugandense, encerrando um jejum de 20 anos sem títulos da equipe. O desempenho consolidou seu status como um dos principais nomes do futebol nacional e o transformou em uma das referências do elenco.
A família do senhor Antônio Nazário e da dona Marta está enfrentando um momento de extrema necessidade e precisa, com urgência, da nossa solidariedade. Toda ajuda será muito bem-vinda, seja com alimentos, roupas, produtos de higiene ou qualquer outra doação que possa amenizar essa difícil situação.
As doações podem ser entregues no endereço:
Rua Doutor João Cândido, nº 1758 – Nova Parnaíba
Todo o material arrecadado será repassado à família.
Se você não puder levar a doação até o endereço, entre em contato comigo que eu mesmo irei buscar.
Quem ajuda o próximo demonstra amor, fé e humanidade. Que Deus abençoe grandemente cada pessoa que estender a mão neste momento tão difícil. Juntos, podemos fazer a diferença!!!
O Vaticano anunciou nesta quarta-feira, 05 de agosto, que o papa Leão XIV visitará a América do Sul em novembro deste ano, em uma passagem que não terá o Brasil na rota. O pontífice visitará a Argentina, Uruguai e Peru, país onde trabalhou durante muitos anos.
De acordo com Matteo Bruni, diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, a viagem ocorrerá entre 6 e 17 de novembro através de ‘convite dos Chefes de Estado e das autoridades eclesiásticas desses respectivos países’. O Brasil e o México também tinham enviado convites anteriormente, mas não foram contemplados nesta viagem.
Ainda segundo informado, o Uruguai será o primeiro país da rota, onde Leão visitará Montevidéu, Paysandú e Florida de 6 a 8 de novembro. Depois, irá para a Argentina entre 8 e 11 de novembro, passando por Buenos Aires, Córdoba e Luján. Por fim, visita o Peru entre 11 a 17 de novembro, onde passará por Lima, Chiclayo, Cusco e Pucallpa.
O comunicado já era esperado há semanas, pois a visita circulava como um rumor extraoficial e se sabia que o Vaticano já havia enviado equipes de reconhecimento. O papa visitará a Argentina atendendo a um desejo do papa Francisco, que nunca visitou seu país natal desde que assumiu como pontífice, apesar de ter ido a outros países da América do Sul.
A imprensa noticiou que Lula e Davi Alcolumbre se encontraram depois de uma fase de rompimento. O detalhe interessante da notícia é que dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) atuaram como "cupido" desse reencontro. Alexandre de Moraes e Cristiano Zanin.
O encontro ocorreu na noite desta terça-feira (4) na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Para o senador Esperidião Amin isso não é republicano, nem tampouco institucional. Isso é um "cambalacho político".
Nesta quinta-feira (6), Davi Alcolumbre foi questionado sobre o que foi tratado no famigerado jantar.
Ele respondeu:
“Segredo”.
O jornalista Rodolfo Borges do site O Antagonista tem as hipóteses possíveis para desvendar esse “segredo”:
“Bem mais problemático seria que os três tivessem se encontrado para tratar das três investigações sobre Fábio Luís Lula da Silva, o famigerado Lulinha, como se especulou quando Lula convidou Moraes para ‘tomar um cafezinho’ durante evento no Palácio do Planalto.
Dias depois, um dos três inquéritos sobre suspeitas de tráfico de influência foi parar na mão de Flávio Dino, ex-ministro da Justiça do petista, enquanto os outros dois são relatados por André Mendonça, que cuida do caso do escândalo do INSS, de onde partiram todas as investigações.
A terceira e pior hipótese para o convescote secreto tem relação com a escolha do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL) como vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
IMPEACHMENT DE MINISTRO DO STF
Ao deixar a corrida ao Senado em Alagoas, Gaspar facilita o caminho do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) para se eleger senador e disputar a presidência do Senado em 2027.
Alcolumbre não precisa disputar a eleição deste ano, porque se elegeu em 2022, mas já deixou claro que pretende se reeleger presidente do Senado na próxima legislatura.
É aí que entra — e não deveria ter entrado — Moraes na história.
O próximo Senado é tido pelos bolsonaristas como aquele que abrirá o primeiro processo de impeachment de um ministro do STF, e Moraes é o primeiro nessa fila.
A campanha ao Senado neste ano girará em torno disso, como Crusoé já alertava desde o ano passado. Na Sabatina de O Antagonista e G4, que deu início à campanha deste ano, na terça, Flávio disse que a inércia do Senado levou à “situação de um ministro do Supremo tomar medidas completamente inconstitucionais e ilegais”, mencionando Moraes.
DEGRADAÇÃO
Não bastasse, o relator do julgamento da trama golpista já se intrometeu indevidamente na eleição deste ano, ao mencionar de forma gratuita potenciais consequências eleitorais para a campanha de Flávio por causa da exibição de um vídeo de IA de Jair Bolsonaro.
Nesse contexto, o encontro secreto entre o presidente da República, o presidente do Senado e o próximo presidente do STF é o resumo perfeito da degradação institucional do Brasil.