Jorge Messi, pai e empresário de Lionel Messi, morreu na noite desta sexta-feira (7), aos 68 anos, em uma clínica de Rosário, na Argentina. Segundo informações do Infobae, ele morreu por volta das 22h, após enfrentar uma longa doença.
Jorge teve papel fundamental na trajetória de Lionel Messi no futebol. Desde os primeiros passos do jogador no Newell’s Old Boys, esteve ao lado do filho e da família, ajudando a buscar caminhos para que ele pudesse seguir no esporte.
Aos 13 anos, Messi viajou com o pai para a Espanha em busca de uma oportunidade no Barcelona. O início não foi fácil, mas Jorge decidiu permanecer ao lado do filho durante o período de adaptação e das incertezas sobre o futuro.
Com o crescimento da carreira de Messi, Jorge também passou a atuar como empresário do jogador. Longe dos holofotes, participou de negociações e acompanhou de perto diferentes momentos da carreira do craque argentino.
A relação entre pai e filho sempre foi muito próxima. Em diversas ocasiões, Messi falou sobre as dificuldades enfrentadas pela família no início de sua caminhada e reconheceu a importância do apoio recebido do pai.
Nas últimas semanas, o estado de saúde de Jorge já vinha causando preocupação. Durante a Copa do Mundo de 2026, Messi chegou a se emocionar ao falar sobre a família e revelou que enfrentava um período difícil. Depois, familiares confirmaram que Jorge estava recebendo cuidados médicos.
Além de Lionel, Jorge deixa os filhos Rodrigo, Matías e María Sol. Ele era casado com Celia Cuccittini.
Newell’s presta homenagem
O Newell’s Old Boys, clube onde Messi começou a jogar futebol, também lamentou a morte de Jorge. Identificado com a equipe, ele manteve uma relação especial com o clube ao longo dos anos.
Na homenagem, o Newell’s destacou a importância de Jorge na formação e na trajetória de Lionel Messi, lembrando o apoio dado ao filho desde os primeiros passos no futebol.
“Obrigado por ensiná-lo a amar essas cores”, escreveu o clube.
A equipe também prestou solidariedade à família, citando Celia Cuccittini, Lionel, Rodrigo, Matías e María Sol, além de outros familiares e pessoas próximas.
A mensagem terminou com uma despedida carinhosa a Jorge: “Até sempre, leproso.”
Aos 68 anos, Jorge Messi deixa uma história diretamente ligada à trajetória de um dos maiores nomes do futebol mundial. Antes dos títulos, dos recordes e da fama internacional, esteve ao lado do filho durante os primeiros passos de um sonho que acabou se tornando realidade.
Depois de permanecer 45 dias internado voluntariamente em uma clínica de reabilitação, o ator Rafael Cardoso decidiu tornar pública sua experiência no enfrentamento da dependência química. Em entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Record, ele afirmou que, pela primeira vez, acredita estar vivendo um verdadeiro processo de recuperação, após anos marcados por alternâncias entre períodos de sobriedade e recaídas envolvendo álcool e drogas.
Durante a conversa, Rafael explicou que compreendeu a gravidade da situação quando percebeu que poderia perder não apenas a própria vida, mas também o vínculo com os filhos e o respeito por si mesmo. Segundo o ator, reconhecer que precisava de ajuda especializada foi o passo mais importante para iniciar uma mudança concreta.
"Eu perdi para a minha doença, porque acreditei que ia sair daquilo sozinho. Eu estava no fundo do poço."
O artista revelou que insistiu durante muito tempo na ideia de que conseguiria controlar o vício sem auxílio profissional. No entanto, uma nova recaída fez com que entendesse que já não conseguia administrar a dependência por conta própria.
Ao recordar os dias que antecederam a internação, Rafael contou que viveu momentos de intenso sofrimento emocional enquanto permanecia sozinho em seu sítio. Ele afirmou que os pensamentos se tornaram cada vez mais negativos, levando-o a reconhecer a urgência de procurar tratamento.
"Quando eu estava sozinho no sítio, os pensamentos estavam ficando obscuros. Planejei tudo realmente. Eu falei: “Chega, não quero mais”."
Segundo o ator, a maior diferença em relação às tentativas anteriores está na maneira como encara o tratamento atualmente. Para ele, não se trata apenas de interromper o consumo de substâncias, mas de manter um compromisso permanente com a recuperação.
"Pela primeira vez na minha vida eu realmente entrei em recuperação. Antes, eu só fiquei sóbrio por um tempo. Hoje eu estou em recuperação."
Rafael também relembrou que iniciou o consumo de álcool e maconha por volta dos 15 ou 16 anos. Pouco tempo depois, passou a usar cocaína, substância que, conforme relatou, encontrou dentro da própria residência.
Durante a entrevista, ele contou que seu irmão também enfrentava problemas relacionados à dependência química desde cedo. Além do abuso de substâncias, afirmou ter desenvolvido outros comportamentos compulsivos ao longo da vida, incluindo o vício em relacionamentos.
Ao abordar o episódio envolvendo a troca de mensagens com uma atriz menor de idade, ocorrido quando ainda era casado com Mari Bridi, Rafael declarou que desconhecia a idade da jovem naquele momento e assumiu a responsabilidade pelas consequências de suas atitudes.
Em outro momento da entrevista, o ator descreveu como o vício transformou sua percepção sobre si mesmo e afetou profundamente sua autoestima.
"Achei que fosse morrer sozinho, que ia perder o respeito dos meus filhos, o respeito de todo mundo. Eu já tinha perdido o respeito por mim mesmo."
Na sequência, Rafael falou sobre o impacto psicológico causado pela dependência e pela perda da própria identidade.
"É você perder tudo: a dignidade, a consciência de quem você é. Quando eu me olhava no espelho, enxergava um monstro. Eu não me reconhecia."
O ator também explicou que uma de suas últimas recaídas começou quando acreditou que conseguiria controlar o consumo de bebidas alcoólicas.
"Eu acreditei que conseguiria controlar. Pensei: “Se eu beber só uma cervejinha, não tem problema”. Depois que você recai, não pensa mais em nada."
Ao comentar sua relação com a ex-esposa, Mari Bridi, e com a jornalista Sônia Bridi, Rafael reconheceu a importância do apoio que ambas tentaram oferecer antes da internação. Após o fim do casamento, as duas chegaram a obter uma medida protetiva contra o ator em um caso envolvendo violência doméstica, situação que o afastou dos filhos por determinado período.
Segundo Rafael, o sentimento atual é de reconhecimento e gratidão. Ele revelou que entrou em contato com Mari Bridi no Dia das Mães para pedir perdão e agradeceu pelas diversas tentativas de convencê-lo a buscar tratamento.
"Agradeço muito, do fundo da minha alma, por tudo que elas tentaram fazer por mim e eu não consegui enxergar. Elas sugeriram várias vezes que eu me internasse. Tenho muito carinho e muito amor por elas terem cuidado de mim."
Agora em recuperação, o ator afirma compreender que conviverá com a dependência química pelo restante da vida e que sua prioridade é manter-se distante do álcool e das drogas.
"Hoje não tenho dúvidas de que sou um adicto. Mas isso não me isenta dos meus erros. Sou completamente responsável por tudo o que causei. A principal decisão é que eu não quero mais ser assim."
Ao projetar o futuro, Rafael Cardoso disse que pretende reconstruir sua vida ao lado dos filhos e permanecer sóbrio pelos próximos anos.
"Meus próximos 40 anos vão ser sóbrios. Minha vontade é viver limpo, do lado dos meus filhos, ser o melhor pai e marido do mundo. Se eu voltar a usar drogas, tenho certeza de que vou morrer."
Encerrando o desabafo, o ator resumiu o principal objetivo desta nova etapa de sua vida: reconstruir sua trajetória pessoal, fortalecer a relação com os filhos e dedicar-se a ser, como definiu, “o melhor pai do mundo”.
O ex-presidente da Associação Atlética Anapolina, Fernando Correia Pereira, de 43 anos, foi encontrado morto nesta quinta-feira (6) dentro do próprio apartamento, em Anápolis, na região central de Goiás. De acordo com o delegado Cleiton Lobo, os primeiros levantamentos indicam que Fernando pode ter sofrido um mal súbito há cerca de três dias. Após a confirmação da morte, o dirigente recebeu homenagens da Anapolina e de outros clubes do futebol goiano.
Segundo a Polícia Civil, uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi acionada e esteve no imóvel, onde constatou o óbito. Durante a avaliação inicial, não foram identificados sinais aparentes de violência no corpo.
Em razão das condições em que Fernando foi localizado, a Polícia Civil solicitou a realização de exame pericial cadavérico pelo Instituto Médico Legal (IML). Até o momento, não foram divulgadas informações sobre as datas e os horários do velório e do sepultamento.
A morte provocou manifestações de pesar entre clubes e instituições ligadas ao futebol de Goiás. Em comunicado, a Anapolina destacou a trajetória do ex-presidente e afirmou que ele deixará uma marca na história da equipe pela dedicação e pelos serviços prestados durante o período em que esteve à frente da instituição.
O Esporte Clube Rio Verde também lamentou profundamente a morte de Fernando. Outras entidades esportivas, como a Associação Tupy de Esportes, o Goiânia Esporte Clube, o Grêmio Anápolis, o São Luís Atlético Clube, o Anápolis Futebol Clube e a Federação Goiana de Futebol, igualmente prestaram homenagens ao dirigente.
A Comissão de Direito Desportivo da OAB Subs. de Anápolis também divulgou uma nota de pesar. A entidade ressaltou a dedicação de Fernando ao esporte e sua contribuição para a história do futebol goiano, apontando seu legado de compromisso e paixão pelo desenvolvimento da modalidade no estado.
Nota da Anapolina
Com muito pesar, recebemos a notícia do falecimento do ex-presidente da Associação Atlética Anapolina, Fernando Correia Pereira.
Fernando deixa sua marca na história da Anapolina por sua dedicação e pelos serviços prestados ao clube durante o período em que esteve à frente da instituição, contribuindo para o fortalecimento da nossa trajetória.
Neste momento de dor, a Anapolina SAF manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conviver com Fernando, desejando força e conforto para enfrentar esta irreparável perda.
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não aceitará o pedido do deputado Alfredo Gaspar (PL-AL), vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), para que determine em 72 horas a realização de um exame de DNA no processo em que Gaspar é falsamente acusado de estupro. Uma nojenta armação política do deputado Lindbergh Farias e da senadora Soraya Thronicke.
A alegação do magistrado para a recusa do pedido, segundo o Estadão, seria o entendimento na Corte de que a Polícia Federal (PF) ainda cumpre diligências sobre o caso, e que a investigação central é sobre o suposto estupro, e não sobre uma eventual paternidade.
Ora, evidentemente esse entendimento é absurdo e não procede, pois a própria vítima apontada na falsa denúncia já se manifestou, negando o caso.
O uso desse episódio politicamente deveria ser prontamente rechaçado, porém caso isso não aconteça, os próprios fatos que serão tornados públicos vão representar um atestado de idoneidade do vice de Flávio e fatalmente receberão o repúdio da opinião pública.
Não é sem razão que o ministro André Mendonça está possesso com o comportamento da Polícia Federal.
Com 27 superintendentes indicados pelo diretor-geral, Andrei Mendonça, ele está conseguindo instrumentalizar a corporação.
Assim, não é de se admirar que a Polícia Federal tenha atendido prontamente ao pedido feito pela defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA) e cancelado o depoimento que estava previsto para esta sexta-feira (7).
O petista é investigado no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura irregularidades envolvendo o Banco Master.
A PF também adiou o depoimento do banqueiro Augusto Lima, ex-sócio de Daniel Vorcaro ligado a Jaques Wagner.
A oitiva do ex-controlador do Banco Pleno estava marcada para segunda-feira (3), e ainda não foi remarcada.
A defesa do senador Jaques Wagner afirmou, por meio de nota, que requereu, “com antecedência proporcional”, o adiamento do depoimento designado para 7 de agosto, alegando não ter tido acesso ao conteúdo da investigação
“O pedido de adiamento decorre exclusivamente do fato de ainda não ter sido viabilizado à defesa, por problemas técnicos (todos documentados), o acesso ao conteúdo da investigação, requerido no mesmo ato em que a data foi indicada, há quase um mês”, disse.
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Representantes do Discord solicitaram uma reunião com a Advocacia-Geral da União (AGU), marcada para esta sexta-feira (7), para apresentar propostas de adequação da plataforma às normas brasileiras que regulam o funcionamento de serviços digitais. O encontro acontece em meio ao debate sobre possíveis medidas do governo federal em relação ao aplicativo.
A iniciativa da empresa ocorre um dia após Janja da Silva defender, durante um evento no Palácio do Planalto, que o Discord fosse retirado do ar no Brasil. A declaração foi feita ao comentar o caso de uma adolescente de 13 anos, em Mato Grosso do Sul, que, segundo as investigações, teria sido induzida ao suicídio durante uma transmissão realizada na plataforma.
Na mesma cerimônia, o advogado-geral da União, Jorge Messias, solicitou ao Ministério da Justiça informações detalhadas sobre o episódio e afirmou que a AGU estudaria medidas judiciais envolvendo o Discord.
As informações encaminhadas pelo Ministério da Justiça chegaram à AGU nesta sexta-feira. Paralelamente, o Discord procurou o órgão para apresentar seus argumentos e discutir possíveis ações que demonstrem conformidade com a legislação brasileira antes da adoção de qualquer medida judicial.
Entre as alternativas em análise está a celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), instrumento que poderá estabelecer compromissos para que a plataforma implemente medidas de adequação sem que seja necessária, inicialmente, uma decisão judicial determinando sua suspensão.
Segundo interlocutores do advogado-geral da União, Jorge Messias, ainda não há uma data definida para o eventual ajuizamento de uma ação contra a empresa. A orientação, neste momento, é ouvir os representantes da plataforma antes de decidir quais providências serão adotadas.
O Discord é amplamente utilizado por jogadores de games e por comunidades virtuais, permitindo conversas por texto, voz e vídeo. Nos últimos anos, a plataforma passou a ser alvo de críticas, investigações e ações judiciais em razão de questionamentos sobre seus mecanismos de moderação de conteúdo e verificação de idade, especialmente em casos envolvendo crimes praticados contra crianças e adolescentes.
O episódio mencionado por Janja ocorreu em Naviraí, no Mato Grosso do Sul. A adolescente morreu durante uma transmissão realizada na plataforma, e o caso segue sob investigação da Polícia Civil do Estado.
Na terça-feira (4), a Polícia Civil de Mato Grosso do Sul deflagrou uma operação para cumprir mandados relacionados à investigação. A ação resultou na apreensão de cinco adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, e na prisão de um homem de 18 anos.
Os mandados foram cumpridos de forma simultânea nos estados do Ceará, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará e Rio de Janeiro. Os investigados respondem, em tese, pelos crimes de homicídio qualificado e organização criminosa.
Conforme a linha de investigação da Polícia Civil, o grupo seria liderado por um adolescente de 14 anos, apreendido no Rio de Janeiro. As apurações continuam para esclarecer a participação de cada suspeito e as circunstâncias do caso.