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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Relembre a lesão de 2020 que deu início à rivalidade entre Neymar e Thiago Mendes (veja o vídeo)

 18/08/2026 às 20:56

O clima tenso entre Neymar e Thiago Mendes, evidenciado antes do apito inicial na derrota do Vasco para o Santos por 3 a 0 no último domingo (16), não é uma novidade para os fãs de futebol. Mendes ignorou o cumprimento de Neymar, mas esse é só mais um capítulo de uma inimizade que cruza o oceano e já dura quase seis anos.

Para entender a raiz desse conflito, é preciso voltar a 13 de dezembro de 2020, em um duelo válido pelo Campeonato Francês. Na época, Neymar defendia o Paris Saint-Germain e Thiago Mendes atuava pelo Lyon. Nos acréscimos da partida, o volante aplicou uma dura entrada em tesoura por trás, prendendo o tornozelo esquerdo de Neymar no gramado. O camisa 10 saiu de campo de maca, aos prantos, e ficou afastado por cerca de um mês com uma lesão no ligamento. Thiago Mendes acabou expulso após revisão do VAR e foi suspenso por três jogos pela Federação Francesa.

O reencontro nos gramados brasileiros em 2026 apenas reacendeu a faísca. Em 26 de fevereiro, na Vila Belmiro, os dois voltaram a se estranhar intensamente. Após marcar um gol, Neymar pediu silêncio à torcida vascaína, o que gerou forte troca de ofensas e encaradas com Thiago Mendes. Ambos foram advertidos com cartão amarelo e, na saída para o intervalo, Neymar chamou o adversário de "babaca", acusando-o de ter prometido machucá-lo novamente. O volante vascaíno se defendeu alegando ter sido desrespeitado durante a comemoração.

Nesta segunda-feira (17), um dia após o "climão" e a recusa de cumprimento no sorteio inicial do novo clássico, Neymar utilizou suas redes sociais para se pronunciar sobre o caso. Em vídeo, o craque do Peixe buscou minimizar a situação, afirmando não existir qualquer rivalidade entre os dois e declarando que possui assuntos muito mais importantes para tratar. Que venha a próxima partida... 

Veja o vídeo: 

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A bomba-relógio diplomática e o teatro da soberania

 18/08/2026 às 22:00

Fronteiras abertas, Exército sucateado e sanções à vista: o alto preço da hostilidade do governo Lula contra os EUA, e o caminho da direita para tirar o país do abismo

A relação de mais de dois séculos entre Brasil e Estados Unidos vive sua pior crise em décadas. Em nome de uma soberania que nosso país, na prática, não exerce com a mesma força que proclama, Lula parece ter partido para o tudo ou nada, colocando em risco uma parceria histórica que sempre foi estratégica para o Brasil. Uma verdadeira bomba diplomática parece prestes a explodir...

O que começou com um encontro de “química excelente” na ONU se transformou em escalada de atritos, tarifas e provocações. Lula criticou Donald Trump ao menos 35 vezes desde o primeiro contato. Em discursos públicos, o petista acusou o americano de querer “governar o mundo por rede social” e de se comportar como imperador.

https://www.cnnbrasil.com.br/politica/lula-criticou-trump-ao-menos-35-vezes-desde-quimica-durante-cupula-da-onu/

https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/no-g7-lula-diz-que-trump-age-como-imperador-e-fala-muito-e-ouve-pouco/

Os Estados Unidos negociaram tarifas com diversos países e cerca de 70 aceitaram rever as taxas. O governo Lula agiu na contramão, e o resultado veio em forma de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. Marco Rubio, secretário de Estado americano, foi direto: Lula priorizou o próprio ego e não negociou de boa-fé.

https://g1.globo.com/mundo/noticia/2026/07/16/rubio-acusa-lula-de-nao-negociar-tarifas.ghtml https://www.gazetadopovo.com.br/mundo/70-paises-ja-pediram-para-negociar-tarifas-com-os-eua-diz-casa-branca/

O Brasil respondeu acionando a Lei de Reciprocidade, numa tentativa de mostrar força. Mas a medida não esconde a incapacidade de evitar o prejuízo comercial.

Ao mesmo tempo, Lula anunciou que só dará o aval ao novo embaixador americano depois das eleições de outubro. Uma decisão que prolonga o vazio diplomático e eleva ainda mais a temperatura.

https://www.poder360.com.br/poder-governo/lula-diz-que-so-dara-aval-a-embaixador-dos-eua-depois-das-eleicoes/

Para o analista político José Carlos Sepúlveda, a tensão diplomática entre o Brasil e os Estados Unidos atingiu o seu ápice, impulsionada por uma intenção explícita do presidente Lula e de seu assessor especial para relações internacionais, Celso Amorim, de criar e alimentar um confronto deliberado com os norte-americanos.

“Essa postura se evidencia nas atitudes contraditórias da diplomacia brasileira. Enquanto o governo demonstra hostilidade contra os Estados Unidos ao suspender os vistos de dois funcionários do Departamento de Estado em visita diplomática de rotina e ao ameaçar publicamente não conceder o agrément (consentimento formal) ao embaixador americano, a postura em relação à Rússia é de forte aproximação. O governo Lula recebeu um assessor pessoal de Vladimir Putin, Nikolai Patrushev, ex-chefe da inteligência russa (FSB) — e sancionado pelos EUA sob a acusação de eliminar adversários políticos —, que teria vindo ao país fazer pedidos perigosos para que o Brasil se engaje em atividades que favorecem indiretamente a invasão russa na Ucrânia”, ressaltou, em entrevista exclusiva à Verdade.

No contexto geopolítico, Sepúlveda avalia que a política conduzida por Lula e Amorim transforma o Brasil em uma espécie de "aríete" para atingir os EUA, atendendo, na prática, aos interesses da China e da Rússia.

“Não é segredo que os Estados Unidos buscam afastar a influência dessas potências da América Latina, e prevendo uma possível e breve queda do regime cubano, chineses e russos passaram a usar o Brasil — valendo-se de sua dimensão geográfica e de seu peso econômico — como a principal base para fazer frente à política americana no continente. Essa estratégia gera grandes dificuldades diplomáticas e altos prejuízos para o povo brasileiro, colocando o país a serviço de nações como China, Rússia e Irã, utilizando a defesa da ‘soberania’ apenas como uma justificativa retórica para encobrir esses interesses.”

A escolha do governo petista de se aproximar de regimes autoritários, como o Irã e a China, enquanto se afasta das democracias ocidentais não passa despercebida em Washington. Há, nos bastidores brasileiros, um medo silencioso. O destino de Nicolás Maduro — capturado e preso nos Estados Unidos depois de destruir a Venezuela — assombra o Palácio do Planalto.

Lula consultou o ministro da Defesa, José Múcio, sobre a possibilidade de uma ação americana em território brasileiro, e não gostou nada da resposta.

“Me perguntaram se os Estados Unidos quisessem invadir o Brasil, o que é que eu faria. Temos que abrir o portão. O Brasil não tem equipamento para enfrentá-los, nem tem dinheiro para consertar o portão”, afirmou.

https://www.infomoney.com.br/politica/fala-de-mucio-sobre-abrir-portao-aos-eua-incomodou-lula/

A resposta descontraída de Múcio foi vista como inadequada por membros do Palácio do Planalto, segundo fontes ouvidas pela CNN. Para eles, o contexto diplomático sensível entre Brasil e EUA ampliou a má impressão sobre a declaração.

https://www.infomoney.com.br/politica/fala-de-mucio-sobre-abrir-portao-aos-eua-incomodou-lula/

A fala do ministro da Defesa também contraria o mote de soberania, adotado pelo governo brasileiro diante dos EUA...

A frase expõe uma realidade dura. As Forças Armadas brasileiras foram enfraquecidas nos últimos anos. Preocupado, e não é para menos, Lula afirmou que pretende dar mais atenção à área de Defesa em um eventual quarto mandato, mas, na prática, investiu 11% a menos no setor do que seu antecessor, Jair Bolsonaro. Dados do sistema Siga Brasil mostram que entre 2023 e 2026, Lula reservou R$ 40,7 bilhões especificamente para investimentos nas Forças Armadas, frente a R$ 45,7 bilhões usados para investimentos nos quatro anos (2019 a 2022) do governo anterior. Os dados dizem respeito ao total de recursos destinados a melhorias para Exército, Marinha e Aeronáutica.

https://oglobo.globo.com/politica/eleicoes-2026/noticia/2026/08/04/promessa-de-lula-ao-lancar-campanha-investimentos-na-defesa-cairam-11percent-em-relacao-ao-governo-anterior.ghtml

Investimentos caíram, projetos estratégicos pararam e as fronteiras permaneceram vulneráveis. Organizações criminosas como o PCC e o Comando Vermelho aproveitam o vácuo. Enquanto o discurso oficial fala em soberania, o país se mostra incapaz de defender o próprio território com dignidade.

Exército americano em ação

Para o analista internacional Cezar Roedel, o cenário mais provável ainda é de escalada política, econômica e diplomática, e não de uma ação militar direta dos Estados Unidos contra o Brasil, por enquanto.

“O Brasil já entrou numa zona de atrito bastante séria, talvez única na história em 200 anos de relações com os Estados Unidos. As tarifas americanas já pressionam setores da economia, o governo Lula acionou a Lei da Reciprocidade e, ao mesmo tempo, a relação passou a ser contaminada pela disputa política interna brasileira. Lula trocou os interesses nacionais pelos pessoais, gerando uma tragédia”, ressaltou o analista.

O problema, de acordo com Roedel, é que, quando se mistura comércio, soberania, eleições e acusações de interferência externa, fica muito mais difícil prever até onde cada lado está disposto a ir.

“Eu não descartaria novas sanções, restrições diplomáticas, pressão sobre empresas brasileiras e uma ofensiva política mais dura de Washington. Agora, falar em invasão ou captura de Lula, neste momento, me parece um salto grande demais: não há evidência de movimentação militar americana no Brasil, e inclusive circularam recentemente vídeos falsos sobre supostos desembarques de tropas”, explicou.

Segundo o analista, o mais preocupante é uma espécie de guerra de desgaste:

“Tarifas, retaliações, pressão sobre o crime organizado, cooperação de inteligência e isolamento diplomático. E aí o governo brasileiro vai ter de tomar cuidado, porque uma coisa é defender autonomia e outra é transformar essa autonomia numa ruptura com um aliado tradicional e estratégico sem ter uma alternativa pronta. Então, eu esperaria muita pressão, muita negociação de bastidor e bastante turbulência antes de qualquer cenário essencialmente militar”, frisou.

E os Estados Unidos não estão de olho apenas em Lula... O governo americano considera adotar novas sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, publicou recentemente o jornal britânico Financial Times.

A discussão teria voltado à baila em meio à deterioração das relações diplomáticas com os norte-americanos e à operação da Polícia Federal, mirando as fontes de um jornalista que publicou reportagens sobre o ministro Flávio Dino. Para integrantes da administração de Donald Trump, o ministro teria infringido o direito de liberdade de expressão.

https://veja.abril.com.br/politica/eua-consideram-impor-lei-magnitsky-contra-alexandre-de-moraes-de-novo-diz-jornal/

Moraes afirmou que as informações utilizadas na reportagem teriam sido obtidas e divulgadas ilegalmente e poderiam colocar em risco a segurança do magistrado e de seus familiares. Gilmar Mendes apoiou o magistrado, enquanto Fachin defendeu o sigilo da fonte.

Washington considera que há um "histórico" contra Moraes. Uma fonte ouvida pelo jornal afirmou que existem "muitos fatores" e um "padrão consistente de abusos" que, na avaliação do governo americano, inclui o episódio mais recente envolvendo o jornalista.

As sanções poderiam atingir patrimônio e negócios. A aplicação da Lei Magnitsky pode congelar ativos mantidos nos Estados Unidos e proibir empresas e cidadãos americanos de realizar negócios com as pessoas ou entidades atingidas. E pode ser que, dessa vez, os bancos brasileiros tenham uma postura diferente e sejam ‘obrigados’ a aplicar a lei. Em 2025, Moraes teria se reunido com Gabriel Galípolo, presidente do Banco Central, e com dirigentes de outros bancos no intuito de manter sua movimentação bancária.

https://www.migalhas.com.br/quentes/446933/moraes-diz-que-encontro-com-banqueiros-foi-para-tratar-da-magnitsky

A crise atual não é apenas comercial ou diplomática. É o reflexo de uma política externa ideológica que prefere o confronto à negociação. Lula transformou a relação com a maior potência do planeta em campo de batalha eleitoral.

O preço dessa aventura será pago pelos brasileiros: menos exportações, menos investimentos e mais isolamento. Uma nação que depende do agronegócio e do comércio exterior não pode se dar ao luxo de desafiar quem compra seus produtos. Outros países da região entenderam isso e negociaram. O Brasil, sob o comando petista, preferiu o teatro da soberania.

O resultado está à vista de todos: tarifas, retaliações e uma diplomacia em frangalhos. Múcio disse a verdade que o Planalto não quer ouvir.

Sem capacidade militar real, sem diplomacia eficaz e com fronteiras abertas, a soberania vira apenas discurso de comício. A história de Maduro serve de alerta.

O Brasil ainda tem tempo de corrigir o rumo. Mas, com o atual governo, a direção parece ser exatamente a oposta. Nesse cenário quase dramático, a eleição de outubro se configura como uma das mais importantes da história recente do Brasil, com a vitória da esquerda e a queda para o abismo, ou com a volta da direita ao poder e a esperança de botar o país nos trilhos de novo, como aponta o deputado federal José Medeiros (PL-MT):

Barata sabida não atravessa galinheiro, parece que as do Planalto não são. Lula provoca desde antes de Trump tomar posse, queria polarizar para jogar para o público interno. A meu ver, ele perdeu a mão e o gigante levou a sério. Só Flávio Bolsonaro pode nos livrar de uma retaliação pesada”, afirma o deputado.
da Redação

URGENTE: Moraes quer atingir jornalistas de todo o país

 18/08/2026 às 19:12

O ministro Alexandre de Moraes defendeu uma regulação do jornalismo e que o STF reveja a decisão que invalidou a obrigatoriedade do diploma.

"A liberdade de imprensa não é uma licença para ofender, para praticar crimes. Isso não é o uso de um direito, é um abuso de um direito. Concordo com nossa excelência que está na hora de refletirmos sobre o diploma de jornalismo", disse.
"Hoje, qualquer pessoa acorda e diz: a partir de hoje eu sou um jornalista."

O jornalista Glenn Greenwald comentou:

O STF, em 2009, eliminou a exigência do diploma de jornalismo para que alguém fosse considerado "jornalista": uma limitação baixada durante o regime militar (Decreto-Lei 972/1969). 
A votação foi de 8 a 1. Gilmar Mendes foi o relator. Cármen Lúcia votou com ele. Os ministros concluíram que os direitos de liberdade de expressão e de liberdade de imprensa da Constituição de 1988 vedam essa exigência da época da ditadura.
Agora, Flávio Dino e Alexandre de Moraes querem o poder de atacar o jornalismo ao reimpor essa exigência, eliminando, no processo, as proteções constitucionais de alguns dos jornalistas mais influentes, respeitados e premiados do país (que possuem formação em áreas diferentes do jornalismo, ou que não concluíram a faculdade, mas ainda assim exercem um jornalismo importante há anos).
Como todos os autoritários fazem, eles estão atacando a imprensa livre. Eles estão tentando arrastar o Brasil ainda mais de volta à era da ditadura militar.

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da Redação

Morre fundador de uma das maiores redes de TV do mundo

 18/08/2026 às 21:11

Bill Rasmussen, fundador da ESPN e um dos responsáveis pela criação da primeira rede de televisão esportiva com programação 24 horas, morreu nesta terça-feira (18), aos 93 anos. Segundo a emissora, ele estava em sua casa, na Flórida, e morreu em decorrência de complicações relacionadas à doença de Parkinson.

Rasmussen criou a ESPN ao lado do filho, Scott Rasmussen. O projeto começou no fim dos anos 1970, em Connecticut, inicialmente como uma iniciativa considerada ousada, mas acabou se transformando em uma rede esportiva de alcance nacional com programação ininterrupta.

Antes de apostar na criação da emissora, Rasmussen havia sido demitido do cargo de diretor de comunicação do New England Whalers. Mesmo diante das dificuldades financeiras e das dúvidas sobre a viabilidade de um canal dedicado exclusivamente aos esportes, decidiu seguir adiante com a ideia.

Segundo a ESPN, Rasmussen chegou a estourar o limite do cartão de crédito e utilizou um adiantamento de US$ 9 mil (R$ 46 mil) para comprar espaço em um satélite de comunicação. O investimento foi uma das etapas necessárias para viabilizar o projeto.

"Bill foi um homem extraordinário — um visionário e inovador que teve a ideia de criar uma rede inteiramente dedicada aos esportes", afirmou o presidente da ESPN, Jimmy Pitaro, em comunicado.
"De forma simples, nenhum de nós estaria aqui hoje se não fosse pela paixão de Bill, por todo o trabalho árduo e pelo espírito empreendedor que ele dedicou à construção da ESPN no fim dos anos 1970 — aspectos fundamentais da nossa cultura empresarial que permanecem até hoje."

Para tirar a ideia do papel, Rasmussen buscou investidores e estabeleceu contato com as principais ligas esportivas e empresas de televisão por assinatura. O objetivo era reunir parceiros capazes de sustentar uma programação esportiva contínua.

Em 7 de setembro de 1979, foi lançada a Entertainment and Sports Programming Network, posteriormente conhecida pela sigla ESPN. Bill e Scott Rasmussen foram os cofundadores da empresa, e Bill assumiu inicialmente os cargos de presidente e CEO.

Rasmussen deixou a ESPN alguns anos depois, mas sua participação foi fundamental para a estruturação inicial da rede. Uma reunião com representantes da NFL não resultou imediatamente em um acordo, mas ajudou a abrir caminho para uma parceria que, posteriormente, contribuiu para que a ESPN passasse a transmitir o "Monday Night Football".

O apresentador Chris Berman, que entrou para a ESPN apenas três semanas depois da estreia da emissora, também destacou a importância de Rasmussen na história da empresa.

"Bill foi o nosso George Washington e um grande amigo", afirmou Berman.
"Ele era uma pessoa muito grata, e todo fã de esportes pode ser grato a Bill. Ele não era do tipo que via o copo meio cheio. Seu copo estava sempre transbordando de otimismo. Ele recebia todos com um sorriso, e todos nós podemos sorrir sabendo do legado de Bill."

A trajetória de Bill Rasmussen após a ESPN

Depois de deixar a ESPN, Rasmussen continuou envolvido com projetos na área de mídia e passou a compartilhar sua experiência em palestras. Ele também escreveu o livro "Sports Junkies Rejoice: The Birth of ESPN", no qual relata os bastidores da criação da emissora.

Em entrevista à Forbes em 2012, Rasmussen resumiu sua filosofia de vida em uma frase:

"Acredito que quanto mais você trabalha, mais sorte você tem".

Ele também relatou que costumava incentivar universitários a desenvolverem suas ideias mesmo quando ainda não tinham todas as respostas ou recursos necessários para colocá-las em prática.

Rasmussen ficou viúvo de Lois, com quem foi casado por 56 anos e que morreu em 2011. Ele deixa os filhos Scott Rasmussen e sua mulher, Laura, e Glenn Rasmussen; a filha Lynn Van Hollebeke e seu marido, Louie; sete netos — Andy, P.J., Wil, MaryAnn, Donna, Jessica e Sarah — e dois bisnetos, Otto e Adelaide.

NESTE 20 DE AGOSTO, O FUMANCHÚ COMPLETA 67 ANOS BEM VIVIDOS, GRAÇAS A DEUS!!

Neste 20 de agosto, EU Fumanchú completo 67 anos, muito bem vividos, graças a Deus!!!  São 67 anos de histórias, amizades, alegrias e muitos...