ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 3 de setembro de 2026

A procura de uma brecha para não ir para o inferno Quando explicar os fatos fica impossível, resta pedir a anulação do Juízo Final

JCO

Conta-se que um advogado estava em seu leito de morte quando, subitamente, abriu os olhos e pediu uma Bíblia.

A família, emocionada, correu para atender ao último desejo. Finalmente, pensaram todos, o doutor havia decidido converter-se antes de prestar contas de sua longa caminhada terrestre.

Entregaram-lhe o livro sagrado e aguardaram, comovidos, que escolhesse um versículo sobre perdão, arrependimento ou salvação.

O advogado começou a folhear a Bíblia apressadamente.
— Isso mesmo, doutor! — incentivaram. — Encontre o versículo que tocar seu coração e entregue sua alma a Deus.
Ele levantou os olhos e respondeu:
— Converter nada. Estou procurando uma brecha legal para não ir para o inferno.

A anedota nunca pareceu tão atual.

Depois que André Mendonça abriu a porta do Caso Master e permitiu que o país enxergasse mensagens, contratos, metadados e relações antes escondidas pelo sigilo, uma multidão de especialistas em salvação processual surgiu repentinamente em Brasília.

Ninguém procura explicar por que Daniel Vorcaro mantinha tamanha proximidade com autoridades responsáveis por investigar, acusar e julgar.

Poucos querem discutir as mensagens nas quais o banqueiro buscaria a “proteção” de Andrei Rodrigues e Paulo Gonet.

Quase ninguém se interessa em esclarecer por que Vorcaro teria procurado Alexandre de Moraes para saber se deveria deixar o país poucos dias antes de sua prisão.

Também não parece haver grande entusiasmo em explicar o contrato milionário firmado entre o Banco Master e o escritório da família do ministro, os metadados que indicariam a participação de Moraes na revisão do documento ou os cartões com limite de R$ 300 mil autorizados para dois de seus filhos.

A defesa preferida é mais simples: ANDRÉ MENDONÇA NÃO TERIA SEGUIDO O DEVIDO PROCESSO LEGAL. Pronto.

Não é necessário responder às mensagens. Não é preciso explicar os cartões. Os contratos podem permanecer sem respostas e os metadados voltam tranquilamente para a gaveta.

Basta declarar: “ANULE-SE O PROCESSO!”

O devido processo legal é um direito fundamental e precisa ser respeitado, inclusive quando as suspeitas alcançam um ministro do Supremo Tribunal Federal. Nenhuma investigação pode ser conduzida à margem das regras apenas porque seus fatos são graves ou seus personagens são poderosos.

Mas uma eventual falha processual não transforma automaticamente documentos verdadeiros em documentos falsos. Pode impedir a utilização de determinada prova, alterar a competência para investigar ou exigir a repetição de atos. O que ela não faz é apagar da realidade aquilo que já foi revelado.

Anular um processo não significa inocentar alguém no mérito. Muito menos significa que os fatos nunca existiram.

Essa diferença, tão conhecida pelos grandes juristas brasileiros, costuma desaparecer quando o problema bate à porta certa. Os mesmos que aplaudiram procedimentos excepcionalíssimos, investigações prolongadas e decisões monocráticas quando atingiam seus adversários agora descobriram a beleza do juiz natural, da competência, do contraditório e das formalidades processuais.

É uma conversão impressionante. Não uma conversão moral, evidentemente.

É apenas a velha procura por uma passagem escondida no Vade Mecum que permita escapar das chamas sem precisar explicar os próprios atos, O INFERNO BATE ÀS PORTAS.

No grande tribunal celestial imaginado pelos defensores de ocasião, o pedido já deve estar sendo preparado:

“Excelentíssimo Senhor Juiz dos Juízes, requer-se a anulação integral do Juízo Final, pois André Mendonça abriu a porta sem autorização da maioria do plenário, o gato subiu no telhado sem prévia intimação e o inferno não apresentou procuração nos autos.”

O pedido também deverá sustentar que o Juízo Final é incompetente, porque os acontecimentos ocorreram na Terra.

Satanás, por sua vez, poderá ser considerado suspeito por evidente interesse no resultado do processo.

Os anjos serão impugnados por parcialidade. A Bíblia terá sua cadeia de custódia questionada.

E, caso nenhuma dessas teses funcione, a defesa pedirá a prescrição dos pecados ou a transferência do julgamento para uma turma considerada mais receptiva.

Sobre o mérito, naturalmente, nenhuma palavra.

O roteiro é antigo: quando os fatos não oferecem uma saída confortável, transfere-se toda a discussão para o procedimento. Se a porta não pode mais ser fechada, questiona-se a LEGALIDADE DA MAÇANETA.

Mas o Brasil já aprendeu — ou deveria ter aprendido — que nulidade processual não é atestado de inocência. Condenações podem ser anuladas por questões de competência sem que as provas sejam examinadas definitivamente. Processos podem recomeçar sem que os fatos desapareçam.

No Caso Master, as garantias jurídicas devem ser rigorosamente observadas. Porém, o devido processo legal não pode ser convertido numa borracha institucional destinada a apagar mensagens, contratos e relações inconvenientes.

Se André Mendonça errou no procedimento, que seu ato seja corrigido dentro da lei.

Depois disso, que a investigação continue pelo caminho adequado.

O que não se pode aceitar é que uma discussão sobre a forma seja utilizada para enterrar definitivamente o conteúdo.

O país não está pedindo uma condenação antecipada. Está exigindo investigação imparcial, documentos completos, explicações públicas e igualdade de tratamento.

Afinal, se qualquer cidadão comum aparecesse em mensagens de um banqueiro investigado, revisasse contratos milionários envolvendo a própria família e surgisse cercado por pedidos de “proteção”, dificilmente receberia como primeira providência um seminário sobre delicadezas processuais.

Receberia uma intimação. Talvez uma busca e apreensão.

Dependendo das circunstâncias, até uma medida cautelar.

No andar de cima, entretanto, primeiro se procura a brecha. Depois se escolhe o tribunal. Em seguida, discute-se a competência. Se ainda sobrar algum processo, talvez um dia alguém examine os fatos.

André Mendonça abriu a porta.

O gato subiu no telhado.

E, neste momento, uma legião de convertidos de última hora folheia desesperadamente o Vade Mecum celestial, tentando descobrir como anular o Juízo Final antes que o mérito seja julgado.

Jayme Rizolli

Jornalista.

Nikolas ironiza esquerdistas e promete vídeo sobre o assunto Vorcaro para ‘daqui a pouco’ (veja o vídeo)

JCO

O deputado Nikolas Ferreira reagiu com ironia as insinuações da esquerda sobre o áudio que ele enviou ao então ‘respeitável’ banqueiro Daniel Vorcaro. Nada de ilícito. Conversa transparente. Nada ilegal.

Aliás, sobre o assunto, o vereador curitibano Guilherme Kilter fez uma breve explanação que resume tudo. Confira:

“Sobre a conversa do Nikolas com o Vorcaro, vamos aos fatos:
1. Aconteceu dia 30/03/2025, quando o BRB tinha uma proposta pública de compra do Master e nenhuma das investigações contra o Banco ou o Vorcaro era pública (que só vieram a público em setembro);
2. Assim como Flávio Bolsonaro à época, o Nikolas só tinha conhecimento de que Vorcaro era um grande banqueiro, sem nenhuma investigação ou condenação até o momento;
3. Nikolas nunca chamou Vorcaro de “lindão”. O áudio termina com “um abração aí, Dani”;
4. Nikolas não pediu nenhum favorecimento ilegal, contrato de milhões ou festas regadas de whisky. Apenas passou o contato de uma pessoa que queria falar com Vorcaro;
5. Até hoje, Nikolas não apagou o post que criticava a festa do Vorcaro com as autoridades em Londres.
Sério mesmo que querem equiparar essa conversa com os contratos, ligações financeiras e festas dos ministros com o Vorcaro? Isso é burrice ou falta de caráter. Apenas uma das opções.”

Veja o vídeo:

Ouça o áudio:

COISA FEIA!!! O PARNAIBANO NÃO ADMITE ISSO!!!

O PARNAIBANO NÃO ADMITE ISSO!!! Nossa cidade merece respeito, cuidado e atitudes que valorizem quem vive aqui. Parnaíba é terra de gente trabalhadora, honesta e que não aceita mais descaso.

O POVO ESTÁ DE OLHO E QUER RESPEITO!!! PARNAÍBA MERECE MUITO MAIS!!!

ISSO É DEVER!!!

Um idoso de 82 anos, morador do bairro Santa Luzia, está há 3 meses esperando por uma consulta em uma UBS e, até agora, não conseguiu atendimento.

Isso é muito triste e revoltante!!! Quem chegou à terceira idade merece respeito, dignidade e prioridade, principalmente quando se trata de saúde.

Não trabalhamos e contribuímos durante tantos anos para chegar nessa fase da vida e enfrentar uma situação como essa. Isso precisa mudar!!!

A população da terceira idade merece ser tratada com respeito e atenção. Saúde não pode esperar!!! 

#Parnaíba #Saúde #TerceiraIdade #Respeito #UBS #DireitoDoCidadão

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

O POVO JÁ SABE, GRACINHA MÃO SANTA É A ÚNICA OPÇÃO PARA REPRESENTAR PARNAÍBA NA ALEPI

Gracinha Mão Santa 15130 é uma liderança que conhece de perto as necessidades de Parnaíba e tem disposição para trabalhar e representar nossa cidade na ALEPI.

Com experiência, coragem e compromisso com o povo, ela segue firme nessa caminhada. Parnaíba sabe quem trabalha por nossa gente!!!

GRACINHA MÃO SANTA PARA A ALEPI!!!
Vai dar certo!!!

Raul Bacelar

Cacimbão

Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog

URGENTE: Moraes pediu vistas e interrompeu julgamento que beneficiava o Master em 2024, quando já tinha ‘editado’ o contrato da esposa (veja o vídeo)

JCO

Uma denúncia seríssima da CNN acaba de vir à toma:

“O ministro Alexandre de Moraes pediu vista em um julgamento de grande interesse do Banco Master em novembro de 2024, época em que sua mulher, Viviane Barci de Moraes, já tinha firmado contrato de R$ 131 milhões com a instituição financeira de Daniel Vorcaro.
O magistrado devolveu o caso para análise do plenário em fevereiro deste ano, quando os pagamentos do ex-banqueiro à mulher do magistrado já eram de conhecimento público.
Trata-se de uma disputa bilionária entre a União e empresas sucroalcooleiras, que foram derrotadas em setembro de 2023 com o veto unânime do Supremo Tribunal Federal (STF) ao pagamento antecipado de R$ 5 bilhões em precatórios a uma empresa específica do setor.
Os advogados apresentaram recurso e, em 8 de novembro de 2024, o então presidente da corte, ministro Luís Roberto Barroso, votou para manter a decisão do ano anterior. Moraes, então, pediu vista e devolveu o caso para julgamento em fevereiro de 2026, quando todos os ministros se posicionaram a favor da União contra o pagamento antecipado.”

Isso é extremamente grave.

Veja o vídeo:

UMA DUPLA EM DEFESA DE PARNAÍBA E DO PIAUÍ!, EMANOEL PAIVA 4411 E GRACINHA MÃO SANTA 15130

Emanoel Paiva 4411 e Gracinha Mão Santa 15130, duas pessoas honradas, justas e comprometidas em servir, especialmente aos que mais precisam....