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sábado, 5 de setembro de 2026

Eis a condição bizarra de Alcolumbre para pautar impeachment de Moraes

JCO

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), teria feito chegar a parlamentares do Congresso Nacional a sinalização de que, caso a pressão para abrir um processo de impeachment contra Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), se torne “insustentável”, ele também poderá autorizar a tramitação de um pedido contra outro integrante da Corte: André Mendonça.

Uma bizarrice sem igual!

A movimentação ocorre em meio ao agravamento da crise institucional provocada pela decisão de Mendonça, relator do caso Master no STF, de retirar o sigilo de um relatório da Polícia Federal. O documento revelou mensagens trocadas entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

UMA GRANDIOSA CARREATA COM GRACINHA MÃO SANTA PELAS RUAS E AVENIDAS DE PARNAÍBA.

As ruas e avenidas de Parnaíba foram tomadas pela alegria, pela força e pelo carinho do povo em uma grandiosa carreata ao lado de Gracinha Mão Santa!!!

Uma demonstração de apoio e confiança de quem acredita em trabalho, dedicação e compromisso com Parnaíba e com o Piauí. A cada rua, a cada abraço e a cada manifestação de carinho, fica ainda mais forte a certeza de que o povo quer Gracinha Mão Santa!!!

Parnaíba está junto!!! Vamos em frente. Vai dar certo!!!

Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog.

Presidente da OAB/RS em contundente pronunciamento pede o afastamento de Gonet e investigação de Moraes (veja o vídeo)

JCO

Em vídeo publicado nas redes sociais, o presidente da OAB/RS, Leonardo Lamachia, se manifestou oficialmente sobre as recentes revelações envolvendo integrantes do Supremo Tribunal Federal (STF), da Procuradoria-Geral da República (PGR) e as investigações relacionadas ao Banco Master.

Segundo ele, a entidade defende a adoção de medidas imediatas para garantir uma apuração independente, rigorosa e transparente dos fatos. O presidente participará de reunião com o presidente do STF, ministro Edson Fachin, para tratar da crise institucional envolvendo a Corte. O encontro está previsto para ocorrer na quarta-feira (9) e deverá reunir o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti, e os presidentes das 27 seccionais da entidade.

Para Lamachia, o país atravessa “a maior crise institucional desde a redemocratização e as informações estarrecedoras trazidas a público exigem respostas à altura da gravidade do momento”.

Nesse contexto, a OAB/RS entende que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, deve ser imediatamente afastado da condução da investigação, uma vez que é citado no relatório da Polícia Federal. Para a entidade, essa circunstância compromete a necessária isenção para que permaneça à frente da apuração.

Em relação ao ministro do STF Alexandre de Moraes, a posição defendida pela Ordem gaúcha é de que o plenário do Supremo Tribunal Federal deve autorizar a abertura de investigação sobre os fatos divulgados e deliberar o pedido de seu afastamento cautelar.

Veja o vídeo:

Delegada afirma que Moraes preparava golpe e que Mendonça seria o 1º a ser preso (veja o vídeo)

JCO

A delegada Maria Corsato comentou nesta sexta-feira (4), durante o programa Última Instância: A Sentença Final, apresentado por Ilmar Muniz, da BNTV, a crise envolvendo os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça.

Segundo a delegada, o plano de Moraes envolvia concentrar os poderes da Corte e mandar prender o colega de tribunal, o ministro André Mendonça, caso houvesse oposição interna. Ela utilizou a metáfora de que Moraes “ia cortar a primeira cabeça, que era do André Mendonça”.

“O Alexandre de Moraes ia cortar a primeira cabeça, que era do André Mendonça”, declarou.

Ela ainda comparou o ministro à Rainha de Copas, personagem de Alice no País das Maravilhas.

A delegada também afirmou que a retirada do inquérito das fake news das mãos de Moraes teria evitado consequências ainda mais graves:

“Alexandre de Moraes ia dar um golpe no Brasil”.

Veja o vídeo:

A iminente e inevitável queda de Paulo Gonet

JCO

Depois da divulgação de mensagens do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, que mostram uma relação próxima com o procurador-geral da República, Paulo Gonet, a situação do chefe do Ministério Público Federal (MPF) se tornou “insustentável”. A avaliação é do jornal O Estado de S. Paulo, em editorial publicado nesta sexta-feira, 4.

Segundo o Estadão, “não é de hoje que o sr. Paulo Gonet não inspira a confiança necessária para o exercício do cargo de procurador-geral da República”.

“Gonet tem de deixar o cargo, e é melhor que o faça de maneira voluntária, de modo a evitar o aprofundamento da grave crise moral e ética que envolve a alta cúpula do sistema de Justiça do país”, opina o jornal.

Leia abaixo o texto completo:

“Gonet tem de sair da PGR
Não é de hoje que o sr. Paulo Gonet não inspira a confiança necessária para o exercício do cargo de procurador-geral da República, mas o escândalo do Banco Master tornou sua situação insustentável. Gonet tem de deixar o cargo, e é melhor que o faça de maneira voluntária, de modo a evitar o aprofundamento da grave crise moral e ética que envolve a alta cúpula do sistema de Justiça do País.
Mensagens apreendidas pela Polícia Federal revelam uma relação calorosa entre Gonet e o banqueiro Daniel Vorcaro, marcada por manifestações de carinho e convescotes requintados. “Paulo” aparece também nas tentativas de Vorcaro de mobilizar o ministro Alexandre de Moraes para obstruir investigações. Não há prova de que Gonet tenha atendido a esses pedidos. Há, porém, um fato que independe dessa dúvida: foi Gonet quem pediu ao Supremo o arquivamento sumário da apuração, sem exame do mérito, com argumentos que causariam inveja a um advogado de Moraes – e de si mesmo.
O constrangimento seria grave mesmo se tivesse surgido do nada. Não é o caso. A PGR de Gonet opera com ampla elasticidade na aplicação de princípios e critérios conforme os personagens envolvidos. Em alguns casos, exibe rigor, iniciativa e furor punitivo. Em outros, sobretudo quando certos ministros do Supremo estão sob escrutínio, multiplicam-se escrúpulos probatórios e engavetamentos. O legalismo de Gonet parece ter hora, lugar e destinatário.
Não que esteja sempre juridicamente errado. O mistério é por que certas ortodoxias só são invocadas em determinados processos. É certo que se pode questionar, como fez Gonet, a decisão do relator do caso Master no STF, ministro André Mendonça, de determinar diretamente à Polícia Federal a produção de um relatório de inteligência focado em mensagens do ministro Alexandre de Moraes. No entanto, o mesmo Gonet até agora não viu nenhum problema no famigerado “inquérito das fake news”, conduzido de maneira arbitrária há anos por Moraes.
Ademais, o procurador-geral tolerou todo tipo de expansão de competência do Supremo em investigações sobre cidadãos sem foro, mas bastou que uma delas atingisse Lulinha, o filho do presidente Lula, para que ele subitamente invocasse o princípio do juiz natural e pedisse que o caso fosse remetido à primeira instância.
A Procuradoria existe para fiscalizar o poder – muito especialmente o poder togado. Seu chefe precisa ser capaz de contrariar justamente aqueles com quem convive no topo da República. Mas Gonet tem sido valente para baixo e servil para cima. Imparcialidade e independência são as duas qualidades quintessenciais de um procurador. Gonet aparentemente trocou ambas por um prato de lentilhas – e também por uísque caro, charutos e uma viagem a Londres, com tudo pago, para um dos filhos, sob o generoso patrocínio do banqueiro Vorcaro.
Isso também explica por que a discussão não se esgota com a ausência, por ora, de uma prova cabal de corrupção. A promiscuidade com Vorcaro e a participação do próprio Gonet no destino processual de um relatório que o menciona criam uma questão séria de suspeição. A lei prevê a substituição do procurador-geral em situações desse tipo. Prevê também, entre os crimes de responsabilidade do procurador-geral, emitir parecer quando legalmente suspeito, ser patentemente desidioso e proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo. Cabe apurar se houve a consumação desses tipos. No entanto, para concluir que Gonet perdeu as condições de chefiar a PGR, o que se sabe já basta.
O procurador-geral dispõe de enorme margem para decidir quando investigar, denunciar ou arquivar. Essa liberdade só é legítima enquanto houver confiança de que a mesma régua vale para aliados, adversários, ministros e cidadãos comuns. Quando toda nova manifestação sobre o mesmo círculo de poder suscita a pergunta sobre como Gonet agiria caso os personagens fossem outros, a autoridade do cargo já virou pó.
Gonet deveria poupar a instituição e renunciar. Se preferir agarrar-se ao posto, o Senado tem competência para examinar se suas condutas configuram crimes de responsabilidade e, eventualmente, afastá-lo.”

Aviso de Fachin tem alvo certo

JCO

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, teria afirmado a integrantes da Corte que não pretende “botar a mão na cabeça de ninguém” diante da crise que envolve ministros do tribunal.

A declaração ocorre em meio à repercussão das mensagens atribuídas ao ministro Alexandre de Moraes e ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, além da abertura de discussões internas sobre a necessidade de apuração dos fatos.

Fachin busca conduzir o caso com firmeza e preservar a institucionalidade do Supremo, sinalizando que eventuais responsabilidades deverão ser analisadas de acordo com os procedimentos previstos, sem proteção a integrantes da Corte.

Flávio sai em defesa de Nikolas: “A esquerda é imunda”

JCO

O candidato à Presidência da República pelo PL, o senador Flávio Bolsonaro, saiu em defesa do deputado federalismo Nikolas Ferreira (PL-MG) diante das tentativas de associar o parlamentar mineiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro e classificou a ofensiva como um método de “acusar a direita do que eles fazem”.

Nas redes sociais, Flávio afirmou que “a verdade” está ao lado de Nikolas e declarou: “Vamos pra cima, Nikolas!”, reforçando que conta com o deputado na mobilização política.

O senador também aproveitou a reação para convocar apoiadores para o ato marcado para 7 de setembro, que, segundo ele, “vai ser gigante”, apresentando a mobilização como parte da disputa política contra o PT e em defesa de uma mudança no país.

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