ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Moraes "arrega"...

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou um pronunciamento, na sede da Corte, para esta quinta-feira (10), às 11 horas da manhã. Entretanto, uma hora após a convocação para o tal pronunciamento, um novo comunicado cancelou tudo.

De acordo com a equipe de comunicação do Tribunal, o magistrado falaria no plenário da Primeira Turma. Entretanto, ele recuou e disse que o ato será remarcado "para data oportuna".

Inclusive, o pronunciamento seria transmitido ao vivo pela TV Justiça.

Segundo informações do jornalista Igor Gadelha, a intenção do magistrado era apresentar aos jornalistas quais as informações que deve prestar sobre o caso Master, ao presidente do STF, Edson Fachin.

Por algum motivo, Moraes "arregou"...

Notícia-crime e pedido de impeachment contra Flávio Dino

JCO

O partido Novo prepara uma ofensiva jurídica em nove frentes contra a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o retorno de Andrei Rodrigues ao cargo de diretor-geral da Polícia Federal. Entre as medidas estão pedido de impeachment, notícia-crime contra o ministro, ações para suspender a decisão e pedido de investigação sobre relatórios de inteligência da Polícia Federal utilizados no caso.

O partido apresentará pedido de impeachment contra Flávio Dino e uma notícia-crime contra o ministro, sob o argumento de que a decisão embaraça a investigação envolvendo organização criminosa e pode caracterizar abuso de autoridade.

O Novo também ingressará com Reclamação Constitucional perante o ministro André Mendonça, para fazer valer a autoridade de sua decisão, e com pedido de suspensão de liminar ao presidente do STF, Edson Fachin, contra a decisão de Dino. A legenda apresentará ainda pedido de suspeição e impedimento de Dino no caso relacionado à decisão de Mendonça, além de um mandado de segurança contra o ato do ministro.

Outra medida será uma petição na PET 16.074, com pedido de suspensão da decisão de Dino. O partido também encaminhará ofício a Fachin para requerer o levantamento do sigilo da petição apresentada por Andrei Rodrigues na PET 16.669, que provocou a decisão de Dino e pediu o retorno dele e de Leandro Almada da Costa aos cargos. Segundo o Novo, Dino tornou pública apenas a própria decisão, enquanto o pedido que a provocou permanece sob sigilo.

“O que estamos questionando é um imbróglio jurídico sem precedentes: uma decisão de um ministro é contestada por meio de uma petição incidental, apresentada por quem não tinha legitimidade para recorrer, em outro processo, e acaba sendo revertida por outro ministro. E tudo isso sem que a sociedade possa sequer conhecer o conteúdo do pedido que deu origem à decisão. É exatamente por isso que estamos exigindo transparência e recorrendo a todos os instrumentos jurídicos cabíveis”, afirmou Eduardo Ribeiro, presidente do Novo.

A nona medida será um pedido para que Fachin abra procedimento de investigação sobre os relatórios de inteligência produzidos pela Polícia Federal e utilizados pelo ministro Alexandre de Moraes no caso. O objetivo é apurar a origem, produção, circulação e utilização dos documentos, além de esclarecer eventuais responsabilidades.

O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) também cobrou uma resposta rápida do presidente do STF diante da sequência de decisões.

“O momento exige que Fachin dê solução rápida para não ficar desmoralizado. A decisão de Flávio Dino passou por cima do pedido de ontem de Fachin para que Mendonça desse explicações em 72 horas. Nós não vamos nos intimidar. Vamos recorrer a todos os instrumentos jurídicos disponíveis para que os fatos envolvendo Andrei Rodrigues sejam devidamente investigados. O momento exige resposta rápida e efetiva da Corte, não o prolongamento de uma situação que envolve fatos gravíssimos”, destacou Marcel.

Para o Novo, a decisão de Dino não encerra as questões envolvendo a Polícia Federal. A legenda afirma que continuará utilizando os instrumentos constitucionais e legais disponíveis para questionar a decisão, garantir transparência sobre os documentos que deram origem ao pronunciamento e buscar a responsabilização de eventuais envolvidos.

Depois de um longo silêncio, lobista do Lulinha volta a falar

JCO

Roberta Luchsinger, sócia de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula (PT) reagiu nesta sexta-feira (4) à repercussão de um relatório de inteligência da Polícia Federal (PF) relacionado às investigações sobre fraudes em descontos associativos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Nas redes sociais, ela contestou o rótulo de “lobista” atribuído à sua atuação e acusou parte da cobertura jornalística de reproduzir padrões de misoginia.

“Enquanto a mídia me trata como ‘lobista’ os demais homens citados tem a prerrogativa de serem ‘empresários’”, escreveu.

A manifestação ocorreu após a divulgação de informações do documento da PF, citado pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes no contexto da investigação aberta contra o ministro André Mendonça. O material faz referências a Lulinha e Roberta e aborda o tratamento dado a investigados.

Roberta reproduziu trechos do relatório para sustentar sua defesa. Segundo o documento, não haveria elementos para vincular determinado terceiro aos fatos investigados. A PF também registra que não é possível provar que Roberta soubesse que recursos recebidos de pessoas investigadas no caso do INSS eram provenientes de fraudes nos descontos associativos.

O documento, contudo, é um relatório de inteligência. A própria PF ressalva que o material tem circulação restrita, não possui caráter decisório e não tem valor probatório.

Na publicação, Roberta afirmou ainda que a cobertura jornalística não deve transformar aspectos de sua vida pessoal em instrumento de julgamento.

“É preciso estar atenta para que o legítimo direito à informação não reproduza padrões de misoginia que historicamente submetem mulheres a uma espécie de julgamento moral paralelo, no qual sua vida, sua personalidade e sua condição de mulher passam a ocupar o lugar dos fatos e das provas”, declarou.

Roberta também defendeu sua atuação profissional na área da saúde pública. Segundo ela, seu trabalho buscava ampliar o acesso de pacientes a tratamentos e melhorar a utilização dos recursos públicos.

Entre os temas tratados, citou a regulamentação de produtos derivados de cannabis e canabidiol pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ela afirmou que a atuação tinha como objetivo discutir dificuldades enfrentadas por pacientes que recorrem à Justiça para obter tratamentos e aperfeiçoar as regras sanitárias.

Eis que surge a lobista do Andrei Rodrigues

JCO

A jornalista Renata Varandas, mulher do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, participou de ao menos 4 compromissos com autoridades federais em 2026 representando empresas do grupo Ambipar.  A informação é do site Poder360.

A companhia é investigada pela PF e pela CVM (Comissão de Valores Mobiliários) por envolvimento no escândalo do Banco Master.

Em 3 dos encontros, os registros do e-Agendas da CGU identificam Renata como “Diretora de Relações Governamentais” da multinacional brasileira. No 4º encontro, ela aparece como “representante” da Ambipar Participações e Empreendimentos.

O 1º compromisso de Renata com autoridades do Executivo foi realizado em 25 de fevereiro de 2026 com o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho. A reunião tratou da resolução 398 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), que dispõe sobre planos de emergência individual para instalações portuárias e outras estruturas com risco de derramamento de óleo.

Em 17 de março, Renata também participou de uma reunião sobre o mesmo assunto com o então presidente do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), Rodrigo Agostinho.

Já o 3º encontro foi realizado em 8 de maio com o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. A agenda registra uma reunião com representantes da PowerChina para uma “apresentação institucional”. Também participaram o CEO da PowerChina no Brasil, Tharcizio Calderaro, e o vice-presidente da companhia, Zhang Hao.

Em 20 de julho, Renata esteve em uma audiência no Banco Central com o procurador-geral adjunto Erasto Villa Verde de Carvalho Filho. O compromisso teve como objetivo tratar de “assuntos institucionais” da Ambipar. Nesse registro, ela aparece com o nome completo entre os representantes da Ambipar Participações. O cargo não foi informado.

A residência de Luciana Freire Barca Nascimento, então diretora-adjunta da Ambipar, esteve entre os endereços que foram alvo de busca e apreensão em 14 de janeiro de 2026 na 2ª fase da operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraudes financeiras envolvendo o Banco Master, de Daniel Vorcaro, e operações realizadas com o BRB (Banco de Brasília).

A relação financeira entre o ecossistema do Master e a Ambipar também é analisada pela CVM, em procedimentos distintos da investigação criminal da PF.

AO VIVO: O fim da era Moraes... STF decidirá dia 15 o destino do ministro (veja o vídeo)

JCO

O próximo 15 de setembro pode se transformar em uma das datas mais importantes da trajetória de Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal. Às 10h, o plenário do STF se reunirá em sessão extraordinária convocada pelo presidente da Corte, Edson Fachin, para decidir o destino das informações produzidas pela Polícia Federal envolvendo Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.

O ponto central é objetivo: os ministros terão de decidir se a determinação de André Mendonça que levou ao aprofundamento da análise dos dados do celular de Vorcaro foi válida, se o material produzido pela PF poderá ser utilizado e, finalmente, se existem elementos que permitam a abertura de uma investigação contra Alexandre de Moraes. A PGR, por sua vez, pediu a nulidade do procedimento.

Portanto, é importante fazer uma distinção: Moraes não será julgado no dia 15 por eventual crime ou infração e não poderá simplesmente ser retirado do STF pelo plenário nessa sessão. O que estará em julgamento é a validade do material e a possibilidade de ele dar origem a uma investigação.

Mesmo assim, politicamente e institucionalmente, o resultado poderá ser devastador para o ministro. Caso o plenário considere válido o material e autorize uma investigação, Moraes passará de personagem citado em documentos da PF para alvo formal de uma apuração, ampliando a pressão sobre sua permanência e potencialmente alimentando pedidos de impeachment no Senado. Isso não significaria afastamento automático, mas representaria uma mudança significativa de sua situação institucional.

O cenário ganhou ainda mais peso depois de Fachin retirar Moraes da relatoria do inquérito das fake news, conduzido por ele havia mais de sete anos, e assumir pessoalmente a condução do caso. Fachin também suspendeu decisões conflitantes de André Mendonça e Flávio Dino em meio à crise que atingiu a cúpula do Supremo e da Polícia Federal.

O próprio presidente do STF afirmou que fatos capazes de colocar em dúvida o funcionamento da Corte precisam ser esclarecidos e, se for o caso, resultar em responsabilização.

Assim, o dia 15 não representa juridicamente “o fim de Moraes”. Mas poderá representar o começo de uma etapa muito mais delicada: uma investigação formal contra um ministro do Supremo em meio a uma das maiores crises internas recentes da Corte.

Se o plenário autorizar a apuração, a pergunta que inevitavelmente ganhará força fora do STF será outra: Alexandre de Moraes terá condições políticas e institucionais de continuar no Supremo sob investigação?

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Criador do método Arquitetura Eleitoral:
https://emiliokerber.com.br/

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

URGENTE: Tornado pode atingir amanhã 3 estados brasileiros

JCO

Um alerta meteorológico foi emitido pelo Climatempo para o risco da ocorrência de tornados nos estados do Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Para os próximos dias, 10 e 11, está prevista uma combinação de fatores que aumenta o risco da formação de "supercélulas" nas regiões.

O risco está concentrado principalmente em áreas do Paraná, no extremo sul de Mato Grosso do Sul e no sudoeste e sul de São Paulo. Além da possibilidade de tornado, a previsão aponta condições para queda de grande quantidade de granizo, inclusive de tamanho elevado, ventania superior a 90 km/h e grandes volumes de chuva em pouco tempo.

O cenário deve ser favorecido pela intensificação de áreas de baixa pressão, pela formação de uma frente fria e de um ciclone extratropical, além do transporte de ar quente e úmido da Amazônia para a região.

Em todo o estado do Paraná, a atmosfera deve ficar bastante instável, com condições favoráveis à formação de nuvens de grande desenvolvimento vertical e supercélulas.

Em São Paulo, a maior atenção se concentra no sul e sudoeste do estado. A proximidade de áreas de baixa pressão atmosférica deve facilitar a formação de nuvens carregadas, enquanto a presença de ar quente e úmido aumenta a disponibilidade de energia para as tempestades.

No Mato Grosso do Sul, o principal risco apontado está no extremo sul do estado. A região também será influenciada pela circulação de umidade e pela aproximação da frente fria, que deve avançar em direção a São Paulo e Mato Grosso do Sul ao longo da noite de sexta-feira e durante o sábado (12).

Fachin faz forte manifestação com promessa ao povo brasileiro (veja o vídeo)

JCO

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, afirmou nesta terça-feira (8) que a Justiça brasileira permanecerá comprometida com as obrigações estabelecidas pela Constituição, em um momento de tensão institucional envolvendo integrantes da Corte e os desdobramentos das investigações relacionadas ao caso Master.

A declaração ocorreu durante um evento promovido pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que também é presidido por Fachin. Sem fazer referência nominal à divergência entre Alexandre de Moraes e André Mendonça, o ministro destacou a necessidade de diálogo permanente entre as instituições diante dos desafios atuais.

Fachin afirmou estar convencido de que o Poder Judiciário possui condições para lidar com o cenário contemporâneo e cumprir suas atribuições constitucionais.

"Os dias de hoje reclamam esse diálogo permanente, reclamam que tenhamos uma resposta à altura dos desafios. E eu estou plenamente convencido de que o Poder Judiciário brasileiro está à altura dos desafios que se lhes apresentam no momento contemporâneo. E a Justiça brasileira não faltará à legalidade constitucional, por certo, por seus deveres que decorrem da própria Constituição.", afirmou.

Veja: 

Carlos Viana acusa Gilmar de “blindagem” e pede que Mendonça vá até o fim

JCO 12/09/2026 às 06:12 O senador Carlos Viana que se notabilizou como presidente da CPMI do INSS fez um grave alerta em relação a postura a...