ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Ascensão de Flávio faz bater o desespero e assombra Moraes e seu aliados

 

Uma impecável análise do jornalista Renan Ramalho, especializado na cobertura de temas ligados à Justiça, publicada originariamente no jornal Gazeta do povo, desmonstra o verdadeiro clima de terror que paira no Supremo Tribunal Federal (STF), junta a ‘tropa de choque’ do ministro Alexandre de Moraes.

O jornalista demonstra que o crescimento da candidatura de Flávio Bolsonaro tem despertado por aquelas bandas um incontrolável desespero no sentido, não só de salvar Moraes, mas atingir um objetivo final, algo extremamente drástico para o país. Leia o texto:

Os atos mais recentes da tropa de choque de Alexandre de Moraes no Supremo Tribunal Federal deixam transparecer um desespero indisfarçável. O motivo é a perspectiva, a cada dia mais concreta, de uma vitória de Flávio Bolsonaro sobre Lula na corrida presidencial.
Em um cenário igualmente plausível, em que a direita conquiste a maioria no Senado e escolha o novo presidente da Casa, o impeachment de Moraes passa de hipótese a certeza em 2027.
Hoje, Lula atua como barreira de contenção no Senado contra a queda do ministro, que se mostrou um aliado fiel para castigar seus adversários políticos. Reeleito, o petista nomearia quatro novos ministros, e Moraes chegaria à presidência do STF, em setembro de 2027, com forte influência sobre o Palácio do Planalto e a garantia de novos aliados para blindá-lo.
Se eleito para a Presidência, Flávio mudaria esse quadro. Com a faixa presidencial, dificilmente se oporia ao impeachment de Moraes no Senado — uma reivindicação de seus eleitores para reparar a condenação de seu pai e dos apoiadores presos no 8 de janeiro de 2023.
Os aliados de Moraes no STF sabem que sua eventual destituição não pararia nele. O primeiro impeachment de um integrante da Corte abriria caminho para um efeito dominó. As provas crescentes sobre o assédio de Daniel Vorcaro no Judiciário poderiam arrastar Dias Toffoli e outros magistrados envolvidos em negócios com o banqueiro.
Uma investigação contra Moraes no próprio STF também abriria espaço para apurações sobre outros integrantes. O novo Senado teria munição de sobra para fundamentar múltiplas condenações por crime de responsabilidade.
Daí decorre a urgência febril em estancar, de pronto, a abertura do inquérito. O objetivo é abortar, na origem, qualquer movimento de regeneração institucional do tribunal.
A tumultuada sessão do último dia 15 foi convocada para decidir sobre a abertura da investigação contra Moraes. O que ocorreu antes, durante e depois expõe com clareza a tática de seu grupo no STF. A ordem é blindar o colega, atirando impiedosamente contra quem defende a apuração.
Flávio Dino disparou diretamente contra o presidente da Corte, Edson Fachin. Acusou-o de conduta irregular ao assumir a relatoria do expediente sobre Moraes. Defendeu, em contrapartida, que o caso fosse apensado às acusações contra André Mendonça. Indo além, propôs julgar na mesma sessão todos os magistrados suspeitos de receber recursos ou benefícios de Vorcaro.
A manobra busca misturar casos distintos e jogar todos na mesma vala comum. Ao inflacionar o risco de uma crise institucional que ultrapasse o STF e alcance outros tribunais do Judiciário, o grupo tenta forçar um "acordão" geral pelo arquivamento sumário de tudo.
Antes da sessão, Flávio Dino, Cristiano Zanin e Gilmar Mendes movimentaram-se com urgência para obter acesso irrestrito às conversas de Vorcaro. Encerrada a sessão, jorrou na imprensa uma enxurrada de mensagens comprometedoras do banqueiro com Kassio Nunes Marques. O ministro já sofria pesada fritura nos bastidores, bem ao estilo de Gilmar Mendes, para abandonar o caso.
A pressão funcionou. Com o pretexto de presidir o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques declarou-se impedido. Menos um voto a favor da investigação, mais uma vitória tática da ala de Moraes.
Com a deliberação empurrada para o período pós-eleitoral, a meta agora é desgastar a relatoria de André Mendonça. Na própria sessão, Gilmar e Moraes acusaram o colega de retardar propositalmente o relatório e divulgá-lo em plena campanha eleitoral para favorecer Flávio. Ainda insinuaram que ele omitiu os fatos sobre Nunes Marques para garantir seu voto.
Trata-se do prelúdio de uma investida ainda mais drástica. Se a narrativa prosperar, estará aberta uma avenida para advogados de investigados arguirem a suspeição de Mendonça nas investigações do Master e do INSS. Se o ministro for declarado parcial na supervisão dos inquéritos, anulam-se todas as provas colhidas pela Polícia Federal sob sua autorização.
É a mesma receita aplicada contra Sergio Moro para destruir a Operação Lava Jato. A artimanha não salvou apenas os políticos envolvidos no petrolão; livrou também magistrados do STF e do STJ citados nas apurações.
Salvar Moraes é apenas o primeiro passo. O objetivo final é barrar a moralização do STF e blindar os políticos e ministros amigos de Vorcaro.

Um milongueiro na ONU

 25/09/2026 às 07:16

O milongueiro é aquele ser que nasceu com a facilidade de convencer e enganar o outro com lábia e astúcia incomparáveis.

Lula é o nosso milongueiro-mor.

Nesta semana, coube a ele, mais uma vez, discursar na ONU, instituição falida, diga-se de passagem, destituída de qualquer significado que um dia possa ter sido merecedora, e cada vez mais merecendo ser enviada ao seu destino natural, que é o do cemitério das instituições mortas, caídas de podres.

E lá o vimos novamente, em suas bravatas e lorotas destinadas ao público interno, o brasileiro, já que ninguém está muito interessado no que esse octagenário velho conhecido de guerra tem a dizer a nós, brasileiros, quanto mais ao mundo.

Jornal estrangeiro algum o estampou em manchetes ou comentou o que lá foi dizer, ainda que por aqui, mais de um militante de redação tenha dito que ele, o enganador de serpentes, é o nosso grande estadista, pasmem.

Na verdade, o que ele repete ao microfone, feito um velho papagaio, é o discurso escrito por esquerdistas radicais que o seguem por onde for, como é o caso de Celso Amorin, que ocupa em seu governo o pomposo cargo de principal conselheiro para assuntos internacionais, e que certamente tem o dedo, para não dizer a mão toda, e a impressão digital em cada palavrinha dita por Lula no púlpito da ONU.

Dentre as enormes besteiras ditas pelo milongueiro, que aproveitou a ocasião como palanque eleitoreiro, está a de que no próximo dia 04 de Outubro a população decidirá entre a Democracia ( que subtende-se que seja ele mesmo ) e os negacionistas que a subvertem, onde devem ser enquadrados tudo e todos que não sejam ele mesmo, deixando claro que se o brasileiro não despejar seu voto na sua canhestra figura, estará escolhendo a Ditadura como seu destino.

É muita cara de pau, de um lado, e um real perigo, de outro, porque parece deixar explícito que se não for ele o vencedor do pleito presidencial, arrumará uma bela encrenca em relação ao escolhido.

A conferir.

Não bastasse isso, com referência aos grupos de narcotráfico brasileiros PCC e CV, defendeu a não interferência externa e que o país está pronto para enfrentar a criminalidade por meio próprio, num claro recado ao governo americano que o convidou para participar do "Escudo das Américas", grupo que congrega países com o objetivo de combate ao narcotráfico na América Latina, recebendo a negativa do governo Lula, e que teve agora a ingrata surpresa de descobrir, algumas horas após o seu retorno ao Brasil, que 14 países da América Latina se reuniram em NY junto ao presidente Trump para dar início a essa missão.

O Brasil, através da decisão de Lula, resolveu não entrar nessa organização de ajuda mútua entre países dispostas a erradicar o narcotráfico e as organizações criminosas que o exercem.

Seria caso de perguntar ao milongueiro qual é a sua dificuldade em aceitar ajuda estratégica e financeira no combate ao PCC e CV, cada vez mais infiltrados no poder da República - de bananas - brasileira e que tanto mal vem causando ao país.

E, mais uma vez, e finalmente, Lula coloca o país na situação de nações que se alinham a ditadores e terroristas, homenageando as figuras de um Yussef Arafat, conhecido terrorista dos anos 60 da causa Palestina, e de Francesca Albanesa, ativista italiana e relatora especial da ONU para o território palestino, uma fanática com  visão radical e doentia em relação à Israel.

Nesse pacote, incluiu ainda, em entrevista à CNN americana, a defesa de, acreditem, Sadam Hussein, afirmando que foi preso e morto sem provas e que é preciso parar com as "mentiras".

Mentiras, digo eu, são a especialidade dessa figura que apareceu, viveu, envelheceu e já apodrece atormentando e atrapalhando os caminhos do Brasil há muito tempo, a ponto de causar cansaço intenso da sua presença, da sua voz, das suas ideias ultrapassadas e com olhar voltada para o passado.

Espero, sinceramente, que em 04 de Outubro, possamos nos livrar, de uma vez por todas, desse infeliz personagem da vida política brasileira.

Estamos a poucos dias de uma libertação.

Se assim não for, ai de nós.

Moraes entrou no caminho da CPMI

 25/09/2026 às 09:27

A CPMI do INSS conseguiu aprovar um requerimento para buscar informações sobre os voos do jatinho ligado a Daniel Vorcaro. A intenção era saber quem utilizava a aeronave e entender o que estava por trás dessa história.

A CPMI foi porém encerrada antes que essas informações chegassem - e Alexandre de Moraes votou pelo fim dos trabalhos da comissão, beneficiando a si mesmo. No mínimo deveria ter se considerado impedido de votar naquela ocasião. Era parte diretamente interessada no caso.

Agora, novas informações e imagens sobre o uso dessa aeronave estão aparecendo. A intuição e faro investigativo dos membros da CPMI do INSS estava correta.

É por isso que uma investigação não pode ser enterrada quando começa a chegar perto de quem tem poder.

O país precisa de transparência e de instituições que não tenham medo de investigar e de serem investigadas.

Após PT pedir retirada de "Bolsonaro" de campanha, Fred Rodrigues vai à Justiça para obrigar petistas a colocarem Lula na deles

JCO

Um dos dois maiores nomes da Direita no Estado de Goiás, Fred Rodrigues tem sido alvo constante de representações e ações eleitorais iniciadas pelo PT contra sua campanha. 

Na última, protocolada ontem, o PT através de seu candidato ao governo de Goiás pede que Fred retire completamente a imagem de Bolsonaro de sua campanha. A resposta do Bolsonarista foi no mínimo inusitada, quer que os candidatos Petista sejam obrigados a colocarem a foto de Lula em seus materiais. 

Fred cita que muitos candidatos do PT querem esconder Lula e sua alta rejeição da população goiana e arremata:

"Eu tenho orgulho de aparecer ao lado do Bolsonaro, vocês tem coragem de aparecer com Lula?"

Veja:

JCO

Essa charge faz parte da última edição da Revista A Verdade! Acesse no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/revistas/averdade/301

da Redação

Compre sua Bandeira e ganhe um presente especial às vésperas da eleição

JCO

O amor pela nossa pátria se manifesta em gestos simples, mas carregados de significado. E poucos símbolos representam tão bem a identidade, a história e os valores do povo brasileiro quanto a Bandeira do Brasil.

Pensando em quem valoriza o patriotismo e o respeito aos símbolos nacionais, o Jornal da Cidade Online preparou uma oferta especial por tempo limitado: na compra de uma Bandeira do Brasil, você recebe de presente um livro conservador com conteúdo muito especial às vésperas da eleição.

Uma oportunidade única para celebrar o Brasil com orgulho e ainda enriquecer sua biblioteca com uma leitura voltada para quem aprecia princípios, tradição, liberdade e valores que ajudaram a construir nossa nação.

Seja na fachada de casa, na janela, em encontros familiares e eventos patrióticos, a bandeira se torna um símbolo de união, esperança e pertencimento.

Não perca essa oportunidade e apoie a continuidade do nosso trabalho! Basta clicar no link abaixo:

https://conteudoconservador.news/jco-vende/

Contamos com você!

Datafolha divulga nova pesquisa com uma pequena diferença em relação aos outros institutos

JCO

A corrida presidencial de 2026 chega a sua última semana. De acordo com o Instituto Datafolha, em cenário de primeiro turno Lula marca 40% das intenções de voto, contra 36% de Flávio Bolsonaro (PL). Empate técnico.

No segundo turno, Lula tem 47% e Flávio aparece com 45%. Novo empate técnico.

No levantamento da semana passada, o petista tinha 39% e Flávio, 36%. No tira-teima, registravam respectivamente 46% e 44%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.

Diferentemente dos outros institutos que divulgaram pesquisa nesta quinta-feira, apenas o Datafolha colocou Lula na dianteira. As demais apontaram Flávio, inclusive na amostragem da Futura Inteligência, Flávio aparece liderando com mais de 5 pontos de vantagem, fora da margem de erro.

Como o Datafolha tem um claro viés esquerdista, tudo indica que Flávio lidera a corrida e deve chegar na frente no dia 4 de outubro.

Há quem aposte numa vitória do senador já no 1º turno, haja vista o seu notório crescimento nesta reta final e a onda de direita que tem acontecido nos últimos pleitos.

"Vai ser no 1º turno", afirma Flávio ao dizer que "PT jogou a toalha"

JCO 25/09/2026 às 21:48 Flávio Bolsonaro soltou o verbo no X: "PT jogou a toalha. Vai ser no 1º turno e já começo a arrumar o Brasil ma...