ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

Nova pesquisa em SP confirma o “efeito Tarcísio” e candidatos ao Senado assumem a dianteira

 25/09/2026 às 13:49

A força do governador Tarcísio de Freitas será decisiva na eleição para o Senado em São Paulo.

A pesquisa Real Time Big Data divulgada na segunda-feira (21) já desenhava um novo cenário, com os candidatos apoiados por Tarcísio na liderança.

Isso foi confirmado nesta sexta-feira na pesquisa do Instituto Vox Brasil.

Guilherme Derrite (PP) aparece em na liderança com 28,2% das intenções de voto para o Senado em São Paulo. André do Prado (PL) vem na sequência, com 26,6%. Marina Silva (Rede) registra 25,9%, enquanto Simone Tebet (PSB) tem 23,1%. Ricardo Salles (Novo) soma 11,5% e Soninha Francine (Cidadania), 5,1%.

Nos próximos dias, os dois candidatos apoiados por Tarcísio devem deslanchar na liderança e garantir a vitória.

O levantamento ouviu 1.480 pessoas entre 20 e 22 de setembro, com margem de erro de 2,55 pontos percentuais e 95% de confiança. A pesquisa está registrada no TSE sob o número SP-07745/2026.

Charge da Semana: O gênio da soberania

 25/09/2026 às 14:35

Essa charge faz parte da última edição da Revista A Verdade! Acesse no link: https://assinante.jornaldacidadeonline.com.br/revistas/averdade/301

da Redação

Segundo voto no MPF abre divergência e complica a situação de Gonet

 25/09/2026 às 13:15

A subprocuradora-geral da República Janice Ascari divergiu nesta sexta-feira, 25, do relator do caso Gonet no Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF), Francisco Sanseverino, e votou pela continuidade da apuração sobre o procurador-geral da República.

Para ela, os elementos disponíveis ainda não justificam a abertura imediata de uma investigação criminal, mas também são insuficientes para arquivar o caso.

Em seu voto, ela acolheu parcialmente a representação contra Gonet, para:

- Designar, por critério impessoal e entre membros elegíveis e desimpedidos, um subprocurador para conhecer da notícia-crime cadastrada e das peças a ela vinculadas no procedimento que está sendo analisado hoje pelo CSMPF;
- Registrar que, no estado atual do acervo, ainda não há suporte suficiente para determinar a instauração imediata de procedimento investigatório criminal, mas também não há elementos para o seu imediato arquivamento, com base apenas nas informações prestadas pelo representado e os documentos que ele próprio juntou, pois subsistem questões factuais objetivas que recomendam a coleta de informações preliminares;
- Garantir ao membro designado autonomia e independência funcional para, concluídas as informações preliminares, formar a sua convicção e, então, promover o arquivamento, instaurar efetivamente um procedimento investigatório criminal, por portaria fundamentada, ou adotar outra providência legalmente cabível;
- Registrar que, em relação à notícia-crime contra Gonet e aos atos que tenham por objeto imediato a própria conduta do procurador-geral da República, a atuação caberá a quem for designado, sem qualquer participação do PGR; e
- Indeferir o pedido de afastamento genérico do PGR de todos os atos e procedimentos relacionados ao Banco Master, e o pedido de atuação direta do membro designado nas Petições 15.556 e 16.662 (relacionadas ao caso Master no STF), sem prejuízo da análise pela autoridade judicial competente e na forma processual competente de verificação de causa concreta de impedimento ou suspeição em processo específico e da revisão dessas conclusões diante de novos elementos.

Na sequência, os outros membro do CSMPF seguirão apresentando os seus votos.

Fora Alcolumbre” ganha força descomunal no Senado

 25/09/2026 às 13:07

Está crescendo vertiginosamente um movimento dentro do Senado Federal pela saída da presidência do senador Davi Alcolumbre.

Um dos senadores mais comprometidos com a  campanha “fora Alcolumbre”, é Carlos Viana, parlamentar que ganhou notoriedade ao presidir a CPMI do INSS.

Nesta sexta-feira (25), Viana fez a seguinte postagem em suas redes sociais:

“FORA ALCOLUMBRE.
Omissão ou parceria? O celular de Vorcaro respondeu.
Há tempos cobro Alcolumbre com a mesma pergunta: engavetar a CPMI do Master e travar as investigações é omissão ou parceria?
Hoje a PF mostrou o que estava no celular do dono do Master. ‘Fala, meu amor’, responde o presidente do Senado ao banqueiro.
Primeiro a acusação dos R$ 155 milhões. Agora as mensagens. Oito pedidos de CPI engavetados, a lista de entradas do Senado trancada. Ficou provado: não é omissão, é parceria”.

Outros senadores também estão se manifestando, valendo destacar a manifestação de Alessandro Vieira (MDB-SE), que relatou a CPI do Crime Organizado. Confira:

“O vazamento das conversas entre Davi Alcolumbre e Daniel Vorcaro completa parte relevante do quebra-cabeça: o pedido de CPI do Master, com mais de 50 assinaturas, é engavetado por Alcolumbre. Os senadores seguem o rito legal e pedem ao STF que determine a instalação, como manda a constituição. O processo cai na mão do ministro Kassio, outro citado em mensagens extremamente comprometedoras. Ele engaveta o processo por meses e nada é investigado. É o sistema podre funcionando na cara dos brasileiros. A ação contínua dos maus e a omissão covarde dos bons. Mas desistir do Brasil não pode ser uma opção, então vamos seguir lutando na justiça e no voto! Na primeira sessão da próxima legislatura será missão inegociável impedir a reeleição de Alcolumbre para a presidência do Senado. Só isso vai destravar essa barreira de impunidade”, afirmou.

Relator dá o seu voto em caso de Paulo Gonet no MPF (veja o vídeo)

 25/09/2026 às 12:48

O subprocurador-geral da República Francisco Sanseverino votou nesta sexta-feira contra um pedido para abrir investigação contra o procurador-geral da República, Paulo Gonet, por sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Sanseverino é o relator de um processo administrativo sobre o tema no Conselho Superior do Ministério Público Federal, aberto a partir de notícia-crime apresentada por parlamentares do partido Novo.

“Com base nos princípios da proporcionalidade e razoabilidade, em conclusão, entendo que não cabe dar início ao procedimento de designação”, afirmou o conselheiro. “Em consequência, julgo prejudicados os pedidos de afastamento do procurador-geral da República para atuar naqueles casos”, acrescentou.

Os demais integrantes do conselho ainda irão se posicionar.

Veja o vídeo:

 

Lição de direito aplicada por Mendonça em Moraes deve resultar no arquivamento sumário das acusações

 25/09/2026 às 10:12

Uma série de vícios no procedimento adotado pelo ministro Alexandre de Moraes para investigar o ministro André Mendonça devem levar o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, a arquivar sumariamente as acusações.

Na defesa apresentada a Fachin na terça-feira (22), Mendonça sustentou que os erros formais no pedido de Moraes bastam para rejeitá-lo de plano. Trata-se de um juízo preliminar de admissibilidade, prerrogativa do magistrado ao receber denúncias ou representações criminais.

Além de rebater as acusações, Mendonça afirmou que Moraes agiu de forma irregular ao apresentar o pedido. O primeiro desvio apontado foi sua inclusão direta no inquérito das fake news, aberto em 2019 para apurar ofensas e ameaças a ministros nas redes sociais — objeto que não se aplica ao caso.

Regimentalmente, a inclusão de um integrante da Corte em inquérito exige aval do plenário do STF. Mendonça seguiu esse rito ao levar ao plenário o relatório da PF sobre as conversas com Vorcaro. Na sessão do dia 15, contudo, aliados de Moraes travaram a deliberação ao questionar a conduta de Fachin.

Mendonça contesta ainda a requisição e o uso de relatórios apócrifos de inteligência da PF, enviados a Moraes pelo diretor-geral da corporação, Andrei Rodrigues. Os documentos, sem data ou assinatura, criticam a atuação de Mendonça com base em avaliações subjetivas sobre suas motivações e conjecturam sobre uma suposta diferença de tratamento dada a investigados conforme a relevância política.

O ministro argumenta que os documentos são ilegais e configuram desvio de finalidade. Segundo ele, as ações de inteligência servem para subsidiar o Executivo em decisões de segurança do Estado, e não para instruir investigações criminais no Judiciário. Mendonça questiona como e por que Moraes teve acesso a peças internas da PF que lhe imputavam crimes graves.

“As atribuições de conduta não são admissíveis como objeto de exame. O material, tal como requisitado e protocolado, não serve de elemento de informação contra este signatário, pelo vício do ato que o trouxe aos autos e independentemente de qualquer consideração sobre o seu conteúdo”, escreveu Mendonça.

E completou:

“Não se verifica, no caso, a mínima presença de elementos capazes de sequer cogitar haver justa causa para eventual deliberação colegiada sobre quaisquer condutas praticadas por este Ministro”.

No fecho da peça, além de cobrar acesso ao inquérito das fake news, a investigação dos policiais autores dos relatórios e a apuração da conduta de Moraes, Mendonça pediu a rejeição da representação com base em três dispositivos legais.

O primeiro é o artigo 21, § 1º, do Regimento Interno do STF, que permite ao relator "negar seguimento a pedido ou recurso manifestamente inadmissível, improcedente ou contrário à jurisprudência dominante ou à súmula do Tribunal".

O segundo é o artigo 564 do Código de Processo Penal (CPP), que prevê nulidade por "incompetência, suspeição ou suborno do juiz" — tese em que Moraes seria suspeito por acusar o colega a fim de se esquivar das apurações contra si. Por fim, citou o artigo 157 do CPP para contestar a validade das provas ilícitas.

Flávio prepara “bomba” e monta estratégia para liquidar a eleição ainda no 1º turno

 25/09/2026 às 09:55

A ofensiva de Flávio Bolsonaro (PL)  nessa reta final da campanha será focada em explorar o conteúdo de inquéritos sigilosos da Polícia Federal que envolvem o Lulinha. O plano prevê o uso intensivo de vídeos curtos nas redes sociais para amplificar o desgaste ético do governo antes da abertura das urnas.

O foco é martelar as denúncias de tráfico de influência e uso do Palácio do Planalto para favorecimento de negócios privados.

Peças publicitárias vão explorar o mote de que a corrupção “voltou a rondar o gabinete presidencial”, forçando Lula a adotar uma postura defensiva a poucos dias do pleito.

Paralelamente, a campanha vai impulsionar a questão do “voto útil”, algo que pode alavancar uma verdadeira onda de direita em favor de Flávio.

Na campanha do candidato de oposição o clima é de empolgação e otimismo, contrastando com o verdadeiro cenário de terror que ronda as hostes petistas.

Flávio Bolsonaro solta o verbo sobre o elogio do Hamas a Lula

JCO 26/09/2026 às 17:36 O senador Flávio Bolsonaro (PL) reagiu neste sábado (26) ao elogio feito pelo Hamas ao presidente Luiz Inácio Lula d...