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sexta-feira, 25 de setembro de 2026

URGENTE: Subprocuradora-geral da República solta o verbo e fala a verdade sobre Gonet

 25/09/2026 às 17:18

A subprocuradora-geral da República Samantha Dobrowolski afirmou nesta sexta-feira, 25, que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, deveria ter se declarado impedido de atuar na Petição 16.662, relacionada ao caso do Banco Master. A manifestação ocorreu depois que mensagens atribuídas a Daniel Vorcaro passaram a envolver o próprio chefe do Ministério Público Federal.

Ao apresentar divergência em relação ao relator no Conselho Superior do Ministério Público Federal (CSMPF), Dobrowolski sustentou que Gonet não deveria ter exercido funções no procedimento, no qual havia pedido a nulidade da ordem de investigação. A conselheira também votou pela indicação de outro subprocurador para analisar fatos que, segundo sua avaliação, podem se enquadrar, em tese, em “tipo penal”.

A posição de Dobrowolski acompanha o entendimento apresentado pela subprocuradora-geral da República Janice Ascari, que também defendeu a continuidade da apuração envolvendo Gonet. 

Com isso, o placar no CSMPF chegou a 2 a 2. O relator e o conselheiro Celso Albuquerque votaram pelo arquivamento da notícia-crime apresentada contra o procurador-geral da República.

Apesar da divisão entre os conselheiros quanto à continuidade da apuração, os cinco integrantes rejeitaram o pedido de afastamento genérico de Gonet de todos os procedimentos relacionados ao caso Master. Formando maioria na decisão.

O CSMPF ainda analisa nesta sexta-feira se existem elementos suficientes para justificar a abertura de uma investigação sobre a atuação de Paulo Gonet na condução das apurações envolvendo o Banco Master.

“No caso concreto, parece-me que o PGR não tinha o direito de ser promotor natural de si próprio nem juiz da própria conduta”, afirmou Dobrowolski.

Segundo a subprocuradora, depois que surgiram elementos relacionados ao próprio Gonet e a pessoas de seu círculo, ainda que fossem apenas indícios e pudessem eventualmente não caracterizar qualquer irregularidade, o procurador-geral não deveria ter feito a análise desses elementos.

“Ao revés, o que jurídico e legalmente cabia ao PGR, como a qualquer outro membro do Ministério Público, era abster-se funcionalmente”, pontuou.

Dobrowolski argumentou ainda que Gonet deveria ter deixado de atuar especificamente naquele procedimento, permitindo que outro integrante do Ministério Público analisasse os fatos. Conforme a conselheira, somente depois de uma avaliação independente e da tramitação adequada o procurador poderia eventualmente voltar a participar do caso.

“Na atuação funcional, o dever demandava que se afastasse, que declinasse do exercício funcional naquele procedimento específico e se retirasse, mesmo que depois de superado o ponto, numa tramitação adequada, ele pudesse retornar, numa análise devida por outro membro e como uma decisão eventualmente até judicial, mas não necessariamente”, disse a conselheira.

Em outro trecho de sua manifestação, Dobrowolski afirmou que a existência das mensagens de Vorcaro mencionando Gonet seria suficiente, em sua avaliação, para impedir a atuação do procurador-geral naquele procedimento.

Flávio interrompe campanha para fazer forte pronunciamento à nação (veja o vídeo)

 25/09/2026 às 18:24

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, acaba de fazer um forte pronunciamento à nação.

Veja: 

Conselho do MPF toma decisão final sobre investigação contra Paulo Gonet

Por 5 votos a 4, o Conselho Superior do Ministério Público Federal arquivou pedido para investigar o procurador-geral da República, Paulo Gonet, por sua conduta em relação ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro.

O voto decisivo foi dado pelo vice-procurador-geral da República, Nicolao Dino, irmão do ministro do STF, Flávio Dino, que acompanhou o relator, Francisco Sanseverino.

Veja: 

Em forte pronunciamento à nação, Flávio faz alerta grave sobre atitude de Lula às vésperas da eleição

 25/09/2026 às 18:47

O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, acaba de fazer um forte pronunciamento à nação.

"Faltando só nove dias para eleição, ele [Lula] anuncia que vai acabar com as bets.
Lula é o 'pai do tigrinho'. Ele quem regulamentou e autorizou as casas de aposta", disse.

Flávio ainda fez um grave alerta sobre o que pode acontecer em breve. Veja:

Flamengo "abre fogo" contra Lula

 25/09/2026 às 14:42

O Flamengo divulgou nesta sexta-feira, 25, uma nota oficial na qual se posiciona contra a proposta do governo Luiz Inácio Lula da Silva de restringir as apostas esportivas e os cassinos on-line no Brasil. A manifestação ocorre no mesmo dia em que o presidente deve anunciar uma Medida Provisória sobre o tema. Segundo informações divulgadas nesta sexta, a medida deve atingir as apostas esportivas e os jogos de azar virtuais. 

O clube argumenta que o setor passou por um processo de regulamentação e que as empresas autorizadas passaram a atuar sob regras de fiscalização, tributação e proteção aos consumidores. O Ministério da Fazenda confirma que as apostas de quota fixa são atualmente submetidas a autorização prévia da Secretaria de Prêmios e Apostas (SPA), com mecanismos de monitoramento e fiscalização.

Na avaliação apresentada pelo Flamengo, eventuais mudanças no marco regulatório deveriam considerar os compromissos assumidos pelas empresas e instituições que passaram a operar de acordo com as normas estabelecidas pelo poder público.

"O Brasil precisa combater o jogo ilegal. Precisa proteger sua população. Mas também precisa preservar a segurança jurídica, a capacidade de investimento e a sustentabilidade de suas instituições esportivas", completa.

A relação do Flamengo com o mercado de apostas é direta. O clube é patrocinado pela Betano, que concordou em pagar R$ 266 milhões anuais para exibir sua marca no espaço mais nobre da camisa rubro-negra. A empresa também mantém contratos de patrocínio ligados a competições nacionais, entre elas o Brasileirão e a Copa do Brasil.

O eventual impacto sobre o futebol pode alcançar outros clubes. Casas de apostas que patrocinam equipes das Séries A e B do Campeonato Brasileiro já começaram a comunicar aos times a possibilidade de rescisão de contratos comerciais. Atualmente, 14 dos 20 clubes da Série A exibem marcas de bets no principal espaço de suas camisas.

O alcance da medida, porém, dependerá do texto final da MP. Caso a restrição fique concentrada nos cassinos on-line e em jogos de azar, como o chamado "Tigrinho", contratos atualmente em vigor poderão precisar ser renegociados. Se a proibição alcançar também as apostas esportivas, as operadoras avaliam que os acordos de patrocínio poderão ser diretamente afetados.

O Flamengo sustenta que o debate também envolve a chamada segurança jurídica. Na visão apresentada pelo clube, empresas que receberam autorização para atuar legalmente realizaram investimentos e assumiram compromissos comerciais considerando as regras vigentes.

"Não se pode criar uma regra, levar empresas e instituições a assumir compromissos com base nela e, de um dia para o outro, mudar todo o marco regulatório."

A instituição reconhece, contudo, que uma regulamentação pode ser modificada. A posição expressa na nota é de que eventuais problemas sejam enfrentados por meio do aperfeiçoamento das normas, com punição para quem descumprir a legislação, em vez da simples substituição do modelo existente.

"Nenhuma regulamentação é intocável. Se existem problemas, as regras precisam ser aperfeiçoadas. Se precisam ser mais duras, que sejam. Quem descumpre a lei deve ser punido. Mas existe uma diferença fundamental entre aperfeiçoar uma regulamentação e simplesmente desmontá-la."

Para o clube, as consequências econômicas não ficariam restritas às empresas de apostas. O Flamengo cita possíveis reflexos sobre clubes profissionais, categorias de base, futebol feminino, modalidades olímpicas e diferentes campeonatos.

"A mudança atinge em cheio o esporte brasileiro."

A nota também chama atenção para a cadeia econômica relacionada ao esporte. Além dos clubes, o setor envolve trabalhadores, empresas de comunicação, marketing e tecnologia, fornecedores, arenas e prestadores de serviços. Por esse motivo, o Flamengo afirma que uma alteração ampla nas regras poderia produzir efeitos em diferentes segmentos ligados à indústria esportiva.

Outro ponto levantado é a arrecadação pública. O mercado regulado gera receitas por meio de tributos e das destinações estabelecidas pela legislação. Paralelamente, o governo vem ampliando as medidas de combate às plataformas irregulares: em 15 de setembro, a Secretaria de Prêmios e Apostas publicou uma portaria com novos procedimentos para identificar e interromper transações relacionadas à exploração ilegal de apostas.

O Ministério da Justiça também informou, em 24 de setembro, ter determinado a remoção de 1.367 páginas e perfis utilizados para divulgar plataformas irregulares de apostas. A ação envolveu 1.274 páginas no Facebook e 93 perfis no Instagram.

É justamente nesse contexto que o Flamengo questiona os possíveis efeitos de uma eventual proibição das empresas que atuam de maneira regular. Segundo a nota, retirar operadores legalizados do mercado não necessariamente eliminaria a procura por apostas, podendo alterar a participação relativa entre plataformas autorizadas e clandestinas.

"Proibir as empresas que operam legalmente não significa acabar com as apostas. O jogo não desaparece e o mercado clandestino, que representa parcela expressiva da atividade, vai crescer e ocupar esse espaço."

O clube cita uma pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada em maio de 2026 com 2.291 apostadores em todo o país, e um estudo da LCA Consultores baseado nesse levantamento. Segundo os dados apresentados na nota, a estimativa é de que entre 38% e 44% do valor apostado on-line no Brasil esteja atualmente em plataformas clandestinas.

O Flamengo também destaca que essa participação teria diminuído após a regulamentação. Conforme os números citados pelo clube, a estimativa teria passado de uma faixa entre 41% e 51% em 2025 para 38% a 44% no primeiro semestre de 2026.

O Ministério da Fazenda, por sua vez, mantém uma estrutura específica de fiscalização do mercado regulado e afirma que, desde 1º de janeiro de 2025, apenas empresas autorizadas pela SPA podem operar nacionalmente. Os sites autorizados utilizam a extensão ".bet.br".

Na conclusão de sua manifestação, o Flamengo retoma o argumento de que a discussão sobre apostas envolve simultaneamente proteção ao consumidor, fiscalização, arrecadação, investimentos e financiamento do esporte.

"O jogo não vai acabar com uma canetada. O que acaba é a parte que o Brasil consegue regular, fiscalizar, tributar e responsabilizar."

A nota afirma ainda que uma eventual mudança nas regras poderá afetar contratos comerciais, empregos, receitas públicas e mecanismos de fiscalização. Ao mesmo tempo, o governo sustenta que a revisão do setor está relacionada à necessidade de enfrentar problemas associados às apostas, como endividamento, vício em jogos e lavagem de dinheiro, conforme reportagens publicadas nesta sexta-feira.

Você não vai acreditar no que diz o Datafolha...

 25/09/2026 às 16:13

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira (24) surpreendeu a todos...

O levantamento apresenta candidatos identificados com a direita ou centro-direita numericamente à frente nas disputas pelos governos de São Paulo, Distrito Federal, Pernambuco e Minas Gerais. Tarcísio de Freitas (Republicanos), Celina Leão (PP), Raquel Lyra (PSD) e Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparecem nas primeiras posições dos levantamentos realizados nos quatro estados.

Em São Paulo, o governador Tarcísio de Freitas soma 50% das intenções de voto no primeiro turno, enquanto Fernando Haddad (PT) registra 30%. No cálculo dos votos válidos, Tarcísio alcança 56%, contra 34% de Haddad. Os números fazem parte do levantamento divulgado pelo instituto nesta quinta-feira.

No Distrito Federal, Celina Leão aparece com 37% das intenções de voto, seguida por Leandro Grass (PT), com 21%, e José Roberto Arruda (PSD), com 18%. O cenário foi pesquisado antes da confirmação, também nesta quinta-feira, de que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barrou a candidatura de Arruda.

Com a retirada de Arruda da simulação, Celina chega a 42%, enquanto Grass aparece com 23% e Paulo Belmonte (PSD) registra 7%. O Datafolha entrevistou 910 eleitores do Distrito Federal entre 22 e 24 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Em Pernambuco, a disputa aparece mais equilibrada. A governadora Raquel Lyra (PSD) tem 48% das intenções de voto, enquanto o ex-prefeito do Recife João Campos (PSB) soma 44%. Como a diferença está dentro da margem de erro de três pontos percentuais, os dois estão em situação de empate técnico no primeiro turno.

Na pesquisa anterior, realizada em 11 de setembro, Raquel tinha 47% e passou para 48%. João Campos, por sua vez, avançou de 42% para 44%. Em uma simulação de segundo turno entre os dois, a governadora aparece com 51%, enquanto o ex-prefeito registra 45%, resultado que também deve ser analisado considerando a margem de erro.

Em Minas Gerais, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) aparece com 40% das intenções de voto e ocupa a primeira posição do levantamento. Patrus Ananias (PT) registra 15%, seguido por Alexandre Kalil (PDT), com 9%. Na rodada anterior, Cleitinho tinha 37%, Patrus somava 13% e Kalil aparecia com 11%.

Os demais concorrentes apresentam percentuais inferiores. Mateus Simões (PSD) e Flávio Roscoe (PL) aparecem com 5% cada. Gabriel (MDB) tem 3%, enquanto Professor Túlio Lopes (PCB) registra 2%. Ben Mendes (Missão), Henrique Áreas (PCO), Rafael Duda (PSTU) e Indira Xavier (UP) alcançam 1% cada. Brancos e nulos somam 9%, enquanto 10% dos entrevistados ainda não decidiram em quem votar. 

O instituto também testou cenários de segundo turno em Minas Gerais. Em uma eventual disputa entre Cleitinho e Patrus, o senador aparece com 60% das intenções de voto, contra 23% do candidato petista. Contra Alexandre Kalil, Cleitinho registra 57%, enquanto o ex-prefeito de Belo Horizonte chega a 26%.

Nem mesmo o Datafolha consegue esconder a realidade...

Os levantamentos foram realizados entre 22 e 24 de setembro e adotaram nível de confiança de 95%. Em São Paulo, foram entrevistadas 1.610 pessoas, com margem de erro de dois pontos percentuais. No Distrito Federal, participaram 910 eleitores, com margem de três pontos. Em Pernambuco, foram ouvidos 1.204 entrevistados, também com margem de três pontos. Em Minas Gerais, o Datafolha entrevistou 1.204 eleitores, igualmente com margem de erro de três pontos percentuais.

Inesperadamente, candidatos do NOVO declaram apoio a Flávio na reta final do 1° turno

 25/09/2026 às 16:50

A reta final da eleição presidencial começa a produzir um movimento até então incomum dentro do Partido NOVO: candidatos da própria legenda passaram a defender publicamente o voto em Flávio Bolsonaro (PL) já no primeiro turno, mesmo com Romeu Zema oficialmente na disputa pelo Palácio do Planalto.

Um dos movimentos mais explícitos partiu de Marina Helena, candidata a deputada federal pelo NOVO em São Paulo. Nesta quinta-feira (24), ela anunciou apoio a Flávio Bolsonaro e afirmou ter conversado previamente com Romeu Zema sobre a decisão. Segundo a CNN Brasil, o governador mineiro autorizou que candidatos da legenda adotassem esse posicionamento individualmente.

Outro nome do NOVO que há meses defende uma concentração das forças da direita em torno de Flávio é o advogado Jeffrey Chiquini, candidato a deputado federal pelo Paraná. Chiquini já afirmou publicamente que, na avaliação dele, a direita deveria se unir em torno da candidatura de Flávio Bolsonaro. Reportagens sobre as articulações eleitorais no Paraná também registraram seu apoio ao candidato do PL.

O movimento acontece enquanto Zema permanece com desempenho reduzido nas pesquisas nacionais. Na Quaest divulgada em 21 de setembro, Lula aparece com 37% e Flávio Bolsonaro com 33%, enquanto Zema registra 1%. Na pesquisa Palver, Flávio aparece com 42%, Lula com 41% e Zema também com 1%. Os levantamentos utilizam metodologias diferentes e, portanto, não devem ser comparados diretamente, mas mostram uma distância expressiva entre Zema e os dois primeiros colocados.

O próprio Zema também elevou o tom de aproximação com Flávio. Nesta quinta-feira, declarou que apoiará o candidato do PL em um eventual segundo turno contra Lula. Segundo a CNN, integrantes do NOVO já discutem a possibilidade de ampliar o apoio a Flávio ainda na primeira etapa da eleição.

Na prática, o movimento expõe uma divisão estratégica no NOVO às vésperas da votação: de um lado, o partido mantém oficialmente Zema como candidato à Presidência; de outro, alguns de seus candidatos defendem antecipar para o primeiro turno uma união eleitoral em torno de Flávio Bolsonaro. A dimensão desse movimento e sua eventual adesão por outros integrantes da legenda deverão ficar mais claras nos últimos dias da campanha.

Flávio Bolsonaro solta o verbo sobre o elogio do Hamas a Lula

JCO 26/09/2026 às 17:36 O senador Flávio Bolsonaro (PL) reagiu neste sábado (26) ao elogio feito pelo Hamas ao presidente Luiz Inácio Lula d...