ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

Em mensagens no celular de Vorcaro, Toffoli menciona pagamentos

JCO

Mensagens periciadas pela Polícia Federal no celular do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro teriam menções de pagamentos ao ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal). A apuração é do jornalista Caio Junqueira da CNN.

O primo de Vorcaro, Fabiano Zettel, também alvo das investigações, aparece nas mensagens fazendo referências a esses pagamentos.

As informações apontam para pelo menos três novas frentes de apuração que mencionam o ministro Dias Toffoli, relator do caso no STF, além de outras pessoas com e sem foro privilegiado.

Todo o material foi entregue nas mãos do ministro Edson Fachin.

Toffoli não tem mais a mínima condição de permanecer como ministro do STF.

Morre astro de Dawson’s Creek, “com coragem, fé e graça”...

JCO

O ator que marcou uma geração ao viver Dawson Leery na série Dawson’s Creek, James Van Der Beek, morreu nesta quarta-feira (11), aos 48 anos. O artista enfrentava um câncer colorretal diagnosticado em agosto de 2023, que ele tornou público apenas em novembro de 2024.

A morte foi confirmada pela família em uma publicação nas redes sociais. Em nota, a esposa Kimberly Van Der Beek afirmou que o ator “partiu em paz pela manhã”, destacando que ele enfrentou os últimos dias “com coragem, fé e graça”.

O artista - que era pai de seis filhos - disse que se conheceu melhor mesmo após descobrir a gravidade de sua doença.

"E então, neste ano, tive que encarar a minha própria mortalidade. Fiquei cara a cara com a morte. E todas aquelas definições que eu valorizava tanto foram arrancadas de mim. Fiquei afastado para tratamento, então não pude mais ser um marido que ajudava minha esposa. Não pude mais ser um pai que pegava os filhos no colo, os colocava para dormir e estava ali por eles. Não pude ser um provedor, porque não estava trabalhando. Nem mesmo pude ser um cuidador da terra, porque às vezes eu estava fraco demais para podar todas as árvores no período certo", relembrou.

E prosseguiu:

"Então me deparei com a pergunta: 'Se eu sou apenas um cara magro demais, fraco, sozinho em um apartamento, com câncer, o que eu sou?'. Eu meditei e a resposta veio: 'Eu sou digno do amor de Deus simplesmente porque existo'. E, se sou digno do amor de Deus, não deveria também ser digno do meu próprio amor? E o mesmo vale para você."

Na ocasião, Van Der Beek se mostrou confiante que encontraria a cura. Ele falou que sua busca por Deus o deixava em paz.

"Enquanto sigo por este processo de cura rumo à recuperação, quis compartilhar isso porque acredito que essa revelação veio, em grande parte, de todas as orações e do amor que me foram enviados. Então eu ofereço isso a você — da forma como fizer sentido, da forma como ressoar. Leve isso com você. E, se a palavra Deus te incomoda, eu certamente não sei explicar o que Deus é. Não posso dizer que sei. Minha tentativa de me conectar com Deus é um processo contínuo, um mistério em constante descoberta. Mas, se essa palavra te soa religiosa demais, você pode tirá-la da frase, e o seu mantra pode ser simplesmente: eu sou digno de amor porque você é. Obrigado pelo amor e pelas orações, pessoal. Tenham um dia abençoado", disse ele.

Flávio vai a evento do BTG, é aplaudido e faz comparação desmoralizante de Lula com algo inusitado

JCO

O senador Flávio Bolsonaro criticou  Lula e o ministro da Fazenda Fernando Haddad durante sua participação no CEO Conference 2026, evento promovido pelo banco BTG. O parlamentar, que é pré-candidato à presidência, fez as declarações nesta quarta-feira (11) em São Paulo.

Durante o painel, Flávio comparou o atual presidente a um automóvel antigo.

"Lula é um produto vencido de verdade. Se comparar o Lula a um carro é aquele opala velho que já foi bonito, mas agora não te leva mais a lugar nenhum e ainda bebe para caramba", afirmou o senador.

Ele acrescentou que o petista "bebeu toda a gasolina que Bolsonaro deixou no tanque".

Ao abordar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do arcabouço fiscal implementada no início do terceiro mandato de Lula, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro a denominou de "PEC arregaça teto". O parlamentar disse que vencerá as eleições com "o cérebro" e "não com o fígado".

O senador declarou que Lula "está arrombando os pobres" e que a "extrema-esquerda está arrombando o nosso país". Em sua fala, referiu-se ao atual presidente como "candidato das trevas" e comparou a candidatura do PT a uma "canoa furada". Flávio também mencionou que suas pesquisas indicam um "crescimento rápido, consistente e irreversível" de sua candidatura.

O ministro da Fazenda também foi alvo de críticas. Quando questionado sobre quem poderia comandar a Economia em um eventual governo seu, Flávio declarou que o sucessor da pasta "tem que ser no mínimo igual ao Paulo Guedes" e "vai ser muito melhor que o Haddad". A plateia do evento reagiu com aplausos à declaração.

O pré-candidato fez referência à formação acadêmica do atual ministro. "Tem que ser economista, né? A pessoa tem que entender de economia para ser ministro da Fazenda", disse. Haddad é formado em Direito pela USP, embora possua mestrado em Economia. O senador já havia chamado Haddad de "o melhor ministro da Fazenda do Paraguai".

Para exemplificar suas críticas, o parlamentar citou a produção de peixes em tanques da usina de Itaipu. "O Paraguai acabou de autorizar a criação de tilápia. No Paraguai pode criar tilápia. No lado brasileiro, não", afirmou.

Sobre possíveis nomes para o Ministério da Fazenda em um eventual governo seu, Flávio evitou compromissos específicos. "A imprensa está especulando o Mansueto [de Almeida, economista-chefe do BTG], o [ex-presidente do Banco Central, Roberto] Campos Neto, mas eu não conversei com nenhum deles", declarou.

O senador explicou que não estabeleceu prazo para definir seu ministro, argumentando que a pressão para determinar um nome poderia passar a impressão "de que as pessoas não querem caminhar comigo". Ele garantiu que escolherá alguém que "vai dar previsibilidade" ao país. Flávio defende medidas de redução tributária, corte de gastos e diminuição da burocracia, conjunto que chama de "tesouraço".

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

A última barreira da civilização, a linha inegociável: Por que família e fé cristã ainda sustentam o limite moral de uma nação

JCO

Existe um padrão que se repete quando uma sociedade entra em rota de ruptura. Antes de mexer na economia, antes de reformar instituições, antes de "atualizar" a cultura, é preciso enfraquecer a base moral, pois é ela que impede o abuso de virar normalidade.

Essa base não é abstrata. Ela mora no coração das famílias, na coragem de homens e mulheres comuns e, para milhões de brasileiros, na fé cristã como referência de limite, responsabilidade e verdade. Segundo o Censo 2022 do IBGE, 73,8% dos brasileiros se declaram cristãos — uma maioria que, apesar da crescente secularização, reconhece esses valores como fundamento da vida em sociedade.

É por isso que tanta coisa parece acontecer ao mesmo tempo. Não é coincidência ver a família tratada como obstáculo, a masculinidade como suspeita, a autoridade moral ridicularizada e a fé empurrada para o canto, como se fosse um hábito privado incapaz de orientar a vida pública.

Quando esses pilares são atacados, o objetivo não é só "diversidade de ideias". É desmontar a capacidade de resistência de um povo, deixando-o mais fácil de conduzir, dividir e dominar por narrativas.

Alguns dirão: "Mas isso não é exagero? Estamos falando só de cultura!" A pergunta é legítima. Só que cultura não é decoração; cultura é o software que roda por trás das leis, das escolas, da mídia e da política. Quando a cultura muda, tudo muda.

A diferença entre uma sociedade livre e uma manipulável está na presença de limites que não dependem do humor do poder. A fé cristã, quando vivida com integridade, lembra que existe certo e errado, existe dever, existem limites — e que nenhum governante, partido ou ideologia pode reescrever isso sem consequências.

E uma família saudável forma pessoas com identidade, disciplina, senso crítico e senso de responsabilidade, capazes de resistir à pressão do ambiente. Estudos mostram correlação direta entre desagregação familiar e aumento de criminalidade: ambientes familiares desestruturados interferem no comportamento social e na capacidade de seguir regras e limites.

É por isso que projetos revolucionários, em diferentes épocas e lugares, sempre viram a família e a fé como problema. Na União Soviética, a perseguição sistemática aos cristãos foi política de Estado, com fechamento de igrejas e prisão de líderes religiosos. No início, a própria instituição do casamento tradicional foi extinta. O retorno se deu justamente por causa do aumento significativo da delinquência juvenil.

Na China de Mao, a Revolução Cultural entre 1966 e 1976 atacou templos, queimou escrituras e condenou milhões ao ostracismo por defenderem tradições religiosas.

Quem tem consciência não se vende facilmente; quem tem família não se rende facilmente; quem tem disciplina não vira massa de manobra. Se você quer produzir dependência, precisa desmontar autonomia. Se quer produzir obediência ao sistema, precisa destruir referências que concorrem com o Estado, com o partido e com a "causa".

Esse processo tem nome: engenharia social, progressismo radical, estratégia gramsciana de domínio cultural. O rótulo importa menos do que o método: inverter valores, confundir limites, corroer símbolos, normalizar o que antes gerava vergonha e punir moralmente quem ainda acredita em princípios.

A guerra não é apenas política; é moral. E por isso ela não se vence só com eleição, nem só com leis. Ela se vence quando uma sociedade, em sua maioria, se recusa a atravessar a linha.

E qual é essa linha? É a linha em que a liberdade vira licença para perseguir, em que a verdade vira "narrativa", em que a família vira "opressão", em que crianças viram objeto de disputa ideológica, e em que o homem é treinado para pedir desculpas por existir — até que, por medo de ser atacado, abandona o lugar de proteção e liderança responsável dentro de casa.

Essa linha é inegociável porque, quando ela cai, o resto cai em cascata: cresce a violência, desaba a confiança social, o vício vira refúgio, o cinismo vira identidade, e uma nação inteira passa a sobreviver sem horizonte.

Por isso, o chamado é claro: cristãos e conservadores não podem reagir como se fosse apenas mais um debate de redes sociais ou como se fosse só uma disputa eleitoral. É um processo de longo prazo, feito com repetição e captura de linguagem. Se não ocuparmos os espaços públicos com coragem e responsabilidade, alguém ocupará com mentira e ressentimento. Se não formarmos nossos filhos, alguém formará por nós. Se não falamos, alguém falará em nosso nome.

Não precisamos de gritaria. Precisamos de mobilização e presença: influenciar conversas em casa, no trabalho, na escola, na igreja e na política local; recusar o silêncio conveniente; parar de terceirizar a defesa do que é certo para "os de cima". A civilização não é sustentada por celebridades nem por autoridades distantes. Ela é sustentada por pessoas comuns que decidem, todos os dias, não cruzar a linha.

A última barreira não é um slogan. É uma decisão. E, em algum momento, cada um de nós precisa escolher: assistir à corrosão dos fundamentos como quem assiste a um espetáculo, ou assumir, com caráter, coragem e responsabilidade, o lugar que a história cobra dos que não aceitam viver de joelhos. Essa é a linha inegociável.

Claudio Apolinario. Articulista e analista político.

Pedro Turra é denunciado e pode pegar pena de até 30 anos de prisão

JCO

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) ofereceu, nesta quarta-feira (11), denúncia contra Pedro Arthur Turra Basso, 19 anos, por homicídio doloso (quando há intenção de matar) por motivo fútil.

Com a mudança na tipificação criminal, Turra, se condenado, pode pegar uma pena de até 30 anos de prisão. O MPDFT também requer que o denunciado seja condenado à “reparação de danos morais causados à família da vítima”, estipulando o valor mínimo de R$ 400 mil.

O ex-piloto da Fórmula Delta está preso preventivamente desde 30 de janeiro pela morte do adolescente Rodrigo Helbingen Fleury Castanheira, de 16 ano

O país refém da corrupção e da subserviência

JCO

O Brasil atravessa um momento em que a política nacional parece ter se transformado em um espetáculo grotesco.

Casos de corrupção e desvios de dinheiro público surgem em série, como se fossem episódios de uma novela interminável.

O que deveria ser exceção tornou-se rotina, e a indignação da sociedade já não encontra eco nas instituições.

Mais grave ainda é constatar que aqueles que deveriam ser os guardiões da Constituição se envolvem em negócios privados de alto risco, como resorts com jogos e entretenimento.

A contradição é gritante: quem deveria zelar pela legalidade e pela moralidade pública se mostra cúmplice de práticas que corroem a confiança da população.

O famigerado orçamento secreto é outro capítulo dessa tragédia. Verbas bilionárias são distribuídas como moeda de troca para garantir a subserviência do Congresso. O resultado é um parlamento enfraquecido, incapaz de exercer sua função fiscalizadora, e cada vez mais dependente das benesses do Executivo.

Como se não bastasse, assistimos horrorizados ao uso de recursos públicos em festas populares, como o carnaval, transformadas em palcos de propaganda eleitoral.

Escolas de samba recebem verbas milionárias para exaltar a figura do presidente, em clara violação ao princípio da impessoalidade e da igualdade de oportunidades.

A festa, que deveria ser expressão cultural autêntica, é instrumentalizada como ferramenta de manipulação política.

O que está em jogo

- A democracia: quando o Congresso se torna refém de verbas secretas, perde-se a independência entre os poderes.
- A moralidade pública: autoridades envolvidas em negócios privados minam a credibilidade das instituições.
- A cultura popular: transformada em propaganda, deixa de ser manifestação livre e passa a ser instrumento de poder.

O Brasil não pode aceitar que a corrupção, o clientelismo e a propaganda disfarçada de cultura se tornem pilares da política nacional.

É preciso denunciar, expor e resistir.

A democracia só se fortalece quando a sociedade exige transparência e responsabilidade.

Jayme Rizolli

Jornalista.

PF faz pedido contra Toffoli, que reage imediatamente

JCO

Decisão unânime do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG) rejeitou nesta quarta-feira (11) ação que pedia a cassação do mandato do deputado Nikolas Ferreira (PL) e sua inelegibilidade por oito anos. O parlamentar foi acusado de cometer abuso de poder político por ter feito postagens com ataques às urnas eletrônicas.

Dois processos contra Nikolas foram reunidos para julgamento, de autoria da ex-candidata do PSOL Sara Azevedo e da Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV). Os autores pediram a condenação do parlamentar por uso indevido dos meios de comunicação social e abuso de poder político e econômico. À época, o então vereador de Belo Horizonte concorria a uma vaga na Câmara dos Deputados.

O relator dos processos, desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, alegou no voto que a fala de Nikolas poderia ser considerada reprovável do ponto de vista político. Entretanto, avaliou que não houve comprovação de ilícito eleitoral com gravidade suficiente para justificar a cassação e a inelegibilidade do parlamentar.

O voto foi acompanhado integralmente pelos juízes Antônio Leite de Pádua, Vinícius Diniz Monteiro Barros, Ricardo Ferreira Barouch, Mauro Ferreira e o desembargador Lincoln Rodrigues de Faria.

Após a decisão do TRE-MG, Nikolas se manifestou nas redes sociais:

"Por unanimidade, o TRE de Minas Gerais rejeitou a Ação que buscava cassar meu mandato e declarar minha inelegibilidade movida pela Federação dos partidos do PT, PCdoB e PV. Parabéns ao Tribunal pela tecnicidade e isenção".

Transparência Internacional volta a 2023 e faz contundente relato sobre a conduta de Toffoli

JCO 12/02/2026 às 09:51 A Transparência Internacional acaba de publicar o seguinte relato sobre a execrável conduta do ministro Dias Toffoli...