ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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terça-feira, 10 de março de 2026

Malu Gaspar cita Bolsonaro em nova "bomba" dentro do Supremo (veja o vídeo)

JCO

Durante o programa Estúdio i, exibido pela GloboNews nesta segunda-feira (9), a jornalista Malu Gaspar analisou uma informação divulgada pela também jornalista Andréia Sadi, do Grupo Globo. Segundo a notícia apresentada, ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) estariam discutindo possíveis ajustes na estrutura da Polícia Federal (PF), em meio ao avanço de investigações recentes que teriam alcançado nomes da própria Corte, como Dias Toffoli e Alexandre de Moraes.

Ao comentar o tema, Malu relembrou um episódio ocorrido durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na ocasião, o então chefe do Executivo foi impedido pelo próprio STF de realizar alterações na cúpula da Polícia Federal, situação que gerou fortes críticas e acusações de tentativa de interferência política na corporação.

A jornalista destacou a comparação entre os dois momentos e questionou como a atual postura deveria ser interpretada caso ministros do Supremo defendam mudanças dentro da instituição responsável por investigações federais.

"Quando Bolsonaro queria mandar na Polícia Federal era “golpismo”. Agora [que] o Supremo quer mandar na Polícia Federal, chama como?", ressaltou Malu Gaspar durante o comentário exibido na atração.

Confira o comentário de Malu Gaspar: 

Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no "documento" recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF.

Ainda não se sabe por quanto tempo essa obra vai estar em circulação. O "sistema", certamente, já está de olho e, por esse motivo, a editora liberou o FRETE GRÁTIS para todo o país. Acredite, o livro é a “autópsia do poder brasileiro”. Não perca essa oportunidade. Clique no link abaixo:

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Veja a capa: 

da Redação

Senadores se unem para pedir proteção a Malu Gaspar e Rony Gabriel

JCO

Diante das repercussões do escândalo envolvendo o Banco Master, os senadores Magno Malta (PL-ES) e Eduardo Girão (Novo-CE) enviaram ofícios a diferentes governos estaduais solicitando que autoridades de segurança analisem a possibilidade de oferecer proteção a jornalistas, uma influenciadora digital e a um vereador que passaram a se posicionar publicamente sobre o episódio.

Entre os profissionais da imprensa mencionados estão a jornalista Malu Gaspar, o colunista Lauro Jardim, ambos do jornal O Globo, que têm publicado reportagens e análises sobre as investigações relacionadas ao banco, e o vereador Rony Gabriel. 

A preocupação dos parlamentares se intensificou após surgirem informações de investigações indicando que o empresário Daniel Vorcaro, controlador da instituição financeira, teria discutido em mensagens a possibilidade de intimidar o jornalista Lauro Jardim por meio de um assalto forjado, com o intuito de silenciá-lo.

Considerando a gravidade dessas revelações, Malta e Girão avaliam que outros profissionais envolvidos na apuração do caso também podem estar sujeitos a riscos. Nesse contexto, os senadores destacam que jornalistas que acompanham o tema com frequência, como Malu Gaspar, merecem atenção especial das autoridades responsáveis pela segurança pública.

Em outro ofício, os parlamentares solicitaram ao governo de São Paulo que avalie medidas de proteção para a jornalista Juliana Moreira Leite. De acordo com relatos mencionados nos documentos enviados pelos senadores, ela teria sido procurada por pessoas ligadas ao entorno de Vorcaro com o objetivo de participar de ações de comunicação relacionadas ao debate público sobre o Banco Master.

No caso dos influenciadores digitais, Julie e Rony relataram ter recebido propostas de pagamento para divulgar conteúdos com uma narrativa crítica ao Banco Central, o que levantou questionamentos sobre possíveis tentativas de influência no debate público.

Segundo os senadores, o objetivo das solicitações é essencialmente preventivo. Eles afirmam que existem indícios de monitoramento, tentativas de influência e possíveis intimidações contra pessoas que vêm se manifestando sobre as investigações envolvendo o Banco Master. Para os parlamentares, garantir a segurança de jornalistas, comunicadores e agentes públicos é uma medida necessária para assegurar a liberdade de atuação e manter um debate público livre e transparente.

Enfim, a "fonte" de Daniela Lima dentro do STF parece ter sido revelada (veja o vídeo)

JCO

Nesta segunda-feira (09) o ministro do STF, Gilmar Mendes, se manifestou no X sobre o vazamento de mensagens envolvendo Daniel Vorcaro.

Gilmar afirmou que a "a exposição pública de conversas de cunho estritamente privado, desvinculadas de qualquer ilicitude, constitui uma gravíssima violação ao direito à intimidade e uma demonstração de barbárie institucional que transgride todos os limites impostos pelas leis e pela Constituição". 

"Na semana em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, parece ainda mais grave a divulgação de tais diálogos, denotando a urgência de refletir sobre como a intimidade feminina é, historicamente, o alvo preferencial de tentativas de desmoralização e controle. 
Ao permitir a publicação de diálogos íntimos de um casal, o Estado e seus agentes não apenas falham em seu dever de guarda, mas desrespeitam a legislação, que impõe categoricamente a inutilização de trechos que não interessam à persecução penal. 
Esse cenário evidencia a necessidade inadiável da aprovação da LGPD Penal, garantindo que o tratamento de dados na esfera criminal não seja subvertido em ferramenta de opressão. Ao transformar o que deveria ser uma investigação técnica em um espetáculo e em um verdadeiro ato de linchamento moral, o sistema incorre em nítida afronta à dignidade humana e aos direitos fundamentais", disse.

Não por acaso, a jornalista Daniela Lima - ao analisar todo o caso envolvendo o vazamento de mensagens, deixou escapar que sua "fonte" dentro do STF citou exatamente o que foi exposto por Gilmar no X.

Parece que a "fonte" de Daniela finalmente foi revelada...

Veja: 

Há informações que a velha mídia brasileira não teve coragem de noticiar. Escândalos como esse e detalhes das festas sexuais de Vorcaro para políticos e empresários poderosos estão no "documento" recém lançamento: o livro Banco Master – O Caso Blindando Pelo STF.

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Veja a capa: 

da Redação

Atuação de Sicário vem à tona e revela um verdadeiro “homem bomba” pronto para "explodir"

JCO

Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master, recebeu arquivos confidenciais de três procedimentos que tramitavam sob sigilo no Ministério Público Federal. O acesso ocorreu em julho de 2025. A Justiça Federal de Brasília determinou a prisão do empresário quatro meses depois, em novembro do mesmo ano.

Mensagens mostram que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, identificado como "Sicário", enviou os arquivos a Vorcaro no dia 24 de julho de 2025. As transmissões aconteceram entre 16h28 e 16h31. O material foi localizado no celular apreendido pela Polícia Federal após a primeira detenção de Vorcaro. O banqueiro tentava embarcar para Dubai, com escala em Malta.

Entre os documentos estava a apuração sobre irregularidades na aquisição do Master pelo BRB. Essa investigação motivaria a detenção do empresário meses depois. Os outros dois procedimentos abordavam a transação entre o Master e o BRB, operação que a Justiça Federal de Brasília caracterizou como "pura camaradagem". O terceiro examinava suspeitas sobre um triplex de luxo em São Paulo, avaliado em R$ 60 milhões, que teria sido usado como propina na negociação com o banco estatal.

Investigadores identificaram que Vorcaro e seus comparsas executavam buscas por termos específicos em procedimentos sigilosos. As palavras procuradas eram "Banco Master", "Vorcaro" e "Nelson Tanure", apontado pela PF como sócio oculto do banco. A tática permitia ao grupo localizar investigações que envolvessem seus interesses antes que as autoridades tomassem providências.

A apuração sobre o imóvel de luxo encontrava-se em fase inicial de coleta de informações. O procedimento permaneceu nesse estágio até dezembro do ano passado. O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli ordenou o envio ao tribunal de todas as investigações conexas.

Em julho de 2025, o Banco Central já havia detectado dificuldades do Master em captar recursos e honrar compromissos. A autoridade monetária alertava sobre o risco de adoção de "medidas prudenciais preventivas". A transação com o BRB era fundamental para a sobrevivência do banco de Vorcaro.

Três meses antes, em abril de 2025, o Banco Master foi notificado pelo Banco Central. A notificação informava que as ações implementadas até aquela época não tinham sido suficientes para mitigar o risco de liquidez do conglomerado. A situação financeira da instituição se deteriorava progressivamente.

Ao longo do primeiro semestre de 2025, o Banco Central identificou "graves irregularidades nas carteiras de crédito cedidas pelo Banco Master ao BRB". As irregularidades envolviam a utilização de artifícios contábeis "com o propósito de ocultar a real situação financeira do cedente, caracterizada por um grande volume de operações suspeitas e desprovidas de comprovação financeira, realizadas em desrespeito às normas de boa gestão". A informação consta de uma auditoria do Tribunal de Contas da União.

As investigações revelaram que Vorcaro teve acesso não apenas ao sistema do MPF. O banqueiro também obteve informações da própria Polícia Federal e de organismos internacionais como o FBI e a Interpol. A amplitude do acesso indevido demonstra a sofisticação da operação montada pelo grupo.

A PF investiga se houve vazamento da ordem de prisão de Vorcaro. A suspeita se baseia em um pedido da defesa feito no mesmo dia em que foi assinada a determinação do juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal de Brasília. A hipótese foi reforçada após vir à tona o acesso indevido de Sicário aos sistemas internos da PF e do MPF.

A defesa de Vorcaro protocolou um pedido na Justiça Federal de Brasília no dia 17 de novembro às 15h47. O juiz Ricardo Leite havia assinado a ordem de prisão às 15h29. Os advogados se posicionaram "contra medidas cautelares eventualmente requeridas", que poderiam provocar "impacto relevante" e causar "prejuízo irreversível a todo o conglomerado Master". O intervalo entre a assinatura da ordem e o protocolo da petição foi de 18 minutos.

Na petição, a defesa menciona uma nota publicada no site O Bastidor às 11h08 sobre um inquérito na 10ª Vara Federal de Brasília. A publicação tratava de fraude bilionária envolvendo a compra do Master pelo BRB. A nota não mencionava risco de prisão. A ordem deveria ser cumprida na manhã do dia 18 de novembro. A execução aconteceu no mesmo dia da decisão.

A PF suspeitava que Vorcaro fugisse do país. Segundo a apuração policial, o banqueiro obteve informação sobre o inquérito sigiloso mediante acesso ilegal aos sistemas da corporação. Posteriormente, teria usado o site para tornar a informação pública. Esse processo foi descrito como "esquentando" os dados. A estratégia permitiria apresentar a petição ao juiz Ricardo Leite.

O ministro André Mendonça, novo relator do caso, autorizou a terceira fase da operação Compliance Zero. A operação resultou na prisão de Vorcaro. Na decisão, o magistrado apontou registros indicando que Daniel Vorcaro teve acesso prévio a "informações relacionadas à realização de diligências investigativas, tendo realizado anotações e comunicações relativas a autoridades e procedimentos associados às investigações em andamento".

O ministro destacou que Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão realizava consultas e extrações de dados em sistemas restritos de órgãos públicos. As investigações apontam que os acessos incluíam bases de dados utilizadas por instituições de segurança pública e investigação policial.

Mendonça observou que tais acessos "teriam ocorrido mediante utilização de credenciais funcionais pertencentes a terceiros, permitindo a obtenção de informações protegidas por sigilo institucional". O ministro afirmou que, de acordo com a autoridade policial, o investigado teria obtido acesso indevido aos sistemas da própria Polícia Federal, do Ministério Público Federal e até mesmo de organismos internacionais, tais como FBI e Interpol.

Sicário possuía extensa ficha criminal na polícia de Minas Gerais. Foi indiciado por estelionato, furto de veículos, crime cibernético e associação criminosa. Com histórico de fraudes digitais, ele recebia R$ 1 milhão por mês de Vorcaro. Sicário morreu após tentar cometer suicídio na superintendência da PF em Minas Gerais.

Vorcaro e seus comparsas adotaram uma campanha de spearfishing direcionada a servidores do MPF previamente mapeados pelo grupo. O método utiliza telas falsas de troca de senhas enviadas por e-mail aos servidores alvos do golpe. A principal característica desse esquema é o cuidado para tornar a fraude convincente. O objetivo é evitar que a vítima perceba o engano.

Fontes familiarizadas com as invasões ordenadas por Vorcaro informaram que Sicário elaborou um ambiente digital para troca de senha. O ambiente tinha aparência idêntica ao servidor usado pelos funcionários da Procuradoria-Geral da República. Os alvos, com endereços eletrônicos conhecidos, receberam mensagens falsas alertando sobre necessidade de troca de senha. O golpe funcionou. O grupo obteve acesso a dois procedimentos sigilosos que corriam na primeira instância sobre o caso Master.

A defesa do banqueiro Daniel Vorcaro foi procurada para se manifestar sobre as informações que revelam o acesso indevido a procedimentos sigilosos do Ministério Público Federal. Os advogados optaram por não comentar os fatos. Alegaram que os conteúdos decorrem de vazamentos ilegais de material protegido por sigilo judicial.

Os defensores argumentaram que os fatos já são objeto de investigação criminal determinada pelo ministro André Mendonça no Supremo Tribunal Federal. Segundo a defesa, qualquer manifestação sobre informações obtidas dessa forma apenas reforçaria a disseminação de conteúdos cuja divulgação é, em si, objeto de apuração pelas autoridades competentes.

Código de ética do Master feito por Viviane Barci tinha capítulo sobre corrupção

JCO

Na capa do Código de Ética da Petrobras, edição 2006, estava lá, reluzente e pimpão, a foto do diretor da empresa, Pedro Barusco. Onze anos depois, Barusco confessaria à PF que havia embolsado 97 milhões de dólares no esquema desvendado pela operação Lava-Jato.

Agora, outro Código de Ética envolve outro personagem para lá de suspeito. Não sabemos se o banqueiro Daniel Vorcaro estampa a capa do código de ética da sua empresa, mas na apresentação, o banqueiro escreve: “Conto com o apoio e a colaboração de cada um de vocês para que este Código seja respeitado e vivenciado em sua plenitude”.

A coisa fica ainda mais, digamos, curiosa, quando sabemos que esse Código custou R$ 129 milhões, pagos ao escritório da esposa de um ministro do Supremo. O código da Petrobras, ao menos, deve ter custado bem menos aos cofres da empresa.

Toda empresa que se preze tem o seu Código de Ética. Na seleção de fornecedores, um dos requisitos frequentemente exigidos é a apresentação do Código de Ética. Não porque o Código evite condutas erradas, mas para que os funcionários não possam alegar ignorância a respeito do que pode ou não pode ser feito nas zonas cinzentas das relações comerciais.

O Código de Ética serve para os funcionários, não para os donos da empresa. Explico: um código de conduta serve para que a empresa se proteja dos seus funcionários, seja de conluio destes com fornecedores, seja envolvendo o nome da empresa em práticas pouco éticas para conquistar clientes, e que podem significar problemas reputacionais mais à frente. Os donos da empresa, obviamente, decidem o que é admissível ou não para as suas próprias empresas. Afinal, é a sua reputação e da sua empresa que estão em jogo.

Código de Ética tem sido o termo do momento quando falamos do Supremo Tribunal Federal. O problema é que os ministros agem como se fossem donos do STF, e não funcionários do povo brasileiro. Como donos, ninguém precisa lhes dizer o que é ético ou não, dado que não precisam dar satisfação a ninguém de seus atos. Por outro lado, se fossem considerados funcionários, um Código de Ética do Supremo determinaria o que os cidadãos consideram ético ou não para os seus funcionários. Esse código deveria ser escrito pelos representantes dos cidadãos no Congresso.

Pensando melhor, faz todo sentido não haver um Código de Ética para o STF. Assim, os Supremos evitam a piada pronta dos Códigos de Ética da Petrobras e do Master.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

Kim Kataguiri diz por qual motivo Moraes ainda não está preso

JCO

O deputado federal Kim Kataguiri afirmou nesta segunda (9), que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deveria “estar preso”. Para o parlamentar o magistrado só não está por um motivo, a “covardia de deputados e senadores”.

Nas redes sociais, Kim disse que pretende convocar o ministro do Supremo, o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Master, e a sua ex-namorada, Martha Graeff, para prestarem esclarecimentos.

“ALEXANDRE DE MORAES DEVERIA ESTAR PRESO! Só não está por causa da COVARDIA de deputados e principalmente senadores do nosso Congresso. Isso não vai ficar assim, eu lutarei até o fim para que ele responda pela sua conduta. Quero ele sentado na minha frente na CPMI, respondendo os questionamentos que a população brasileira inteira merece ouvir. Além disso quero convocar a sua esposa e também a famosa Martha Graeff, confidente pessoal do Vorcaro e de seus encontros com o ministro”.

O governo à beira do abismo: Quem será arrastado junto: a mídia tradicional já se afasta da correnteza

JCO

O Nordeste começa a dar sinais de afastamento da esquerda, enquanto o próprio PT procura se distanciar da cúpula do atual governo.

A precariedade da gestão não se mede apenas pela proximidade ou distância dos votos, mas pela incapacidade de responder às demandas reais da sociedade. 

A sensibilidade popular aflora e o mal-estar se espalha entre aqueles que ainda tentam sustentar o que está acontecendo. A sujeira é tão vasta que nem a maior empresa de limpeza do mundo daria conta de remover o mar de lama.

No alto escalão, ministros já não falam a mesma língua.

O Senado começa a ferver como panela de pressão, e seu presidente corre o risco de ser “convidado a se retirar à força”. A Câmara dos Deputados pode seguir o mesmo caminho.

Aos poucos, a Polícia Federal retoma seu trabalho com a dignidade que se espera de uma instituição republicana. Enquanto isso, PGR e STF são expostos como presas vulneráveis, levadas ao abatedouro da opinião pública e amplamente coligadas na proteção dos envolvidos.  

E os vazamentos — tratados como crimes — revelam conteúdos que, longe de serem descartados, comprometem grande parte da cúpula e escancaram a fragilidade institucional.

A MÍDIA TAMBÉM SENTE O IMPACTO

Até mesmo a Rede Globo, historicamente alinhada com correntes de poder, começa a se desvincular da narrativa oficial.

O temor é claro: se o governo ruir, a emissora pode ser arrastada junto ao precipício.

Esse movimento revela que não apenas partidos e instituições, mas também veículos de comunicação buscam se proteger da erosão política.

O QUE ESTÁ EM JOGO

- Instituições fragilizadas: STF e PGR expostos, Congresso em ebulição.
- Mídia em reposicionamento: Globo e outros veículos tentam se afastar para não perder credibilidade.
- Sociedade polarizada: O eleitorado dividido pressiona por respostas concretas, mas encontra apenas discursos e dá sinais claros de amadurecimento eleitoral.

O Brasil se aproxima de uma encruzilhada histórica. As instituições estão fragilizadas, os partidos buscam reposicionamento e até a mídia tradicional tenta escapar da correnteza para não ser arrastada pelo precipício.

O governo pode ruir, e o temor é que leve consigo não apenas aliados políticos, mas também veículos e estruturas que se mantiveram próximos demais do poder.

Mais do que números de pesquisas ou disputas partidárias, o que está em jogo é a credibilidade da democracia brasileira.

O eleitor precisa estar atento, informado e consciente de que o futuro não será decidido apenas nas urnas, mas também na capacidade das instituições de resistirem à pressão e se manterem fiéis ao interesse público.

Jayme Rizolli

Jornalista.

Alcolumbre tenta evitar CPMI do Master e novo pedido de impeachment contra Moraes é anunciado (veja o vídeo)

JCO 11/03/2026 às 06:14 Deputados se reuniram em coletiva de imprensa, na terça-feira (10), para ressaltar a urgência da aprovação da CPMI d...