ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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quinta-feira, 12 de março de 2026

Goleiro Bruno está foragido

JCO

Condenado pelo homicídio de Eliza Samudio, o ex-goleiro Bruno Fernandes de Souza passou a ser considerado foragido pela Justiça do Rio de Janeiro. A decisão ocorreu após a revogação de sua liberdade condicional na última quinta-feira (5), e até o momento ele não se apresentou às autoridades.

A regressão da pena foi determinada depois que Bruno viajou ao Acre no início de fevereiro para assinar contrato com o Vasco do Acre, clube pelo qual atuaria como goleiro. De acordo com o juiz responsável pelo caso, o benefício do livramento condicional não chegou a ser efetivado, pois o atleta não foi localizado nem compareceu ao ato obrigatório necessário para formalizar a concessão, conforme determina a Lei de Execução Penal.

Na decisão, o magistrado acolheu o parecer do Ministério Público e determinou a expedição de um mandado de prisão contra o ex-jogador.

"Acolho o parecer ministerial e REVOGO o livramento condicional concedido ao apenado na forma da primeira parte do artigo 87 do Código Penal. Expeça-se mandado de prisão, no regime semiaberto, com validade de 16 (dezesseis) anos", afirma o documento judicial.

A defesa de Bruno informou que pretende recorrer da decisão. Segundo a advogada Mariana Migliorini, o cliente foi orientado a não se apresentar às autoridades enquanto o recurso não for analisado.

"Se ele se apresentar agora, pode acabar ficando em regime fechado como se fosse semiaberto, o que entendemos ser uma medida irregular", afirmou a defensora.

Bruno Fernandes foi condenado a mais de 22 anos de prisão pelos crimes de homicídio qualificado, sequestro, cárcere privado e lesão corporal contra Eliza Samudio, caso que ganhou grande repercussão nacional.

Professora esquerdista põe "traficante" para dar palestra em escola pública e gera revolta

JCO

O vereador Rafael Tavares, de Campo Grande (MS), solicitou o afastamento imediato de uma professora da rede pública de ensino da capital. A medida foi tomada após a realização de uma palestra ministrada pelo influenciador "Du Mato" dentro de uma unidade escolar. O caso ocorreu nesta semana e envolve questionamentos sobre os critérios de autorização para atividades educacionais.

A situação ganhou visibilidade após a circulação de imagens nas redes sociais. Os registros mostram o influenciador durante apresentação para estudantes do ensino médio no interior da escola.

Rafael Tavares informou que o palestrante possui antecedentes criminais relacionados ao tráfico de drogas. A Justiça determinou condenação com pena de oito anos e dois meses de reclusão em regime fechado. Existe mandado de prisão expedido para que o influenciador inicie o cumprimento da sentença judicial.

O parlamentar anunciou que formalizará pedido de apuração e afastamento da docente responsável pelo convite ao influenciador. Rafael Tavares argumenta que a situação demanda providências administrativas imediatas.

"Levar para dentro de uma escola alguém com condenação por tráfico de drogas é um absurdo e um desrespeito com as famílias e com os estudantes", declarou o vereador.

A atividade aconteceu no pátio da unidade escolar. Conforme publicação feita nas redes sociais da própria instituição, a palestra tinha como proposta abordar trajetória educacional e transformação social. O público-alvo eram os estudantes matriculados no ensino médio da escola.

Rafael Tavares defende que o episódio requer investigação imediata por parte da Secretaria de Educação. O parlamentar cobra providências administrativas contra os responsáveis pela organização da atividade. A solicitação inclui apuração sobre como foi conduzido o processo de aprovação da palestra.

O vereador questionou os procedimentos que permitiram a autorização da presença do ‘palestrante’ na escola pública. Rafael Tavares destacou que o episódio ocorreu durante a semana dedicada à conscientização sobre violência contra a mulher. O parlamentar aguarda posicionamento oficial da Secretaria de Educação sobre o caso.

URGENTE: Na madrugada em Brasília, políticos se articulam para evitar delação de Vorcaro (veja o vídeo)

JCO

Movimentações intensas nos bastidores de Brasília indicam que o caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro está provocando verdadeiro pânico em setores da política nacional.

Segundo informações publicadas no blog da jornalista Andréia Sadi, no portal G1, lideranças do chamado Centrão iniciaram uma mobilização para mapear votos no Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de tentar garantir a libertação do empresário.  

O motivo da pressa seria claro: evitar que Vorcaro opte por fazer um acordo de delação premiada caso permaneça preso por mais tempo.  

Nos bastidores da capital federal, a avaliação de interlocutores políticos é de que uma eventual colaboração com a Justiça poderia revelar detalhes comprometedores de relações políticas e financeiras mantidas ao longo dos últimos anos.  

Diante desse risco, articulações discretas teriam começado a ocorrer dentro do próprio ambiente do Supremo.

ESTRATÉGIA: TENTAR VIRAR O JULGAMENTO NO STF

De acordo com as informações, aliados políticos passaram a mapear a posição de ministros da Segunda Turma do STF, colegiado responsável por analisar o caso de Vorcaro.

A estratégia ganhou novo cenário após o ministro Dias Toffoli declarar-se suspeito para julgar o processo. Com isso, o caso passa a ser analisado por apenas quatro ministros.  

Nesse contexto, integrantes do grupo político avaliam que um eventual empate no julgamento poderia favorecer o investigado, já que, em matéria penal, a divisão de votos beneficia o réu.  

Nos cálculos feitos nos bastidores, a libertação de Vorcaro poderia reduzir drasticamente a pressão sobre o empresário e diminuir o risco de uma delação capaz de atingir figuras influentes da política.

O TEMOR QUE DOMINA BRASÍLIA

A preocupação não é pequena.

O avanço das investigações relacionadas ao chamado escândalo do Banco Master, que envolve suspeitas de fraudes financeiras, corrupção institucional e lavagem de dinheiro, vem ampliando o alcance das apurações conduzidas pelas autoridades.  

Nesse cenário, uma eventual delação premiada poderia abrir uma nova fase da investigação e expor conexões ainda desconhecidas entre o sistema financeiro e a política.

Por isso, enquanto o processo avança no Supremo, as articulações políticas se intensificam — inclusive durante a madrugada — nos bastidores de Brasília.

A pergunta que circula entre parlamentares e assessores em gabinetes da capital federal é simples:

Se Vorcaro falar… quem mais pode cair?

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Autor do livro: 20 Dias para a Vitória: Os bastidores de uma campanha surpreendente e as estratégias que levaram à vitória eleitoral

Fluminense perdeu em Goiânia e terminou a Copa do Brasil para os piauienses

Por Didimo de Castro

O Fluminense foi derrotado pelo Goiás por 3 x 0 em partida da Copa do Brasil, realizada nesta quarta-feira em Goiânia.  

Foto - Dutrafotos - Fluminensepi Oficial

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O time piauiense jogou um futebol defensivo, na expectativa de conseguir vencer a marcação adversária nos contra-ataques. Como não teve um ataque competente, não foi possível.  

O goleiro Tadeu, do Goiás, teve vida mansa na partida.

Os gols do jogo:

1º Tempo

Goiás 1 x 0 - gol do goleiro Tadeu, cobrando pênalti que não existiu. Erro da arbitragem do senhor João Vítor, de São Paulo.

2º Tempo

Goiás 2 x 0  - gol de Cadu aos 35 minutos.  O goleiro Mauro Iguatu permitiu que o atacante marcasse o gol na pequena área. Lance que poderia ser do goleiro.

Goiás 3 x 0 - gol de Lucas Lima aos 48 minutos em boa jogada do ataque do Goiás.

O Fluminense atuou com: Mauro Iguatu; Gabriel Biloca, Rafão, Hebert e Rhuan; Xexeu, Ray (Raimundinho), Maurício (Gabriel Pará) e Max;  Léo (Pedrinho) e João Vítor (Mateus). Técnico - Flávio Araújo.

Árbitro - João Vítor, de São Paulo, que prejudicou o Fluminense em 3 lances: marcou o pênalti para o Goiás; teria, então, que marcar pênalti para o Fluminense no comecinho do segundo tempo, e não marcou; também deixou de marcar falta perigosa para o Fluminense quando o placar era de 1 x 0.

Em relação ao panorama geral da partida, o Goiás foi muito melhor e construiu a vitória com merecimento. 

Terminou para o futebol piauiense a Copa do Brasil de 2026, com 4 jogos sendo realizados em Minas Gerais, Amapá, São Paulo e Goiás. Nenhum jogo em Teresina.

Zanin surpreende em julgamento sobre Silas Malafaia

JCO

O julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que pode transformar o pastor Silas Malafaia em réu foi interrompido após pedido de vista apresentado pelo ministro Cristiano Zanin. Com a solicitação, o magistrado ganha mais tempo para analisar o processo que trata de supostos crimes de injúria e calúnia contra o comandante do Exército, general Tomás Paiva.

A análise da denúncia teve início na última sexta-feira (6) na Primeira Turma do STF. O processo examina a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Caso a maioria dos ministros aceite a denúncia, Malafaia passará formalmente à condição de réu e o caso seguirá para a fase de instrução.

Relator do caso no Supremo, o ministro Alexandre de Moraes já apresentou seu voto favorável ao recebimento da denúncia. Na manifestação, o magistrado afirmou que as ações atribuídas ao pastor “assemelham-se, em acentuado grau, ao modus operandi da organização criminosa investigada no INQ 4.874/DF”, investigação que apura a atuação de supostas “milícias digitais” voltadas a ataques contra instituições democráticas e à tentativa de desestabilização do Estado de Direito.

A acusação tem origem em declarações feitas por Malafaia em abril do ano passado, durante um ato público realizado na Avenida Paulista em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Na ocasião, o pastor discursou em um carro de som pedindo anistia para os condenados pelos atos de 8 de janeiro e criticou oficiais das Forças Armadas.

Durante o discurso, ele afirmou:

"Cambada de frouxos, cambada de covardes, cambada de omissos. Vocês não honram a farda que vestem. Não é para dar golpe, não, é para marcar posição".

De acordo com a Procuradoria-Geral da República, as declarações incluíram acusações de que oficiais do Exército teriam cometido crime militar, ainda que não houvesse provas para sustentar essa afirmação. Posteriormente, segundo a PGR, o próprio pastor publicou o conteúdo nas redes sociais, ampliando a divulgação das críticas.

A denúncia foi formalizada em 18 de dezembro pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet. O julgamento ocorre no plenário virtual da Primeira Turma do STF e, inicialmente, estava previsto para se estender até o dia 13 de março. A inclusão do processo na pauta foi realizada pelo ministro Flávio Dino, após solicitação do relator Alexandre de Moraes.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Guerra no Irã: A escalada que ameaça incendiar o mundo

JCO

O ataque conjunto de Estados Unidos e Israel contra o Irã em 28 de fevereiro de 2026 não foi apenas mais uma operação militar: foi o estopim de uma crise que já ameaça redesenhar o mapa político e energético do planeta.

Em menos de duas semanas, o conflito ceifou milhares de vidas, derrubou o líder supremo Ali Khamenei e colocou o Oriente Médio à beira de um colapso regional.

O que está em jogo não é apenas a soberania iraniana, mas o equilíbrio de poder global.

LINHA DO TEMPO DA ESCALADA

- 28/02/2026 – Bombardeios americanos e israelenses atingem Teerã e Karaj.
- 01/03/2026 – Ali Khamenei é morto, junto com altos comandantes militares.
- 03/03/2026 – O Irã responde com mísseis contra bases dos EUA e alvos em Israel.
- 05/03/2026 – Israel amplia ofensiva no Líbano; EUA atacam navios iranianos no Sri Lanka.
- Até 11/03/2026 – Mais de 1.000 mortos confirmados, cidades devastadas e população em fuga.

CONSEQUÊNCIAS IMEDIATAS

HUMANITÁRIAS
O custo humano é brutal: bairros inteiros arrasados, hospitais sobrecarregados e milhares de famílias deslocadas. O sul do Líbano já vive uma nova onda de refugiados, repetindo o ciclo de sofrimento que a região conhece há décadas.
POLÍTICAS
A morte de Khamenei abriu uma disputa feroz dentro do Irã. O Conselho de Aiatolás tenta manter a coesão, mas o vácuo de poder pode ser o início de uma guerra civil. A instabilidade interna é combustível para a escalada externa.
MILITARES
Os ataques não param.

Israel intensifica bombardeios, os EUA ampliam sua presença naval e o Irã dispara drones e mísseis em retaliação.

Cada movimento aproxima a região de uma guerra total.

IMPACTOS GLOBAIS

- Energia: O estreito de Ormuz, por onde passa boa parte do petróleo mundial, está sob ameaça. Qualquer bloqueio pode disparar os preços e mergulhar as economias em crise.
- Diplomacia: A ONU e a União Europeia falam em cessar-fogo, mas suas palavras soam impotentes diante da escalada e das evidências onde o Irã seria o maior responsável.
- Segurança internacional: Síria, Arábia Saudita e outros países podem ser arrastados para o conflito, transformando a guerra em um incêndio regional.

O que vemos no Irã não é apenas uma guerra: é um ato de irresponsabilidades e de necessidade de perpetuação de poder de seus ditadores que coloca em risco a paz mundial.

A ofensiva dos EUA e Israel tem objetivos estratégicos e bem definidos.

O preço pago em vidas humanas e em instabilidade global é algo inevitável o que demandará RECONSTRUÇÃO não apenas material, mas de absurdas proporções e envolvendo a todos.

O Irã hoje assiste sua crise de poder esfacelar-se e tenta, por sua vez, responder com a mesma lógica de força, alimentando um ciclo de violência sem fim.

Se não houver uma ruptura imediata nesse caminho, o mundo estará diante de uma crise comparável às maiores tragédias do século XX.

O Oriente Médio pode se tornar novamente o epicentro de uma guerra que ninguém conseguirá controlar — e cujas consequências todos nós, de Belo Horizonte a Pequim, sentiremos no bolso e na pele.

Jayme Rizolli

Jornalista.

Moraes toma decisão inesperada envolvendo um de seus maiores algozes

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) finalize no prazo de até 30 dias o inquérito que investiga o influenciador Bruno Monteiro Aiub, conhecido como Monark.

A apuração foi instaurada em 2023 com o objetivo de verificar a suposta prática do crime de desobediência a decisão judicial. O caso está relacionado à criação de novas contas em redes sociais após determinações do próprio ministro que haviam ordenado o bloqueio dos perfis anteriormente utilizados pelo influenciador.

Segundo os autos do processo, o inquérito permaneceu sem movimentações relevantes por aproximadamente um ano. A última atualização ocorreu quando a ByteDance, empresa responsável pela plataforma TikTok, encaminhou informações relacionadas a uma das contas que seriam atribuídas ao influenciador.

Com a decisão mais recente, a Polícia Federal deverá realizar as diligências que ainda estejam pendentes e, na sequência, preparar o relatório conclusivo da investigação.

Após a finalização dessa etapa, o material será encaminhado ao Ministério Público, que ficará responsável por avaliar o caso. Caberá ao órgão decidir se apresenta denúncia formal contra o investigado ou se solicita o arquivamento do procedimento.

QUINTA PROFÉTICA NA ASSEMBLEIA DE DEUS

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