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quarta-feira, 18 de março de 2026

Revista mostra como Trump derruba ditadores e expõe o medo de Lula

JCO

Em uma operação digna de blockbuster hollywoodiano, o presidente norte-americano Donald Trump não apenas falou: agiu. Em janeiro de 2026, forças americanas lançaram um ataque de grande escala contra a Venezuela, capturando Nicolás Maduro e sua esposa Cilia Flores.

Explosões ecoaram em Caracas na madrugada, com aeronaves sobrevoando em baixa altitude e o ditador sendo retirado do país por via aérea. Trump anunciou pessoalmente: o regime que sustentava o narcotráfico e o Foro de São Paulo desabou em questão de minutos.

Analistas calculam que a ação durou menos de um minuto em sua fase crítica – o tempo exato para o mundo entender que a era da impunidade para ditadores aliados ao terrorismo e ao tráfico acabou.

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da Redação

Lulinha procura Mendonça e finalmente deve falar

JCO

O advogado Marco Aurélio de Carvalho, que atua como consultor jurídico de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, procurou o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para tratar de investigações relacionadas a possíveis irregularidades envolvendo benefícios do INSS.

Segundo informações, o encontro ocorreu na noite de quarta-feira (11), no gabinete do ministro, em Brasília. Durante a reunião, o advogado teria indicado que Lulinha está disposto a colaborar com as apurações conduzidas no âmbito do inquérito relatado por Mendonça.

De acordo com o relato, a defesa busca demonstrar postura de transparência e cooperação.

“Ele [Lulinha] está disposto a prestar depoimento pessoalmente. Ele pretende fazer uma colaboração espontânea, voluntária e efetiva para esclarecer qualquer dúvida que porventura possa surgir a respeito do seu envolvimento direto ou indireto com qualquer tipo de irregularidade”, disse.

A movimentação ocorre em um momento de avanço das investigações e é interpretada como uma tentativa de reforçar a boa-fé do investigado perante o Supremo Tribunal Federal, mas o cerco se fechou.

Dias após a reunião, o próprio advogado confirmou publicamente uma informação que já havia sido divulgada anteriormente: a viagem realizada por Lulinha a Portugal, em 2024, na companhia do lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS.

Estranhamente, Lulinha registra nova empresa na Espanha enquanto investigação sobre INSS avança contra ele

JCO

O empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, constituiu uma empresa na Espanha após o avanço das investigações relacionadas a um suposto esquema de fraudes no INSS, no qual seu nome é citado como possível beneficiário. A companhia, denominada Synapta, teve início operacional registrado em 13 de janeiro de 2026 e foi formalmente inscrita no Registro Mercantil de Madri em 6 de fevereiro.

De acordo com apuração realizada no local, o endereço informado pela empresa situa-se no distrito de Chamartín, área nobre ao norte da capital espanhola. O imóvel corresponde a um edifício moderno que abriga diferentes tipos de organizações, incluindo empresas internacionais, consultórios e repartições administrativas.

A Synapta declara atuação em áreas amplas do setor tecnológico, como consultoria em informática, implementação de soluções digitais e suporte técnico. Além disso, menciona atividades ligadas à intermediação comercial, incluindo a identificação de oportunidades de negócios — descrição comum em empresas recém-criadas, ainda sem operação consolidada.

O registro indica Lulinha como administrador único. Até o momento, não há movimentações operacionais relevantes associadas à empresa, exceto a designação do escritório Monereo Meyer Abogados e de cinco profissionais como representantes legais. O endereço cadastral coincide com o da própria firma jurídica, especializada em assessorar empresas estrangeiras na Espanha e em Portugal.

O capital social declarado é de 3.000 euros, valor mínimo exigido pela legislação local — aproximadamente R$ 18 mil. Funcionários do prédio afirmaram desconhecer a empresa, embora tenham reconhecido a possibilidade de utilização do endereço como domicílio fiscal, prática permitida tanto na legislação espanhola quanto na brasileira.

A informação é do jornal Folha de S.Paulo.

Procurado, um dos fundadores do escritório, Stefan Meyer, demonstrou surpresa ao ser questionado sobre o caso.

"O que nós temos a ver com isso? Mande um email e investigaremos, ok?", afirmou.

Posteriormente, a assessoria da firma informou que não poderia comentar além das informações públicas, em razão do dever de confidencialidade profissional.

A defesa de Lulinha sustenta que a empresa atende a todas as exigências legais e que ainda não iniciou atividades, tendo sido criada com foco em projetos futuros. Nesse contexto, é classificada como uma “empresa de gaveta”, ou seja, formalmente constituída, porém sem operação efetiva até o momento.

Segundo os advogados, o empresário atualmente exerce atividades no exterior como pessoa física, sem detalhar contratos ou clientes, sob alegação de preservação de privacidade.

No Brasil, o Supremo Tribunal Federal determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Lulinha, a pedido da Polícia Federal e no âmbito da CPI mista do INSS, em fevereiro. A medida, contudo, foi suspensa pelo ministro Flávio Dino e ainda será analisada pelo plenário da Corte.

Dados compartilhados pela Polícia Federal com a CPI indicam que, ao longo de quatro anos, o empresário movimentou cerca de R$ 19,5 milhões, sendo aproximadamente R$ 9,7 milhões em entradas e valor semelhante em saídas.

Em relatório divulgado pelo jornal O Estado de S. Paulo, a Polícia Federal apontou que a permanência de Lulinha no exterior, sem previsão de retorno, pode ser interpretada como uma possível evasão.

"Do ponto de vista investigativo, asseveramos que Lulinha viajou para o exterior, sem previsão de volta, o que denota possível evasão do país, considerando estar associado aos fatos associados ao principal operador das fraudes bilionárias a milhões de aposentados do Brasil", diz o documento.

A ida para a Europa já era conhecida por pessoas próximas ao presidente desde meados de 2025, período em que as primeiras operações sobre fraudes no INSS já haviam sido deflagradas, embora ainda não houvesse associação direta com o empresário.

Especialistas apontam que a permanência no exterior pode dificultar procedimentos investigativos, como cumprimento de mandados ou notificações judiciais. Ainda assim, a defesa afirma que a mudança não tem relação com as investigações e garante que, caso haja determinação do STF, Lulinha retornará ao Brasil para prestar esclarecimentos.

As investigações também analisam relatos de que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, teria realizado repasses indiretos ao empresário por meio da empresária Roberta Luchsinger, amiga da esposa de Lulinha, Renata de Abreu Moreira.

Roberta é alvo de investigação da Polícia Federal. Em dezembro, o ministro André Mendonça autorizou buscas na sede de sua empresa, localizada na região de Higienópolis, em São Paulo. Entre os valores sob análise está uma transferência de R$ 300 mil recebida do lobista, que, segundo testemunha, faria parte de um montante maior, estimado em R$ 1,5 milhão, supostamente destinado ao filho do presidente.

A defesa de Roberta Luchsinger afirma que os recursos têm origem em um negócio lícito envolvendo canabidiol. Já os advogados de Lulinha reconhecem que ele realizou uma viagem a Portugal, custeada pelo lobista, com o objetivo de conhecer o projeto.

Pouco antes das operações envolvendo Luchsinger, o empresário promoveu mudanças na estrutura de suas empresas no Brasil. Nas companhias LLF Tech Participações e G4 Entretenimento e Tecnologia, a administração foi transferida para sua esposa. Já na BR4 Participações, ele deixou o quadro societário.

As três empresas estão registradas em um edifício comercial no bairro de Pinheiros, em São Paulo, embora não operem fisicamente no local — situação semelhante à prática de domicílio fiscal adotada em outros casos empresariais.

share more Areavip 229.2K Seguidores Marcola manda recado para André Mendonça após situação de Vorcaro

JCO
Areavip
André Mendonça (© Carlos Moura/SCO/STF)

A defesa de Marco Willians Herbas Camacho, o Marcola, mandou um recado para André Mendonça, ministro do STF – Supremo Tribunal Federal, após atitude com Vorcaro.

Isso porque a defesa do chefão do Primeiro Comando da Capital (PCC), protocolou nesta quinta (12) um pedido para que lhe seja dada a mesma “regalia” concedida pelo ministro ao banqueiro do Banco Master.

Mulher de secretário de Itumbiara rompe o silêncio: “Até hoje…”

A questão em pauta é o direito de falar com advogados sem qualquer tipo de monitoramento, áudio ou vídeo. No protocolo das penitenciárias federais, todas as visitas são gravadas. Contudo, uma decisão recente de André abriu um precedente ao permitir que o bilionário receba seus advogados sem gravações e agendamentos.

Decisão de Mendonça gera confusão

A petição do advogado de Marcola utiliza o princípio da isonomia do ordenamento brasileiro, que diz que todos são iguais perante a lei, independente de credo, raça, cor etc. A defesa de Marcola tem como base a própria fundamentação de André Mendonça, que ressaltou que a legislação nega o monitoramento do atendimento advocatício, exceto com autorização judicial específica em cada caso.

Flávio teme novas sanções ao Brasil após atitude de Moraes

Para o PCC, manter a filmagem de Marcola enquanto se libera para o banqueiro gera um sistema de pesos e medidas distintos dentro da mesma penitenciária. A defesa declara que a confidencialidade da comunicação é condição necessária para a efetividade do direito de defesa e para a própria legitimidade do processo penal.

Informações de bastidores revelam que advogados de outros integrantes da alta cúpula da máfia já preparam pedidos similares. O corregedor da Penitenciária Federal de Brasília julgará o caso.

terça-feira, 17 de março de 2026

Mendonça sobe o tom contra a PF ao descobrir "tortura" de Vorcaro

JCO

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, determinou alterações nas condições de detenção do banqueiro Daniel Vorcaro, após questionar práticas adotadas pela Polícia Federal que, segundo a defesa, poderiam configurar tratamento inadequado durante o período de custódia.

Vorcaro está preso no Complexo da Papuda, no Distrito Federal, onde permanecia em isolamento em uma cela de cerca de 20 metros quadrados, sem ventilação adequada e com iluminação artificial contínua. A defesa levou o caso ao STF alegando que a manutenção da luz acesa durante 24 horas prejudicava o descanso e poderia causar danos físicos e psicológicos.

Ao analisar o caso, Mendonça rejeitou a justificativa apresentada pela Polícia Federal, que argumentou que o isolamento visava garantir a segurança do detento e que a iluminação constante era necessária para monitoramento, especialmente após um episódio anterior envolvendo suicídio de outro preso. Ainda assim, o ministro entendeu que a medida deveria ser revista e determinou que a luz fosse apagada durante a noite, assegurando condições mínimas de repouso.

Relatos recentes apontaram que Vorcaro teria apresentado sinais de instabilidade emocional, incluindo episódios de estresse intenso. A avaliação é de que tais manifestações poderiam estar associadas às condições de privação de sono, reconhecida por especialistas como fator que compromete funções cognitivas e pode provocar desorientação, irritabilidade e, em casos mais graves, alucinações.

Outro ponto destacado é o possível impacto dessas condições sobre o andamento do processo. Segundo a análise apresentada, a manutenção de práticas consideradas inadequadas poderia, inclusive, comprometer a validade de um eventual acordo de colaboração premiada.

Desde que assumiu a relatoria de investigações relacionadas ao Banco Master, Mendonça tem adotado postura voltada à observância rigorosa da legalidade dos procedimentos, incluindo a revisão de medidas que possam ser interpretadas como excessivas.

Em decisão recente, o ministro também determinou o fechamento da chamada “sala-cofre” da CPMI do INSS, após registros de vazamentos de informações sigilosas acessadas por parlamentares a partir de dados extraídos do celular de Vorcaro.

Revelado o nome do suposto verdadeiro dono do Banco Master

JCO 18/03/2026 às 17:04 O gestor de fundos Vladimir Timerman afirmou à CPI do Crime Organizado que há outros nomes por trás do ex-controlado...