ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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segunda-feira, 30 de março de 2026

URGENTE: PGR é acionada e Bolsonaro pode voltar ao regime fechado

JCO

Nesta segunda-feira (30), a deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) formalizou um pedido à Procuradoria-Geral da República (PGR) para que sejam tomadas medidas visando o retorno do ex-presidente Jair Bolsonaro ao regime fechado de prisão. A iniciativa ocorre após declarações feitas por Eduardo Bolsonaro durante um evento conservador realizado no Texas, nos Estados Unidos.

O pedido apresentado por Talíria se baseia na alegação de que tais regras estariam sendo burladas. Em sua manifestação, a deputada sustenta:

"Restando comprovada a burla às restrições inerentes ao cumprimento da pena por meio do uso de interpostas pessoas para comunicação pública, [peço] que esta PGR requeira formalmente ao ministro relator, [Alexandre de Moraes, do STF] a revogação da prisão domiciliar humanitária temporária de Jair Bolsonaro, determinando seu retorno imediato ao regime fechado".

Além da declaração de Eduardo Bolsonaro, a parlamentar também menciona a atuação da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Segundo ela, Michelle "tem publicado vídeos em seu canal no YouTube" com o objetivo de "expor a rotina" do ex-presidente, o que, na avaliação da deputada, configuraria um desvio das condições impostas pela Justiça.

"A conduta de gravar e veicular vídeos com a rotina e o posicionamento do apenado, por meio de interpostas pessoas (esposa e filho), configura claro desvirtuamento do cumprimento da pena. Trata-se de uma tentativa de manter a presença pública ativa, contornando o isolamento que caracteriza o regime prisional imposto", acrescenta a congressista em seu documento.

Ainda no mesmo dia, o ministro Alexandre de Moraes determinou que a defesa de Bolsonaro apresente esclarecimentos em até 24 horas sobre as declarações feitas por Eduardo. 

Em meio à desinformação e à polarização, AJOIA Brasil é lançada com posicionamento claro

JCO

ornalistas de todo o país e do exterior se unem em defesa da verdade factual e do rigor jornalístico

A Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados (AJOIA Brasil) será oficialmente lançada no dia 30 de março de 2026, em Belo Horizonte (MG), com a proposta de reafirmar a ética, o compromisso com os fatos e a defesa da liberdade de imprensa.

Criada por jornalistas de diferentes regiões do Brasil e do exterior, a entidade surge em um contexto de desconfiança e polarização, com o objetivo de fortalecer os princípios fundamentais do jornalismo, especialmente a apuração rigorosa e a responsabilidade editorial.

Com sede na capital mineira, a AJOIA Brasil reúne profissionais de doze estados e mantém representações internacionais, formando uma rede com atuação articulada e foco na qualificação do debate público.

O evento de lançamento será realizado no Antonielli Restaurante e Pizzeria, no Barroca Tênis Clube, na capital mineira, e contará com a presença de jornalistas, autoridades, empresários e representantes da sociedade civil.

Segundo o presidente da associação, o jornalista José Aparecido Ribeiro, a iniciativa responde a uma demanda do atual momento:

“Acreditamos no jornalismo que não se curva a interesses. Nosso compromisso é com os fatos e com uma imprensa livre, responsável e alinhada aos valores democráticos.”

Entre os princípios da AJOIA Brasil estão a defesa da liberdade de imprensa, o respeito à Constituição Federal e o compromisso com a informação de qualidade.

A programação do lançamento inclui ainda uma exposição literária com obras de autores ligados à entidade, como “Jornalismo: a um passo do abismo…”, de Alexandre Siqueira, e “Sociedade dos Poetas Vivos”, de Dan Berg.

A associação também prevê, ao longo de 2026, a realização de debates, palestras e a criação de canais digitais, incluindo YouTube e podcasts, com conteúdo analítico e independente.

Apoios e parceiros do evento

O lançamento da Ajoia Brasil conta com o patrocínio de Antonielli Restaurante e Pizzeria; apoio do Instituto Besc, Âmago Vinhos e Espumantes e Rede Royal Hotéis; parcerias da Full Placas Comunicação Visual, Edificação Propriedade Intelectual, Supermercado Super Mais, Ledcorp Inteligência Competitiva e Resulte Gestão e Eventos.

Mais informações e a lista de associados estão disponíveis em:

www.ajoiabrasil.com.br / Instagram: @ajoiabr

da Redação

Em poucas palavras, Michelle destrói os planos de Moraes

JCO

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro declarou que não recebeu qualquer gravação produzida durante a Conferência de Ação Política Conservadora (CPAC) e, por consequência, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) não teve acesso ao conteúdo. Segundo as determinações judiciais em vigor, ele está impedido de utilizar meios de comunicação enquanto cumpre prisão domiciliar.

Em nota oficial divulgada pelo PL Mulher, Michelle foi enfática ao esclarecer o episódio.

"Não houve recebimento de qualquer vídeo gravado no CPAC por Eduardo Bolsonaro ou outro de qualquer natureza. Em consequência, não houve exibição desse ou de qualquer outro material ao ex-presidente Bolsonaro, uma vez que as prescrições judiciais estão sendo cumpridas integralmente", afirmou no texto.

A manifestação ocorre após declaração do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, feita no último sábado (28), durante o evento conservador realizado nos Estados Unidos. Na ocasião, ele disse:

"Vocês sabem por que eu estou fazendo esse vídeo? Porque eu estou mostrando para o meu pai e eu vou provar para todo mundo, no Brasil, que você não pode calar um movimento de forma injusta tirando o seu líder, Jair Messias Bolsonaro", disse o ex-congressista.

Diante dessa fala, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a defesa do ex-presidente apresente esclarecimentos no prazo de 24 horas, contado a partir da manhã desta segunda-feira (30). O magistrado avalia a possibilidade de descumprimento da medida cautelar que impede o uso de celulares ou qualquer forma de comunicação externa por parte de Bolsonaro.

Para o bem do mundo, Donald Trump retornou está fazendo a assepsia

JCO

Trump é louco?

É a dúvida mais frequente que tenho ouvido no dia a dia. Fruto de manipulação por desinformações disseminadas pela grande mídia, a soldo da esquerda mundial, as pessoas nem percebem o quanto estão sendo enganadas e confundidas.

Quais são as informações que a velha mídia divulga?

- EUA e Israel promoveram genocídio em Gaza.
- Trump invadiu a Venezuela e sequestrou seu presidente.
- Trump e Israel atacaram o Irã, provocando instabilidade na região e deixando o mundo a beira de uma guerra mundial.

Dito assim, sem contextualizações históricas e geopolíticas, parece razoável supor que o cara é um aloprado que resolveu atacar o mundo inteiro, sem nenhum motivo, apenas por um capricho megalomaníaco, para se declarar o imperador do mundo!

Tentemos resumir um contexto, para entender o que motiva as ações do Laranjão:

A Faixa de Gaza era dominada pelo grupo terrorista Hamas, com financiamento da ditadura dos Aiatolas do Irã, que mantinha o próprio povo palestino refém, submetido a um regime de terror.

O objetivo do Irã, que financia a maior parte dos grupos terroristas do Oriente Médio, é eliminar Israel, os Judeus e a cultura ocidental, a quem consideram infiéis, que devem se converter ao Islã ou serem eliminados.

Isso é explicitamente confessado por eles.

Em 07 de outubro de 2023 o Hamas invadiu o sul de Israel assassinando cerca de 1200 civis, promovendo violências sexuais e sequestrando cerca de 250 inocentes, sem nenhum contexto de guerra, em um ataque covarde.

O resto da história foi reação a esse ataque.

Quem era o louco na história?

Trump. Netanyahu ou o Aiatolá e os dirigentes do Hamas?

O regime bolivariano de Maduro promoveu a maior fuga de Venezuelanos da história, cerca de 8 milhões de pessoas, perseguidas políticas, ou fugindo da fome e devastação econômica provocadas pelo ditador.

Maduro chefiava a maior organização narcotraficante das Américas e financiava organizações terroristas como Hamas, Hezbolah, além de ser aliado de Rússia e China.

Maduro fraudou as eleições Venezuelanas, mesmo após ter firmado acordo com o governo Biden, chancelado pelo governo Lula.

Com provas do envolvimento de Maduro com o narcoterrorismo, a recusa de colaboração no combate às facções, o deboche (lembram das dancinhas?), as afrontas e a continuidade do tráfico para os EUA, Trump prendeu o narcoditador em ação espetacular, sem provocar a morte de nenhum civil.

Quem era o louco?

Trump ou Maduro?

A ditadura iraniana vinha oprimindo o próprio povo havia mais de 40 anos. A população vinha sofrendo com a pobreza, falta de água e liberdade, iniciando protestos de rua, enquanto o dinheiro do petróleo e do povo era utilizado para o financiamento do terrorismo internacional, desenvolvimento de armas nucleares, mísseis, e equipamentos bélicos. Para se ter uma pálida ideia da diferença do nível de vida que o petróleo pode gerar, basta comparar Dubai, Bahrein e Emirados Árabes com o Irã.

O que fez o Aiatolá com os manifestantes de seu próprio povo?

Assassinou cerca de 50 mil e continuou promovendo ataques imotivados contra Israel e financiando o terrorismo.

O que fez Trump?

Eliminou o Aiatolá e sua cúpula governista, praticamente sem baixas de civis inocentes.

Quem era o louco?

Trump ou o Aiatolá, esse sim um genocida?

Rússia e China têm planos de conquista de poder hegemônico mundial, associados à todas estas ditaduras narcoterroristas, tendo como um dos objetivos a destruição do poder dos EUA .

Quem é o louco?

Trump ou Xi e Putin?

Para termos uma ideia um pouco mais aproximada sobre quem é Trump, precisamos analisar contra quem, e contra o que, ele está lutando, praticamente sozinho.

O mundo precisa de mais loucos como Trump.

Pedro Possas. Médico.

Moraes dá prazo de 24 horas para Bolsonaro

JCO

Moraes, o carcereiro, faz marcação cerrada e está  cobrando Bolsonaro por um vídeo gravado por Eduardo nos EUA. 

Adoentado, sofrendo as sequelas da maldita facada que levou em 2018 e abalado pela perseguição absurda, injusta e incessante que sofre por parte do Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente é obrigado a ficar dando explicações de atos e coisas que estão fora de seu controle e alcance.

O ministro Alexandre de Moraes acaba de fixar prazo de 24 horas para que a defesa do ex-presidente explique possível descumprimento das regras da prisão domiciliar, após a divulgação de um vídeo de Eduardo Bolsonaro.

Moraes cita a veiculação de um vídeo no X em que Eduardo aparece gravando sua participação na Conferência da Ação Política Conservadora (CPAC), no sábado (28), e afirmando que enviaria o conteúdo ao pai.

Moraes ressalta que, ao determinar a prisão domiciliar do ex-presidente, proibiu o uso de celulares, telefones ou qualquer outro meio de comunicação externa, além da utilização de redes sociais.

Diante do indicativo de possível violação das medidas cautelares, o ministro determinou que os advogados de Bolsonaro expliquem, em 24 horas, a publicação feita por Eduardo.

É pra acabar...

“Pablo Escobar brasileiro” começa a ser julgado hoje na Bélgica e desperta atenção do mundo inteiro

JCO

Um ex-major da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul é acusado de liderar uma organização internacional de tráfico de drogas. Trata-se de Sérgio Roberto de Carvalho, que começa a ser julgado nesta segunda-feira (30) na Bélgica.

O processo foi reiniciado após anulação anterior causada por irregularidades processuais identificadas pela Justiça belga.

Carvalho é apelidado de "Pablo Escobar brasileiro". As autoridades europeias o classificam como um dos principais traficantes internacionais das últimas décadas. A acusação envolve o comando de uma estrutura logística que conectava portos sul-americanos a destinos europeus. Sua trajetória inclui uso de documentos falsos, simulação de morte e fuga de investigações em múltiplos países antes da captura em território europeu.

Apurações da Polícia Federal brasileira em parceria com órgãos europeus revelam que a organização comandada por Carvalho transportou no mínimo 45 toneladas de cocaína entre 2017 e 2019. O esquema movimentou valores estimados em bilhões de reais durante esse período. A operação conectava produtores sul-americanos a distribuidores europeus através de rotas marítimas e aéreas.

O envolvimento de Carvalho com atividades criminosas começou nos anos 1980. Seu nome surgiu em apurações relacionadas a contrabando. Na década de 1990, autoridades policiais localizaram uma aeronave carregada com centenas de quilos de pasta base de cocaína em uma propriedade vinculada a ele. A descoberta resultou em sua prisão naquele período.

Em 1998, Carvalho recebeu condenação de 15 anos de prisão por transporte de entorpecentes. Posteriormente, foi sentenciado novamente por operações financeiras ilícitas que movimentaram milhões de reais. Ele manteve-se nos quadros da Polícia Militar por mais de dez anos após as primeiras sentenças. A expulsão da corporação ocorreu somente em 2010.

Após deixar o Brasil, Carvalho estabeleceu operações no narcotráfico internacional. Investigadores o identificam como elemento central em uma rede que ligava a fabricação de cocaína na América do Sul aos mercados consumidores europeus. A estrutura operava através de múltiplos pontos de embarque e desembarque em dois continentes.

A cocaína partia de portos brasileiros como Santos e Paranaguá com destino a centros de distribuição europeus. Entre os principais destinos estavam Antuérpia, Hamburgo, Barcelona e Lisboa. Nesses locais, a droga era repassada para redes locais que controlavam a distribuição territorial.

Autoridades descrevem Carvalho como um coordenador que articulava todas as etapas da operação. Ele teria gerenciado fornecedores, transporte e distribuição através de empresas fictícias. A organização utilizava aeronaves particulares e implementava mecanismos para lavagem de dinheiro. O esquema envolvia múltiplas camadas de operação para dificultar rastreamento.

Em território europeu, Carvalho adotou identidades fictícias e manteve padrão de vida elevado. Na cidade de Marbella, na Espanha, utilizou o nome Paul Wouter. Ele se apresentava como empresário estrangeiro. Carvalho residia em uma mansão avaliada em milhões de euros naquela localidade.

Durante a pandemia de Covid-19, Carvalho executou uma manobra para escapar das autoridades espanholas. Ele simulou a própria morte utilizando um atestado de óbito falso. A estratégia permitiu que ele saísse do foco das investigações temporariamente.

A tática não interrompeu o monitoramento por parte de autoridades internacionais. A Interpol manteve Carvalho em sua lista de procurados. Em junho de 2022, ele foi detido em Budapeste, na Hungria, portando documentos falsos. A prisão ocorreu após operação coordenada entre agências de diferentes países.

A captura de Carvalho gerou disputa entre múltiplas nações interessadas em julgá-lo. Brasil, Espanha, Estados Unidos e Bélgica manifestaram interesse em processar o ex-major. Cada país apresenta acusações relacionadas a operações do esquema de tráfico em seus territórios. A Bélgica obteve prioridade para realizar o primeiro julgamento.

Carvalho foi transferido para o país europeu. Ele permanece detido desde então. Carvalho responde por acusações relacionadas ao envio em larga escala de cocaína para o continente europeu. O julgamento que se inicia nesta segunda-feira acontece após a anulação do processo anterior.

A Justiça belga identificou irregularidades na condução das audiências. Isso resultou na invalidação dos procedimentos já realizados. Com a designação de novos juízes, o caso será examinado desde o início. O tribunal belga deverá analisar o papel desempenhado por Carvalho em uma das maiores redes de tráfico internacional de drogas já identificadas pelas autoridades.

AO VIVO: Flávio dispara e lidera no 2º turno. Rejeição à reeleição de Lula cresce e muda cenário (veja o vídeo)

JCO

O cenário eleitoral para 2026 acaba de sofrer uma inflexão relevante — e os números não deixam margem para dúvida. Levantamento do Paraná Pesquisas, realizado entre os dias 25 e 28 de março de 2026, mostra um avanço consistente da oposição e um aumento gradual da rejeição à reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva.

CRESCIMENTO ACELERADO

O dado mais expressivo da pesquisa é a evolução de Flávio Bolsonaro. Em outubro de 2025, o senador aparecia com 19,2% das intenções de voto. Agora, em março de 2026, ele salta para 37,8% — praticamente dobrando sua presença eleitoral em poucos meses.

No mesmo período, Lula saiu de 37,6% para 41,3%, o que indica estabilidade — mas não crescimento proporcional. Na prática, a distância entre os dois despencou. E o cenário se torna ainda mais crítico para o governo quando se observa o confronto direto:

- Flávio Bolsonaro: 45,2%

- Lula: 44,1%

Empate técnico — com vantagem numérica para a oposição.

O contraste com outubro é evidente: naquele momento, Lula liderava com 46,7% contra 37,0%.

Ou seja, houve uma inversão estrutural do cenário eleitoral.

REJEIÇÃO À REELEIÇÃO ULTRAPASSA MAIORIA

Outro ponto que acende alerta no Palácio do Planalto é a percepção do eleitor sobre a continuidade do atual governo.

Hoje, 53,3% dos brasileiros afirmam que Lula não merece ser reeleito.

Mais relevante ainda: essa rejeição está em crescimento — era de 51,0% em janeiro e segue em trajetória ascendente.

Em política, esse tipo de movimento costuma antecipar mudanças mais profundas no comportamento eleitoral.

ONDE A OPOSIÇÃO AVANÇA — E ONDE O GOVERNO RESISTE

A pesquisa também revela um país dividido — mas com tendências claras:

        •      Sul: Flávio domina com 49,5% e chega a 60,5% no segundo turno

        •      Norte + Centro-Oeste: vantagem consistente da oposição

        •      Eleitores religiosos: Flávio lidera com 44,3% contra 35,9% de Lula

Por outro lado, Lula mantém força em bases tradicionais:

        •      Beneficiários do Bolsa Família: 57,7% a 24,6%

        •      Eleitores com menor escolaridade: maior concentração de apoio ao presidente

Já entre os eleitores com ensino superior, o cenário se inverte — com vantagem para Flávio Bolsonaro.

O QUE OS NÚMEROS REALMENTE INDICAM

A fotografia atual da disputa mostra três movimentos simultâneos:

        1.     Crescimento acelerado da oposição

        2.     Estagnação relativa do atual presidente

        3.     Aumento da rejeição à continuidade do governo

Isoladamente, nenhum desses fatores decide uma eleição.

Mas juntos… redesenham completamente o jogo.

METODOLOGIA

A pesquisa ouviu 2.080 eleitores em todo o país, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.

Registro no TSE: BR-00873/2026.

CONCLUSÃO

O cenário de 2026 deixou de ser previsível.

A vantagem consolidada de meses atrás já não existe mais.

E a pergunta que passa a dominar o debate político é inevitável: Estamos diante de uma virada… ou apenas do início dela?

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Autor do livro: 20 Dias para a Vitória: Os bastidores de uma campanha surpreendente e as estratégias que levaram à vitória eleitoral

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