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domingo, 5 de abril de 2026

Caso de americana desaparecida aos 13 e encontrada viva agora, 32 anos depois, ganha novo capítulo

Estadão

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Foram 32 anos de buscas até o caso ser oficialmente encerrado. A americana Christina Marie Plante, hoje com 44 anos, foi identificada na quarta-feira, 1º, pelo Gabinete do Xerife do Condado de Gila, no estado do Arizona, segundo informações publicadas no The Washington Times.

Christina Marie Plante entrou na lista de pessoas desaparecidas em 1994, quando foi vista pela última vez saindo de casa à pé em direção ao estábulo para cuidar de seu cavalo. Ela morava em Star Valley, uma pequena comunidade à noroeste de Phoenix, no Arizona.

Ainda segundo informações do jornal americano, as circunstâncias do desaparecimento de Plante foram classificadas como suspeitas. Com o tempo, as investigações foram pendendo intensidade. Mas o caso, que permanecia aberto, era periodicamente revisto. Até que na última quarta-feira o caso foi oficialmente encerrado.

O caso ganhou fôlego depois de análise feita pela Unidade de Casos Arquivados do gabinete do xerife. A unidade foi criada com a missão de desvendar investigações inconclusivas. Antes de localizar Plante, as autoridades haviam feito um novo apelo público, dessa vez com dados atualizados com base em novas tecnologias sobre a aparência da mulher ao longo dos anos

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Christina Marie Plante que sumiu em 1994 e foi encontrada viva mais de 30 anos depois Foto: Gabinete do Xerife do Condado de Gila/Divulgação

Os detalhes sobre a investigação, no entanto, não foram divulgados, segundo nota oficial do Gabinete do Xerife do Condado de Gila, “em respeito à privacidade e ao bem-estar de Plante.

Novos desdobramentos do caso

A reviravolta do caso, contudo, veio por meio de uma declaração de Plante, logo após o encerramento do caso, de que ela nunca foi raptada, mas sim decidiu fugir de casa com a ajuda de familiares.

Na sexta-feira, 3, o vice xerife do Condado de Gila, James Lahti, declarou à NBC News: “Esta era uma informação que não tínhamos conhecimento antes de a localizarmos. Até então não sabíamos onde ela estava e tínhamos a impressão de que ela havia sido sequestrada.”

Terry Hudgens, um ex-vice-xerife do condado de Gila que investigou inicialmente o desaparecimento da jovem adolescente — conhecida como “Tina” —, disse em uma entrevista na quinta-feira, 2, que estava intrigado com o interesse repentino neste caso. Segundo ele, em declaração dada à NBC News, o caso foi considerado resolvido pouco depois de a menina ter sido dada como desaparecida - apesar de o caso ter mantido o status de aberto até a semana passada.

Segundo Hudgens, a declaração de Plante reforça a antiga linha de investigação, de que o sumiço da garota tenha sido resultado de uma disputa de guarda. Segundo ele, o pai tinha a guarda da adolescente, mas ela queria morar com a mãe.

Um encontro teria sido combinado entre as duas, mãe e filha, que seguiram para o aeroporto em Phoenix, deixando o estado e “talvez o país”. “Era uma disputa de custódia”, afirmou Hudgens à NBC News.


sábado, 4 de abril de 2026

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Nikolas age e “salva” padre

JCO

O padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da diocese de Osasco (SP), contraiu uma dívida de aproximadamente R$ 250 mil para fazer sua defesa junto ao Supremo Tribunal Federal (STF).

O padre foi investigado no inquérito que apurava a suposta trama golpista após as eleições de 2022. Ele foi indiciado pela Polícia Federal em novembro de 2024, suspeito de integrar o chamado núcleo jurídico que teria assessorado a elaboração de minutas de decretos. Apesar do indiciamento, a Procuradoria-Geral da República não o incluiu na denúncia.

O ministro Alexandre de Moraes formalizou o arquivamento definitivo da investigação contra o religioso em março de 2026, confirmando que não havia elementos para prosseguimento do caso. Mesmo após o arquivamento, o padre obviamente permaneceu com a dívida contraída durante o período de investigação e busca e apreensão.

Foi quando entrou em cena o deputado Nikolas Ferreira, que divulgou em suas redes sociais uma ‘vakinha’ com o objetivo de arrecadar recursos para pagar a conta que o padre teve que fazer.

A meta foi atingida. O padre está salvo.

Câmeras registram mais um “mico” envolvendo Lula (veja o vídeo)

JCO

Um flagrante mostrou o marqueteiro petista, Sidônio Palmeira, balbuciando no ouvido de Lula:

“Não esqueça de falar do pix. Fala que o pix é nosso”.

Uma mentira indisfarçável, que expõe mais do que constrangimento. Revela dependência da farsa e da encenação.

Isso é uma clara demonstração de como o PT vai fazer sua campanha eleitoral. A velha prática comum de difamar os adversários, a criação de falsas narrativas e a mentira.

Desta vez, o povo parece vacinado. Não vai colar...

Veja o vídeo:


Moraes sofre derrota e é obrigado a anular seu próprio ato em caso envolvendo um de seus maiores algozes

JCO

O cerco está apertando e o ministro Alexandre de Moraes começa a ser obrigado a respeitar a lei. Desta forma, ele teve que anular uma audiência de instrução da Ação Penal 2720/DF. O ato havia sido realizado por ele próprio dez dias antes e envolvia um de seus maiores algozes, Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que responde a um processo por suposto vazamento de informações sigilosas.

A Defensoria Pública da União (DPU) levantou questão de ordem durante a audiência de 17 de março, apontando o cerceamento de defesa. Tagliaferro não havia sido intimado de forma pessoal e regular. Moraes teve que reconhecer a nulidade absoluta do ato. Todos os depoimentos colhidos na ocasião foram invalidados.

Os advogados de defesa de Tagliaferro, Paulo Faria e Filipe de Oliveira, protocolaram duas petições formais no STF. A primeira manifestação foi apresentada em 9 de fevereiro. A segunda ocorreu em 16 de março, um dia antes da audiência. As petições apontavam o vício processual que posteriormente levou à anulação.

Mesmo avisado, Moraes manteve a realização do ato e só reconheceu a nulidade quando a DPU levantou a questão dentro da sala de audiência. Em agosto de 2025, o próprio Moraes havia solicitado a extradição de Tagliaferro ao Ministério da Justiça. O pedido indicava o endereço do réu na Itália.

Entretanto, o ministro determinou a citação de Tagliaferro por edital em dezembro de 2025. Essa sequência de atos processuais contrasta com as alegações posteriores sobre a ausência de intimação regular do réu. A defesa afirma que as irregularidades estavam documentadas nos autos antes da realização da audiência anulada.

Por outro lado, os advogados de Tagliaferro protocolaram embargos de declaração no STF em 2 de abril de 2026. No mesmo dia, a defesa apresentou representação ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Os advogados relatam no documento enviado à OAB que foram acusados de "abandono de causa" durante a audiência de 17 de março. A defesa classifica a imputação como "juridicamente inaceitável" e "reputacionalmente devastadora". Os advogados afirmam que sua atuação foi contínua e documentada.

A petição à OAB relata tentativa de transferir à defesa a responsabilidade por falhas na comunicação processual do réu. Os advogados consideram essa conduta incompatível com o devido processo legal. A manifestação solicita que a entidade reconheça a inexistência de abandono de causa. A defesa pede ainda apuração da conduta registrada durante a audiência.

A representação solicita que a OAB adote medidas institucionais para resguardar as prerrogativas da advocacia. Segundo a defesa, a imputação de abandono em um processo posteriormente declarado nulo produz impacto direto na reputação profissional dos advogados. A defesa caracteriza a situação como constrangimento institucional à atuação da defesa técnica.

"A defesa não deu causa à nulidade; a defesa reagiu a uma nulidade já instalada", afirmam os advogados no documento.

A argumentação busca demonstrar que as irregularidades processuais eram anteriores à atuação da defesa. Os advogados afirmam que agiram dentro de suas prerrogativas ao contestar os vícios identificados.

Paulo Faria declarou que não há registro de Moraes ter anulado anteriormente alguma audiência de instrução ou sentença.

"Ele mesmo teve que reconhecer a nulidade de tão descarado que estava. Ele está atropelando tudo. Só que dessa vez ele se ferrou", disse o advogado.

A Ação Penal 2720/DF tramita no STF sob relatoria do próprio ministro. A anulação da audiência de instrução representa um revés processual no andamento do caso. Os atos invalidados precisarão ser repetidos.

Farsa jogada na lata de lixo da Biologia: “Mulheres” trans proibidas de competir em categorias femininas nas Olimpíadas de 2028

JCO 04/04/2026 às 20:38 Esta medida, a proibição de “mulheres” trans é correta e demorou a ser tomada. Trata da proibição do Comitê Olímpico...