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sábado, 18 de abril de 2026

URGENTE: Mais um escândalo é revelado e novamente envolve autoridades em esquemas bilionários (veja o vídeo)

JCO

Mais um escândalo! Dessa vez foi o esquema liderado por MC Ryan, que movimentou mais de R$ 260 bilhões, de acordo com investigação da Polícia Federal. Quem está por trás dos funkeiros? 

E não para por aí! O dono da ‘Choquei’ está preso por movimentações ilegais de quase R$ 2 bilhões! O deputado estadual Claudio Branchieri soltou o verbo:

“Todo esquema multimilionário de lavagem de dinheiro no Brasil tem o PT envolvido”, ressaltou, durante participação no programa Choque de Ordem. 

Já o professor Marcos Pizzolatto alertou:

“O crime organizado não vence o Estado, a menos que o Estado seja parte do crime”, afirmou.

Ele também usou a metáfora da "matriosca invertida" para descrever os escândalos de corrupção: quanto mais se investiga, maiores são os valores e as figuras envolvidas.  

O advogado João Maltz argumentou que o Brasil vive sob uma "cleptocracia" e que o STF hoje define os rumos do país de forma inédita. Maltz também foi enfático ao dizer que o Ministro Gilmar Mendes é o "grande arquiteto" do modelo de poder atual da Suprema Corte. 

Assista à live completa: 

Neste Dia das Mães, vá além do comum. Surpreenda quem você ama com um presente que une reflexão, história e identidade nacional. Foi pensando nisso que a loja Conteúdo Conservador lançou uma promoção imperdível: na compra do livro A Máquina Contra o Homem (que narra com detalhes a perseguição que atingiu covardemente o ex-presidente Bolsonaro e aliados), você ganha uma incrível Bandeira do Brasil — um símbolo que carrega valores, convicções e amor pelo país às vésperas da eleição que promete uma grande reviravolta.

Esse presente representa mais do que um gesto: representa posicionamento e consciência através de uma leitura intensa e provocadora. Um combo pensado para quem valoriza conhecimento e significado em cada detalhe. Para conhecer e adquirir, basta clicar no link abaixo:

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PROMOÇÃO POR TEMPO LIMITADO!

da Redação

O sonho de censura com a “regulamentação” das redes sociais

JCO

Imaginem um psicopata arrogante completamente obcecado por poder desde que comeu a primeira cabrita no sertão do nordeste.

Imaginem ainda que esse psicopata estruturou toda a sua carreira em mentiras, manipulação de informação e está acostumado a pagar para que sua 'verdade' seja a verdade oficial junto aos mais pobres e os mais vulneráveis, que lhe garantem voto e poder.

Agora, pensem no sufoco dessa mesma criatura diante das redes sociais, que divulgam o que querem e quando querem, fora de seu controle, e em especial suas mentiras.

E que todo seu esforço - e grana - comprando empresas de comunicação manipuladoras e venais não adianta mais nada ou quase nada.

Quem consegue visualizar esse indivíduo atrasado e lamentável chega finalmente na imagem fatal: A de luladasilva.

Explicado está porque lula quer, pela milionésima vez, censurar e 'regulamentar' as redes, velho sonho dourado de todo ditadorzinho comunista de merda.

Marco Angeli Full

https://www.marcoangeli.com.br

Artista plástico, publicitário e diretor de criação.

A cereja do bolo fecal do processo de Moraes contra Eduardo Tagliaferro

JCO

Essa é a cereja do bolo fecal que é esse processo do milionário ministro Alexandre de Moraes contra o seu ex-assessor, Eduardo Tagliaferro. A questão é que Moraes indicou a Defensoria Pública da União para defender Tagliaferro no processo que ele mesmo move contra o ex-assessor, porque, supostamente, os seus advogados não compareceram a uma audiência. A DPU afirma, no entanto, que os trâmites do processo estão errados, e o réu tem direito a seus advogados (detalhes na matéria ao final do texto).

Apesar de importante, esta é apenas uma filigrana jurídica em um processo em que o foro do réu está completamente errado e, pior, o juiz é a vítima no processo. Tagliaferro ousou documentar a parcialidade do milionário juiz na produção de provas contra os baderneiros do 08/01. Em um país com instituições democráticas sólidas, não seria Tagliaferro sentado no banco dos réus.

Marcelo Guterman. Engenheiro de Produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Economia e Finanças pelo Insper.

As conexões criminosas dos influenciadores que apoiam Lula

JCO

Já sabemos que o responsável pela pagina Choquei foi preso por lavagem de dinheiro para facções e envolvimento com o tráfico de drogas. Sabemos também que esse influente influenciador, tinha uma pré disposição para votar em um certo candidato, que hoje é presidente.

Sabemos também que muitos influenciadores estão recebendo dinheiro público para atacar a oposição, e fazer pré campanha em escola de samba. O que não sabemos é se esses influenciadores também tem conexões com o crime, e se tem alguém interessado em investigar isso.

Eduardo faz alerta sobre “ação ilegal” de Moraes em instituições americanas

JCO

O ministro Alexandre de Moraes teria tentado acessar dados pessoais do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, com ele já residindo nos Estados Unidos. Essa ação ilegal teria sido detectada pelo Comitê Judiciário da Câmara dos EUA. Eduardo tratou alertar as autoridades sobre esse tipo de ilegalidade e violação da soberania americana. Moraes parece enveredar cada vez mais por um caminho tortuoso e sem limites. Abaixo o alerta de Eduardo:

“O Comitê do Judiciário da Câmara dos EUA revelou que Alexandre de Moraes tentou acessar meus dados pessoais enquanto eu já residia nos Estados Unidos.
Pergunto: qual era a intenção? Criar condições para uma eventual prisão minha em solo americano, caso meu status migratório permitisse alguma manobra? Algo semelhante ao que se tentou agora, envolvendo o uso indevido de mecanismos como o ICE para prender Alexandre Ramagem?
Isso é grave! Autoridades brasileiras não podem tentar instrumentalizar instituições americanas para usá-las como ferramenta de perseguição política.
É fundamental que as autoridades dos EUA estejam atentas para que as autoridades brasileiras não tentem fazê-las de bobas.”

O Comitê do Judiciário da Câmara dos Representantes dos EUA —mencionado pelo ex-deputado— publicou um relatório intitulado “O ataque à liberdade de expressão no exterior: o caso do Brasil”.

O documento afirma que o ministro do STF prejudica a soberania dos EUA ao tentar censurar a liberdade de expressão de cidadãos norte-americanos. Diz ainda que Eduardo Bolsonaro é um “importante defensor da imposição de sanções norte-americanas contra Moraes” e que sofre “censura extraterritorial”

O grito dos desesperados e o silêncio dos algozes: Quando a crise é ignorada por tempo demais, o desfecho é a morte

JCO

A imagem de Jair Bolsonaro, ainda deputado, falando quase sozinho no plenário da Câmara dos Deputados e alertando para o risco de o Brasil se “venezuelizar” parecia, para muitos, apenas mais um exagero político. Hoje, porém, o país assiste a uma realidade em que o alerta mudou de forma, mas não perdeu a gravidade.

Nicolás Maduro foi preso. Bolsonaro também está preso. E, no meio desse abismo político e institucional, multiplicam-se os brasileiros que se declaram perseguidos, silenciados, punidos ou banidos da vida pública. O que antes era discurso virou clamor.

Os desdobramentos dos Ataques de 8 de janeiro de 2023 produziram centenas de condenações, penas severas, exílios, foragidos, famílias dilaceradas e mortos que passaram a simbolizar o sofrimento de um país rachado. Entre eles, o nome de Cleriston Pereira da Cunha permanece como ferida aberta — não apenas para os seus, mas para todos os que enxergam nesse episódio o retrato de um Estado que pune sem jamais pacificar.

Todos os dias surgem novos pedidos de socorro. Vozes como a de Débora, idosos em desespero, famílias destruídas pela espera, pela distância, pelo medo e pela sensação de abandono — relatos de maus-tratos e abusos. Há quem tenha trocado os anos de aposentadoria por uma rotina de angústia, incerteza e sofrimento. Para muitos, a pena já não é apenas jurídica: tornou-se existencial.

A condenação, quando deixa de ser compreendida como justiça e passa a ser sentida como vingança, corrói por dentro a própria ideia de Estado de Direito. A morte lenta — emocional, moral, social — avança em etapas, como um cruel jogo de terror, diante de uma nação que assiste, se acostuma e silencia.

Estamos no quarto ano desde a ruptura que tantos denunciam como tomada de poder. O que era um grito isolado tornou-se uma multidão pedindo socorro. E o mais grave: o número dos que se sentem perseguidos cresce na mesma medida em que diminui a capacidade nacional de se indignar.

A caixa de marimbondos foi cutucada. E os insetos já não atacam um grupo apenas: espalham medo, desordem e destruição por toda a nação. Quem deterá essa fúria?

A crise brasileira já não é apenas política. É ética, moral, social e espiritual. E toda crise que se prolonga além do limite do socorro deixa de ser crise: transforma-se em sentença. Sentença de morte!

O Brasil dos patriotas pede socorro.

A pergunta que resta é esta: quem ainda terá coragem de responder?

Estamos diante de uma escravidão coletiva?

Eleições à vista.

E todas as estratégias — e estratagemas — usadas nas eleições passadas parecem permanecer em pleno vigor.

Tudo pronto para repetir 2022.

Só copiar. E colar.

O Brasil aguenta mais quatro anos de crise, polarização e vingança declarada?

Não.

Então, reaja, Brasil!

Bernadete Freire Campos

Cidadã brasileira, especialista em neurociência, estudiosa do comportamento humano no contexto político.

Em meio ao caos na Segurança, Lula descumpre compromisso e delegados da PF formalizam insatisfação

jco

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal enviou na terça-feira (15) um ofício a Lula formalizando a insatisfação da categoria. O documento registra o descumprimento de compromisso assumido no fim de 2025 pelo então ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Ele havia prometido propor ao Congresso a criação do Fundo Nacional de Combate às Organizações Criminosas.

O Funcoc era a principal reivindicação das categorias de segurança pública federal nos últimos meses. O fundo seria financiado por recursos de origem criminosa. Bens apreendidos e confiscados, valores de acordos judiciais e receitas de apostas alimentariam o mecanismo. O objetivo era fortalecer financeiramente o combate ao crime organizado.

O governo federal editou há dez dias uma medida provisória em resposta à mobilização policial. A MP destina parte dos recursos do Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades fim da Polícia Federal ao custeio de saúde dos policiais federais. A iniciativa não foi bem recebida pelos delegados.

A medida provisória provocou "extrema frustração" entre os delegados. Segundo o ofício, os profissionais "enxergam cada vez mais o rebaixamento da carreira e se preocupam com as reais condições futuras de enfrentamento ao crime organizado".

O documento foi assinado pelo presidente da ADPF, Edvandir Paiva. O texto informa que a categoria foi consultada formalmente sobre a medida provisória. Entre os delegados votantes, 92% entenderam que a iniciativa não atendeu às reivindicações da classe.

A consulta revelou outro dado expressivo. Do total de votantes, 97% acreditam que o governo federal deve reabrir as discussões com a carreira. Os números demonstram o alto grau de insatisfação com o encaminhamento dado pelo Executivo.

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal apresentou uma solicitação específica. A entidade pediu a abertura imediata de mesa de negociação com o Ministério da Justiça e Segurança Pública. A ADPF requer também a participação do Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos nas tratativas.

Triatleta brasileira morre durante etapa de natação do Ironman Texas

JCO 18/04/2026 às 21:42 A atleta brasileira de triatlo, Mara Flávia Araújo, de 38 anos, morreu durante a etapa de natação do Ironman 70.3 Te...