ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

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domingo, 3 de maio de 2026

Vitória do Altos em Teresina e empate do Fluminense em Fortaleza

Cidade Verde

Por Didimo de Castro

Altos venceu o Tirol do Ceará no Estádio Lindolfo Monteiro por 2 x 1, na 5ª rodada da Série D do Campeonato Brasileiro de Futebol. 

Foto: Jota Lima |Ascom Altos

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No primeiro tempo o time piauiense jogou mais, fez 1 x 0 e criou situações para ampliar. A melhor jogada ofensiva foi sempre com Robinho pela direita, mas o gol foi de Betinho no meio e em jogada pessoal.  

No segundo tempo o Tirol cresceu na partida e logo criou 3 boas situações para o empate. E quando pintava o empate, o meia China acertou um belo chute de fora da área e marcou 2 x 0.

Embora perdendo por 2 x 0, o Tirol seguiu melhor em campo e diminiu o placar para 2 x 1 com o gol de Felipe Hulk.  

Daí até o final o Tirol esteve muito perto do empate, inclusive com uma falta que foi cobrada na barreira.

As substituições foram melhores para a equipe cearense. Alívio para Altos, o jogo terminou com a vitória por 2 x 1.

Os gols do jogo:

1º Tempo

Altos 1 x 0 - gol de Betinho aos 36 minutos, Mesmo com a marcação em cima, o atacante girou o corpo e finalizou com precisão.

2º Tempo

Altos 2 x 0 - gol de China aos 25 minutos com um chute forte de fora da área.

Tirol 1 x 2 - gol de Felipe Hulk aos 36 minutos.Penetrando pela lateral da área, o atacante bateu firme para vencer o goleiro Mateus.

EMPATE DO FLUMINENSE EM FORTALEZA

O Fluminense foi a Fortaleza e conseguiu um bom resultado ao empatar com o Atlético Cearense por 1 x 1. O Atlético fez 1 x 0 e o tricolor piauiense empatou aos 51 minutos do segundo tempo através de João Vítor.

FLUMINENSE LIDERA

O Fluminense lidera o Grupo A-7 com 9 pontos. Piauí, Ferroviário e Altos estão empatados com 7 pontos.

JOGOS DESTE DOMINGO

Piauí e Parnahyba estarão em campo neste domingo também pela 5ª rodada da Série D.

Os jogos:

Em Parnahyba - Parnahyba x IAPE do Maranhão às 16h00.

Em Fortaleza - Ferroviário x Piauí às 17h00.

Piripiri empata com Paraíso, segue invicto e encara a Portuguesa nas oitavas

Cidade Verde

Por Iamercia Rocha

Liga São João/Piripiri encerrou a fase de grupos do Campeonato Brasileiro Feminino Série A3 com empate por 2 a 2 diante do Paraíso-TO, na tarde deste sábado (2), no Estádio Antônio Dmião, em Tocantins. Já classificada de forma antecipada, a equipe piauiense confirmou a liderança do Grupo 6, fechando a primeira fase invicta, com 16 pontos somados.

Os gols do Piripiri foram marcados por Livia e Aline, enquanto Barata e Letícia descontaram para as donas da casa.

Os gols da partida

Mesmo atuando fora de casa, a Onça começou melhor e abriu o placar logo aos três minutos do primeiro tempo. Lívia converteu cobrança de pênalti e colocou o time em vantagem. A resposta das donas da casa veio rapidamente: três minutos depois, Barata deixou tudo igual.

Foto: Valdo Show/Piripiri FC

Livia piripiri

O jogo seguiu com o placar igualado até o intervalo. Na segunda etapa, o Piripiri voltou a ficar à frente do placar com Aline, que balançou as redes e recolocou a equipe piauiense em vantagem.

Mas, aos 32 minutos, o Paraíso buscou novamente o empate. Letícia marcou e decretou o 2 a 2 no placar final.

Com a campanha sólida, a Liga São João/Piripiri confirma o bom momento na competição e chega com vantagem de decidir em casa no mata-mata. Nas oitavas de final, a equipe piauiense terá pela frente a Portuguesa-AP, que avançou como segunda colocada do Grupo 5, com 12 pontos.

Atlético-PI é derrotado pelo 3B e vê invencibilidade cair no Brasileiro A2

Cidade Verde

Por Iamecia Rocha

Foto: Laiza Balieiro

3B quebra invencibilidade do Atlético-PI

O gol da partida saiu aos 16 minutos do segundo tempo. Paulinha fez o cruzamento da direita, e Maria Vitória dominou já invadindo a área antes de finalizar no canto, sem chances para a goleira Dida.

O Atlético-PI teve um cenário ainda mais complicado após a expulsão de Mabel, aos 27 minutos do primeiro tempo, por uma falta dura fora da disputa de bola. Com uma jogadora a menos durante boa parte do jogo, a equipe piauiense encontrou dificuldades, apesar de criar oportunidades.

Do outro lado, o 3B também acumulou chances, mas foi mais eficiente e garantiu a vitória simples em casa.

Mesmo com o resultado, o Atlético-PI segue na liderança da competição com 18 pontos, isso porquê o Vasco ainda não jogou nessa rodada e pode ficar com a liderança.

Agora a equipe piauiense vai tentar se recuperar na próxima rodada. O compromisso será no sábado (9), às 17h, no estádio Lindolfo Monteiro, em Teresina, contra o Vasco da Gama

PARNAHYBA COMEÇA PERDENDO, REAGE E VENCE O IAPE EM SEUS DOMÍNIOS.

Em seus próprios domínios, o Parnahyba Sport Club, vence por 3 x 1 o IAPE do Estado do Maranhão, o primeiro tempo foi um jogo parelho com poucas chances para ambos, em um lance de muita sorte o IAPE teve uma chance e abriu o marcador com Gustavo, este foi o placar do primeiro tempo.

No segundo tempo o Parnahyba partiu pra cima do adversário e teve o domínio das ações do jogo, fez 3 gols, Os gols foram marcados por: João Paulo, Jefinho e Júnior Saudade. Com a vitória o Parnahyba termina a 1ª fase do Brasileiro da Série D na 3ªcolocação.Na próxima semana o Parnahyba joga contra o IAPE abrindo o returno, agora em São Luís.

Cico Cadeira e Delegado Luna
Meu amigo Antônio do primário na Escola Simplício Dias.
 Imagens geradas pelo Fumanchú!!! O blog

Gestão de “Bessias” na AGU abriu mão de R$ 80 bilhões em litígios e surge o nome do principal beneficiado

JCO

Uma matéria bombástica foi publicada neste domingo pelo renomado jornalista Cláudio Dantas, onde ele denuncia que Jorge Messias, em sua gestão a frente da Advocacia-Geral da União teria aberto mão da bagatela de R$ 80 bilhões em litígios. Transcrevemos o texto:

O Senado rejeitou Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal, mas a sabatina do chefe da Advocacia Geral da União passou longe de investigar sua gestão. Ainda há tempo de fazê-lo, especialmente quando seu nome começa a ser cogitado para o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, onde terá ascendência sobre a Polícia Federal.
Na AGU, Messias protagonizou uma série de acordos que podem ter resultado numa renúncia de até R$ 80 bilhões em multas, indenizações e bens estratégicos para a União, segundo cálculos bastante conservadores.
Após o cruzamento de despachos da SecexConsenso (a secretaria de acordos do TCU), de auditorias de órgãos de controle e relatórios de mercado, este site descobriu o que pode se configurar, em tese, a maior transferência de patrimônio público e de renúncia de receita da história recente do país.
Sob o pretexto virtuoso de “destravar a infraestrutura” e “pacificar litígios”, a AGU vem atuando não como o escudo do Estado, mas como a fiadora jurídica de uma série de manobras de engenharia financeira e legal coordenadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU), desde a gestão do impoluto Bruno Dantas.
O resultado real é um balcão de negócios (ou seria negociatas?) onde o risco é integralmente socializado, as punições são anuladas e o verdadeiro tesouro nacional é repassado à iniciativa privada, sem concorrência e a preço de banana. Tudo isso feito com aval de um governo de esquerda que, publicamente, critica banqueiros e privatizações.
O TRUQUE DA “SUCATA” E A JOIA DA COROA DAS TELECOMUNICAÇÕES
De toda a fatura do “consenso”, o caso da operadora Oi é o mais emblemático e oneroso (um rombo de até R$ 50 bilhões — há quem estime em R$ 100 bi). O Estado brasileiro e o TCU, com o indispensável parecer favorável da AGU, aceitaram o argumento de que estavam apenas resolvendo o passivo de uma empresa falida e evitando um apagão nos telefones fixos do país.
Venderam para a opinião pública a ideia de que a infraestrutura da Oi era um estorvo feito de cabos de cobre enferrujados e orelhões abandonados. A realidade, escondida nas entrelinhas da repactuação, é que junto com a sucata, o governo abriu mão da infraestrutura mais estratégica do século XXI.
Pela Lei Geral de Telecomunicações, em 2025, todos os “bens reversíveis” da concessão deveriam voltar para o controle do Estado. Para evitar isso, a AGU chancelou um “encontro de contas” baseado na lei de 2019, permitindo que a Oi migrasse para o regime de autorização, onde não há devolução de bens.
Dessa maneira, o governo abriu mão de cobrar quase R$ 6 bilhões em multas em dinheiro vivo e trocou a posse da infraestrutura por promessas de “novos investimentos” em escolas e cabos submarinos.
O espólio definitivo — que já havia sido repassado da Oi para a V.tal, empresa controlada por fundos de investimento geridos pelo banco BTG Pactual — não tem nada de obsoleto. O que TCU e AGU entregaram em definitivo foi:
- A Maior Rede de Fibra do País: Cerca de 400 mil quilômetros de fibra óptica que cortam o Brasil de ponta a ponta. Um ativo que custaria dezenas de bilhões para ser replicado do zero.
- O Monopólio do Subterrâneo: A V.tal herdou a posse histórica dos dutos subterrâneos e o “direito de passagem” nas grandes metrópoles, construídos desde a época da estatal Telebrás. Não há mais espaço físico sob o asfalto das grandes cidades; quem controla o duto, dita as regras do mercado.
- O Pedágio da Internet e o Sangue do 5G: A V.tal consolidou-se como a maior “Rede Neutra” do país. Operadoras gigantes e pequenos provedores não cavam mais buracos; eles pagam um “pedágio” para usar a rede da V.tal. Mais do que isso: o 5G exige uma quantidade brutal de antenas, e a única infraestrutura capilarizada o suficiente para conectar essas antenas (o backhaul) é a malha que era pública e agora é definitivamente privada.
Em julho de 2024, quando o martelo do TCU bateu, Lula trocou o controle da espinha dorsal do 5G nacional por um perdão de dívidas, garantindo ao BTG, de André Esteves, a liderança inquestionável no mercado de infraestrutura de dados para as próximas décadas.
A SOCIALIZAÇÃO DO RISCO NA INFRAESTRUTURA
A generosidade avalizada por Jorge Messias na AGU e por Jorge Oliveira no TCU — com apoio das agências e ministérios setoriais — não parou nos cabos de fibra óptica. O modelo de consenso, lançado na Presidência de Bruno Dantas no Tribunal de Contas, estendeu-se para a infraestrutura física de transportes, criando passivos ocultos de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões.
No capitalismo real, se uma empresa vence um leilão de rodovia ou aeroporto e a demanda frustra as expectativas, o prejuízo é do investidor. No capitalismo de laços de Brasília, o prejuízo é do contribuinte.
Concessionárias como a MSVia (BR-163/MS) e a Eco101 (BR-101/ES-BA), que descumpriram obrigações e deveriam sofrer relicitação, foram salvas por acordos que estenderam seus prazos e criaram a “banda de risco de demanda”. Se passar menos caminhão do que o projetado, o Tesouro compensa a empresa.
No Galeão, a Changi não conseguia pagar a pesada outorga fixa do leilão. A AGU validou a troca por uma outorga variável atrelada ao fluxo de passageiros.
Na prática, a União perde a arrecadação garantida, altera a regra do jogo depois do apito final e consagra o risco moral (moral hazard): o mercado entende que dar lances irreais em licitações públicas no Brasil é um excelente negócio, pois agências reguladoras como a ANTT e a Anatel serão sempre atropeladas por um acordo amigável.
O DESMANCHE DA LAVA JATO E OS PRIVILÉGIOS CORPORATIVOS
O pacote do consenso institucional inclui, ainda, a revisão das punições por corrupção. Com o aval da Suprema Corte e a proatividade da AGU, abriu-se o caminho para renegociar os acordos de leniência das empreiteiras da Lava Jato.
O calote já é precificado pelo mercado: empresas que confessaram desvios e deveriam devolver mais de R$ 10 bilhões (em valores corrigidos) agora alegam “coação”. Espera-se um corte de até 50% na dívida e um alongamento de prazos que fará a inflação corroer o restante, configurando uma perda líquida de R$ 4 bilhões a R$ 6 bilhões, segundo especialistas.
Pelo visto, bastaram uma mesa de negociação fechada no TCU e um parecer robusto da AGU de Messias para transformar obrigações em promessas, multas em perdão e patrimônio público em lucro privado. A conta de ao menos R$ 80 bilhões já foi emitida, e, como de costume, não será paga por quem assinou os acordos.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje, minha linda e querida amiga Rosário de Fátima completa mais um ano de vida. Desejamos a você vida longa, muita saúde, paz e infinitas ...