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quarta-feira, 20 de maio de 2026

A indireta surpreendente de Michelle a Moraes...

JCO

A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro surpreendeu ao se referir ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, como “irmão em Cristo” durante discurso em um evento político do PL realizado em Brasília.

Uma indireta surpreendente...

A declaração ocorreu na terça-feira (19), durante o lançamento da pré-candidatura da empresária Maria Amélia, vice-presidente do PL Mulher no Distrito Federal, à Câmara dos Deputados. Ao comentar a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, Michelle fez referência à passagem bíblica sobre a conversão de Saulo em Paulo.

“Nosso ministro, vou profetizar aqui, porque Deus transformou Saulo em Paulo, o nosso irmão em Cristo, Alexandre de Moraes. Liberou o cabelereiro e ele está com aquele cabelinho cortadinho, jogadinho e aqueles olhos azuis brilhantes”, declarou Michelle diante do público.

Durante o mesmo evento, a ex-primeira-dama também voltou a desconversar sobre uma possível candidatura nas eleições futuras, seja para a Presidência da República ou para o Senado Federal. Segundo ela, sua atuação nacional à frente do PL Mulher não está ligada, neste momento, a um projeto eleitoral próprio.

“Vocês nunca me viram falar que queria ser presidente ou senadora, essa é a vontade do meu marido, mas eu não, eu oro. Eu não dou um passo da minha vida sem Deus responder. Eu estou aqui cumprindo a minha missão de influenciar mulheres de bem a entrarem na política”, afirmou.

Nas redes sociais, Michelle publicou ainda uma mensagem com referência bíblica sobre perdão, citando trechos do Evangelho de Mateus 6:14-15.

“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso pai celestial vos perdoará a vós. Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”.

Ação contra pesquisa que usou tática devastadora contra Flávio está nas mãos de Nunes Marques

JOC

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Nunes Marques, deverá analisar o pedido apresentado pela campanha do senador Flávio Bolsonaro para suspender uma pesquisa divulgada pelo instituto AtlasIntel nesta terça-feira (19).

O levantamento aponta liderança do petista Lula nas intenções de voto para a eleição presidencial de 2026 e indica queda no desempenho de Flávio Bolsonaro em relação à semana anterior.

Segundo os dados divulgados, Lula aparece com 48,9% das intenções de voto, enquanto Flávio registra 41,8%. O senador teve redução de seis pontos percentuais em comparação ao levantamento anterior realizado pelo instituto.

O Partido Liberal acionou o TSE alegando que o questionário utilizado pela pesquisa teria apresentado perguntas capazes de induzir respostas negativas relacionadas ao senador e pré-candidato à Presidência.

O estudo contém 48 perguntas e aborda temas ligados ao impacto político do vazamento de mensagens e áudios envolvendo Flávio Bolsonaro e o empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master.

Nas conversas divulgadas, o senador supostamente solicita apoio financeiro para a produção do filme “Dark Horse”, obra sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.

A defesa de Flávio Bolsonaro sustenta que a pesquisa possui caráter parcial e pode provocar desgaste à imagem do parlamentar. Segundo o partido, a formulação das perguntas conduziria o eleitorado a uma interpretação negativa do episódio investigado.

Em nota, a AtlasIntel informou que tomou conhecimento da ação judicial pela imprensa e que, até a última atualização do caso, ainda não havia sido formalmente notificada. A empresa também afirmou que recebe o questionamento “com plena tranquilidade”.

O pedido foi protocolado em caráter de urgência e será uma das primeiras decisões de grande repercussão política nacional sob a presidência de Nunes Marques no TSE.

terça-feira, 19 de maio de 2026

Vorcaro citou Flávio Bolsonaro em delação para pressionar Mendonça a aceitar acordo, diz Octávio Guedes

Brasil247

Vorcaro citou Flávio Bolsonaro em delação para pressionar Mendonça a aceitar acordo, diz Octávio Guedes

247 - A proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, teria incluído o suposto repasse de R$ 61 milhões ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para financiar o filme “Dark Horse”, produção inspirada na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação foi divulgada pelo jornalista Octavio Guedes, da GloboNews, nesta segunda-feira (18), durante o programa Estúdio i.

Segundo Guedes, a citação ao filho mais velho de Jair Bolsonaro na proposta de colaboração teria uma função política e jurídica: criar constrangimento ao ministro André Mendonça, relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), caso ele decida aceitar ou rejeitar a delação.

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De acordo com o comentarista, o trecho sobre o filme e o dinheiro destinado a Flávio Bolsonaro constaria na proposta apresentada por Vorcaro. A leitura feita nos bastidores, segundo ele, é que a inclusão do episódio buscaria pressionar Mendonça, indicado ao STF por Jair Bolsonaro, a não recusar o acordo de colaboração.

“A informação que eu tenho é que o filme e o dinheiro dado a Flávio Bolsonaro constavam, ou constam, na proposta de delação do Vorcaro… Então, estava lá essa história do filme, e que isso foi visto como uma manobra pra constranger o ministro André Mendonça”, afirmou Guedes.

O jornalista também comparou a presença de Flávio Bolsonaro na proposta com a ausência de outros nomes. “Veja bem, o Ciro Nogueira não tinha as provas necessárias pra falar do Ciro Nogueira, não tem nada sobre o Alcolumbre, mas o Alcolumbre a gente não sabe se tem ou não, mas do Ciro com certeza deveria ter… E por que se preserva o Ciro e deixa o Flávio?”, questionou.

Na avaliação relatada por Guedes, o objetivo seria colocar Mendonça em uma situação delicada. Se o ministro rejeitasse a delação, poderia ser acusado de tentar proteger Flávio Bolsonaro. Se aceitasse, abriria caminho para uma apuração envolvendo o senador e o entorno político do ex-presidente.

“Na leitura que se faz, essa seria uma forma de constranger o ministro André Mendonça a recusar uma delação porque… Se ele recusa, o André Mendonça, vão dizer ‘ó lá, é porque tá entregando o Flávio Bolsonaro’… Ele ficaria constrangido em recusar… O André Mendonça dizendo ‘não quero essa delação’, vão dizer ‘ah, ele não quer essa delação porque tem o Flávio Bolsonaro, porque você foi indicado pelo Bolsonaro’”, disse o comentarista.

O caso amplia a pressão sobre o STF em meio às investigações relacionadas ao Banco Master. Segundo Octavio Guedes, a Polícia Federal já teria reunido elementos mais robustos do que os oferecidos por Vorcaro na proposta de delação.

“O André Mendonça sabe que o que foi oferecido não tem nem 10% do que ele já sabe pela Polícia Federal”, afirmou Guedes.

O episódio envolvendo “Dark Horse” tornou-se um dos pontos centrais da crise. Conforme a matéria-base, o repasse de R$ 61 milhões teria sido apresentado como financiamento para a produção cinematográfica. A operação, no entanto, teria despertado suspeitas por causa do volume de recursos, da velocidade das transações e da ligação política entre os envolvidos.

A suspeita mencionada na reportagem é que o dinheiro poderia estar relacionado a pagamento de propina ou venda de influência política para favorecer interesses do Banco Master junto a fundos de pensão e órgãos governamentais durante a gestão anterior. Até o momento, a informação central apresentada por Octavio Guedes é que a presença do caso “Dark Horse” na proposta de delação teria impacto direto na análise do acordo por André Mendonça.

Com isso, a eventual colaboração de Daniel Vorcaro deixa de ser apenas uma peça jurídica e passa a ter forte repercussão política. A menção a Flávio Bolsonaro no documento, segundo a leitura apresentada na GloboNews, coloca o ministro relator diante de uma decisão sensível em um caso que envolve o Banco Master, o STF e o núcleo político ligado ao ex-presidente Jair Bolsonaro.

Tags: Flávio Bolsonaro, André Mendonça, STF

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