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terça-feira, 30 de junho de 2026

Ideologia ou doença? Professor desvenda os perigos da mente esquerdista (veja o vídeo)

JCO

Aquele seu amigo esquerdista pode ter, na verdade, um problema mental grave! No mais recente episódio da série A Verdade Por Trás da História, o professor Marcos Pizzolatto analisa alguns livros famosos, entre eles ‘A Mente Esquerdista – As Causas Psicológicas da Loucura Política’, do psiquiatra americano Lyle H. Rossiter.

“Será que o esquerdismo é apenas uma manifestação política ou uma manifestação de fragilidades psicológicas? Essa pergunta não fui eu que fiz, e sim Lyle H. Rossiter. A tese dele é devastadora. Segundo ele, muitas pessoas aderem ao estatismo não por convicção racional, mas por carência emocional... Em outras palavras, elas não querem liberdade, querem um pai, e encontram esse pai no Estado, o Estado como babá de adulto. Quando as pessoas querem emprego garantido, segurança garantida, renda garantida... Querem que alguém resolva tudo por elas. Surge a solução perfeita, transfere tudo para o Estado. Para eles, tudo se resolve com dinheiro público, financiado por impostos”, apontou o professor.

Veja o vídeo:

Corrupção institucionalizada e legalizada: A impunidade virou garantia constitucional

JCO

A impunidade da corrupção nada mais é do que a proteção dada pelos nossos tribunais às elites que usam o poder para escapar das leis. Não é de agora; vem desde a antiguidade. No Brasil reflete nossa herança colonial e escravocrata, onde o sistema jurídico tratava desigualmente a população marginalizada, sem qualquer direito ou privilégio. Filósofos como Cícero já apontavam a "esperança de impunidade" como o maior estímulo para a prática de delitos. Naquela época, a justiça era aplicada de acordo com a classe social e com o status do indivíduo perante o Estado. No tempo do absolutismo a nobreza jamais era punida pelos crimes cometidos. No Brasil Colônia e Império a displicência predominava na aplicação das penas. O "perdão" era dado abertamente aos políticos que cometessem crimes, além da complacência para as fugas dos criminosos. A manutenção da Coroa dependia dos ricos, pois a monarquia não tinha como sobreviver sozinha. Daí a complacência com o crime. Durante a escravidão, a violência e o abuso cometidos contra os escravos e vulneráveis raramente resultavam em punição. Essa dinâmica gerou raízes na nossa cultura política, criando a percepção de que os poderosos podiam cometer crimes sem o risco da responsabilização. A persistência da impunidade sempre foi associada a fatores institucionais e estruturais.

No nosso Judiciário, o foco predominante são os crimes patrimoniais e de menor potencial ofensivo, resultando em superencarceramento da população pobre. Já as elites, pela demora na apreciação e na decisão dos seus crimes, sabem como utilizar os inúmeros recursos processuais para dilatar ao máximo qualquer decisão que possa prejudicá-la. A expressão "impunidade garantida pelo STF" reflete a crítica popular de que os crimes dos poderosos jamais serão punidos, garantidos que são pelo que ficou conhecido como princípio constitucional da impunidade devido às decisões dos nossos tribunais, em especial o STF. Para o povo, o que predomina nos julgamentos dos ricos são a morosidade, a anulação das condenações, mudanças na legislação, o foro privilegiado e a blindagem política ou corporativa, impulsionadas por decisões específicas tomadas pela Corte ao longo dos anos. Não é sem razão, pois, o sentimento popular de que a impunidade, atualmente, é uma garantia constitucional.

As principais controvérsias que alimentam esse sentimento -além do foro privilegiado por prerrogativa de função-, são a morosidade nos julgamentos e o foro especial, cuja decisão do STF mantém a competência do mesmo órgão para julgar autoridades mesmo depois de deixar o cargo. Críticos apontam que isso facilita a impunidade, já que a mudança do cargo faz o processo "subir" de instância novamente, zerando prazos ou mudando o juiz natural. O Supremo reconheceu a constitucionalidade das mudanças feitas pelo Congresso Nacional na Lei de Improbidade Administrativa, estabelecendo que os crimes de improbidade só ocorrem na forma dolosa (quando há real intenção de cometer o delito), além de limitar a perda do cargo público apenas ao cargo específico em que a infração foi cometida. Ministros da própria Corte criticaram essas mudanças, afirmando que elas criaram "causas de impunidade" para agentes políticos, mas terminaram aceitando-as.

O STF também firmou o entendimento de que a execução da pena só pode ocorrer após o trânsito em julgado da sentença penal condenatória, ou seja, quando todos os recursos possíveis se esgotarem. Esse entendimento é definido como uma garantia constitucional da presunção de inocência, alvo de repúdio por parte de movimentos anticorrupção, pois isso permite que os criminosos de colarinho branco fiquem em liberdade indefinidamente, recorrendo de qualquer decisão até a prescrição do feito. O STF se defende argumentando que suas decisões visam seguir rigorosamente a Constituição Federal e garantir o devido processo legal, evitando que prisões cautelares funcionem como antecipação de pena. Enquanto isso, a corrupção no Brasil é estruturada, garantida e institucionalizada. Mesmo possuindo um efeito devastador sobre a organização dos países, a corrupção institucionalizada aumenta os índices de injustiça social. Países desenvolvidos assumem o compromisso supremo de combater incessantemente a corrupção e de criminalizar uma série de condutas referentes ao fenômeno, com o objetivo de melhorar o meio social através de uma série de medidas que passaram a observar. Já no Brasil, os bandidos de colarinho branco dispõem de uma ampla margem de manobras capazes de retardar – e muitas vezes de afastar – a aplicação da lei penal. Realmente, enquanto nossa justiça falhar em responsabilizar os que operam à margem da lei, continuaremos refém de uma corrupção institucionalizada, legalizada e constitucional.

Luiz Holanda

Advogado e professor universitário

Mais um gravíssimo escândalo petista na terrível República do Acarajé

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Mais de 10 anos de relatórios do TCE e centenas de notas fiscais apontam diretamente para mais um esquema de corrupção envolvendo produtoras de shows, laranjas e o ex-gestor da Superintendência de Fomento ao Turismo da Bahia (Sufotur), Diogo Medrado. O Ministério Público investiga essa lavagem de dinheiro.

O esquema perdurou no período compreendido entre 2015 até 2024, durante as gestões dos governos do PT na Bahia. O superfaturamento milionário em cachês pagos com a grana do contribuinte baiano está exposto.

O escândalo envolve por enquanto quatro empresas produtoras de eventos. O total gasto pela Sufotur até 2026: R$ 1,84 bilhão. E os gastos foram numa crescente assustadora. De R$ 79 milhões em 2019 saltaram para R$ 623 milhões em 2024. Quase 700% de crescimento. Só entre 2023 e 2025: 641 pagamentos para as 4 produtoras, perfazendo R$ 58 milhões.

Enquanto o povo baiano enfrenta saúde precária, estradas destruídas e violência, o governo petista torra milhões em cachês superfaturados.

ACABOU! Keiko é eleita presidente e já recebe felicitações de líderes da América Latina

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Keiko Fujimori foi eleita presidente do Peru após uma das disputas mais acirradas da história recente do país. Com 100% das urnas apuradas, a candidata do partido Força Popular obteve 9.223.396 votos (50,135%), enquanto o adversário Roberto Sánchez, do Juntos pelo Peru, recebeu 9.173.755 votos (49,865%).

A diferença entre os dois candidatos foi de 49.641 votos, o equivalente a apenas 0,27 ponto percentual, confirmando uma vitória apertada para Keiko Fujimori.

Após a confirmação do resultado oficial, a presidente eleita passou a receber mensagens de congratulações de líderes da América Latina. O presidente do Paraguai, Santiago Peña, afirmou que espera continuar fortalecendo os históricos laços de amizade e cooperação entre Paraguai e Peru, destacando a integração, o desenvolvimento e o bem-estar dos dois povos.

A presidente da Costa Rica, Laura Fernández Delgado, também parabenizou Keiko Fujimori pela vitória e reafirmou o compromisso de seu governo em ampliar a parceria com o Peru, baseada na confiança, na colaboração e no fortalecimento das relações bilaterais.

Keiko Fujimori assumirá a Presidência do Peru no dia 28 de julho, iniciando um novo mandato em um cenário político marcado por forte polarização e desafios econômicos e sociais.

Na presença de Mendonça, Gilmar recua e deixa a presidência da 2ª turma (veja o vídeo)

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Na presença do ministro André Mendonça, o decano Gilmar Mendes recuou e se despediu da presidência da 2ª turma.

Doravante, em razão do sistema de rodízio, assume a presidência o ministro Luiz Fux, que passará a controlar a pauta, inclusive do caso Master.

Na sessão desta terça-feira (30), Gilmar disse o seguinte:

“É importante destacar que divergências processuais não significam desunião da Corte. A divergência de votos enriquece o julgamento e pode até tornar-se prevalente no futuro.”

Na realidade, o decano sai possesso com as derrotas que lhe foram aplicadas por Mendonça.

Veja o vídeo:

Destemido e cheio de razão Mendonça encara novamente Gilmar

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Os ministros André Mendonça e Gilmar Mendes tiveram um novo encontro nesta terça-feira (30). É a primeira vez que ambos os magistrados ficam frente a frente depois das críticas públicas de Gilmar com relação à atuação de Mendonça como relator do caso Master.

Na realidade, o decano do STF está possesso com as derrotas que lhe estão sendo impostas por Mendonça.

Diante disso, em sua participação no programa televisivo Roda Viva, na última segunda-feira (22), Gilmar Mendes disse que Mendonça cometeu um “erro crasso” ao aceitar conversar com o advogado de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

Quem revelou o encontro com o advogado foi o próprio André Mendonça. Durante uma reunião da 2ª Turma. O ministro disse que recebeu uma “proposta de delação seletiva” por parte do patrono de Vorcaro.

No Roda Viva, Gilmar Mendes criticou o fato de o colega ter recebido o advogado e discutido o conteúdo da proposta de delação. Segundo Mendes, essa conduta violaria a Lei Orgânica da Magistratura (Lomam).

Na realidade, Mendonça não disse que discutiu o conteúdo da delação proposta. Isso saiu da cabeça do decano. Por outro lado, receber advogados é prática comum entre todos os magistrados. Por fim, quem acabou flagrantemente violando a Loman foi Gilmar, ao criticar abertamente e publicamente a conduta de um colega dentro de um processo, prática inadmitida pela lei que rege a magistratura brasileira.

12 advogados são alvos de operação e 11 são presos: “Pombo-correio” de facções criminosas

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Uma operação denominada 'Mensageiros do Crime', do Ministério Público do Ceará (MPCE), cumpriu mandados contra 12 advogados suspeitos de atuar como mensageiros de facções criminosas, nesta terça-feira (30). 11 deles foram presos e uma suspeita segue foragida.

Os advogados são investigados por ligações criminosas com presos de facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

Os advogados alvos da operação são:

- Cintia Emanuela Daniel Alves (foragida);
- Raissa Xavier Leitão;
- Agnelo Alexandre de Souza Amorim;
- Francisco Jair Moreira Caetano;
- Debora Marny de Aguiar Parente;
- Francisca Leny Carneiro;
- Aniele dos Santos Moreira;
- Ana Flávia Martins Braga da Silva;
- Carina Brauna Bruno Sales;
- Maria Jakelyne Albuquerque Almeida;
- Tancredo de Lima Araújo;
- Rennier Martins Vasconcelos.

Dois advogados alvos da operação concorreram a vagas de vereadores, em Fortaleza e Caucaia, nas eleições de 2024. São eles:

- Rennier Martins Vasconcelos, que concorreu como "Dr. Rennier" na urna, pelo MDB. Ele ficou como suplente do partido após receber 1.062 votos.
- Debora Marny de Aguiar Parente que concorreu a uma vaga na Câmara Municipal de Fortaleza pelo Agir. Ela recebeu 27 votos.

A Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Ceará (OAB-CE) suspendeu cautelarmente os 12 advogados do exercício da função.

Em nota, a OAB-CE disse que "acompanha o cumprimento da operação deflagrada nesta terça-feira (30/6), com o objetivo de assegurar a observância da legalidade dos atos praticados e a garantia das prerrogativas profissionais previstas no Estatuto da Advocacia (Lei nº 8.906/94)".

"A OAB Ceará repudia qualquer tentativa de criminalização do exercício profissional e ressalta que o acompanhamento institucional não representa qualquer juízo de valor sobre os fatos investigados, mas decorre do dever da Ordem de zelar pelo devido processo legal, pela ampla defesa e pelo respeito às garantias asseguradas a toda cidadã e todo cidadão, inclusive aos advogados no exercício da profissão", disse a instituição em nota.

ANIVERSARIANTE DO DIA.

Hoje é um dia muito especial, pois celebramos o aniversário da querida e linda Lunnara, uma jovem exemplar, dedicada aos estudos e que segue...