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sábado, 4 de julho de 2026

Carta aberta à Michelle Bolsonaro

JCO

Importante iniciar esse texto com esclarecimento: sou profundo admirador de Michelle Bolsonaro tanto como primeira-dama, como pelo trabalho que ela fez no PL Mulher, inédito na estrutura partidária brasileira. Dito isso, não dá para negar Michelle derrapou ao criticar publicamente Flávio Bolsonaro. O que a nossa eterna primeira-dama não entendeu é que ela não estava criticando o seu enteado, nem mesmo presidenciável, ela estava atacando a única esperança viável de tirar o Brasil das mãos da gangue que nos aterroriza a mais de 20 anos.

A vida pública nos traz muitos privilégios e Michelle viveu o ápice disso durante quatro anos – mas a política tem um preço e o primeiro deles é o sacrifício da sua individualidade. Especialmente quando você representa milhares ou milhões. Senhora Michelle, o seu esposo reescreveu a política brasileira e se tem alguém responsável pela candidatura do senador Flávio à presidência, é ele. E como patriarca dessa dinastia ele tem direito às suas escolhas.

Seja qual for a ofensa ou afronta feita pelos seus enteados, a Sra acha justo que o Brasil inteiro fique nas mãos desse, digamos, "grupo" por mais quatro anos? E as dezenas de homens e mulheres presos injustamente naquele fatídico oito de janeiro; elas já não sofreram o suficiente?

Ouvimos que a origem da cizânia seria uma eventual indicação para o senado cearense ou até mesmo uma coligação com o PSDB local. Cara Michelle entenda que nesse momento os patriotas não o enxergam como o velho coronel, Ciro Gomes, ou mesmo como tucano, mas sim como o único homem capaz de tirar o Ceará das mãos do PT e isso já justifica qualquer aliança. A política é a arte do possível e não do ideal. A senhora está virtualmente eleita para o Senado, um privilegio que 99% dos que amam política jamais terão – não acredito que a senhora ache isso um prêmio de consolação. Pense comigo, será que em 2006 a senhora sequer sonhava em ser senadora? Tenho certeza que não.

Pensando a longo prazo, depois desses arroubos (vídeo, renúncia do PL Mulher, ameaça de desistência da candidatura ao senado etc.) se eventualmente Flávio não tiver sucesso, adivinhe quem será responsabilizada? Claro que isso não seria justo, mas de novo, política não tem nada a ver com justiça. Nos últimos dias com suas ações precipitadas a senhora conseguiu o prodígio de ser desmentida pelo pouco crível Garotinho e também pela mais petista dos jornalistas, Daniela Lima. Calma, isso não é o fim da linha, mas um sinal evidente para rever sua postura. Errar na política é do jogo, mas persistir no erro é burrice

Michelle mostrou personalidade desde o discurso de posse quando ela impressionou o Brasil traduzindo as palavras do presidente eleito Jair Bolsonaro para o idioma de libras, ela também deixou claro que é uma cristã fervorosa. Chegou a hora dela provar essa asserção demonstrando uma característica inerente a um bom cristão: a capacidade de perdoar.

Eduardo Negrão

Consultor político e autor de "Terrorismo Global" e "México pecado ao sul do Rio Grande" ambos pela Scortecci Editora.

Em ataque de fúria, Lula faz gesto obsceno

JCO

Lula teve mais um ataque de fúria.

Ao falar que, supostamente, existem pessoas que dizem que pobre não gosta de coisa boa, o petista fez um gesto obsceno mostrando o dedo:

"Aqui para vocês", disse.

A fala aconteceu durante uma cerimônia de entregas do Governo.

Veja: 

Segredos e revelações nunca vistas sobre o passado de Lula acabam de vir à tona. Tudo o que o petista tentou esconder está no livro "O Homem Mais Desonesto do Brasil - A verdadeira face de Luiz Inácio Lula da Silva".  Aproveite enquanto é tempo. Clique no link abaixo:

https://www.conteudoconservador.com.br/products/a-maquina-contra-o-homem-como-o-sistema-tentou-destruir-um-presidente-e-despertou-uma-nacao

da Redação

ESTÁ FÁCIL DE ESCOLHER, GRACINHAM MÃO SANTA PARA REELEIÇÃO

A escolha para deputada estadual, para muitas pessoas, não está difícil. Gracinha Mão Santa tem construído sua trajetória com dedicação, presença e atuação em favor da população. Seu trabalho e compromisso fazem com que muitos renovem a confiança em seu mandato. Vai dar certo!!! Que a vontade do povo seja respeitada nas urnas e que a democracia prevaleça.

PF segura investigação contra Lulinha e analista político escancara: “Vivemos no Estado do crime” (veja o vídeo)

JCO

 O programa Choque de Ordem trouxe um importante debate sobre os bastidores do poder, o avanço do crime organizado e a seletividade da Justiça no Brasil. Na bancada, vereadora Ellen Miziara, o jornalista Júlio Ribeiro e o analista político Paulo Baltokoski não pouparam críticas às manobras da Suprema Corte e à paralisação das investigações da Polícia Federal envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.

Blindagem do governo Lula e a Polícia Federal

O recuo da Polícia Federal em avançar nas investigações sobre as conexões financeiras suspeitas que respingam em Lulinha e alvos ligados ao PCC — alegando falta de efetivo — gerou forte indignação na vereadora. 

"Se esse país fosse um país sério, o Lulinha já estava preso. O careca do INSS está preso, o outro estaria fazendo companhia a ele na cela", disparou Miziara, ressaltando que as instituições brasileiras estão tomadas pelo aparelhamento.

O analista Paulo Baltokoski reforçou a tese de proteção política, destacando a conveniência da "falta de pessoal" alegada pela PF às vésperas de um período eleitoral.

"Se a PF está segurando para não haver impacto nas eleições, é porque tem algo de errado. Se não tivesse nada, seria o maior trunfo agora poder dizer antes das eleições que o filho do presidente foi perseguido. Mas não, eles estão segurando", analisou.

O STF e o "Estado do Crime"

Outro ponto alto do programa foi o debate sobre o escândalo envolvendo o contrato milionário do escritório de advocacia da esposa do ministro Alexandre de Moraes com o Banco Master. O jornalista Júlio Ribeiro subiu o tom ao classificar o episódio e a atual atuação da Corte.

"Não tem como a gente acreditar nessa história, isso é advocacia administrativa, corrupção passiva e ativa", afirmou Ribeiro, sendo ainda mais categórico na sequência: "O que nós estamos vivendo hoje no Brasil é o estado do crime. Um crime contra 1800 presas, um crime contra Bolsonaro, que está sendo torturado. O lugar do Alexandre de Moraes não é no STF, é na Papuda."

A perseguição a Bolsonaro e o futuro da direita

Os convidados também analisaram o parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR) para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro em uma controversa "prisão domiciliar". 

"É um cálculo político e não jurídico. Hoje não faz diferença para ele [Moraes] se Jair Bolsonaro está na penitenciária ou na prisão domiciliar, porque no jogo político ele já foi anulado", explicou Baltokoski. 

Veja o vídeo: 

Maior temor de Gilmar entra em discussão no USTR e no Comitê Seção 301 dos EUA

JCO

Dizem que um dos maiores temores do ministro Gilmar Mendes é ser atingido pela Lei Magnitsky. Isso pode estar prestes a acontecer.

Uma manifestação encaminhada ao governo dos Estados Unidos, pelo jornalista Paulo Figueiredo, pede que a administração americana volte a aplicar as sanções da Lei Magnitsky contra o ministro do STF Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, além de incluir também o ministro Gilmar Mendes entre os sancionados.

O pedido foi feito em manifestação direcionada ao Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) e ao Comitê da Seção 301, na qual Figueiredo solicita participação na audiência pública de 6 de julho que debaterá o tarifaço.

Em seus argumentos, o jornalista afirma que as tarifas atingem tanto os produtores brasileiros quanto os próprios consumidores americanos. Segundo ele, a medida ainda recompensa, com capital político, os verdadeiros responsáveis pela crise.

O jornalista sustenta também que o tarifaço resultará em uma aproximação do Brasil com a China e defende que a melhor alternativa seria retomar mecanismos de sanção individual, como a Lei Magnitsky.

“Pelas razões expostas, o comentarista solicita respeitosamente que o Representante Comercial: (1) suspenda a ação proposta e a reavalie, considerando integralmente as eleições de outubro de 2026 no Brasil... e (2) utilize, em vez disso, os instrumentos direcionados descritos na Parte VII — restaurando e expandindo as designações da Global Magnitsky para atingir tanto a censura quanto a corrupção documentadas nesta investigação… porque esses instrumentos atingem os indivíduos de fato responsáveis, poupam os inocentes e avançam, em vez de contradizer, a estratégia declarada dos Estados Unidos neste hemisfério”, diz Figueiredo.

FIFA aplica multa milionária à Seleção após vitória sobre o Japão

Jetss
Seleção Brasileira comemora vaga nas oitavas após vitória sobre o Japão (Foto: Instagram)© Foto: Instagram


A Seleção Brasileira garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 ao vencer o Japão por 2 a 1, em jogo marcado pelo equilíbrio, mas acabou recebendo uma multa da FIFA por infrações disciplinares cometidas durante o confronto. Apesar de confirmar a classificação para a próxima fase, a sanção financeira surpreendeu dirigentes e ganhou repercussão nos bastidores da competição.

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A entidade máxima do futebol determinou que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) pague US$ 20 mil, o equivalente a cerca de R$ 109 mil na cotação atual, valor que reflete dois cartões amarelos exibidos aos jogadores Danilo e Casemiro ao longo da partida. Essa quantia segue o regulamento disciplinar do torneio, que estabelece multa de US$ 10 mil por advertência recebida em campo.

++ Madeleine McCann, desaparecida em 2007, aparece mencionada nos arquivos do caso Epstein

Embora a penalidade seja considerável no aspecto financeiro, não há nenhuma consequência esportiva imediata para a Seleção. Os cartões não acarretam perda de pontos nem impedem a participação do Brasil nas oitavas de final. Ainda assim, o impacto orçamentário faz parte das discussões internas na CBF.

De acordo com o regulamento da FIFA, cada cartão amarelo recebido por um atleta em partida oficial gera uma multa de US$ 10 mil. No duelo contra o Japão, Casemiro foi advertido ainda na primeira etapa e, após o intervalo, Danilo recebeu o segundo cartão ao frear uma investida perigosa do adversário.

Com as duas advertências devidamente registradas, a punição prevista foi aplicada em sua totalidade. Apesar de não interferir na sequência da campanha, mantém Danilo e Casemiro em estado de alerta: um novo cartão nas oitavas ou em fases posteriores implica suspensão automática para o jogo seguinte.

Agora, a comissão técnica concentra esforços na preparação para o duelo das oitavas de final, reforçando a disciplina para evitar novas sanções. Enquanto isso, a CBF se organiza para efetuar o pagamento da multa imposta pela FIFA, com o objetivo de manter o foco total na busca pelo título.

Mendonça vira “alvo” e precisa de proteção

JCO 05/07/2026 às 09:19 Mendonça tem apertado o cerco contra o Master, enfrentado gente grande como Gilmar e Alexandre, trabalhando com Kass...