ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

ARMAZÉM PARAÍBA, SUCESSO EM QUALQUER LUGAR.

segunda-feira, 13 de julho de 2026

URGENTE: Keiko anuncia aliança com os EUA e diz que Peru apoiará plano de Trump contra o crime (veja o vídeo)

JCO

A presidente eleita do Peru, Keiko Fujimori, anunciou que seu governo será aliado dos Estados Unidos e pretende integrar o Escudo das Américas, iniciativa do presidente Donald Trump voltada ao combate ao narcotráfico e ao crime organizado. A declaração reforça a aproximação entre os dois países e sinaliza um alinhamento do novo governo peruano com a política de segurança defendida por Trump.

Veja o vídeo:

“Cara de pau”, Simone tenta se passar por cidadã paulista e Salles não perdoa (veja o vídeo)

JCO

A ex-ministra de Lula, Simone Tebet, que literalmente sujou a história política de sua família ao se juntar ao PT e teve que sair “fugida” de seu estado, Mato Grosso do Sul, onde não tem mais nenhuma condição de disputar eleição, em São Paulo, tenta forjar um discurso para o povo paulista, tentando simular uma intimidade com o estado. Como se tivesse alguma ligação como o povo paulista. Nunca teve. A resposta certamente virá nas urnas.

De qualquer forma, o ex-ministro de Bolsonaro, Ricardo Salles, nascido em São Paulo em 1975, onde contruiu sua carreira como advogado e homem público, não perdou o sorrateiro oportunismo de Simone. Quem essa moça pensa que engana?

Veja o vídeo:

Moraes mergulhado em seu imensurável ego começa a entregar a eleição para Flávio

JCO

A decisão absurda, ilegal e imoral do ministro Alexandre de Moraes, proibindo o senador Flávio Bolsonaro de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, terá um efeito reverso que será utilizado massivamente pela campanha do candidato do PL. O jornalista Wilson Lima, em artigo publicado no site O Antagonista, fez uma excelente leitura da situação e das consequência políticas. Transcrevemos:

“Na política, decisões judiciais não produzem apenas efeitos jurídicos. Produzem narrativas. E, em campanhas eleitorais, narrativas costumam ser tão importantes quanto fatos.
Em tempos de storytelling, nada é mais poderoso do que alimentar a velha jornada do herói — a narrativa em que o protagonista enfrenta obstáculos cada vez maiores impostos por forças supostamente superiores até emergir fortalecido. É justamente esse risco que decisões como a de Alexandre de Moraes carregam: ao impedir Flávio Bolsonaro de visitar o pai até as eleições, oferecem ao bolsonarismo um novo capítulo para sustentar a tese de perseguição política, transformando uma medida judicial em potencial combustível eleitoral.
Desde 2018, o campo conservador construiu parte de sua identidade política na ideia de que Jair Bolsonaro enfrenta um sistema institucional disposto a impedir sua atuação. O roteiro de Dark Horse está aí e não nos deixa mentir. A cada nova restrição judicial, independentemente de sua fundamentação, reforça essa percepção entre os eleitores já inclinados a enxergar excesso nas decisões do Supremo.
Mas, hoje, há um precedente que inevitavelmente será lembrado pelos aliados de Flávio.
Quando Lula estava preso na Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, durante a campanha de 2018, Fernando Haddad realizou diversas visitas ao ex-presidente. Lula, embora encarcerado, permaneceu o principal formulador político da campanha petista.
Segundo o ex-juiz e hoje senador Sergio Moro, Lula recebeu 572 visitas. Seus visitantes, via de regra, encerravam o ato com uma entrevista de imprensa. O então ex-presidente mandou cartas, recados, delimitou palanques, rifou adversários, aglutinou aliados. Tudo permitido pelo então juiz – tido como rígido pelos petistas – Moro.
Os contextos jurídicos são distintos, isso é verdade. Lula cumpria pena em regime fechado; Bolsonaro está submetido a medidas cautelares, com proibição expressa de utilizar redes sociais direta ou indiretamente. Essa diferença é juridicamente relevante, mas não absolve Moraes dos seus abusos.
Para um eleitor moderado, a suspensão das visitas pode até parecer uma consequência natural do descumprimento das cautelares. Para uma parcela significativa do eleitorado bolsonarista — e até para parte dos indecisos que veem Bolsonaro como alvo de excessos do Judiciário —, a leitura tende a ser outra: um filho impedido de visitar o próprio pai.
Essa imagem é poderosa e será explorada a exaustão pelo bolsonarismo.
Em campanhas polarizadas, símbolos frequentemente superam argumentos técnicos. E o ego de Alexandre de Moraes deu um símbolo para Flávio chamar de seu. Nem que isso custe a prisão domiciliar de Jair Bolsonaro.”

Brasil x Paraguai: o dilema entre a incompetência e a prosperidade (veja o vídeo)

JCO

Eis aqui, neste vídeo colocado ao final do texto, o atestado cabal da incompetência do governo Lula/Haddad (Este último também conhecido como Taxad), na área econômica.

Só neste maldito (des)governo de Lula da Çilva, cerca de 235 empresas relevantes deixaram o Brasil e foram produzir riqueza e gerar empregos no Paraguai. Não culpemos o Paraguai; ele está certo! Este é o governo do “Painho dos pobres”, um desastre nacional, com a incompetência brutal de Luiz Ignorácio Lula da Çilva e seu bando.

Mas não é só incompetência a marca deste (des) governo. Há nisso tudo um plano sinistro: atrair os desempregados para o Bolsa Família, o Bolsa Gás, o regime 4x3 (ou 5x2) (também conhecido por Bolsa Preguiça), o Bolsa Parasita e tantas outras benesses populistas deste desgraçado governo.

Claro, quando um indivíduo deixa o emprego para viver de benesses populistas do governo – benesses pagas, claro, com o dinheiro de quem continua trabalhando e gerando riqueza – ele, não raro, passa a compor, agradecido, o eleitorado do “Painho”, do PT (Partido dos Trambiqueiros), e de adjacências. É o esquema normal de todas as ditaduras: tornar os eleitores dependentes do Estado e cooptados pelo esquema de benesses do governo.

O percentual de famílias vivendo de programas de TRANSFERÊNCIAS DE RENDA (as tais benesses do ‘Painho’ Lula) é escandaloso em alguns Estados e regiões do Brasil. Sem coincidência, são os Estados onde Lula é o preferido do eleitor parasita e semianalfabeto. Cito, de saída o NORDESTE, ÚNICA REGIÃO DO BRASIL ONDE LULA VENCEU NAS ELEIÇÕES DE 2022:

Alagoas (AL) – 41,7%; Bahia (BA) - 38,7%; Ceará (CE) – 40,3%; Maranhão (MA) -Estado do Flávio Dino - 45,6%; Paraíba (PB) – 40,2 %; Pernambuco (PE) – Estado do Lula – 37,6 %; Piauí (PI) – 45,3 %; Rio Grande do Norte (RN) – 40,7 %; Sergipe (SE) -36,9

São números obscenos, escandalosos, de fazer corar de vergonha o povo desses Estados, se eles tivessem consciência desses percentuais. Os políticos desses Estados certamente têm conhecimento desses números. Mas estes, os políticos, embora tenham o conhecimento, não têm vergonha nas caras. São seres sub-humanos, esses políticos, do ponto de vista moral. E entre esses políticos imorais destaca-se Luiz Ignorácio Lula da Çilva, que em vez de trabalhar para reduzir (de fato!) tanta pobreza, aproveita-se dela para criar mais benesses e mais TRANSFERÊNCIA DE RENDA para aumentar seu eleitorado. O Brasil que se dane, o povo pobre, indolente, improdutivo que aumente para que aumente sua dependência do Estado e o eleitorado de cabresto de Lula.

Parasitismo é coisa feia, humilhante, degradante, além de se constituir em um fardo pesado para os Estados que trabalham e geram riqueza. Mas Lula não está nem aí para essas considerações morais e econômica: a única coisa que lhe interessa é voltar “à cena do crime”, o Palácio do Alvorada. O Brasil que se dane!

Compare-se aquela brutal dependência, mostrada acima, com o que acontece com os seguintes Estados: Santa Catarina (Meu Estado): 3,9%; São Paulo: 11,1%; Rio Grande do Sul: 11,5%; Paraná: 12,8%.

Resumindo: Lula é uma doença e uma desgraça nacional. Pense nisso, eleitor consciente, antes de votar contra o Brasil nas próximas eleições. Pense também que não votar, ou anular seu voto será como votar em Lula. Isto não é opinião minha, é aritmética. E não adianta discutir com a matemática!

Assistam agora ao vídeo que fala da transferência de empresas brasileiras para o Paraguai, para terem uma ideia da tragédia brasileira gerada pelo populismo ditatorial de Luiz Ignorácio Lula da Çilva:

https://www.facebook.com/reel/1505045920949804

 

José J. de Espíndola

Engenheiro Mecânico pela UFRGS. Mestre em Ciências em Engenharia pela PUC-Rio. Doutor (Ph.D.) pelo Institute of Sound and Vibration Research (ISVR) da Universidade de Southampton, Inglaterra. Doutor Honoris Causa da UFPR. Membro Emérito do Comitê de Dinâmica da ABCM. Detentor do Prêmio Engenharia Mecânica Brasileira da ABCM. Detentor da Medalha de Reconhecimento da UFSC por Ação Pioneira na Construção da Pós-graduação. Detentor da Medalha João David Ferreira Lima, concedida pela Câmara Municipal de Florianópolis. Criador da área de Vibrações e Acústica do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica. Idealizador e criador do LVA, Laboratório de Vibrações e Acústica da UFSC – Agraciado com uma ‘Honorary Session’, por suas contribuições ao campo da Dinâmica, pelo Comité de Dinâmica da ABCM no XII International Symposium DINAME, 2007—Ex-Coordenador de Pós-Graduação das Engenharias III da CAPES/MEC - Professor Titular da UFSC, Departamento de Engenharia Mecânica, aposentado.

Discretamente, o PL “comemora” a decisão ilegal, ilegítima e imoral de Moraes

JCO

O Partido Liberal até que gostou dessa decisão do poderoso ministro Alexandre de Moraes, que abusando mais uma vez dos seus gigantescos poderes, proibiu o senador Flávio Bolsonaro de visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro durante um período de 90

Nessa toada, o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou nesta segunda-feira (13), que a decisão de Moraes ajudará o pré-candidato a subir nas pesquisas.

“Isso só vai fazer o Flávio subir ainda mais nas pesquisas de intenção de voto”, disse.

Com a decisão, o senador ficará impedido de visitar o pai até o fim do primeiro turno das eleições presidenciais. Isso escancara a perseguição.

Além de suspender as visitas de Flávio a Jair até as eleições, o magistrado determinou que a defesa do ex-presidente esclareça, em 48 horas, se ele tinha conhecimento de que uma carta escrita durante a prisão domiciliar seria divulgada nas redes sociais do filho.

No despacho, Moraes encaminhou o caso ao procurador-geral eleitoral para apuração de eventual prática de propaganda eleitoral antecipada.

Segundo o ministro, Flávio utilizou o benefício de visita a Bolsonaro para obter um documento que tinha como finalidade exclusiva ser divulgado nas redes sociais, o que burlaria a proibição imposta ao ex-presidente de utilizar plataformas digitais, direta ou indiretamente.

O senador Rogério Marinho disse o seguinte sobre a decisão de Moraes:

“O contraste é evidente. Preso em 2018, Lula recebeu centenas de visitas e manteve interlocução política com seus aliados, inclusive Fernando Haddad. Durante a campanha eleitoral, manifestou-se publicamente por cartas, chegando a pedir votos para o candidato que o substituiu. Ainda preso, concedeu entrevistas à imprensa em 2019, e suas declarações repercutiram amplamente nas redes sociais”.

E acrescentou:

“Não reivindicamos privilégios, mas igualdade perante a lei. Punir um filho e impedir o contato familiar porque ele tornou pública uma mensagem do pai representa uma grave tentativa de silenciamento”.

E concluiu:

“Calar um preso dessa maneira é inconstitucional e representa a retomada de práticas próprias de regimes autoritários. Calar Bolsonaro é tentar calar a expressiva parcela da população brasileira que ele representa”.

Parlamentar denuncia covardia com o objetivo de mudar o rumo das eleições (veja o vídeo)

JCO

Em mais um ato questionável, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, proibiu que o senador Flávio Bolsonaro visite o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, até alguns dias depois do primeiro turno das eleições de outubro.

A medida, que suspende as visitas por 90 dias, revela o grau de perseguição política que se instalou no país. A decisão veio dois dias após Flávio ler uma carta do pai em transmissão nas redes sociais.

Em entrevista exclusiva ao Jornal da Cidade Online, o vereador Darcio Bracarense (PL-ES) criticou a medida e lembrou o tratamento concedido a Lula, quando estava preso por corrupção na Operação Lava Jato:

“Um verdadeiro ato de covardia! Um filho impedido de visitar o pai em prisão domiciliar. O que mais causa espanto é que Lula recebeu mais de 500 visitas, tanto que até encontrou uma namorada, hoje a primeira-dama. Ele deu mais de 20 entrevistas e por meio de uma carta, lida ao vivo, decretou seu sucessor, Fernando Haddad, pedindo que a militância de esquerda votasse nele”, ressaltou.

O Brasil assiste, mais uma vez, ao espetáculo sombrio de um ministro que decide sozinho prazos eleitorais, visitas familiares e limites à liberdade. Isso não parece ser justiça, e sim arbítrio puro...

Veja o vídeo:


AO VIVO: Damares perde a cabeça e “chuta o balde” (veja o vídeo)

JCO

A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) decidiu deixar a equipe que colaborava na elaboração do plano de governo do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República.

A decisão ocorre em meio à crise instalada no campo conservador após os desdobramentos do conflito envolvendo a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e aliados de Flávio. Segundo informações divulgadas neste domingo (12), Damares afirmou que passou a ser alvo de ataques de integrantes do próprio grupo político, situação que considerou incompatível com a continuidade de seu trabalho.

De acordo com a própria senadora, sua participação estava concentrada na construção das propostas para a área de direitos humanos. Ao justificar a saída, Damares afirmou que “já fez o que era preciso neste primeiro momento”, acrescentando que poderá voltar a colaborar em uma eventual fase de transição de governo, caso a candidatura avance.

A decisão representa mais um capítulo da turbulência enfrentada pela pré-campanha de Flávio Bolsonaro nas últimas semanas. O episódio reforça a percepção de que as divergências internas no campo da direita ultrapassaram as discussões estratégicas e passaram a atingir integrantes diretamente envolvidos na formulação do projeto presidencial.

Apesar do afastamento, Damares evitou fazer ataques pessoais ao senador. Questionada sobre um possível rompimento definitivo, limitou-se a afirmar que Flávio “está correndo”, indicando que não pretende ampliar a crise publicamente.

Nos bastidores, aliados avaliam que a saída de uma das principais lideranças conservadoras da equipe de elaboração do programa de governo aumenta a pressão para que a campanha recupere a unidade do grupo antes do início oficial da corrida eleitoral.

Até o momento, não houve anúncio de substituição para a função exercida por Damares nem manifestação oficial da coordenação da pré-campanha sobre mudanças na equipe responsável pelo plano de governo.

Veja o vídeo:

Emílio Kerber Filho

Escritor e Estrategista Político. Criador do método Arquitetura Eleitoral:
https://emiliokerber.com.br/

O notório erro político e jurídico de Moraes

JCO 13/07/2026 às 18:42 A suspensão das visitas de Flávio para o pai configura medida desproporcional, sem previsão legal e joga luz sobre o...