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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Advogado denuncia perseguição brutal sofrida por produtores rurais no Pará (veja o vídeo)

JCO

Em entrevista exclusiva ao Jornal da Cidade Online, o advogado Diogo Franco expôs a grave situação enfrentada por produtores rurais e pecuaristas no Pará e em outras regiões do Norte do Brasil. Segundo o jurista, famílias inteiras estão sendo expulsas de suas terras de forma arbitrária, muitas vezes com o uso da violência por parte de agentes federais.

Sob orientação do governo Lula, agentes federais têm promovido operações de apreensão de gado e remoção compulsória de pequenos produtores. “Criam leis imaginárias, fazem politicagem com gado roubado. É um plano de asfixia para destruir pequenos os produtores rurais”, ressaltou.

Ele denunciou que a criação de gado em áreas consideradas ambientais tem sido usada como pretexto para ações desproporcionais, ignorando títulos de posse e o direito à propriedade. Franco relatou casos dramáticos de produtores que perderam todo o seu rebanho e foram obrigados a abandonar as terras onde construíram sua vida. A situação, segundo ele, é particularmente grave na região Norte, onde o avanço de órgãos ambientais tem gerado conflitos e insegurança jurídica.

Veja o vídeo:

Um nome de peso: Adrilles Jorge confirma candidatura

JCO

O jornalista Adrilles Jorge está confirmado como candidato a deputado federal no estado de São Paulo. Sem dúvida, um excelente nome no campo conservador. Ele atualmente exerce o mandato de vereador na cidade de São Paulo. Nas redes sociais, ele comunicou sua decisão. Confira:

“Sou pré candidato a Deputado Federal pela libertação e ressureição do Brasil. Convenção do União Progressista me aprovou como candidato . O país tem sido constantemente assassinado por carrascos travestidos de juízes e políticos. Mataram a liberdade, mataram a segurança, mataram educação, saúde, a República e a Democracia.
É preciso uma ação conjunta de pessoas de valor que se unam em ação libertadora. Tenho tentado: como jornalista, como escritor, como vereador. A ação libertária é projeto de vida.”

Presidente da Câmara se revolta em sessão: “Vai todo mundo tomar no c*” (veja o vídeo)

JCO

O presidente da Câmara Municipal de Vitória (ES), Anderson Goggi (Republicanos), se revoltou na terça-feira (21) por falta de quórum. Ele foi questionado por outro homem se "gostaria de subir" e respondeu: "eu quero é que se fod*, vai todo mundo tomar no c* e que meu pa* cresça".

Goggi havia acabado de finalizar a sessão e de se levantar da mesa. No entanto, o microfone permaneceu ligado e capturou os xingamentos. Demais vereadores e cidadãos que acompanhavam a deliberação da galeria ainda permaneciam no local.

Depois que o episódio viralizou nas redes sociais, a Câmara Municipal de Vitória retirou o trecho da transmissão oficial.

Veja o vídeo:

PF já está no aguardo de Jaques Wagner, peça chave no esquema de Lula

JCO

A PF intimou o senador Jaques Wagner (PT-BA), ex-líder do governo Lula no Senado Federal, para prestar depoimento sobre suspeitas de recebimento de propina do Banco Master, de Daniel Vorcaro. O interrogatório está previsto para ocorrer no dia 7 de agosto.

Por ordem do ministro do STF, André Mendonça, o parlamentar foi alvo de mandados de busca e apreensão e também de uma ordem de restrição de atividades econômicas.

A PF investiga um possível vínculo entre o entorno familiar de Jaques e suas empresas com outros nomes conectados ao liquidado Banco Master.

Segundo a PF, foram identificados elementos que indicam o "recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente" por meio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao Banco.

A PF argumenta que o senador mantinha contato direto com Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Master. Ele era responsável pelas operações financeiras e envio de benefícios ao político.

Entre os benefícios entregues ao senador estão o suposto pagamento de um apartamento avaliado em R$ 2,4 milhões em Salvador (BA). Em uma conversa interceptada pela corporação, o parlamentar encaminhou o contato do gerente da construtora a Augusto com uma mensagem informando a unidade e o valor do imóvel.

Doença rara mata cantor gospel, menos de um mês após diagnóstico

JCO

O cantor gospel Diogo Nascimento morreu nesta segunda-feira (20), aos 41 anos.

Ele recebeu no início desse mês o diagnóstico de aplasia medular, uma doença na qual a medula óssea reduz ou interrompe a produção de células sanguíneas.

Causada principalmente por uma reação autoimune, a condição provoca anemia grave, imunidade baixa e risco de sangramentos frequentes e, em casos mais graves, evolui rapidamente, como no caso do artista.

Diogo Nascimento encontrou na igreja a oportunidade de desenvolver seu talento. Aos 10 anos começou a cantar e, anos depois, transformou a paixão pela música em profissão. Além das apresentações em igrejas, ele também cantava em cerimônias, eventos e integrou o grupo Vozes do Natal durante sete temporadas.

O cantor foi velado na Igreja Bom Pastor Vera Cruz 2. Solteiro, ele não deixou filhos e construiu sua carreira após uma infância marcada por dificuldades, sendo criado pela mãe ao lado de cinco irmãos.

Os 2 riscos que corre o ministro Gilmar Mendes

JCO

A decisão do Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, de enviar a representação do ministro Gilmar Mendes contra o senador Alessandro Vieira para a Procuradoria Eleitoral de Sergipe, tem um efeito imediato e duas possibilidades.

O efeito imediato é de que o senador não será mais julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). 

As duas possibilidades é de que nem seja denunciado pela Procuradoria Eleitoral ou de que, caso denunciado, será julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O dois riscos que corre Gilmar:

- Amargar uma situação humilhante caso sequer haja a denúncia.
- Caso haja denúncia, sofrer uma fragorosa derrota no TSE.

Ficou bem ruim para o decano.

Gonçalo Mendes Neto. Jornalista.

Supremas ilegalidades: O momento sombrio

JCO

Por ocasião da publicação pelo jornal Folha de S. Paulo de conversas de celular entre o ministro Alexandre de Moraes e seus assessores no Supremo Tribunal Federal-STF e no Tribunal Superior Eleitoral-TSE, verificou-se que a “colaboração informal” era simplesmente um verdadeiro abuso de poder para alimentar as investigações penais em curso na Corte contra figuras de proa do bolsonarismo. O compartilhamento de informações entre os interlocutores não obedeceu às regras da impessoalidade e formalidade, cuidados que faltaram aos assessores do ministro. Segundo a imprensa, um deles, Eduardo Tagliaferro, batia ponto no TSE; o outro, Airton Vieira, era juiz auxiliar no STF. As mensagens revelam que, em diálogos pelo WhatsApp, os dois cogitaram dissimular a origem de documentos. Vieira pediu a Tagliaferro, em dado momento, que trocasse o timbre de “Supremo Tribunal Federal” por “Tribunal Superior Eleitoral” num pedido de informação feito pelo STF. Se não o fizesse, ia ficar “uma coisa muito descarada”, explicou. Isso porque, formalmente, não faria sentido um assessor do TSE produzir um relatório de informações a pedido de um ministro do Supremo. Quem deveria pedir um relatório à assessoria do TSE era o presidente do TSE.

Moraes é acusado de violar o sistema acusatório e de concentrar em sua pessoa os poderes de investigar, acusar, punir e atropelar todos os ritos processuais. Além de vítima e julgador, acumula todos os espaços do processo, provocando divergências sobre a tipificação dos  crimes contra o Estado democrático e o bloqueio de plataformas digitais. As críticas dos especialistas sobre suas decisões — a exemplo de restrições a visitas ou comunicados envolvendo políticos —, levantam questionamentos sobre proporcionalidade e limites constitucionais, todas no sentido de que ele, praticamente, é o supremo senhor do processo, atuando em todas as suas fases, fazendo, inclusive, as vezes de delegado, já que ele é quem conduz as investigações. Reportagem da Folha de São Paulo demonstra que Moraes, além de ministro do Supremo e relator do inquérito das fake news, presidia o TSE na época das mensagens trocadas entre agosto de 2022 a maio de 2023.

Vestindo o chapéu da jurisdição eleitoral, concentrou todos os poderes para agir de ofício – isto é, por conta própria, sem precisar ser provocado. Em tempos de atentados criminosos contra a democracia, a matéria eleitoral frequentemente se confunde com aquela que ele tinha o dever de tratar como juiz penal no STF. Moraes continua concentrando em sua pessoa todos os poderes do STF, colocando sob suspeita sua imparcialidade para julgar. Na Corte, alguns ministros, em vez de se dedicarem às grandes questões jurídicas, são obrigados a atuar no varejo criminal, expondo-se quando opinam sobre decisões em inquéritos ainda em curso e em processos cuja relatoria pertence a outros ministros.  No caso de Bolsonaro, proíbe até que o presidente argentino o visite. Os erros grotescos e a anarquia jurídica como as prisões preventivas, o uso de tornozeleira e as restrições impostas ao preso e aos seus familiares poderiam ser modificadas pelo próprio STF, pois há fortes bases jurídicas e constitucionais para anular as supremas ilegalidades do ministro. Mas nada foi feito até agora. Críticos de Moraes apontam que muitas das investigações que ele conduziu e conduz não deveriam estar no STF, porque não envolvem pessoas com foro privilegiado. Argumentam que o ministro concentra funções em excesso, fazendo as vezes de delegado, juiz e promotor. Não estão errados, mas nem o ministro nem o Supremo dão sinais de que vão mudar, pouco importando se isso é ou não uma Suprema Ilegalidade.

A situação de Moraes é tão delicada que ele é obrigado a se declarar impedido para julgar o banqueiro Daniel Vorcaro, pois, segundo notícias sobre supostos diálogos mantidos entre ambos e os contratos do Banco Master com o escritório de advocacia da esposa do magistrado, Viviane Barci de Moraes, ganharam força após a divulgação de investigações e relatórios da Polícia Federal, apontando a proximidade e intercâmbio de mensagens entre o ministro, sua esposa e Vorcaro. Isso vem gerando debates públicos sobre conflitos de interesses. Até o presidente Lula declarou, publicamente, que havia aconselhado ao ministro a se declarar impedido nesses processos para preservar sua biografia institucional. Moraes nega formalmente qualquer irregularidade ou favorecimento em suas decisões, indicando que não pretende se afastar do caso. Caso ele não se declare impedido, a decisão caberá ao plenário do STF, onde o ministro contará com o corporativo para continuar no processo. O momento sombrio em que vivemos permite que essas Supremas Ilegalidades aconteçam.

Luiz Holanda

Advogado e professor universitário

Homicídio culposo: Polícia investiga morte de bebê em creche (veja o vídeo)

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