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quinta-feira, 30 de julho de 2026

URGENTE: PF pede "socorro" após Mendonça tomar fortes medidas sobre a investigação do INSS

JCO

A Polícia Federal procurou, na última semana, a Advocacia-Geral da União (AGU) para contestar medidas determinadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça no inquérito que apura fraudes envolvendo descontos indevidos no Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS).

A investigação ganhou maior sensibilidade por também envolver Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT).

A iniciativa da PF busca fazer com que a AGU avalie a possibilidade de adotar alguma medida judicial contra a ordem de Mendonça para que todos os atos relacionados à apuração sejam imediatamente encaminhados ao processo que tramita em seu gabinete.

Além disso, o ministro determinou que qualquer eventual afastamento de integrantes da equipe responsável pelas investigações seja informado previamente ao seu gabinete.

Nos bastidores da corporação, integrantes com acesso à cúpula da Polícia Federal consideram que as determinações representam uma interferência na administração das equipes responsáveis pelo caso e podem atingir atribuições que, segundo essa avaliação, pertencem à própria instituição.

A exigência de encaminhamento direto das informações ao gabinete também foi interpretada por integrantes da PF como um possível indício de desconfiança do ministro quanto à condução da investigação e à imparcialidade dos policiais envolvidos.

Um investigador que acompanha o caso afirmou que, se Mendonça entende que existe perseguição, proteção a algum investigado ou qualquer outra irregularidade, essas suspeitas deveriam ser apresentadas formalmente no processo, em vez de resultarem em medidas contra a instituição com base em uma desconfiança considerada genérica.

As apurações fazem parte da Operação Sem Desconto e são tratadas como particularmente delicadas devido à presença de Lulinha entre os alvos da investigação. Em fevereiro, Mendonça autorizou a quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático do filho do presidente.

Entre as hipóteses analisadas pelos investigadores está a possibilidade de Lulinha ser sócio oculto do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS e apontado como um dos principais operadores do esquema investigado. A defesa de Lulinha, por sua vez, nega que ele tenha praticado qualquer ilegalidade.

O recurso da PF à AGU ocorre em meio ao aumento das divergências entre o ministro e a corporação. Antes disso, diante da insatisfação com o ritmo das apurações, Mendonça havia estabelecido prazo de até 60 dias para que a Polícia Federal concluísse a análise dos materiais apreendidos durante a operação, incluindo celulares, HDs e pen drives recolhidos com os presos.

A corporação informou ao ministro que não conseguiria cumprir o prazo inicialmente estabelecido e apontou a falta de pessoal como uma das razões. Segundo a PF, apenas 11 pessoas estão trabalhando diretamente na investigação, embora mais de 40 fossem necessárias para atender ao cronograma pretendido pelo ministro.

A polícia também informou que a análise dos aproximadamente 1.700 itens apreendidos ainda estava em fase inicial e que cerca de 40% do material já havia sido examinado.

Outra determinação de Mendonça havia sido encaminhada à PF por meio de ofício, no qual o ministro solicitou que a equipe responsável pela investigação fosse mantida. Caso houvesse necessidade de mudanças, a corporação deveria apresentar as respectivas justificativas no processo.

A cobrança ocorreu após alterações promovidas pela Polícia Federal na coordenação das investigações. Mendonça demonstrou insatisfação com essas mudanças e avaliou que as substituições poderiam estar contribuindo para o atraso na conclusão da operação.

Entre autoridades que acompanham o caso, também existe a avaliação de que a Operação Sem Desconto, apesar de ter sido iniciada anteriormente, avança em ritmo inferior ao da Operação Compliance Zero, que investiga fraudes relacionadas ao Banco Master e teve sua primeira fase deflagrada em 18 de novembro.

A Polícia Federal já havia retirado a investigação da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários e transferido a apuração para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores, setor responsável por investigações envolvendo pessoas com foro privilegiado.

A mudança surpreendeu o então chefe da divisão responsável pela apuração, o delegado Guilherme Figueiredo Silva, que não teria sido previamente informado sobre a decisão tomada pela cúpula da Polícia Federal.

A justificativa apresentada pela corporação foi a necessidade de ampliar a eficiência da investigação. De acordo com a PF, a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores possui estrutura adequada para conduzir operações consideradas sensíveis e que tramitam no STF.

As alterações provocaram reações políticas e deram margem a acusações da oposição de que a Polícia Federal estaria protegendo o filho do presidente. Internamente, as mudanças também contribuíram para divergências entre investigadores que participam da apuração.

Sob reserva, alguns integrantes da equipe afirmam que direcionar as investigações para Lulinha representaria uma alteração no foco originalmente adotado. Segundo esses investigadores, até o momento não existem provas suficientes de que ele tenha praticado irregularidades. A defesa de Lulinha mantém a negativa de qualquer ilegalidade.

Também existem críticas internas à atuação de Mendonça, em linha semelhante às reclamações feitas por investigadores no caso da Operação Compliance Zero. Segundo relatos, solicitações da PF para quebra de sigilos ou bloqueio de bens encaminhadas ao gabinete do ministro não apresentariam o mesmo ritmo de análise em todos os casos, especialmente quando considerados os diferentes alvos das medidas.

Vaza reação de ministros do TSE sobre interferência de Moraes sobre IA de Bolsonaro

JCO

O jornal Folha de S.Paulo vazou a reação dentro TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com a última atitude ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes envolvendo o vídeo de IA de Jair Bolsonaro.

Diz a Folha:

Ministros do TSE viram a cobrança feita por Moraes nesta semana sobre esse tema como uma forma de pressão. Na avaliação de três membros do tribunal ouvidos sob reserva, o tema está na esfera da disputa de outubro e, portanto, deve ser tratado pela corte eleitoral, não pelo STF.

Moraes pediu explicações de Bolsonaro no processo que disciplina a execução da pena do ex-presidente por tentativa de golpe de Estado, em que o ministro do STF impôs restrições como proibição do uso de redes sociais.

No TSE, há divergências internas sobre o tratamento a ser dado ao uso da IA pela campanha do PL, mas nenhum dos grupos pretende propor sanções graves a Flávio. Dos sete integrantes, ao menos dois ministros tendem a dar uma abordagem mais liberal e outros dois a aplicar medidas que sirvam como alerta.

Na determinação à defesa de Bolsonaro para explicar a participação do ex-presidente no episódio, Moraes sugeriu que a conduta pode acarretar tanto o retorno de Bolsonaro ao regime fechado quanto a inelegibilidade de Flávio.

O PT acionou o STF e o TSE sobre o uso da IA de Bolsonaro na convenção do PL e afirmou ser um caso semelhante (porém mais grave pela sofisticação e reincidência) ao da leitura da carta de apoio do ex-presidente a Flávio que gerou proibição de visitas do candidato ao pai.

Para integrantes do TSE, o despacho de Moraes é um sinal de tentativa de interferência nos trabalhos da corte e no processo eleitoral.

Como mostrou a Folha, um grupo de magistrados do STF vinha se preparando para atuar como uma espécie de instância revisora de decisões do TSE e fazer frente à gestão de Kassio Nunes Marques na corte.

Mesmo ministros do TSE que defendem sanções a Flávio pelo uso do avatar do pai demonstram preocupação com a medida de Moraes e com o que ela pode simbolizar na relação entre a Justiça Eleitoral e o Supremo nas eleições.

Até aqui, os conflitos surgiram diante de controvérsias estaduais, como a das eleições suplementares em Roraima ou a da definição do Executivo do Rio de Janeiro.

No caso do uso do avatar, ministros do TSE estudam caminhos diferentes do sinalizado por Moraes. De um lado, ao menos dois que recusam, de início, aplicar qualquer punição ao senador têm um entendimento de que a inteligência artificial foi usada para favorecer, e não prejudicar, um candidato. Nessa visão, o emprego da ferramenta para lesar uma campanha é que deveria ser punido.

Outra possibilidade aventada é aplicar uma multa ao PL, determinar a remoção do material das redes sociais e pontuar que a reincidência poderia ser entendida como abuso de poder. Ao menos dois ministros avaliam que Flávio usou a chamada deepfake, e uma resolução proíbe o uso dessa ferramenta para atacar o adversário ou para favorecer o candidato.

Esse conjunto de medidas funcionaria como uma advertência, para prevenir o uso sistemático de inteligência artificial e evitar que, por esse meio, Bolsonaro acabasse entrando em campanha pelo filho.

Mesmo essa visão estaria distante da levantada por Moraes de que o ato do partido mereceria algumas das condenações mais graves da legislação eleitoral. A respeito desse ponto, portanto, parte dos ministros do TSE prevê penalidade, mas não cassação ou vedação do registro de candidatura.

O abuso de poder em campanha eleitoral para esses magistrados seria aquele ato com potencial de causar danos ao equilíbrio do pleito ou à integridade do processo eleitoral. O avatar de Bolsonaro em um evento do PL, sozinho, não teria capacidade para tal.

Agora, Kassio também relata a representação apresentada ao TSE contra o uso do avatar de Bolsonaro, cabendo a ele a decisão inicial sobre a regularidade da conduta. O ministro poderá enviar a decisão ao plenário para validação, ou fazê-lo apenas se houver recurso contra a sua conclusão.

Até o momento, ele tem afirmado a interlocutores que o tema está sob análise e ainda não indicou previsão para decidir.

No Supremo, no entanto, na noite desta terça-feira (28), o relator da execução da pena por golpe de Estado agiu rápido e deu 48 horas para os advogados dele responderem se o ex-presidente tinha autorizado a apresentação do avatar no evento que definiu Flávio como o candidato do partido à Presidência.

Os advogados de Bolsonaro negaram nesta quarta (29). Na resposta, o ex-presidente, por meio de sua defesa, afirmou que nem sequer teria meios para dar tal autorização a Flávio para a exibição do vídeo, já que está proibido de receber visitas do filho.

Segundo Moraes, uma autorização para isso seria uma violação grave das restrições impostas por ele e pelo Supremo. Essa anuência poderia, inclusive, tirar o benefício da prisão domiciliar concedido a Bolsonaro.

Por outro lado, com a negativa, a responsabilização recairia sobre Flávio e o PL. O ministro do STF afirmou, no despacho, que o uso de deepfake é expressamente proibido pela legislação. Apontou ainda que, de acordo com resolução de março deste ano, o TSE aperfeiçoou o combate aos ilícitos eleitorais, em especial para o enfrentamento do uso indevido da IA, caracterizando o uso dessas ferramentas como abuso do poder político e econômico.

"A jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral, igualmente, é pacífica no sentido de que a utilização indevida dos meios de comunicação social, inclusive por meio das redes sociais, configura grave desrespeito à legislação eleitoral, podendo, inclusive, acarretar a inelegibilidade", diz Moraes.

No início do acirramento entre as cortes, em junho, integrantes do STF também fizeram chegar a Kassio a intenção de derrubar a decisão dele de censurar a pesquisa Atlas/Bloomberg que apontou queda de Flávio após diálogos entre o senador e Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

O presidente do TSE afirmou a aliados ter a possibilidade no radar e articulou um acordo interno para esmorecer a tensão. Agora, mais uma vez, a expectativa nos bastidores do TSE é que a questão eleitoral pode chegar ao Supremo e, nesse caso, a depender da relatoria definida, ser rediscutida.

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Tarcísio coloca padre Julio Lancellotti em seu devido lugar e explica o fim da Cracolândia (veja o vídeo)

JCO

A esquerda ficou indignada com o repentino “fim” da Cracolândia.

O dito padre Julio Lancellotti também manifestou revolta com relação a questão.

Tudo encenação.

Durante décadas a Cracolândia foi um verdadeiro teatro, um problema sem solução, que alimentava um ciclo de poder, dinheiro e narrativa.

Com a Cracolândia vieram repasses, projetos, fundações, convênios e muito dinheiro público “bem intencionado”. O fim da Cracolândia, encerra tudo isso.

Por outro lado, a militância esquerdista perde a pauta. ONGs, ativistas e especialistas, que viviam do acolhimento alternativo, perderam o protagonismo. A máquina parou de girar.

E o que mais irrita o sistema e a militância esquerdista? A direita acabou com essa farra. Com polícia, ação e responsabilidade, resolveu o problema que a esquerda romantizou por décadas.

O governador Tarcísio disse exatamente o que está sendo feito:

“O que estamos vendo acontecer na Cracolândia não foi da noite para o dia. Falamos que isso aconteceria por muitas vezes e, efetivamente, está ocorrendo. Temos um trabalho técnico, que acontece desde o início da nossa gestão, baseado em evidências e que está dando resultado.”

Veja o vídeo:

'Se Moraes tomar a eleição, os EUA vão tomá-la de Moraes e levar o Brasil de troco', afirma renomado jornalista

JCO

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu 48 horas o ex-presidente Jair Bolsonaro explicar se autorizou o uso de imagem e voz do ex-presidente em vídeo gerado por Inteligência Artificial (IA), exibido na convenção nacional do PL neste sábado (25).

Na prática, segundo o renomado jornalista Cláudio Dantas, Moraes deu 2 alternativas: prender Jair Bolsonaro em regime fechado ou cassar a candidatura de Flávio. 

"Corajoso. 
Se Moraes tomar a eleição, os EUA vão tomá-la de Moraes e levar o Brasil de troco. Idiotas", afirmou Dantas.

Paulo Cunha Bueno, advogado de Jair Bolsonaro, Já respondeu o ministro:

Recebemos nesta data a intimação encaminhada pelo Ministro Alexandre de Moraes à defesa do Presidente Bolsonaro, determinando a apresentação de explicações sobre o uso de video contendo suas imagens, gerado por IA, e apresentado durante a convenção do Partido Liberal, havida em São Paulo no último sábado, 
Inicialmente, cumpre consignar que o Presidente Bolsonaro não autorizou a utilização de sua imagem e voz para a produção do vídeo elaborado mediante inteligência artificial referido na decisão.
Aliás, sequer poderia fazê-lo. Conforme expressamente determinado pelo Ministro Alexandre de Moraes, na decisão de 17.07.2026, o Presidente Bolsonaro encontra-se com o direito de visitas suspenso pelo prazo de 30 (trinta) dias, enquanto seu primogênito, Senador Flávio Nantes Bolsonaro permanece impedido de visitá-lo pelo prazo de 90 (noventa) dias, circunstância que, por si só, evidencia a inexistência de qualquer contato destinado à obtenção de autorização específica para a elaboração do referido material.
Muito antes das restrições atualmente impostas, ao menos desde o período em que exercia a Presidência da República, seus filhos sempre utilizaram sua imagem pública no âmbito da atividade político-partidária, reproduzindo fotografias, gravações, pronunciamentos, discursos, entrevistas e demais manifestações públicas, prática notória, contínua e jamais objeto de qualquer oposição por parte do titular desse direito.
O Presidente Bolsonaro teve, força de injusta condenação, seus direitos políticos cassados — que se limitam a restringir sua capacidade votar e ser votado; na semana passada, por decisão monocrática do Ministro, viu expandidos os limites do que legalmente se tem como direitos políticos, sendo proibido de qualquer tipo de manifestação, mesmo que por carta, até o final da eleição deste ano, assim como de ter qualquer atividade de cariz político, situação a que podemos chamar de “silenciamento político”, modalidade inédita de efeito da condenação e que, à evidência, não verbaliza o idioma constitucional.

Otoni de Paula diz que votará em Lula e começará o movimento "direita com Lula"

JCO

O deputado federal e pastor evangélico Otoni de Paula (PSD-RJ) declarou que não pretende apoiar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em uma eventual disputa pela Presidência da República. Ex-aliado de Jair Bolsonaro, o parlamentar afirmou que sua preferência na eleição deste ano é pelo ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado (PSD).

Otoni explicou que considera Caiado a principal alternativa para romper a atual polarização política no país.

"Eu vou com Caiado, porque o Brasil precisa de uma opção. Nunca votei em Lula. Mas, se a polarização continuar no segundo turno, não caminho com a família Bolsonaro", declarou.

Segundo o deputado, caso a disputa final ocorra entre Flávio Bolsonaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), parte do eleitorado identificado com a direita poderá optar por apoiar o atual chefe do Executivo. Para definir esse cenário, Otoni utilizou a expressão "direita com Lula".

Na avaliação do parlamentar, embora Flávio Bolsonaro mantenha apoio entre eleitores evangélicos, sua influência nesse segmento não alcança o mesmo patamar registrado por Jair Bolsonaro em eleições anteriores.

"O movimento evangélico ainda vota em Flávio, mas não com a mesma pressão que votou no pai. Flavio não tem a mesma aderência", afirmou.

Veja: 

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da Redação

URGENTE: Flávio 40% x Lula 35%, aponta pesquisa feita em SP

JCO

Levantamento da Genial/Quaest divulgado sobre a disputa presidencial no estado de São Paulo aponta que, em uma eventual eleição realizada hoje, o senador Flávio Bolsonaro (PL) derrotaria o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em um segundo turno. De acordo com os números da pesquisa, Flávio registra 40% das intenções de voto, enquanto Lula aparece com 35%. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No cenário de primeiro turno, a diferença entre os dois candidatos permanece dentro da margem de erro, configurando empate técnico. Flávio Bolsonaro alcança 34% das intenções de voto no estado, enquanto Lula soma 30%. Os demais nomes avaliados pelo instituto — Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo) e Renan Santos (Missão) — aparecem com 3% cada.

A pesquisa também simulou outros confrontos de segundo turno envolvendo o atual presidente. Em uma disputa contra Ronaldo Caiado, Lula registra 35%, enquanto o ex-governador de Goiás obtém 34%, resultado que caracteriza empate técnico. Situação semelhante ocorre no cenário contra Romeu Zema, em que Lula marca 35% e o ex-governador de Minas Gerais alcança 33%.

Entre os confrontos avaliados, apenas diante de Renan Santos Lula apresenta uma vantagem mais ampla. Nesse cenário, o presidente obtém 36% das intenções de voto, contra 30% atribuídos ao adversário.

O levantamento ainda investigou o grau de definição do eleitorado paulista. Segundo os dados, 57% dos entrevistados afirmaram que já decidiram definitivamente seu voto, enquanto 42% disseram que ainda podem alterar a escolha até o pleito.

Em relação à avaliação do governo federal, 58% dos participantes declararam desaprovar a gestão do presidente Lula. Por outro lado, 36% afirmaram aprovar a administração.

A pesquisa Genial/Quaest ouviu 1.650 eleitores em entrevistas presenciais realizadas entre os dias 23 e 27 de julho, em diferentes municípios do estado de São Paulo. O estudo possui margem de erro de dois pontos percentuais, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09998/2026.

Moraes dá 5 dias à PF sobre investigação contra Bolsonaro envolvendo "canibalismo"

JCO 30/07/2026 às 16:00 O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que a Polícia Federal (PF) explique, n...